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Microevolução explica aumento da diversidade animal após dilúvio

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10102010

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Microevolução explica aumento da diversidade animal após dilúvio







MICROEVOLUÇÃO



24/09/2010 por MVR




Aqui, alguns exemplos de rápida evolução, que não necessitam de milhões de anos, nem transformam tipos em outros (como é pregado pelos evolucionistas ateístas), consistentes com o relato bíblico do Gênesis e que mostra, através da observação, que os animais diversificam-se rapidamente (a comparar com a escala evolutiva atual, de milhões de anos).

Sendo assim, pode-se explicar a biodiversidade atual pelo modelo do Gênesis, tanto do relato da criação quanto do dilúvio – não é novidade que temos até mesmo cristãos evolucionistas a questionarem como as “poucas” espécies conservadas na arca poderiam dar origem à toda a biodiversidade que temos hoje.

Lagartos sofrem rápida evolução após mudança de casa

Em 1971, biólogos levaram 5 pares de lagartos adultos da espécie Podarcis siculade sua ilha natal Pod Kopiste, ao sul do mar Adriático, para a ilha vizinha Pod Mrcaru. Hoje (2007-2008), uma equipe internacional de pesquisadores mostrou que introduzir esta espécie de lagartos a um novo ambiente fez com que evoluíssem rapidamente e em larga escala.
“Diferenças significativas no tamanho e forma da cabeça, aumento da força da mordida e o desenvolvimento de novas estruturas nos tratos digestivos dos lagartos foram observados após apenas 36 anos, que é uma escala de tempo muito curta”, diz Duncan Irschick, professor de biologia na University of Massachusetts Amherst. “Estas mudanças físicas ocorreram lado-a-lado com mudanças dramáticas na densidade populacional e estrutura social”.
Mais informações no link indicado.

Surpreendendo lagartos a adaptarem-se



A vinte anos atrás, biólogos evolucionistas transplantaram pequenos grupos de lagartos da espécie Anolis sagrei da região de Staniel Cay, nas Bahamas, para várias ilhotas próximas, sendo que nenhuma destas possuía qualquer população de lagartos. Os pesquisadores esperavam que os répteis fossem extintos, mas de 10 a 14 anos depois, os animais aparentavam sofrer mudanças físicas que, com o tempo, poderiam tornar cada população das ilhas em espécies distintas.
Se as mudanças são genéticas, o estudo será uma forte evidência de que populações isoladas divergem por seleção natural, e não por deriva genética, como alguns teóricos defendem.

Rápida evolução cromossômica em camundongos de uma ilha

Madeira é uma pequena ilha vulcânica no Oceano Atlântico, com montanhas íngremes a separar vales estreitos, que são a única área habitável pór humanos e seus comensais. Aqui, nós mostramos que ratos domésticos (Mus musculus domesticus) na Madeira têm uma inesperada diversidade cromossômica, cuja evolução é independente dos processos adaptativos, contando mais com o isolamento geográfico e deriva genética.

Avaliação da taxa de evolução em populações naturais de Guppies (Poecilia reticulata)


As populações naturais de guppies foram submetidas a um episódio de seleção direcional que imitava os processos naturais. A taxa resultante da evolução da idade e tamanho na maturidade foi semelhante às taxas tipicamente obtidas para as características submetidas à seleção artificial em laboratório e até sete ordens de magnitude maior do que as taxas inferidas a partir do registro paleontológico.

Traços masculinos evoluíram mais rapidamente do que traços femininos em grande parte porque os machos tiveram maior variação genética sobre a qual a seleção natural poderia atuar. Estes resultados são considerados à luz do debate em curso sobre a importância da seleção natural em relação a outros processos no registro paleontológico da evolução.
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