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[Análise] A Lei e a Graça

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[Análise] A Lei e a Graça

Mensagem por Eduardo em Dom Nov 14, 2010 11:54 am

Paulo defende a relação harmônica
entre a Lei e a Fé:

"Anulamos então a lei pela fé? De maneira
nenhuma! Ao contrário, confirmamos a lei."

[Rm 3, Nova Versão Internacional]

Podemos extrair, nesse trecho, duas
afirmações claras:

1. A Fé não anula a Lei.

2. A Fé estabelece a Lei.

Análise dos originais:

→ A lei está anulada pela fé? De maneira nenhuma, antes ela está confirmada pela fé.

* O que significa o verbo “anulamos” e a sua estrutura verbal?

- R= katargew katargeo =

1) tornar indolente, desempregado, inativo, inoperante

1a) fazer um pessoa ou coisa não ter mais eficiência

1b) privar de força, influência, poder

2) fazer cessar, pôr um fim em, pôr de lado, anular, abolir

2a) cessar, morrer, ser posto de lado

2b) ser afastado de, separado de, liberado de, livre de alguém

2c) terminar todo intercurso com alguém

- Tempo presente, voz ativa e modo indicativo: quer dizer que a lei ainda tem a sua função denunciativa, por isto não foi anulada pela vinda de Cristo. (Ver Mt 5:17).

* O que significa dizer que a lei está confirmada pela fé?

- O verbo στημι isthmi/histemi (pronounced his'-tay-mee) é “Confirmar” 1) causar ou fazer ficar de pé, colocar, pôr, estabelecer, permanecer, continuar seguro e são, permanecer ileso, permanecer pronto ou preparado, ser de uma mente firme, de qualidade, alguém que não hesita, que não desiste.

- Tempo presente, voz ativa e modo indicativo: O evangelho confirma a lei como meio condenatório, não sendo ela um agente salvador; apesar do que pode ela apontar ara a necessidade que os transgressores têm de um agente salvador; ela é uma aio, um pedagogo que conduz os judeus aos pés de Jesus. (Cf. Gl 3:24).

→ Fazer perguntas ao texto é a chave do tesouro, para poder chegar ao sentido do texto: a mensagem.

O verbo στημι – histemi, que quer dizer suportar, manter, estabelecer, confirmar, tornar firme, colocar, pôr, definir.

ESTABELECIDO: O verbo histëmi <2746>pode ser usado como simples estar. Ou estar presente. Assim os fariseus gostavam de estar diante da assembleia e rezar nas sinagogas (Mt 6, 5). Um outro significado é colocar, designar, como em Mt 25, 33: o rei colocará as ovelhas à sua direita e as cabras à esquerda. Neste sentido de colocar ou estabelecer, está Mc 9, 36: Tomando uma criança a colocou diante deles. No sentido de estabelecer temos a passagem de Hb 10, 9:Com isto abriga o primeiro e estabelece o segundo; argumentação que emprega o autor para anular sacrifícios e sacerdócio antigo e substituí-los pelo único sacerdote e sacrifício do NT: Cristo Jesus. Esta passagem é, pois, paralela ao do versículo que estamos interpretando e nos dá o sentido próprio do verbo histemi: estabelecer.

Mas algo me chamou a atenção no verso 11: estar firmes contra as ciladas do diabo. A palavra traduzida como “estar firme” é a palavra em Grego “Histemi” que traz a intenção de “permanecer, habitar, continuar, aliança e estabelecer”. A palavra “contra” é a palavra “pros”, que é uma preposição de direção que significa, “avançando para, na direção de”. A terceira palavra é “cilada”, que em Grego é a palavra “Methodeia” que traz a idéia de um truque, um engano, uma sedução, algo disfarçado para te ridicularizar.


A CAÓTICA TEOLOGIA DO
ANTINOMISMO
Azenilto G. Brito



As interpretações bíblicas da teologia antinomista, ou semi-antinomista, representam um desafio ao bom-senso e à lógica. É uma teologia mais do que contraditória--verdadeiramente caótica. Senão, vejamos: Primeiramente, pelo confuso raciocínio desses "teólogos", temos um Deus um tanto quanto desorganizado, que mistura um preceito cerimonial dentro de um código de normas morais. Pois não é que esse Deus profere solenemente aos ouvidos do povo escolhido 10 mandamentos como base de um concerto muito especial com tal povo, depois ainda escreve tais mandamentos com o Seu próprio dedo em duas tábuas de pedra, e isso por duas vezes (pois as primeiras pedras foram quebradas por Moisés), sendo 9 preceitos morais e um cerimonial?!
Em vez de deixar o tal mandamento cerimonial para ditá-lo mais tarde a Moisés juntamente com as inúmeras outras regras rituais que Moisés escreveu num livro, esse "desorganizado" Legislador coloca o mandamento cerimonial bem no meio do código de leis morais--o preceito do sábado! Mas, pior ainda, esse Deus dos antinomistas estabelece o princípio do sábado na Criação do mundo, separando o sétimo dia para o descanso, abençoando-o e santificando-o, mas deixa o homem sem esse repouso. Como não está escrito especificamente que Adão guardava o sábado, fica "provado" que ele devia trabalhar como jardineiro (Gên. 2:15) todos os sete dias, sem descanso. Ah, sim, ele tinha as noites para isso. . .
Valendo-se ainda do ineficaz "argumento do silêncio", também não ficou escrito nada que Abraão e outros patriarcas bíblicos respeitassem não só esse preceito do sábado, mas outros preceitos, como o de não adorar imagens de esculturas ou furtar. Assim, é bem possível que Abraão, Isaque, Jacó fossem batedores de carteira nas horas vagas, pois não havia nenhuma regra escrita, "não furtarás"! E quem sabe Abraão mantivesse em sua tenda imagens de Santo Abel, Santo Enoque e São Noé para sua veneração? Afinal, onde estava escrito "não farás para ti imagens de esculturas. . . não te encurvarás diante delas nem as servirás?"
Não disse Paulo que "onde não há lei, não há transgressão" (Rom. 4:15)? E é esquisito como esse Deus, que fez do sábado "sinal" entre Ele e Seu povo (Êxo. 31:17), depois mudou radicalmente de idéia e disse que desprezava o tal sábado em Isaías 1:13 e até profetizou que ia acabar com essa instituição em Oséias 2:11, para mais tarde inspirar o restaurador da religião israelita a reinstituí-lo (Neem. 13:15ss). O mais estranho é que foi por causa da violação do sábado--que tinha dito ao povo que desprezava--que Ele os castigou com o cativeiro (ver Jeremias 17:27). . . Ou seja, o povo foi castigado por não respeitar um preceito que Deus disse que aborrecia!. . .
E Deus ainda convida "os filhos dos estrangeiros" a unirem-se ao concerto divino com Israel observando exatamente, o quê? O sábado! Mas, espera aí, esse não era preceito só para judeu e ninguém mais? Pois é, só que o tal sábado, estabelecido só para o judeu, mais tarde Cristo disse que foi "feito por causa do homem-anthropós". Bem, quem sabe o "homem" aí é só o judeu (e as judias) . . . . Contudo assim se dá também com a instituição do matrimônio, onde o mesmo homem-anthropós deixa o pai e a mãe e une-se a sua mulher (Mat. 19:5). E casamento é coisa só para judeu?
Por falar em Cristo, a teologia antinomista coloca o Filho de Deus em situação bem complicada. Primeiro, transforma-o num tremendo hipócrita que diz que não veio abolir a lei, e sim cumpri-la, recomenda a mais perfeita obediência a essa lei (Mat. 5:17-19), para depois violar consciente e propositadamente um dos seus mandamentos (adivinhem qual. . .--João 5:18)! E ainda se dedica a uma campanha contra a validade do mesmo mandamento, criticando os que o observavam! Seria Sua situação, nessa base, melhor do que a daqueles aos quais chamou de "sepulcros caiados" que adotavam a filosofia do "façam o que eu digo, mas não o que faço"?
Todavia, embora querendo "acabar" com o sábado, na interpretação antinomista, Cristo "Se esquece" de dizer abertamente que não é para cumprir o mandamento. Diz, porém, que é para atentar ao que os chefes religiosos diziam, e praticar, mas não do modo hipócrita em que pretendiam obedecer à lei. Entretanto, uma das coisas que eles diziam para o povo cumprir era o descanso aos sábados! (ver Mateus 23:1, 2 cf. Lucas 13:14). Então, temos mais uma incrível contradição, pela ótica antinomista--Ele quer acabar com o sábado, mas não diz nada objetivamente nesse sentido, apenas fica com "indiretas". Ao recomendar, porém, àquela gente que atentem ao que dizem seus líderes religiosos e cumpram ("fazei e guardai . . . TUDO quanto eles vos disserem"), a indireta termina sendo de recomendação ao sábado!
Será que o Cristo dos antinomistas é tão pouco atento a esses importantes detalhes e termina caindo em tal evidente contradição? Seja como for, Ele lança-Se em sua "campanha anti-sabática" muito indiretamente, apenas dando "pistas" quanto à futura atitude de desprezo pelo sábado. Contudo, nesse empreendimento Ele decerto fracassou, pois não conseguiu convencer a Sua própria santa mãe e outras mulheres que O serviam com a máxima dedicação a desprezarem o sábado. Nem convenceu ao autor bíblico inspirado, Dr. Lucas. Este relata, escrevendo 30 anos após Sua morte, que as santas mulheres que preparavam ungüentos para embalsamar o corpo do Senhor pararam todas as atividades ao final da sexta-feira, e no sábado "repousaram conforme o mandamento" (Lucas 23:56).
As "indiretas" de Cristo contra a guarda do sábado certamente não surtiram o efeito desejado ( . . . pelos antinomistas). Cristo ainda atribui ao Pai a incoerência das incoerências, agora colocando o próprio Deus em situação também complicadíssima, sempre segundo a visão antinomista.
Além de, como já vimos, Ele ter misturado preceitos morais com um cerimonial, ainda cria uma lei que, na prática, não funciona um dia por semana. Eis que "os sacerdotes violam o sábado e ficam sem culpa" (Mat. 12:5), o que, nessa incrível teologia, significa simplesmente que eles não cumpriam o preceito divino porque atuavam no Templo, sacrificando até em dobro aos sétimos dias. Ou seja, a lei religiosa criada para elevar espiritualmente o povo era violada cada sábado pelos próprios líderes espirituais que tinham o dever de dar o melhor exemplo àquela boa gente, mas o Legislador se esqueceu do detalhe que aos sábados a lei não era respeitada justamente por aqueles que a deviam promover entre o povo! Um Legislador assaz incompetente. . .
Essa louca teologia, porém, prossegue ensinando que todos os Dez Mandamentos foram abolidos na cruz, contudo os princípios morais básicos foram sendo restaurados, menos a questão do dia de guarda. Tanto assim que todos os mandamentos estariam repetidos no Novo Testamento, menos o do sábado. Isso significa que, como dizemos em nossa matéria "10 Dilemas dos Que Negam a Validade dos 10 Mandamentos Como Norma Cristã", se todos os mandamentos foram abolidos na cruz, mas sendo depois restaurados no Novo Testamento (menos o 4º.), imaginemos uma situação incrível que se estabeleceria: O 5º mandamento foi de embrulho com todos os demais regulamentos morais e cerimoniais quando Jesus exalou o último suspiro e declarou, "Está consumado". Daí, no minuto seguinte qualquer filho de um seguidor de Cristo poderia chutar a canela de seu pai ou mãe, xingá-los, desobedecê-los e desrespeitá-los livremente, eis que o 5o. mandamento só foi "restaurado" quando Paulo se lembrou de referi-lo, escrevendo aos efésios, e isso no ano 58 AD (ver Efés. 6: 1-3)! E, pior ainda, os termos do mandamento "não matarás" só foram reiterados por Paulo em Romanos 13:9, no ano 56 ou 58 AD (bem como "não adulterarás", "não furtarás", "não cobiçarás". . .). Ou seja, por quase 30 anos os filhos dos cristãos não tinham que respeitar os pais, pois o 5º. mandamento só é restaurado após umas três décadas, e mesmo assim só para os efésios. Muitas décadas mais se passaram até atingir toda a comunidade cristã para cientificar-se da necessidade de os filhos respeitarem seus pais! Além de os cristãos poderem matar uns aos outros, etc., nesse mesmo período "sem a lei restaurada". . . Faz sentido isso tudo?
Por aí se vê a enrascada em que essa gente se mete ao contrariarem o "assim diz o Senhor" das Escrituras. Contudo, a desvairada teologia semi-antinomista continua fazendo seus estragos. Segundo ela, Paulo diz quatro coisas diferente a respeito do princípio do dia repouso em quatro de suas epístolas:
a) Aos Romanos, segundo ainda essa teologia semi-antinomista, tanto faz guardar um dia como outro, ou dia nenhum, que Deus aceita tudo sem problema. Pode ser, conseqüentemente até o sábado! Os crentes que decidam livremente como será a sua liturgia de observância ou não de um dia dedicado a Deus, cada um segundo a sua preferência. Agora, como o "Deus de ordem e não de confusão" encararia isso, não é dito, sobretudo porque seria meio complicado pensar em que dia esses cristãos se reuniriam para o culto, já que Mateus dedica o domingo ao Senhor, Tiago a 2a. feira, André a 3a. feira, Filipe a 4a. feira, Pedro a 5a. feira, João a 6a. feira, Judas Tadeu o sábado e Bartolomeu, dia nenhum. . . A base disso? A interpretação que dão a Romanos 14:5 e 6.
b) Aos Gálatas a instrução é que guardar dias, e meses, e tempos e anos é voltar aos "rudimentos fracos e pobres". Logo, não há nenhum dia mais para guardar, nem sábado, nem domingo, nem qualquer dia que seja. É até um pecado pensar em dedicar um dia ao Senhor, coisa "fraca", e "pobre". A base disso? -- Gálatas 4:9 e 10.
c) Aos Colossenses, o sábado não é mais para ser observado porque foi abolido com a "cédula de ordenanças". A base? -- Colossenses 2:14-16. O que fica no lugar? Paulo simplesmente nada diz, e como se contradiz com o que dissera aos romanos, fica o mistério pairando no ar. . .
d) Aos Coríntios, ele sugere que os cristãos observem o primeiro dia da semana indo à Igreja regularmente para arrecadar ofertas (1 Cor. 16:2), não necessariamente para comemorar a Ressurreição que em parte alguma das Escrituras conta com qualquer recomendação de observância ou é prática sugerida.
Bem, mas se o sábado é um mandamento "cerimonial", todas as cerimônias eram o antitipo que apontavam para o tipo--a sombra que encontrava a realidade. Qual era o sentido simbólico do sábado "cerimonial"? Oh, isso é fácil, segundo os antinomistas--o sentido se acha na epístola aos Hebreus que traz exatamente a exposição do cerimonial israelita detalhando o seu significado na expiação de Cristo. É verdade, os capítulo 7 a 10 de Hebreus detalham muita coisa sobre o sentido do sangue de bodes e carneiros, e atividades dos sacerdotes e levitas, o sentido do santuário terrestre e das ofertas e suas peças do ritual todo de Israel, enfim, uma exposição bem completa expondo o fim do Velho Concerto [Velho Testamento] e o cumprimento do simbolismo de suas inúmeras cerimônias.
Mas, onde é que o "sábado cerimonial" entra nessa explicação toda do sentido do cerimonial judaico nos capítulos específicos onde o autor discorre a respeito? Não entra! A questão do sábado merece dois capítulos especiais, o 3 e o 4, para expor, não que foi abolido por ter cumprido o seu papel prefigurativo, mas que "resta um repouso sabático [sabbatismós, em grego] para o povo de Deus" (Heb. 4:9). Então, em lugar de o sábado ser discutido nos capítulos 7 a 10 de Hebreus que tratam do sentido do cerimonial, nem aparece em tal local. Ou melhor, aparece sim, no capítulo 8:6-10 onde é dito que sob o Novo Concerto [Novo Testamento], Deus escreve a Sua lei nos corações e mentes dos que aceitam os seus termos.
Em parte alguma é dito que quando Ele escreve, mediante a operação de Seu Espírito, as Suas leis nos corações e mentes de Seus Filhos, o mandamento do sábado fica de fora, ou tenha havido mudança do sábado para o domingo. O pessoal da teologia antinomista gosta de dizer que agora não mais vivemos sob a "lei mosaica" (no que estão certos), e sim sob a "lei de Cristo", ou "lei da fé", ou "lei da graça", ou "lei do Espírito" contudo nenhuma dessas expressões aparece neste texto (que é reprodução de Jeremias 31:31-33), que apenas faz referência às "minhas leis" (de Deus).
Destarte, fica o ônus da prova com quem negue que as tais "minhas leis" é algo diverso das leis de Deus já conhecidas por Israel quando a promessa desse Novo Concerto havia sido primeiro estendida ao povo escolhido. E os leitores cristãos-hebreus da epístola que leva o seu nome compreenderiam muito bem a que "minhas leis" o autor se referia. Mas, se essas "minhas leis" são as mesmas de Jeremias 31:31-33, então as cerimônias que vigoravam ao tempo do profeta também deveriam entrar, alegam alguns.
Ocorre que é exatamente nos capítulos 7-10 que o autor de Hebreus explica o sentido das cerimônias e o porquê de terem findado. Como os leitores originais da epístola, os judeus-cristãos, já sabiam que o véu do Templo estava rasgado de alto a baixo, e como liam no capítulo 4:9 que "resta um repouso sabático para o povo de Deus", eles não teriam dúvidas de que o mandamento do sábado não tinha por que estar excluído das "minhas leis" que Deus promete escrever nas mentes e corações dos filhos de Deus, segundo "superiores promessas". E essas promessas representam a atuação do Espírito Santo, cuja posse leva o justo que vive pela fé a vivenciar a "a justiça da lei" (Romanos 8:3, 4). Afinal, Paulo pergunta: "Anulamos, pois, a lei pela fé?" E ele mesmo responde: "Não, de maneira nenhuma, antes confirmamos a lei" (Rom. 3:31). Esta passagem final coloca as coisas dentro da devida perspectiva e representa um golpe mortal sobre as loucuras das interpretações antinomistas.

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Última edição por Eduardo em Sab Abr 16, 2011 11:11 am, editado 6 vez(es)
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Re: [Análise] A Lei e a Graça

Mensagem por Diephe em Qua Nov 17, 2010 1:53 pm

Veja da seguinte forma:

Para os judeus;

1 - Se a lei disser "1" e alguém definir a mesma lei como "um" isto foi uma abolição da primeira lei...

2 - Em outro caso, se alguém disser que o "1" é de "1,0" até "1,999..." isto também será abolição da lei...

Para os gentios não é abolição em nenhum dos dois casos.

No primeiro caso foi um sinônimo...
No segundo caso foi uma "emenda de lei"...

Paulo escreveu para judeus...
Tiago escreveu para gentios...

Nos 10 mandamentos diz "Não adulterarás"; na torah o adultério era caracterizado apenas com a relação sexual. Resumindo o adultério na Torah tinha valor "1". Cristo veio e determinou que o adultério da lei vai de "1,0" até "1,999...". Para nós isto significa que observando o decálogo posso viver promíscuamente ("ficar", beijar, "dar uns amassos") sem a confirmação do adultério através da relação sexual; através do mesmo mandamento nas palavras de Cristo, a "entrelinha" da lei acabou...
Cristo aboliu a lei para o judaísmo mas não para os homens, ou seja, para os judeus foi abolição, para os gentos foi "emenda de lei".

Legalistas, que observam a lei ditada a Moisés, e Nominalistas que não observam lei alguma são iguais perante Cristo e merecerão a morte eterna.

Somente aqueles que cumprem as palavras de Cristo à risca serão dignos da justificação Dele.... todos os demais são seguidores estranhos...

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[Análise] Lei e Fé em Rm 3:31

Mensagem por Eduardo em Sex Dez 10, 2010 8:56 pm

Paulo defende a relação harmônica
entre a Lei e a Fé:

"Anulamos, pois, a lei pela fé?
De maneira nenhuma, antes
estabelecemos a lei." Rm 3:31

Podemos extrair, nesse trecho, duas
afirmações claras:

1. A Fé não anula a Lei.

2. A Fé estabelece a Lei.

Análise dos originais:

→ A lei está anulada pela fé? De maneira nenhuma, antes ela está confirmada pela fé.

* O que significa o verbo “anulamos” e a sua estrutura verbal? R= katargew katargeo =

1) tornar indolente, desempregado, inativo, inoperante
1a) fazer um pessoa ou coisa não ter mais eficiência
1b) privar de força, influência, poder
2) fazer cessar, pôr um fim em, pôr de lado, anular, abolir
2a) cessar, morrer, ser posto de lado
2b) ser afastado de, separado de, liberado de, livre de alguém
2c) terminar todo intercurso com alguém

- Tempo presente, voz ativa e modo indicativo: quer dizer que a lei ainda tem a sua função denunciativa, por isto não foi anulada pela vinda de Cristo. (Ver Mt 5:17).

* O que significa dizer que a lei está confirmada pela fé?

- “Confirmar”= isthmi histemi = 1) causar ou fazer ficar de pé, colocar, pôr, estabelecer, permanecer, continuar seguro e são, permanecer ileso, permanecer pronto ou preparado, ser de uma mente firme, de qualidade, alguém que não hesita, que não desiste.

- Tempo presente, voz ativa e modo indicativo: O evangelho confirma a lei como meio condenatório, não sendo ela um agente salvador; apesar do que pode ela apontar ara a necessidade que os transgressores têm de um agente salvador; ela é uma aio, um pedagogo que conduz os judeus aos pés de Jesus. (Cf. Gl 3:24).

O verbo στημι – histemi<2746>, que quer dizer suportar, manter, estabelecer, confirmar, tornar firme, colocar, pôr, definir. Pode ser usado como estar presente. Assim os fariseus gostavam de estar diante da assembleia e rezar nas sinagogas (Mt 6, 5). Um outro significado é colocar, designar, como em Mt 25, 33: o rei colocará as ovelhas à sua direita e as cabras à esquerda. Neste sentido de colocar ou estabelecer, está Mc 9, 36: Tomando uma criança a colocou diante deles. No sentido de estabelecer temos a passagem de Hb 10, 9:Com isto abriga o primeiro e estabelece o segundo; argumentação que emprega o autor para anular sacrifícios e sacerdócio antigo e substituí-los pelo único sacerdote e sacrifício do NT: Cristo Jesus. Esta passagem é, pois, paralela ao do versículo que estamos interpretando e nos dá o sentido próprio do verbo histemi: estabelecer. No verso 11: estar firmes contra as ciladas do diabo. A palavra traduzida como “estar firme” é a palavra em Grego “Histemi” que traz a intenção de “permanecer, habitar, continuar, aliança e estabelecer”.
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Re: [Análise] A Lei e a Graça

Mensagem por Fco Oliveira em Dom Dez 12, 2010 7:35 pm

Nobres irmãos a paz esteja convosco, os caros irmãos poderiam nos explicar de qual dos 4 Cristos dos 4 evangelhos os irmãos estão falando? Porque cada um dos 4 Cristo falou e pregou coisa bem diferente sobre este assunto!

E agora, qual deles, o de Mateus que não veio abolir a lei mais sim cumprir? Ou o de Lucas que desconhecia este assunto, como o de Marcos e de João?

Para quem os Jesus Cristo dos adventistas pregou o seu evangelho, não foi mais só para as ovelhas perdidas da casa de Israel?

O que se sabe, é que, o Jesus Cristo descrito nas bíblias, veio somente para os judeus e não para os gentios; nós os gentios somos todos ovelhas sem pastor meu caro irmão Diephe. Assim sendo, o irmão também é um fora da lei do Cristo, certo?

Fco Oliveira

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Re: [Análise] A Lei e a Graça

Mensagem por Eduardo em Seg Dez 20, 2010 9:51 pm

Fco Oliveira, quem tem boca fala o que quer. Até agora você só fez afirmações vazias e desprovidas de fundamentação lógica, histórica e teológica. Já estou sem paciência para seus devaneios. Se continuar assim vou deletar esses posts inúteis.
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Re: [Análise] A Lei e a Graça

Mensagem por yochanan fonseca em Sab Dez 25, 2010 5:42 pm

Shalom Azenilton!
Este foi o
ensinamento sobre as escrituras, mais bem apresentado por um cristão que eu ja li.
Exelenteeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Que o Pai Yahweh te abençoe e resplandeça seu rosto sobre ti.
Em nome de Yahshua HaMashiach.

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Re: [Análise] A Lei e a Graça

Mensagem por yochanan fonseca em Sab Dez 25, 2010 6:18 pm

Shalom!
Quero apresentar apenas uma questão sobre a Lei.
Aqueles que veem o andar no caminho(obedecer a palavra de Yahweh) que tem em seus corações a Torá como Lei/algo marcial; para lei este é o significado em Grego! É porque este quer andar no caminho da rebeldia diante do Pai.
O que realmente ele nos ensina atraves de Moisés e Profetas Hebreus e Arameus(O Tanach V.T.), é para o nosso engrandecimento espiritual e material e nosso bom relacionamneto com ele!
É por este motivo que a Torá/Pentateuco significa em Hebraico e Aramaico, instrução! Mas nunca Lei!
Então, foi deste conceito que Yahshua tirou seus ensinamentos na Torá, como se ela fosse uma instrução de vida; assim ele a viveu! Em todos os seus dias aqui, vivendo a Torá nas ruas, esquinas, casas, vilas e cidades, mostrando o poder e graça contido nela e usando o nome do Pai que esta dentro dela, executando por ele(O nome do Pai) curas de enfermos, ressucitação de mortos e salvação de pecados, em nome de YHWH.(Pai dei seu nome a conhecer aos homens e continuarei dando a conhecer)
Mostrou assim que devemos seguir a Torá!

Yahweh vos abençoe.

yochanan fonseca

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Re: [Análise] A Lei e a Graça

Mensagem por Eduardo em Dom Dez 26, 2010 3:32 pm

Correto irmão, Paulo declara em Romanos 3:20 que pela lei vem o pleno conhecimento do pecado. É para isso que a Lei foi feita. A lei não tem a função de salvar, só Cristo salva. Eu concordo plenamente. Paulo estava certíssimo! O contexto é claro, veja o que ele diz: "Por isso nenhuma carne será justificada diante dele pelas obras da lei". Paulo está se referindo ao toda a humanidade.

Em seguida ele explica por que nenhum ser humano será justificado pelas obras da Lei: "porque pela lei vem o PLENO CONHECIMENTO do pecado", essa é a função da lei, da instrução, dar Conhecimento, do Grego epignosis, termo que significa um conhecimento claro e exato (Rom. 1: 28; 10: 2; Éfe. 4: 13), não a palavra usual para conhecimento (gnósis). Não é apenas conhecer, é conhecer completamente, plenamente. Significa um conhecimento progressivo. É o conhecimento dado pelo Espirito Santo e por Cristo acerca da Torá santa, boa, justa, espiritual e baseada no amor.

A Torá fez tudo o que te incumbe quando o pecador foi induzido a exclamar: "Miserável de mim! Quem me livrará deste corpo de morte?" (ver com. Rom. 7: 24). A Torá é um espelho que faz ver a mancha, a culpa, mas não pode tirá-la. Este versículo, mais a afirmação de Paulo de que a lei tem o propósito de levar-nos A Cristo (Gál. 3: 24), mostra claramente a relação entre a Torá e o Evangelho. O Evangelho não pôs a um lado a função necessária da Torá. A doutrina da justificativa pela fé "apresenta a Torá e o Evangelho, vinculando ambas coisas num conjunto perfeito".
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Re: [Análise] A Lei e a Graça

Mensagem por Fco Oliveira em Qua Jan 05, 2011 5:12 pm

Nobres irmãos irmãos a paz esteja convosco, segundo as palavras do nosso irmão Eduardo, que são embasadas em teologia e outras fontes confiaveis, dizem que o "Sangue do Salvador do mundo Yahushuah" não é o suficiente para salvar a humanidade;

É preciso o sangue de bodes e carneiros derramado do primeiro concerto, a torah, para valar o sacrificio vicario do Messias Yahushuah! Vejam as palavras dele:

O Evangelho não pôs de um lado a função necessária da Torá. A doutrina da justificativa pela fé "apresenta a Torá e o Evangelho, vinculando ambas coisas num conjunto perfeito"
.

Isto tem nome caro irmão, se chama: legalismo! E o legalismo é abominavel diante da Nova Aliança meu caro irmão. Yahuh seja louvado.

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Re: [Análise] A Lei e a Graça

Mensagem por Eduardo em Qua Jan 05, 2011 6:28 pm

Fco Oliveira escreveu:Nobres irmãos irmãos a paz esteja convosco, segundo as palavras do nosso irmão Eduardo, que são embasadas em teologia e outras fontes confiaveis, dizem que o "Sangue do Salvador do mundo Yahushuah" não é o suficiente para salvar a humanidade...
Eu nunca disse isso, e se continuar falando mentiras assim vou deletar suas mensagens. Dessa vez vou te dar uma chance. Da próxima vez vou deletar IMEDIATAMENTE. Para deixar bem claro a todos aqui:

O sangue do Salvador é suficiente para salvar a humanidade.

Qual a função da Lei?

Paulo mesmo explica: "Pela lei vem o PLENO CONHECIMENTO do pecado", essa é a função da lei, da instrução, dar Conhecimento, do Grego epignosis, termo que significa um conhecimento claro e exato (Rom. 1: 28; 10: 2; Éfe. 4: 13).

Conclusão:

1. Somente Cristo salva, através de seu sacrifício expiatório.
2. Função da Lei: Dar o PLENO CONHECIMENTO do pecado.
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Eduardo

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Re: [Análise] A Lei e a Graça

Mensagem por Fco Oliveira em Qua Jan 05, 2011 9:37 pm

Meu caro as tuas palavras falam mais do que eu disse! Veja, se esta frase é real:
1. Somente Cristo salva, através de seu sacrifício expiatório.
Para que serve então a outra frase? Se ela já estava no mundo a mais de 2.000 anos!

O próprio Messias disse que sabia que não existia nenhum justo na terra, com a torah na mão ou Ele desconhecia o que falava? Não! Ele tinha plena conciencia da situação do mundo, que, todos estavam condenados pela a torah e nenhum ser humano seria salvo por guardar a torah.

Essa frase ficou sem nenhum sentido:
2. Função da Lei: Dar o PLENO CONHECIMENTO do pecado.
Isto aqui todos já sabiam muito antes do Messias vir! O que não podemos é dizer que a Nova Aliança veio para reformar a torah, isto é um crime para o Verdadeiro evangelho.

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Re: [Análise] A Lei e a Graça

Mensagem por Eduardo em Qua Jan 05, 2011 10:54 pm

Fco Oliveira escreveu:O que não podemos é dizer que a Nova Aliança veio para reformar a torah, isto é um crime para o Verdadeiro evangelho.
Eu não disse que Nova Aliança veio para
reformar a Torah. Disse ? Onde ?
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Re: [Análise] A Lei e a Graça

Mensagem por Fco Oliveira em Sex Jan 07, 2011 8:47 am

Meu irmão, essa afirmativa de que a Nova Aliança feita no sangue de Yahushua veio para reformar a torah ou a Nova Aliança não é nada sem a bendita torah, isto se ver em todas as denominações sabatistas, nem precisa dizer nada sobre isto, são as vossas doutrinas, os vossos costumes que mantem vivos as tradições da torah.

Ainda ficou escrito nos evangelhos: não se pode colocar vinho "NOVO" (que é a Nova Aliança feita no sangue de Yahushua ou o NT) em odres velhos (que é a torah ou o VT), porque o vinho novo rompe o odre velho e se derrama;

Como também não se coloca "REMENDO NOVO" (aqui ficou proibido se usar qualquer lei da torah para fazer valer o sacrificio do Salvador) em vestido velho, pois, o remendo novo rasga o vestido velho e fica maior o buraco.

Essa declaração aqui meu caro irmão, só faltou ter escrevido o nome da vossa igreja Adventista do Sétimo Dia! Ou as demais igrejas sabatistas que vivem pregando o evangelho e a torah juntos.

Sendo que são duas alianças totalmentes independentes uma das outras. Para honrarmos a torah hoje nobre irmão, temos que recusar o evangelho do Salvador do mundo!

Porque? O primeiro mandamento do decálogo não deixa dúvida, se o Messias Yahushua é o Filho do Deus de Yashorul (Israel), Ele é um segundo Deus e a torah proibe qualquer um de vocês adorar um outro Deus além do Pai o Criador!

A não ser que os amados adventistas queiram pregar o Salvador do mundo, como um grande Mestre/Rabi, um sacerdote ou sumo sacerdote; mais negando que Ele seja o Filho do Soberano Yahuh dos Exércitos, como os judeus fazem, amém!

Ai a sua declaração e toda a doutrina dos adventistas estão 100% embasada no conteúdo da torah, com algumas falhas, mais ficarar mais plausiva nesta visão. Yahuh seja louvado.

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Re: [Análise] A Lei e a Graça

Mensagem por Eduardo em Sex Jan 07, 2011 10:40 am

Fco Oliveira escreveu:Sendo que são duas alianças totalmentes independentes uma das outras. Para honrarmos a torah hoje nobre irmão, temos que recusar o evangelho do Salvador do mundo!
Essa é a famosa tese dispensacionalista. Tenho uma pergunta para você, se as duas alianças são incomunicáveis entre si, como os que eram da antiga aliança se salvaram se o Cristo só veio na segunda aliança ?
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Re: [Análise] A Lei e a Graça

Mensagem por Fco Oliveira em Sex Jan 07, 2011 4:20 pm

A resposta da sua pergunta:
1- como os que eram da antiga aliança se salvaram se o Cristo só veio na segunda aliança? Re- A) e quem foi que disse ao nobre irmão que os guardadores da torah foram salvos por ela?

B) Onde o nobre irmão encontrou este mandamento ou uma promessa que seja, falando que o homem que guardasse pelo meno 90% da torah seria salvo?

Te digo sem medo de errar meu amado irmão: em nenhum lugar o irmão vai encontrar essa promessa ou esse edito divino para os guardadores da torah e nem que o Eterno tenha prometido salvação das almas dos que guardassem a torah!

Segundo o que está escrito na torah, todas as promessas feito pelo o Todo Poderoso aos que guardassem a torah, é de herdar uma terra que manava leite e mel, promessas essas feita ao homem carnal e não ao homem espiritual ou à alma do homem.

Aqui está a chave da verdade da torah que nenhum judeu quer aceitar hoje: a torah não foi criada por Deus para salvar a alma do homem, ela foi criada para simplesmente mostrar ao homem que ele era um ser pecador, fraco, desobediente e incapaz de cumprir qualquer lei divina;

Atraves deste teste feito pelo o Eterno ao home com a torah, foi que apareceu a nescescidade de uma Nova Aliança, para que o homem viesse a ser reconciliado com o seu Deus, atraves do sangue de um ser mais divino do que os animais.

Vemos todas estas declarações na conversa que o Huach Ha-Kodesh do Eterno teve com o profeta Yarmiahuh (Je.) no capítulo 31, verso 31 e 32.

O irmão esteve com a verdade na boca, só que, por causa do veneno da serpente, a trindade que reina nos corações dos que foram batizados nela, não deixou o irmão saborear o sabor da verdade, quando você escreveu aquela frase:

A lei (ou a torah) não tem a função de salvar ninguém, só Yahushua salva (corrompido para Cristo). Você ainda disse: Eu concordo plenamente. Shaul (corrompido para o ídolo s.Paulo) estava certíssimo! O contexto é claro, veja o que ele diz: "Por isso nenhuma "carne" será justificada diante do Yahuh dos Exércitos pelas obras da lei ou da torah". Shaul está se referindo à toda a humanidade.

Aqui está a resposta que você me pediu, o irmão já tinha lido, só que os teus ouvidos não ouvem a verdade e nem os teus olhos vêem o conteúdo da verdade do verdadeiro evangelho. Porque? Por causa do teu batismo feito na trindade pagã!

Só Yahuh é Deus no Céu e na terra, louvado seja o seu santo Nome, aleluia!

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Re: [Análise] A Lei e a Graça

Mensagem por Eduardo em Sex Jan 07, 2011 6:30 pm

Fco Oliveira escreveu:A resposta da sua pergunta:
1- como os que eram da antiga aliança se salvaram se o Cristo só veio na segunda aliança? Re- A) e quem foi que disse ao nobre irmão que os guardadores da torah foram salvos por ela?
Eu nunca disse isso, de onde tirou essa idéia ?
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Re: [Análise] A Lei e a Graça

Mensagem por Eduardo em Sex Jan 07, 2011 6:33 pm

Fco Oliveira escreveu:Sendo que são duas alianças totalmentes independentes uma das outras. Para honrarmos a torah hoje nobre irmão, temos que recusar o evangelho do Salvador do mundo!
Você diz acima que as duas alianças são totalmente independentes. Se isso fosse verdade a salvação oferecida por Cristo não alcançaria os que viveram nos tempos do antigo testamento.
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Re: [Análise] A Lei e a Graça

Mensagem por Fco Oliveira em Sex Jan 07, 2011 7:45 pm

Nobre irmão vamos ser sincero com o debate, o irmão disse acima na pergunta que os judeu da antiga aliança foram salvos por ela! Aqui está a prova:
"como os que eram da antiga aliança se salvaram se o Cristo só veio na segunda aliança?" que vc disse!

Você está se contradizendo e deixando de ser sensato com o debate; sobre a outra observação que você postou, a bíblia tem a resposta:

O Messias Yahushua foi pregar a salvação para os povos mortos de Adão etá aquele dia do grande sacrifico em Espírito aos que estavam em prisão perpétua, ou seja: sem salvação!

Se algum deles foram salvos, como vemos as parábolos que vamos encontrar Abraão, Isaque e Jacó, se eles foram salvos, foi pela a pregação do evangelho do Messias morto, em Espírito; porque pela a torah, nenhum deles alcançaria o Reino do Eterno Yahuh, amém! Yahuh seja louvado.

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Re: [Análise] A Lei e a Graça

Mensagem por Eduardo em Sex Jan 07, 2011 7:51 pm

Amigo, Jesus é o único meio de salvação para todos os seres humanos, de todos os tempos. Isso é um problema para quem acredita que a Nova Aliança é independente da Antiga Aliança e vice-versa. Se as duas alianças são independentes Cristo só deveria servir para os da Nova Aliança, mas não é isso que acontece. Cristo é o sacrificio expiatório de ambas as alianças.
Fco Oliveira escreveu:Nobre irmão vamos ser sincero com o debate, o irmão disse acima na pergunta que os judeu da antiga aliança foram salvos por ela! Aqui está a prova: "como os que eram da antiga aliança se salvaram se o Cristo só veio na segunda aliança?" que vc disse!
Não sei se você percebeu mais isso é uma PERGUNTA! Vou ajudá-lo. Preste bem atenção ao sinal de interrogação no final da frase:
Eduardo escreveu:"...como os que eram da antiga aliança se salvaram se o Cristo só veio na segunda aliança?".
Se você não conseguiu enxergar dessa vez procure um oculista. Se insistir com essa desonestidade vou bloquear este tópico. Não tenho tempo a perder com esses argumentos pueris.
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Re: [Análise] A Lei e a Graça

Mensagem por yochanan fonseca em Qui Jan 13, 2011 7:53 pm

Shalom!Oliveira vc esta sendo sarcastico!Esta colocando palavras em seus post, que não são vistas no post do Eduardo,dizendo que ele afirmou tal coisa!EX: De sangues de bodes.Se tens conhecimento da palavra do Pai YAHWEH, então nos ensine e não fique ai tentando inventar coisas que não foram escritas aqui por outras pessoas membros deste forum.A Torah; primeiro é amor, segundo justiça, terceiro sabedoria e leva o Homem ao caminho da salvação!Se vc Oliveira, verdadeiramente é um seguidor do Messias Yahushua, então vc anda nesta Chalachá/Caminho/preceito, que ele deixou para aqueles que os seguem: "Eu não vim para abolir a Torah e os Profetas, mas sim, para cumpri-los e cumpri-los plenamente." Não pense que não vou responder ao outro tópico sobre o Nome Sagrado(YHWH); se pensas assim estas enganado, porque eu vou! Apenas ainda não me sobrou tempo para que eu possa te responder. Yahweh Tsevao`t te abençoe.B`shem Yahshua Ha Mashiach.

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Re: [Análise] A Lei e a Graça

Mensagem por Eduardo em Sab Abr 16, 2011 11:10 am

A guarda dos mandamentos de Deus é a perseverança dos Santos nos últimos dias, a Lei é Espiritual e a obediência a ela sinal é o fruto do Espirito Santo nas pessoas que já estão salvas. Segundo Paulo uma pessoa carnal não consegue guardá-la, apenas os nascidos de novo obedecem a Lei como forma de gratidão.

Jesus disse que não veio revogar a Lei. Ao invé disso ele afirma que o mais importante na lei eram a justiça, a misericórdia e a fé. Os apóstolos tinham a Lei como norma. Paulo disse que a Lei é santa, boa, justa, deleitosa, espiritual, baseada no amor e estabelecida pela fé. Apocalipse disse que nos últimos dias a igreja guardaria a Lei e a Fé em harmonia e ao mesmo tempo.

Ele nos ensinou em Mateus 23:23 que o mais importante da lei é a justiça, a misericórdia e a fé. Paulo ensina em Romanos 7:14 que "A Lei é espiritual" e Apocalipse 14:12 "Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus" ? Veja também Romanos 7:12 - "Por conseguinte, a Lei é santa, e o mandamento, santo, e justo e bom", Paulo declara que pela "Lei vem o pleno conhecimento do pecado" (Rom. 3:20), e 1ª João 3:4 "Pecado é a transgressão da Lei". A fé estabelece a Lei (Rm 3:31). É a Lei de Deus, veja o que diz Rm 7:7: "Que diremos pois? É a lei pecado? De modo nenhum. Mas eu não conheci o pecado senão pela lei; porque eu não conheceria a concupiscência, se a lei não dissesse: Não cobiçarás". Não cobiçarás faz parte dos Dez mandamentos.

A Lei de Deus não justifica, mas serve para nos esclarecer o que é pecado, que eu reconheço ser pela ação do Espírito Santo no estudo da palavra de Deus. Quem ama cumpre os mandamentos pois os mandamentos são fruto do amor a Deus e ao próximo. Quem ama cumpre a lei ao praticá-la, isso é automático pois todos os mandamentos são frutos do Espirito, quem ama ao próximo e à Deus não mata, não rouba, honra seus pais, guarda o sábado, não cobiça, não dá falso testemunho, não idolatra, etc.

1. Não adulterarás,
2. Não matarás,
3. Não furtarás,
4. Não darás falso testemunho,
5. Não cobiçarás,

... [Daqui para frente Paulo deixa em aberto]
6, 7, 8, 9, 10. E se há algum outro mandamento.
TUDO = TODOS OS DEZ MANDAMENTO = AMOR

Como vimos acima Paulo cita 5 dos 10 mandamentos e afirma que se há alguma outro mandamento, todos são baseados no amor. Todos sabemos que existem outros 5 que compõem os Dez Mandamentos além desses. Em seguida ela afirma que tudo nesta palavra se resume: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo.(Rom 13:9). Ora tudo é tudo, isso inclui o sábado, que faz parte desse tudo. Se estou salvo o Espirito Santo trabalha em mim para fazer a vontade de Deus, isso é chamado de "perseverança do Santos". Em Apocalipse 14:12 podemos ver claramente "Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a em Jesus".
Hebreus 11 chamou Moisés de heroi da fé mesmo sabendo que ele guardava a Lei, isso confirma o que Paulo disse em Rm 3:31, a fé estabelece a Lei.

Tanto a palavra "igreja" tem inúmeras aplicações (o templo, a congregação que nele se reúne, a denominação, a Igreja em contraste com Israel, etc.), como "lei" tem muitos sentidos diferentes no Novo Testamento. Tanto se refere à lei como um todo (a legislação israelita), como se refere à lei civil (como em Rom. 7:1-4, a lei do matrimônio), como à lei de Deus, à qual Paulo servia com a mente (Rom. 7:25), e que era a que trazia o preceito "não cobiçarás" (vs. 7, 8), como a lei cerimonial especificamente (como em Gálatas).

Portanto, o problema é a falta de entendimento dessas diferenças todas. Sem falar de como Paulo claramente indica que é para cumprir a lei, sim senhor, pois recomenda naturalmente os 5o., 6o., 7o., 8o., 9o. e 10o. mandamentos aos GENTIOS de Éfeso e Roma (Efé. 6:1-3; 4:25-31; Rom. 13:8-10). O que ele condena é a tentativa de obter justiça na observância da lei, seja no aspecto que for--cerimonial, civil, moral, como se vê em Rom. 9:30-32. Aliás, esta passagem é a chave para entender toda a discussão de Paulo quanto ao problema da atitude do crente para com a lei. Israel tropeçou por buscar justiça na lei, que é sempre a ÊNFASE de Paulo.

Lembrando ainda que TODAS AS IGREJAS sempre ensinaram que os 10 Mandamentos são a Lei Moral de Deus, que difere das leis Cerimonial e Civil, estas duas últimas não mais aplicáveis aos cristãos. Isso tem sido assim entendido ao longo dos séculos por luteranos, batistas, presbiterianos, metodistas, e mais recentemente confirmado pelos assembleianos.

A fé estabelece a Lei (Rm 3:31), ambos podem conviver em harmonia, cada um tem sua função. Não é a toa que Moisés, que recebeu a Lei no monte Sinai, foi chamado heroi da fé. Sobre a nova aliança Jeremias 31:33 é claro: "Porque esta é a aliança que firmarei com a casa de Israel, depois daqueles dias, diz o SENHOR: Na mente, lhes imprimirei as minhas leis, também no coração lhas inscreverei; eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo". Essa profecia se realizou no NT, em Hebreus 10:14-17: "Porque com uma só oblação aperfeiçoou para sempre os que são santificados. E também o Espírito Santo no-lo testifica, porque depois de haver dito: Esta é a aliança que farei com eles Depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei as minhas leis em seus corações, E as escreverei em seus entendimentos; acrescenta: E jamais me lembrarei de seus pecados e de suas iniqüidades".
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Re: [Análise] A Lei e a Graça

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