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NOM e o Controle Mundial

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29092010

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NOM e o Controle Mundial






Estados Unidos a caminho de ser o Grande Irmão

Nova York, Estados Unidos, 29/9/2010 – As últimas blitze de agentes federais em residências e escritórios de pacifistas são consideradas por defensores das liberdades civis como uma prova de que os Estados Unidos se convertem em um “Estado de vigilância”, onde o direito à privacidade e outras proteções legais desaparecem. No dia 24, agentes do Escritório Federal de Investigações (FBI) realizaram na cidade de Minneapolis uma série revistas em casas de ativistas contra a guerra e no escritório de um grupo pacifista, bem como na casa, em Chicago, do chefe de uma organização árabe-norte-americana.

O jornal Minneapolis Star Tribune informou que as revistas eram parte de uma investigação sobre “atividades relacionadas com apoio material ao terrorismo”. Ninguém foi detido. O porta-voz do FBI, Steve Warfield, disse aos jornalistas que as operações aconteceram por volta das sete horas da manhã. Advogados afirmam que os agentes apreenderam computadores, celulares e documentos dos ativistas.

“O continuado e escandaloso assédio a pacifistas, ambientalistas e outros ativistas e dissidentes no governo de Barack Obama, neste e em outros casos, é indesculpável e deve acabar”, disse à IPS o presidente do independente Comitê de Defesa da Carta dos Direitos, Chip Pitts. “Isto confirma a urgência de simpatizantes de todos os partidos, de todas as idades e de todos os setores de opinião unirem-se à comunidade pelas liberdades civis em esforços para resistir ao emergente Estado de vigilância e para restaurar as proteções constitucionais”, acrescentou.

Segundo Chip, as garantias individuais “se diluíram com a Lei Patriota e outras similares aprovadas no medo politicamente manipulado depois dos atentados terroristas de 11 de setembro de 2001” em Nova York e Washington. Ativistas disseram ao jornal de Minneapolis que as invasões “os surpreenderam”. Um deles, Mick Kelly, teve papel central nas manifestações diante da Convenção Nacional Republicana de 2008, na cidade de Saint Paul.

Consultado pelo jornal sobre se estava envolvido em alguma atividade ilegal, respondeu: “absolutamente não”. Ted Dooley, seu advogado, disse que as apreensões foram, na realidade, “uma investigação sobre as opiniões políticas de cidadãos norte-americanos e de qualquer organização contrária ao desígnio imperialista” de Washington.

Além disso, explicou que as ordens de invasão se basearam em uma lei federal que considera crime promover ou conspirar para fornecer apoio material a organizações terroristas estrangeiras. Supostamente eram investigadas ligações com grupos terroristas nos territórios palestinos e na Colômbia. Os ativistas foram intimados a comparecerem a um júri federal no próximo mês, em Chicago. Também foram emitidas intimações em Michigan e Carolina do Norte.

Após as blitze, organizações pacifistas e similares começaram a preparar sua resposta. No dia 27, cerca de 150 pessoas reuniram-se diante do escritório do FBI em Minneapolis, algumas com cartazes onde se lia “Opor-se à guerra não é um crime”. Para ontem eram previstas outras manifestações em diferentes partes do país. Os ativistas investigados pelo FBI asseguram não ter cometido crime algum e anunciaram que continuariam se opondo à política norte-americana no Oriente Médio e na América do Sul.

Por sua vez, o jornal The New York Times informou, no dia 27, que o governo Obama preparava um projeto de lei para facilitar aos serviços de inteligência a interceptação de comunicações e informações na Internet, incluindo e-mails e conteúdo privado em redes sociais. A Casa Branca prevê apresentar o texto ao Congresso no próximo ano.

A nova lei, se aprovada, exigirá que todos os serviços via Internet sejam tecnicamente capazes de permitir a interceptação das comunicações pelas autoridades federais em caso de uma ordem, informou o jornal. Os serviços de correio eletrônico através de telefone celular inteligente como BlackBerry, as redes sociais com Facebook e programas de telefone na Internet, como Skype, poderiam ser submetidos à vigilância.

Fonte - Envolverde

O lingüista estadunidense Noam Chomsky elaborou a lista das “10 estratégias de manipulação” através da mídia:

1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO.

O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto 'Armas silenciosas para guerras tranqüilas')”.

2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES.

Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.

3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO.

Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.

4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO.

Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.

5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE.

A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê? “Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestão, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver “Armas silenciosas para guerras tranqüilas”)”.

6- UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO.

Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…

7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE.

Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossível para o alcance das classes inferiores (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.

8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE.

Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…

9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE.

Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!

10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM.

No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.

Fonte - Instituto João Goulart

Nota DDP: A plena semelhança com os dias em que vivemos não é mera coincidência. Sem contar que este estado de alienação que vem sendo verticamente disseminado na massa é algo absolutamente necessário para a caracterização do quadro profético esperado nos últimos dias desta terra.

Em “1984″, George Orwell diz que a nova aristocracia que tomaria o poder seria composta, na sua maioria, de burocratas, cientistas, técnicos, organizadores sindicais, peritos em publicidade, sociólogos, professores, jornalistas e políticos profissionais. Esta gente, cuja origem estava na classe média assalariada e nos escalões superiores da classe operária, fora moldada pelo mundo do governo centralizado, onde a liberdade individual precisa ser combatida.

Como o próprio autor diz sobre esta nova classe, “comparada com os seus antecessores, era menos avarenta, menos tentada pelo luxo, mais faminta de poder puro e, acima de tudo, mais consciente do que fazia e mais decidida a esmagar a oposição”. A oligarquia procura o poder pelo poder, sem interesse real no bem-estar alheio. Não é a ditadura um meio para a “revolução”, mas sim a revolução um meio para se chegar à ditadura!

Parece que o Brasil lulopetista se aproxima cada vez mais desta triste realidade. Com a economia em crescimento por conta de fatores externos e do crédito insustentável, o povo hipnotizado pelo carisma do presidente e anestesiado pelo aumento da renda e do consumo, os grandes empresários comprados pelos bilhões do BNDES, a classe média feliz com o câmbio valorizado facilitando viagens para Miami, e os mais pobres dependendo das esmolas estatais, eis que a maioria simplesmente ignora os abusos cada vez maiores da máquina estatal.

Os sindicalistas petistas se apoderaram do Estado, a Receita Federal virou um braço de espionagem de um partido, mas quase ninguém liga. Afinal de contas, a Casas Bahia vende uma TV (teletela?) novinha de LCD em até 24 vezes, “sem juros”! Enquanto isso, o Big Brother vai transformando todos em reféns do governo.

Nota DDP: Sempre afastando o eventual viés político do comentário, nele encontramos uma constatação: a invasão do estado na vida do particular, por mecanismos cada vez mais elaborados e sem que haja qualquer tipo de oposição, aliás, muito pelo contrário, eis que muitos enxergam apenas as "vantagens" do sistema, sem pensar nos "efeitos colaterais" de seu caráter invasivo. Enfim, nada mais do que esperado, a criação de um quadro que possibilite a opressão dos que não se alinharem com a maioria.

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Ministro mostra nova carteira de identidade com chip

O ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, mostrou hoje em Brasília o modelo da nova carteira de identidade com chip e cartão magnético que será adotado a partir de janeiro de 2011. A apresentação foi durante a posse dos membros do Comitê Gestor do Sistema Nacional de Registro de Identificação Civil (SINRIC). O órgão é responsável pelo funcionamento e gestão do sistema que vai implementar um único número de identificação para os cidadãos brasileiros.

O Registro de Identificação Civil (RIC) é um cartão que reunirá as informações pessoais, como o número do CPF e o título de eleitor, armazenadas em um chip e que irá substituir gradualmente as cédulas de identidade.

Na solenidade, Barreto comentou que a cédula de identidade tem ainda hoje o mesmo modelo desde o início do século passado. “A tecnologia deu um salto extraordinário no Brasil e no mundo, pois naquela época não tínhamos uma série de recursos que hoje existem e permitem uma segurança necessária, principalmente quando tratamos do documento mais comum ao exercício da cidadania, que é a cédula de identidade”.

Com o novo sistema, afirmou o ministro, o documento será mais seguro e vai facilitar as relações sociais. “É um projeto de inclusão que integrará todas as regiões do País.”

Fonte - Último Segundo

Nota DDP: Vejá também "A nova investida para uma moeda global".

Embora já se tenha veiculado neste espaço notícia anterior sobre o mesmo tema, oportuno o post para algumas considerações pertinentes, muito embora estas já se tenham configurado em manifestações anteriores deste blogger.

Em primeiro lugar, qualquer tipo de notícia envolvendo demonstrações de que a tecnologia cada vez mais se coloca à disposição de um controle massivo e invasivo do cidadão comum não tem a intenção de afirmar, como alguns segmentos religiosos entendem, que esta seria marca da besta. Aliás não há uma só linha neste espaço que justifique tal anacrônico entendimento ou maliciosa afirmação.

Em segundo lugar e por óbvia constatação, é evidente que este fator, mais do que necessário, é imprescindível para que se admita a caracterização de um quadro onde se observará o tolhimento das liberdades individuais, especialmente daqueles que não se alinharem com medidas que comprometam a fidelidade dos filhos de Deus.

Por derradeiro, a consumação do quadro profético esperado e antecipado pela Revelação, não se configurará em um ambiente macro do dia para noite, surgido do nada, mas de um constante encadeamento de fatos tendentes a propriciar os contornos necessários para sua integral consumação.

Não por outro motivo, os atores do conflito derradeiro que estarão a perseguir o povo de Deus nos últimos dias se caracterizam como um poder político e outro religioso. Estes obviamente deverão se utilizar deste tipo de instrumentos, tais como tecnologia, informação, questões de afetamento global para implementarem as medidas necessárias aos seus objetivos.

Este raciocínio, em essência, serve para qualquer outra tema abordado neste blog.
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    Mais de 1 milhão de eleitores votarão com identificação de digitais este ano

    Brasília - As urnas com leitor biométrico, que permitem a identificação de eleitores por meio da impressão digital, serão usadas em 60 municípios de 23 estados brasileiros nas eleições de 2010, atendendo mais de 1 milhão de pessoas.

    O mecanismo, adotado pela primeira vez nas eleições de 2008, exclui a possibilidade de uma pessoa votar no lugar de outra. Os únicos estados que não terão votação biométrica este ano são Mato Grosso, Roraima e o Amazonas, além do Distrito Federal.

    A urna biométrica não alterará de forma significativa o rito de votação: o eleitor ainda precisará se apresentar ao mesário com o título de eleitor e o documento oficial de identificação com foto. Entretanto, o novo sistema permite que o próprio eleitor libere a urna para votação ao inserir suas digitais, o que deve dar mais agilidade na hora de votar. Até então, o mesário ficava encarregado da liberação.

    Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), há a possibilidade de ocorrerem falhas na identificação com o sistema biométrico. Isso porque as impressões digitais podem ser danificadas com uso de produtos químicos ou por problemas de descamação nas mãos.

    Caso o sistema falhe ou haja dúvidas sobre a identidade do eleitor no dia da votação, o mesário terá um caderno de votação com os dados e foto do eleitor para checar as informações. Se o eleitor não for reconhecido nem pelo caderno de votação nem pelo sistema biométrico, não poderá votar e precisará justificar a ausência à Justiça Eleitoral.

    Fonte - Agência Brasil

    Nota DDP: O avanço da tecnologia demonstra-se como um instrumento absolutamente viável no implemento do quadro profético antecipado pela Bíblia, especialmente no que concerne à inviabilização da vida civil daqueles que não se alinharem aos reclamos dos poderes religiosos e políticos que atuarão como opressores dos fiéis filhos de Deus.
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    Suécia estuda acabar com o dinheiro




Em muitos países, os cartões de débito e crédito estão substituindo o dinheiro em espécie. Na Suécia, se debate se vale a pena extingui-lo para reduzir a delinquência.
...
“Se pudermos reduzir o dinheiro que circula nos bancos e na sociedade, também reduziremos os roubos”, afirma Marie Look, do sindicato dos bancários. “Se a longo prazo abandonarmos o dinheiro totalmente, não haverá mais roubos, porque não fará sentido assaltar um banco que não tenha nada para ser levado.”

A campanha pela supressão do dinheiro conta em suas fileiras com alguns participantes famosos, como o ex-membro do grupo Abba Bjorn Ulvaeus. “Não há razão prática clara, até onde eu possa ver, para seguir usando notas e moedas”, escreveu em seu blog. “O que sim existe são óbvias vantagens de se desfazer deles. A Suécia poderia ser o primeiro país do mundo a tomar essa medida.”
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Os ônibus de Estocolmo já funcionam sem dinheiro. Boletos eletrônicos podem ser comprados com antecedência ou se pode pagar pelo celular. Depois de uma série de assaltos a motoristas de ônibus, as autoridades de saúde e segurança tomaram medidas sobre o assunto e exigiram das companhias de transporte que encontrassem uma maneira de proteger o dinheiro. O resultado foi que os ônibus deixaram de aceitar moedas e notas.
...
Não há dúvida que existe tecnologia para que uma sociedade possa funcionar sem dinheiro, com todas as vantagens. No entanto, há quem se oponha a isso. O professor de Economia da Escola de Negócios de Londres, Andrew Scott, disse que, apesar ser um volume que incomoda nos bolsos, sem contar o problema de encontrar caixas automáticos que funcionem, o dinheiro sobrevive, em parte, graças a sensação de privacidade. “Sua maior vantagem, em uma era eletrônica, é que o dinheiro é anônimo e não nos diz nada a respeito de onde alguém esteve.”

Par Strom, da Fundação do Novo Bem-Estar, de Estocolmo, disse que a tendência a uma sociedade sem dinheiro na Suécia é preocupante precisamente por esta razão. “Se é impossível pagar com dinheiro, também é impossível não deixar rastros eletrônicos. Quando se juntam as folhas eletrônicas do que alguém vai comprando, elas podem contar nossa história completa. E isso é uma informação muito delicada”, assegura Strom. “Muita gente não quer esse tipo de sociedade ultravigiada.” Bert Nilsson crê que a Suécia precisará de muitos anos para se desfazer do dinheiro. De forma que os músicos de rua de Estocolmo continuarão entretendo os viajantes da mesma forma com suas música de acordeão ou flautas de pã.

Fonte - Veja

Nota DDP: E o cumprimento profético se tornaria cada vez mais factível. A medida esbarra ainda em outra questão que seria sufrada pelo "dinheiro eletrônico": as transações ilícitas, que ainda são de interesse de muitos. Transpostas as barreiras ainda existentes, a substituição é inevitável, bem como que não "será dado comprar e vender, senão aos que tiverem o sinal".

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Quase 30% do serviço secreto dos EUA estão na mão de empresas privadas

O papel das empresas privadas no serviço secreto americano cresce cada vez mais e quase 30% das operações de espionagem e antiterrorismo está hoje nas mãos de contratos, informou nesta terça-feira o jornal americano "Washington Post".

O "Post" divulga hoje a segunda parte de uma série de reportagens sobre o serviço secreto dos EUA, na qual já revelou que, desde os ataques de 11 de Setembro, cresceu fora de controle ao ponto de que Washington já não saber mais exatamente quanto este setor custa e nem mesmo quantas pessoas estão envolvidas.

O jornal estima que 265 mil dos 854 mil agentes com credenciais do serviço secreto são terceirizados. "Não há exemplo melhor da dependência do governo neles do que na CIA, que existe para fazer coisas do outro lado do mundo que nenhuma outra agência americana pode fazer", disse o jornal.

A situação já preocupa o secretário de Defesa dos EUA, Robert Gates, e o diretor da CIA, Leon Panetta.

"Por muito tempo, nós dependemos de empresas privadas para fazer o trabalho operacional que precisava ser feito por funcionários da CIA", disse Panetta ao "Post".

Panetta disse ainda que está preocupado com o fato de empresas terem maiores responsabilidades com seus acionistas do que com o país, o que representa um conflito inerente.

Gates concordou: "você quer alguém que está ali para uma carreira, porque é apaixonado e porque liga para o país e não apenas pelo dinheiro".

A lista de tarefas destes funcionários contratados pela CIA é longa --eles recrutaram espiões no Iraque, pagaram suborno por informações no Afeganistão e protegeram os diretores da CIA em todo o mundo. Ajudaram a prender supostos extremistas nas ruas da Itália, interrogaram prisioneiros em prisões secretas no exterior e analisam redes terroristas.

Na CIA, funcionários de 114 firmas representam cerca de um terço da força de trabalho --10 mil vagas. Muitos deles, afirma o "Post", são ex-militares ou ex-agentes que deixaram o governo em busca de salários maiores.

O uso de agentes contratados é antigo, mas foi muito facilitado pela administração de George W. Bush, que lançou a guerra contra o terrorismo após o 11 de Setembro. A ideia era limitar o tamanho da força permanente, contratar empregados mais rapidamente do que os processos burocráticos federais e porque, como acreditavam erroneamente, ressalta o "Post", terceirizar custaria menos.

Na administração de Barack Obama, esta última ideia foi repudiada e foi estabelecido um objetivo de reduzir os contratados em 7% em dois anos.

Fonte - BOL

Nota DDP: Na época da informação e tendo em consideração um controle total na concentração de dados por parte dos poderes constituídos, chama a atenção o tempo de insegurança denunciado no quanto retro noticiado. Como esses dados ainda serão utilizados é uma incógnita, mas que certamente o serão para cercear o "comprar e vender" de alguns, é uma conclusão mais do que factível.
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O conhecimento inútil

Na prática, poucas pessoas parecem perceber que a lei jurídica é, por natureza, coercitiva.
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A legiferança e o culto da norma, através do positivismo jurídico, são frutos de uma doença maior deste século, que é a expansão do Estado e da burocracia em quase todos os aspectos da vida civil e política. Uma coisa está correlacionada com a outra. Quanto mais leis, mais burocratas.
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Há um ditado romano, tomado pela legislação civil, que diz que ninguém pode se escusar de respeitar a lei, com o argumento de não conhecê-la. Quem poderá dizer isso nas milhares de leis existentes em nosso país?
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[Revolução Francesa] Nasce a figura do legislador que remodela a sociedade, de acordo com seus caprichos, sejam eles utópicos ou monstruosos. E, no século XX, com a expansão do Estado do Bem-Estar social e dos regimes fascista e comunista, a mania de leis alarga os meios de coerção estatal invadindo esferas antes inimagináveis da vida privada, como o direito de propriedade e de família. Na prática, poucas pessoas parecem perceber que a lei jurídica é, por natureza, coercitiva. Quanto maior numero de leis, maior é o poder de coerção da burocracia e do Estado. E nas democracias atuais, a aparência falaciosa do voto universal, da soberania popular e da representatividade do governo como critério absoluto de legitimidade, permitiram uma assustadora expansão do poder estatal, criando suas amarras em costumes, linguagens, conceitos morais e éticos e até preconceitos.

Deixa-me perplexo quando há pessoas que comemoram a consagração de certas regalias em nome de "direitos" legais. [...] Mal se percebe que tais leis implicam restrições, reservas de mercado, ou seja, privilégios legais disfarçados em nome de direitos.
...
O Estado agora pode ditar preconceitos alheios. Inclusive, regula os olhares, os flertes, o palavreado chulo e formas de pensar. Ele se respalda no direito de deformar os conceitos tradicionais da família e da propriedade, como também interfere na educação dos filhos, a revelia dos pais. [...] E cada vez mais a forma do direito ganha mais importância do que seu conteúdo e sua finalidade.
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Fonte - Mídia Sem Máscara

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Vício consagrado

A afetação de neutralidade superior, especialmente quando se quer impingir à platéia opiniões arriscadas e mentiras cínicas, é a essência mesma do "estilo jornalístico". Os "grandes jornais" deste país praticam-no com destreza tal que a maior parte de seus leitores, tomando a forma pelo conteúdo, acredita seguir a razão e o equilíbrio no instante mesmo em que vai se acomodando, pouco a pouco, anestesicamente, às propostas mais dementes, às modas mais escandalosas, às idéias mais estapafúrdias.
...
Quem, aliás, tem a paciência e os meios intelectuais de examinar as mudanças progressivas e sutis da linguagem de um jornal ao longo de vinte anos? No começo, o processo é invisível porque seus primeiros passos são discretos e aparentemente inofensivos. No fim, é invisível porque sua história se apagou da memória popular. A lentidão perseverante é a fórmula mágica das revoluções culturais.

É verdade que o grosso do público não tem a mais mínima idéia das técnicas de engenharia social que, de uns trinta anos para cá, se substituíram maciçamente às normas do bom jornalismo. Não há uma só faculdade de jornalismo no Brasil que tenha escapado à influência das doutrinas "desconstrucionistas", segundo as quais não existe verdade objetiva, nem fato, nem relato fidedigno - há apenas a "vontade de poder" e, conseqüentemente, a "imposição de narrativas". Notem bem: não se trata de impor "opiniões", julgamentos de valor. Trata-se de modelar a seqüência, a ordem e o sentido dos episódios narrados, de tal modo que sua simples leitura já imponha uma conclusão valorativa sem que esta precise ser defendida explicitamente. É a arte de fazer a vítima aceitar passivamente, de maneira mais ou menos inconsciente, opiniões com as quais, numa discussão aberta, jamais concordaria. Antigamente os jornais buscavam ser neutros e objetivos nas páginas noticiosas, despejando nas seções editoriais as opiniões candentes, a retórica exaltada, as campanhas empolgantes. Hoje os editoriais são todos escritos num mesmo estilo insosso, diplomático, sem cor nem sabor, porque as opiniões que se deseja impingir ao público já vêm embutidas no noticiário, onde gozam do privilégio - e da eficácia - dos ataques camuflados. No Brasil, todo estudante de jornalismo, mesmo quando incapaz de conjugar um verbo ou atinar com uma regência pronominal, sai da faculdade afiadíssimo nessa arte. Não porque a tenha "estudado" - o que suporia uma discussão crítica incompatível com a natureza mesma dessa prática --, mas justamente porque teve de exercê-la para passar de ano, sem discuti-la, de tal modo que seu sucesso escolar depende de sua docilidade em consentir com o embuste até o ponto em que deixe de percebê-lo como embuste. Então ele está pronto para usá-lo contra os leitores sem ter qualquer suspeita de estar lhes fazendo algum mal.

É por isso que a "grande mídia", hoje em dia, já não vale absolutamente nada como forte de informação, e continuar a consumi-la como tal é apenas um vício consagrado, fundado no prestígio residual de um jornalismo extinto.

Fonte - Mídia sem Máscara

FAQ

  • ONU: Controle demográfico pode ajudar em combate ao aquecimento
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  • O Google e o fim da privacidade
  • 10 Estratégias de Manipulação Midiática

    Um espião em seu computador

    Existe um programa de computador que registra tudo o que você faz na internet. Acionado, ele sabe que você entrou no Orkut, digitou o nome de uma ex-namorada no campo de busca, depois visitou o perfil dos amigos dela. Também viu que entrou num site de vendas e procurou uma nova torradeira. Anotou as opções que você comparou. Acompanhou sua visita ao site do banco para consultar o saldo. Seguiu seus passos no site de e-mail enquanto você abria cada mensagem. Viu que você entrou no Facebook. E quando você clicou num vídeo divertido que alguém recomendou. Esse programa anota quanto tempo você gastou em cada uma dessas atividades. E transmite toda essa informação a uma empresa que analisa seu comportamento e o classifica de acordo com algum rótulo. Soa amedrontador? Pois é real. Esse tipo de invasão de privacidade ameaça os internautas brasileiros.

    A sequência acima, de rastreamento da navegação na internet, descreve o serviço oferecido pela empresa inglesa Phorm. Ela está chegando ao Brasil. Seu principal cliente aqui é o provedor de internet Velox, serviço oferecido no Rio de Janeiro pela operadora de telecomunicações Oi. A Oi está testando aqui uma versão do programa da Phorm chamada Navegador. É uma tecnologia que está longe de ser aceita no mundo. Desde 2002, quando foi criada pela Phorm, ela tem gerado controvérsia internacional e levantado preocupações em grupos ligados à defesa dos direitos civis na internet. Essas resistências dificultaram sua adoção nos Estados Unidos e na Europa. Há o temor de que as informações pessoais sejam usadas de forma indevida. É evidente que uma empresa telefônica não pode grampear suas linhas. Por que, afinal, seu provedor de internet teria direito de saber o que você faz na rede? Um programa espião ameaça nossa liberdade?

    Sua chegada foi discreta no Brasil. A primeira rodada de testes com o Navegador foi anunciada em março pela Oi, dona do provedor de banda larga Velox e do portal iG. De acordo com a Oi, ele começou a ser oferecido a internautas do Rio de Janeiro. A intenção da Oi é expandir aos usuários de todo o Estado até o final de 2010. O Navegador é um rastreador remoto (não fica instalado na máquina do usuário) dos passos que um internauta dá na rede. No início dos testes, Oi e Phorm anunciaram uma parceria com os portais Terra, UOL e Estadão. Procurada por ÉPOCA, a assessoria do Grupo Estado afirmou que “a parceria nunca existiu e o nome da empresa foi usado à revelia”. A Oi confirmou a parceria com UOL e Terra.

    O objetivo do Navegador é detectar as preferências de quem navega na rede. A promessa da Oi é oferecer ao usuário uma navegação personalizada. Quem é torcedor do Flamengo passaria a ter automaticamente na tela do computador mais informações sobre o time. “Uma página será apresentada aos clientes para que decidam se desejam ativar a ferramenta”, diz a Oi. “A escolha e decisão é do cliente.” Oi e Phorm também afirmam que a tecnologia do rastreador traça o perfil dos usuários sem identificá-los. Isso seria possível graças a um recurso técnico. Assim que um internauta se conecta à web, imediatamente o Navegador associa a ele um número aleatório. É esse número interno – e não um nome público ou um endereço fixo na internet (conhecido tecnicamente como IP) – que a Phorm usa no rastreamento. “Nenhum dado pessoal, histórico de navegação ou endereço IP é armazenado pela ferramenta”, informou a Oi. “O sistema não rastreia e-mails, salas de bate-papo e páginas seguras, como sites de banco.”

    O programa da Phorm também permite que o provedor de acesso mostre, a cada usuário, anúncios específicos, de acordo com seus interesses pessoais. Sites que tenham acordo com o provedor poderiam vender anúncios prometendo veiculá-los a internautas cujo perfil fosse mais interessante ao anunciante. Tal sistema é apresentado como um modo de aumentar a receita de provedores e sites de conteúdo. Só que, além de invasivo, ele pode representar uma concentração de poder nas mãos de uma empresa cuja missão deveria ser prover acesso de forma indistinta – sem discriminar o conteúdo ou publicidade que trafega em sua rede. Numa comparação com outro setor, a situação seria equivalente a uma empresa de eletricidade receber dinheiro cada vez que você ligasse uma determinada marca de eletrodoméstico na tomada.

    Tamanho poder nas mãos da Phorm e da Oi pode representar uma ameaça à concorrência no mercado de publicidade on-line. A Oi argumenta que, como o iG detém em torno de 5% desse mercado, essa ameaça inexiste. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) deverá julgar nas próximas semanas a parceria entre Oi e Phorm. Até agora, a Secretaria de Direito Econômico (SDE) e a Secretaria de Acompanhamento Econômico (SEAE) deram parecer favorável à Oi. O caso estava na pauta do dia 5 de maio, mas o Cade decidiu pedir mais informações à Oi. Um novo julgamento ainda não foi marcado.

    Além das questões comerciais, o maior estigma em torno dos programas de rastreamento da Phorm é a ameaça à privacidade. O Brasil está recebendo um programa espião rejeitado em outros países. O histórico da Phorm é sombrio. Ela foi fundada em 2002, com o nome de 121Media. Especializou-se na criação de programas para publicidade on-line. Seu primeiro produto foi classificado como um spyware, nome técnico dos programas espiões que se instalam na máquina do usuário sem consentimento e enviam informações a terceiros. No início da década passada, esses programas eram tão populares quanto difíceis de apagar. A Phorm recebeu notificações de órgãos de segurança de países como Estados Unidos, Canadá e Inglaterra pedindo que interrompesse as vendas por ferir a segurança e a privacidade do internauta.

    A Phorm então desenvolveu o Webwise, programa que diz tratar o internauta de forma anônima. Sites como Google, Amazon e Wikipédia bloquearam o Webwise em suas páginas por desconfiança. Personalidades como Tim Berners-Lee, criador da web, criticaram a falta de transparência (leia mais no quadro ao lado). O caso mais delicado envolveu a British Telecom (BT), operadora estatal de banda larga da Inglaterra, acusada de infringir as leis de privacidade da União Europeia por fazer, entre 2006 e 2007, testes do programa com 18 mil clientes – sem consultá-los. O mal-estar foi tamanho que a BT teve de abandonar o projeto em 2008. “A ferramenta da Oi tem uma proposta de valor e modelo de implementação totalmente diferente do Reino Unido”, informou a Oi.

    A Phorm não é a única empresa que rastreia hábitos do internauta para alocar publicidade. Grandes sites, como o Google, tentam adivinhar o gosto do usuário a partir do que ele busca ou digita. O Facebook também enfrenta questionamentos sobre sua política de privacidade. Vários internautas têm abandonado o Facebook por causa disso. Mas o rastreamento da Phorm dá um passo além. Por dois motivos. Primeiro, os outros sites avaliam seu perfil, mas sua vida digital não fica toda guardada neles. Quando a Phorm espiona, ela rastreia tudo o que você faz. Segundo motivo, as empresas de busca e redes sociais precisam do retorno publicitário para manter seus serviços gratuitos. Os provedores que usam o programa da Phorm já são pagos por você – e pelo acesso, não por conteúdo.

    O grupo AntiPhorm, uma ONG de defesa de direitos civis na internet, lançou programas para bloquear o rastreador. Um deles, o Dephormation, funciona simulando atividade na internet de seu computador. Com isso, os dados que a Phorm rastreia ficam poluídos com informação falsa e perdem valor. O navegador Firefox oferece uma ferramenta chamada Firephorm, que impede a Phorm de anotar os sites que você visita. As próprias empresas que anunciam podem se recusar a adotar o sistema da Phorm por julgar importante manter a privacidade de seus clientes e por desconfiar que esses dados possam ser usados por concorrentes. “Alguns podem avaliar que explorá-los configura espionagem industrial”, diz Jim Killock, da Open Rights Group. Isso explica, em parte, a reação negativa da Amazon.

    O Brasil pode criar barreiras contra esse tipo de insegurança digital com o novo marco regulatório da internet, lei que esteve em consulta pública nos últimos meses e deverá seguir para o Congresso no final do semestre. Até agora, o texto não aborda especificamente programas de rastreamento, como o Webwise ou o Navegador, da Phorm. Mas dá uma indicação de que isso pode ser considerado ilegal. Num dos parágrafos, afirma que o provedor “fica impedido de monitorar, filtrar, analisar ou fiscalizar os conteúdos dos pacotes de dados, salvo para administração técnica de tráfego”. Se essa norma for aperfeiçoada, os brasileiros podem ficar mais protegidos contra as tentativas de espionagem de sua vida privada.

    Fonte - Revista Época


Última edição por Ronaldo em Qua Set 29, 2010 8:37 pm, editado 1 vez(es)
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Eduardo

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NOM e o Controle Mundial :: Comentários

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Mensagem em Qua Set 29, 2010 8:34 pm por Eduardo



Projeto de lei dos EUA quer dar ao Presidente poder de "desligar" a internet


Caso entre em vigor, a lei dará ao governo direito de adquirir informações de empresas relacionadas a serviços da web e ainda pode controlar, e até mesmo desligar, a internet no País

Foi apresentada nesta segunda-feira, 14/06, nos Estados Unidos, um projeto de lei que pode dar ao Presidente poder suficiente para controlar e até mesmo desligar a internet dentro do País. A ideia é permitir ações efetivas em situações consideradas de emergência. Com a medida, as empresas de buscas como o Google ou de softwares como a Microsoft ficariam sujeitas à ordens do Governo.

A proposta surge como forma de reforçar a velocidade de resposta em relação a algum ataque de grande escala que ameace a segurança do país. Segundo um dos senadores responsável pelo projeto, Joe Liebermann, a atitude pensada pretende "proteger as redes e os seus bens e proteger o país e o povo". Além de articulador da proposta, Liebermann também é presidente do Comitê de Segurança Norte-Americano.

A ação, no entanto, já é alvo de duras críticas. Os comentários negativos dos setores industriais são direcionados aos limites ainda difusos de poder sobre a rede. Com o projeto em vigor, empresas relacionadas à internet, telefonia ou gestoras de tecnologias de informação poderão ser obrigadas a cumprir ordens federais e cooperar com a prestação de informação.

Caso o projeto realmente vire lei, será preciso criar o Centro Nacional de Segurança e Informática, organismo que fará a manutenção sobre as novas regras de cibersegurança. O órgão será subordinado ao Departamento de Segurança Interna.

O centro a ser criado terá como missão monitorar infraestruturas da web pertencentes ao país e ainda colaborar com outros organismos federais durante adoção de práticas de prevenção e monitoramento de ciberterrorismo.

Fonte - Olhar Digital
Poderá também gostar de:


  • A internet do governo dos EUA será viagiada pela Agência de Segurança Nacional
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  • Governo Obama quer revistar todo computador entrando no país
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  • A situação da América me causa medo

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RG com chip começa em novembro






A nova carteira de identidade, chamada de Registro de Identidade Civil (RIC), passará a ser emitida com chip em novembro deste ano. O documento reunirá em uma única carteira o Registro Geral (RG), o Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) e o título de eleitor. A Receita Federal determinou ainda regras para facilitar a obtenção imediata do CPF.

Com formato semelhante ao do cartão de crédito, o RIC terá foto, impressão digital, assinatura do portador, código e um número de dez dígitos com um dígito verificador que será registrado numa central nacional de dados, controlada pelo Ministério da Justiça. O documento continuará a ser emitido pelos institutos de identificação estaduais, mas a reunião de dados em um cadastro único vai evitar fraudes porque impedirá que o mesmo número seja registrado mais de uma vez em Estados diferentes.

O chip conterá a foto e a impressão digital. "Com esse novo documento é impossível ter fraude. Não há como alterar os dados do chip", afirma o diretor do Instituto Nacional de Identificação, Marcos Elias de Araújo. Segundo ele, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já pensa em usar o RIC nas eleições de 2012 e há conversas com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) para que ele sirva também para saques. Os estabelecimentos teriam de adquirir um equipamento que faria a leitura do cartão com chip e também a leitura óptica da impressão digital. O novo sistema será instalado ao longo de nove anos, com um investimento de R$ 1,5 bilhão do governo federal.

Novo CPF. A Receita Federal publicou no Diário Oficial a Instrução Normativa 1.024, que permite que o contribuinte obtenha na hora o número do CPF. Hoje, o processo, se não houver pendências, leva em média sete dias úteis. O novo sistema, previsto pela Receita para entrar em operação em agosto, vai eliminar também a emissão de cartões de plástico. No futuro, a partir de um banco de dados unificado do governo e dos bancos, será possível obter o número pela web.

O custo para o contribuinte seguirá em R$ 5,50. Hoje, são emitidos 500 mil CPFs por mês.

Fonte - Estado

Nota DDP: Não, a marca da besta não é um chip. Não, o sistema político antecipado no contexto profético não insere diretamente o Brasil. Não, este espaço não está afirmando que esta notícia é profeticamente relevante em seu panorama mais específico.

No entanto, há de ser observado, como sempre aqui destacado, que o quadro para a tomada das medidas finais do conflito têm que estar amparado por uma realidade político/econômica/social e, por que não dizer, tecnológica, que propicie se verificar o controle e perseguição esperados.

Com documentos de identidade chipados, passaportes chipados, celulares chipados, documentos de crédito idem, etc, etc, etc, o quadro se torna cada vez mais factível. Esses fatores são muito mais agudos que o antevisto "chip na fronte ou na mão" que alguns grupos defendiam, porque as pessoas estão se colocando "voluntariamente" sob o controle total do estado, também porque o controle ora proposto é muito mais amplo do que se poderia supor.





Privacidade é questionada por gurus da tecnologia






"Você não tem privacidade. Supere isso!". Essa foi uma das primeiras frases do hacker Kevin Mitnick em sua apresentação "Minha vida como um hacker", publicada no YouTube em julho de 2008 (bit.ly/mitnickprivacidade). Mitnick se junta a outros gurus da tecnologia que defendem que a privacidade é um conceito em mutação.

Para Mark Zuckerberg, executivo-chefe do Facebook, a era da privacidade acabou. De acordo com o blog ReadWriteWeb (readwriteweb.com.br), Zuckerberg disse diante de uma plateia que, se tivesse que criar o Facebook novamente, as informações do usuário seriam colocadas públicas e não privadas.

O site funcionava com as informações fechadas até dezembro de 2009, quando fez uma controversa mudança. Para Zuckerberg, na época da fundação do Facebook as pessoas duvidavam se alguém colocaria qualquer informação na internet. "Nos últimos cinco ou seis anos, o ato de blogar decolou de maneira significativa. As pessoas têm se sentido mais confortáveis não só com o compartilhamento, mas também com isso sendo feito de uma forma aberta e com mais pessoas".

"Essa norma social é apenas algo que tem evoluído ao longo do tempo", disse o executivo-chefe do Facebook. Veja o vídeo com a entrevista de Zuckerberg em bit.ly/markentrevista.

As normas parecem estar mudando. De acordo com um estudo do Pew Internet Survey, lançado em 2009, quase 40% das pessoas com perfis on-line desabilitaram as opções de privacidade, informou o site de tecnologia Cnet.

Google

O gigante Google foi alvo de discussões no lançamento do Street View, o questionado serviço que fotografa cidades ao redor do mundo.

Em agosto de 2008, ao ser acionado judicialmente por um casal que teve a casa fotografada e divulgada, o Google defendeu o serviço com a frase "privacidade completa não existe", segundo o site PC Advisor (saiba mais sobre o andamento do processo em bit.ly/processogoogle).

O Google também sofreu com acusações recentes em relação à privacidade no seu novo serviço Google Buzz, que trazia configurações automáticas consideradas invasivas por alguns usuários.

Eugene Kaspesrky, executivo-chefe e fundador da empresa russa de segurança Kaspersky, pensa a privacidade dentro do prisma da cibersegurança. "Não há privacidade na internet se você viola a lei. Se você se comporta direito, o governo não está interessado em você. Mas, se você fizer algo errado, ele pode procurar o seu provedor e tomar providências", disse Kaspersky à Folha. Ele esteve no Brasil na semana passada para um evento.

O fundador da empresa de segurança contou um caso curioso em que um cibercriminoso foi descuidado e acabou ajudando nas investigações da polícia. Segundo ele, um pirata da rede que atuava no Reino Unido se mudou para o Canadá para tentar fugir da polícia e esperar as notícias em relação a seus crimes esfriarem.

Apesar disso, ele esqueceu de mudar suas credenciais e continuou jogando World of Warcraft com a mesma senha e foi pego pela polícia.

Mas "a maioria dos cibercriminosos sabe se comportar de um jeito anônimo, se esconder e dificultar as investigações", ressalta Kaspersky. Leia mais trechos da entrevista em folha.com.br/circuitointegrado.

Legislação

Nos Estados Unidos, um grupo de empresas de tecnologia que inclui gigantes como AT&T, Google e Microsoft disse ter se reunido para pressionar o Congresso por uma melhora na força das leis que protegem as informações digitais privadas do acesso ao governo, segundo o "New York Times".

O grupo também disse querer guardar informações de localização coletadas por empresas de celular e provedores.

Fonte - Folha








Um quarto dos alemães aceitam implantar chip no corpo






Pesquisa feita pela Associação Alemã das Empresas de Informação, Telecomunicação e Novas Mídias (Bitkom) revela que 23% dos moradores do país topam ter um microchip inserido no próprio corpo, contanto que isso traga benefícios concretos a eles. O levantamento, realizado com cerca de mil pessoas de várias cidades, foi divulgado na feira de tecnologia Cebit, que vai até o próximo sábado (7), em Hannover.

A pesquisa tem como objetivo mostrar que a divisão entre vida real e vida digital é cada vez mais estreita. O tema da Cebit neste ano é "Connected Worlds" (mundos conectados).

"Esse é um grande exemplo de quão longe as pessoas querem que as redes cheguem", disse o presidente da Bitkom, August-Wilhelm Scheer.

Pesquisa semelhante feita no final de 2006, na Inglaterra, mostrava que um em cada vinte adultos se dizia disposto a usar um microchip no corpo para evitar o uso de cartões de crédito ou dinheiro vivo nas compras. O estudo, promovido pelo Instituto Britânico para o Estudo do Setor da Alimentação (IGD), mostrava ainda que a proporção aumentava para um em dez quando o público entrevistado era composto por adolescentes.

Fonte: Folha Online

NOTA Minuto Profético: É até possível encontrar alguns "benefícios" práticos em ter um chip no próprio corpo. Por outro lado, a invasão de privacidade, e a restrição das liberdades serão uma realidade não só virtual. Esse controle da população já foi profetizado no apocalipse: "para que ninguém possa comprar ou vender" (13:17). Lembrando que a marca da besta será a guarda do domingo por imposição legislativa, enquanto o chip é apenas o meio de controlar as pessoas...








A situação da América me causa medo






Estamos nos transformando em um estado policial. Agora, com agentes do governo ouvindo as nossas chamadas telefônicas e bisbilhotando nossos e-mails, os tentáculos governamentais estão invadindo praticamente todos os aspectos das nossas vidas.

"Ao olhar para a América, hoje, eu não tenho medo de dizer que estou com medo." - Bertram Gross, Friendly Fascism: The New Face of Power in America.

Há muito tempo que acontecimentos de mau-agouro vêm se formando nos Estados Unidos, em parte precipitados por "nós, o povo¹" - cidadãos que estão dormindo ao volante por muito tempo. E embora certos eventos tenham soado o alarme, nós falhamos em dar atenção aos alertas.

Apenas considere o estado da nossa nação:

Estamos encerrados naquilo que alguns estão chamando de campo de concentração eletrônica. O governo continua a acumular informações sobre um número cada vez maior de norte-americanos. Em todos os lugares que vamos, somos vigiados: nos bancos, no supermercado, no shopping, atravessando a rua. Essa perda de privacidade é sintomática da crescente fiscalização que se exerce sobre o cidadão americano comum. Essa vigilância vai pouco a pouco envenenando a alma de uma nação, fazendo-nos passar de um estado em que todos somos inocentes até que se prove o contrário para outro em que todos são suspeitos e presumidamente culpados. Assim, a pergunta que deve ser feita é: a liberdade nos Estados Unidos pode florescer em uma época em que os movimentos físicos, as compras, as conversas e as reuniões de todo e qualquer cidadão estão sob a constante vigilância de companhias privadas e agências governamentais?

Estamos nos transformando em um estado policial. Agora, com agentes do governo ouvindo as nossas chamadas telefônicas e bisbilhotando nossos e-mails, os tentáculos governamentais estão invadindo praticamente todos os aspectos das nossas vidas. Mais do que nunca, a tecnologia, que se desenvolveu em um ritmo rápido, oferece àqueles que estão no poder as mais invasivas e terrificantes ferramentas. Os centros de fusão - agências de coleta de dados espalhadas pelo país, amparadas pela National Security Agency² - monitoram constantemente as nossas comunicações: tudo, desde a nossa atividade na Internet a pesquisas na web até mensagens de texto, telefonemas e e-mails. Esses dados alimentam agências governamentais, que estão agora interligadas - a CIA ao FBI e o FBI à polícia local - uma relação que vai fazer a transição para a lei marcial muito mais fácil. Poderíamos muito bem pensar que estaríamos a salvo de um ataque terrorista ao ver as forças armadas nas ruas - e o povo americano talvez não oferecesse muita resistência. De acordo com um estudo recente, como conseqüência do mal sucedido ataque terrorista no último dia de Natal, aquele em que o homem-bomba carregava explosivos na virilha, uma porcentagem cada vez maior de americanos está disposta a sacrificar suas liberdades civis para se sentir mais segura.

Nós somos flagelados por uma economia vacilante e um déficit financeiro monstruoso que ameaça nos levar à falência. Nossa dívida nacional é de mais de U$ 12 trilhões (que se traduz em mais de U$ 110 mil por contribuinte), e deverá quase dobrar para US $ 20 trilhões em 2015. A taxa de desemprego está superior a 10% e crescendo, com mais de 15 milhões de americanos sem trabalho e outros muitos obrigados a subsistir com empregos de baixa remuneração ou de tempo parcial. O número de famílias norte-americanas que estão na iminência de perder suas casas subiu para quase 15% apenas no primeiro semestre do ano passado. O número de crianças vivendo na pobreza está a aumentar (18% em 2007). Como a história ilustra, regimes autoritários assumem mais e mais poder em tempos de desordem financeira.

Nossos representantes na Casa Branca e no Congresso têm pouca semelhança com as pessoas que os elegeram. Muitos dos nossos políticos vivem como reis. Levados de um lado para outro em suas limusines por seus choferes, voando em jatos particulares e comendo refeições dignas de um gourmet - tudo pago pelo contribuinte americano -, eles estão muito distantes das pessoas as quais representam. Além do mais, eles continuam a gastar o dinheiro que não temos em pacotes de estímulo financeiro (que estão carregadinhos de dinheiro destinado a pagar favores políticos) ao mesmo tempo em que alimentam um enorme déficit e deixam que os contribuintes americanos paguem a conta. E embora os nossos representantes possam até dar um show de disputas partidárias, a elite de Washington - isto é, o presidente e o Congresso - vai avançando com tudo o que ela quer, dando pouca atenção à vontade do povo.

Estamos enredados em guerras globais contra inimigos que parecem atacar do nada. Espalhadas ao redor do globo e sob fogo constante, nossas forças armadas são levadas ao seu limite. A quantidade de dinheiro gasto com as guerras no Afeganistão e no Iraque está próxima de U$ 1 trilhão e estima-se que alcance um total de mais ou menos 3 trilhões de dólares antes que tudo termine. Isso não leva em conta os países devastados que ocupamos, os milhares de civis inocentes mortos (incluindo mulheres e crianças) ou os milhares de soldados americanos que foram mortos ou feridos gravemente ou que estão cometendo suicídio a uma taxa alarmante. Nem leva em conta as famílias dos 1,8 milhões de americanos que serviram ou estão servindo em missões no Iraque e no Afeganistão.

O lugar dos EUA no mundo também está passando por uma mudança drástica, com a China programada para emergir como a maior economia da próxima década. Dada a dimensão da nossa dívida para com a China, a influência dela sobre a forma como o nosso governo realiza seus negócios, bem como sobre a forma como lida com os seus cidadãos, não pode ser desconsiderada. Em julho de 2009, a China se apropriou de 800,5 bilhões de dólares da nossa dívida - que é 45% do total da nossa dívida externa - tornando-a a maior detentora estrangeira da dívida externa norte-americana. Não se admira, então, que a administração Obama tenha se prostrado ante a China, hesitando desafiá-la abertamente em questões cruciais como os direitos humanos. O mais recente exemplo disso pode ser visto na relutância inicial da administração Obama em confrontar o governo chinês quanto aos ataques cibernéticos dos chineses contra o Google e outras empresas de tecnologia americanas.

Como as fronteiras nacionais estão se dissolvendo em face da expansão da globalização, aumenta a probabilidade de que a nossa Constituição, que é a lei suprema da América, seja subvertida em favor de leis internacionais. Isso significa que a nossa Constituição cada vez mais será alvo de ataques.

A mídia corporativa, atuando cada vez mais como uma porta-voz da propaganda governamental, já não exerce sua função principal de vigilância, protegendo-nos contra a usurpação de nossos direitos. Em vez disso, a maior parte da grande mídia se entregou àquele estúpido noticiarismo das celebridades, o que é um mau presságio para o nosso país. Quer se trate das notícias dos tablóides, do mundo do entretenimento, ou dos telejornais legítimos, já não importa, pois há pouquíssima diferença entre eles. Infelizmente, a maioria dos americanos comprou a idéia de que tudo o que a mídia possa vir a relatar é algo importante e relevante. Nesse processo, os americanos perderam grande parte da capacidade de fazer perguntas e fazer análises críticas. Com efeito, a maioria dos cidadãos tem pouco conhecimento sobre os seus direitos ou mesmo de como o seu governo funciona, se é que ainda tem algum. Por exemplo, uma pesquisa nacional constatou que menos de um por cento dos adultos era capaz de citar as cinco liberdades protegidas pela Primeira Emenda Constitucional.

Por fim, eu jamais vi um país mais espiritualmente abatido do que os Estados Unidos. Perdemos o nosso senso de orientação moral. Um número crescente de nossos jovens já não vê sentido ou propósito na vida. E nós já perdemos o senso de certo e errado e de uma maneira de responsabilizar o governo. Esquecemos que a premissa essencial do regime governamental americano, conforme anuncia a Declaração de Independência, é a de que se o governo não prestar contas ao povo, então sem dúvida ele deverá fazê-lo perante o "Criador."

Mas, e se o governo não é responsável perante o povo nem perante o Criador?

Como escreve Thomas Jefferson na Declaração, é então direito do "povo de alterá-lo ou aboli-lo" e formar um novo governo.

Notas do tradutor:
[1] "We, the people..." são as primeiras palavras da constituição americana.
[2] Agência Nacional de Segurança.

Fonte - Mídia sem Máscara








França pretende triplicar câmeras de vigilância em áreas públicas






O ministro de Interior da França, Brice Hortefeux, disse neste sábadoo que um novo esquema está sendo montado para aumentar a segurança no país, a partir do qual o número de câmeras de vigilância em espaços públicos deverá ser triplicado, para 70 mil unidades.

Em entrevista à rádio "Europe 1", Hortefeux disse que as câmeras são de "proteção" e que novas unidades serão instaladas porque "a criminalidade diminuiu duas vezes mais rápido" nos municípios em que foram colocadas.

O ministro explicou ainda que as câmeras poderão ajudar a esclarecer algumas ocorrências, como conflitos registrados durante intervenções da polícia.

De acordo com o projeto de lei que está tramitando no Legislativo, o governo francês poderá colocar câmeras mesmo nas cidades que não quiserem, mas só se o objetivo dos dispositivos for combater o terrorismo ou proteger instalações de importância vital, como usinas nucleares, e centros de interesse nacionais.

Embora o Executivo nacional vá pagar as despesas de instalação do sistema de vigilância, autoridades locais eleitas pela oposição socialista manifestaram sua preocupação com os custos que a manutenção do sistema acarretarão para suas Administrações.

Fonte - Último Segundo







Scanners corporais






As afirmações de autoridades britânicas de que scanners de raio-x de pessoas embarcando em aeroportos seriam destruídas logo após sua passagem por eles foram provadas falsas. Imagens do ator de filmes indianos Shahrukh Khan foram impressas e circularam pelo aeroporto de Heathrow, em Londres.

Os scanners têm causado polêmica por mostrar, com boa resolução, a pessoa nua. Khan teria descoberto o caso após ver autoridades de segurança do aeroporto com um papel na mão. O ator acreditou se tratar de um formulário e pediu para assinar, quando foi mostrada a figura, ele a autografou e devolveu.

Além da questão de invasão de privacidade, o Comitê Interagência para Segurança e Radiação acredita que os scanners podem ser uma ameaça. O grupo pede um estudo mais aprofundado sobre os efeitos que a radiação pode ter na saúde dos passageiros.

Fonte - Opinião e Notícia

Cuidado: a rede espiona seus movimentos



A internet, como rede das redes que ninguém governa, não conhece fronteiras. Mas os regimes autoritários, sim. Países como China e Irã investiram verdadeiras fortunas em tecnologias para restringir a liberdade de expressão em suas conexões à rede. Já não se limitam a fechar páginas ou censurar resultados em máquinas de busca. Agora são capazes de espionar o internauta através de seus provedores de conexão. Leem suas mensagens eletrônicas e blogs restritos e controlam em detalhe que páginas visitam. Essa tecnologia acaba com a intimidade na rede. E não é aplicada só por governos antidemocráticos. Provedores de internet nos EUA a utilizam para combater o que consideram pirataria.

Existe na internet uma nova cortina de ferro cibernética, que separa os países que respeitam a liberdade democrática na rede dos regimes que a silenciam para impor doutrinas políticas. Foi o que definiu meticulosamente a organização privada Repórteres Sem Fronteiras, que em um relatório de março do ano passado identificou os 12 "inimigos da internet": Irã, China, Cuba, Egito, Coreia do Norte, Síria, Tunísia, Arábia Saudita, Vietnã, Mianmar, Turcomenistão e Usbequistão.
...
...a imensa maioria dos provedores de internet nos EUA dispõem dessa mesma tecnologia que tantos estragos causa na China ou no Irã. E a utilizam. "Há usos da Inspeção de Pacotes que são legítimos, dentro da lei, como quando a segurança nacional está em jogo ou quando se trata de combater a pirataria ou ataques de hackers. Nesses casos seu uso é legal", explica o advogado Brookman, do Centro para Democracia e Tecnologia.

É verdade que as empresas usam essa tecnologia, mas com fins puramente legais e comerciais, segundo afirmam. Têm acesso a esses envelopes de informação e se descobrem que o usuário está enviando pacotes que contêm arquivos descarregados através de um programa de troca de arquivos P2P, potencialmente ilegais, podem desacelerar a conexão. Fazem isso, afirmam, para poder oferecer serviços de máxima qualidade e para que a rede não entre em colapso, naufragada por músicas e filmes compartilhados ilegalmente.

A Comissão Federal de Comunicações desautorizou em 2008 um dos maiores provedores de internet dos EUA por esse mesmo motivo, em um relatório: "Fomos encarregados de considerar se a Comcast, provedor de banda larga através de cabo, está interferindo seletivamente sobre certas conexões de programas P2P. Embora a Comcast afirme que precisa fazê-lo necessariamente para combater o congestionamento da rede, concluímos que essas práticas discriminatórias e arbitrárias restringem a existência de uma internet aberta e acessível e não conforma uma gestão de redes razoável".

A professora de direito da Universidade de Santa Clara, Catherine Sandoval considera que se trata de uma prática que acarreta sérios riscos e pode levar a infrações da lei. "A Comcast diz que só tem acesso à informação que está no cabeçalho, nos envelopes desses pacotes, para discriminar qual informação é legítima e qual não", explica. "Mas não pode saber se duas pessoas que trocam arquivos P2P estão enviando documentos de trabalho ou arquivos pessoais, totalmente legais, a menos que entre nesses envelopes e tenha acesso à informação."

"Os provedores de internet estão demonizando uma série de programas, como o BitTorrent, e com isso pretendem fazer o que lhes dê vontade na hora de administrar as conexões que oferecem a seus clientes. E, claro, utilizam uma tecnologia que é usada no Irã e na China para outros fins, e que encerra as possibilidades de inspecionar totalmente as comunicações na rede e infringir a legislação vigente sobre direito à privacidade."

Afinal, inclusive os robôs do Google leem as mensagens eletrônicas que são enviadas e recebidas através de seu serviço de correio Gmail, para incluir nelas publicidade relevante e de suposto interesse para o internauta. O mundo da internet ainda é caótico, com normas vigentes em alguns países e totalmente ausentes em outros. Diversas técnicas de censura vigoram em países totalitários. Mas assumem a forma de controle legal do tráfego na internet em países que respeitam o livre mercado e a liberdade de informação.

Fonte - UOL




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Postado por Diário da Profecia às 07:41
Marcadores: Controle Mundial







quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010


Escaneador passivo permite revistar pessoas sem seu conhecimento


O aparelho desenvolvido pelo Instituto Fraunhofer escaneia a distância indivíduos em movimento em meio a uma multidão. Tecnologia pode ser usada em lugares públicos às escondidas, além de ser útil para fins militares.

Como uma câmera de vigilância de circuito interno, o escaneador passivo desenvolvido pelo Instituto Fraunhofer poderia ser instalado no teto de aeroportos, sem chamar muito a atenção. A diferença é que essa nova câmera não tem sensor ótico, mas uma tecnologia distinta.

Helmut Essen, pesquisador do Instituto Fraunhofer, explica que o aparelho é capaz de captar e analisar as ondas de calor emitidas pelo corpo humano. Assim como uma câmera de vídeo convencional, o aparelho também pode ter o foco ajustado – o zoom permite observar em detalhe um indivíduo isolado ou uma aglomeração de pessoas.

Essen destaca que o equipamento pode escanear corpos em movimento, permitindo a identificação de suspeitos a distância. Não é preciso se aproximar da pessoa para revistá-la, um método de segurança denominado stand off detection.
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Fonte - DW-World







ONU: Controle demográfico pode ajudar em combate ao aquecimento






O controle do crescimento da população mundial pode ajudar no combate ao aquecimento global, afirma um relatório publicado nesta quarta-feira pelo Fundo da População das Nações Unidas (UNFPA).

O documento O Estado da População 2009, de 104 páginas, ainda destaca a importância da criação de políticas para apoiar as mulheres que, segundo a ONU, estão entre as maiores vítimas dos efeitos do aquecimento global.

“As mulheres têm mais chances do que os homens de morrer em desastres naturais. E este fato é ainda mais gritante em regiões onde as rendas são menores e as diferenças entre os sexos são maiores”, diz o relatório.

Até recentemente a ONU vinha resistindo em mencionar a relação entre população e mudanças climáticas.


“De fato, o medo de parecer estar apoiando o controle a população vinha, até bem pouco tempo, prevenindo a menção do termo 'população' no debate sobre o clima”, diz o relatório.

“No entanto, alguns participantes deste debate agora estão tentados a incluir o impacto do crescimento da população.”

Segundo o relatório, a problemática deve ser levada à mesa de negociações na cúpula da ONU sobre o clima em Copenhague, no mês que vem.
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Fonte - BBC

Nota DDP: Os fatos indicam que os dias de liberdade estão contados. Veja também "Composição familiar influencia mudança climática". Destaque:

Haug defendeu a necessidade de incorporar de maneira mais explícita esses elementos no debate internacional sobre a mudança climática, que - segundo ele - está, por enquanto, limitado demais em desenvolver tecnologia e conseguir o financiamento para diminuir as emissões de gases do efeito estufa.

Interessante que o foco do debate se desloque das "questões técnicas e econômicas", para as de cunho familiar por exemplo, como um outro poder mundial tem se esforçado em direcionar. Quanto tempo até que os discursos se harmonizem?

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