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O Amor de Deus por Sua Igreja Remanescente

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O Amor de Deus por Sua Igreja Remanescente







O Amor de Deus por Sua Igreja Remanescente

Publicado em 07/12/2010 por Blog Sétimo Dia




Dirijo-me ao povo do advento em todo o mundo. Trago-vos a certeza do amor de Deus, nosso Pai; do amor de Deus, nosso Salvador, de Jesus Cristo, nosso Senhor, que é a “cabeça da igreja, que é o Seu corpo”. Êle “amou a igreja, e a Si mesmo Se entregou por ela, para a santificar, purificando-a com a lavagem da água, pela palavra, para a apresentar a Si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível”.

Em todos os séculos, Deus, por intermédio da igreja, tem tornado conhecida Sua vontade e revelado Sua verdade. Estas são as três grandes fases da igreja de Deus na terra: a igreja do deserto, a igreja apostólica e a igreja remanescente.
A Igreja do Deserto



O Israel de Deus, no movimento do êxodo, foi organizado como “a congregação [igreja] no deserto”. Nesse movimento foi vista, de maneira acentuada, a operação do dom do Espirito de profecia. “O Senhor por meio dum profeta fêz subir a Israel do Egito, e por um profeta foi êle guardado.” Oséias 12:13.

Nos menores detalhes e nos mais grandiosos aspectos daquela maravilhosa organização, Deus operou pela mão de Moisés através do Espírito de profecia. Sem o trabalho deste, dificilmente se teria dado o movimento do êxodo. Iluminados, aconselhados, dirigidos e enriquecidos por meio do dom do Espírito, tiveram uma preciosa herança.

Israel tornou-se o guardião da luz e da verdade divinas para todas as gerações, povos e nações da velha dispensação.

“Mostra [o Senhor] a Sua palavra a Jacó, os Seus estatutos e os Seus juízos a Israel . Não fêz assim a nenhuma outra nação; e, quanto aos Seus juízos, não os conhecem. Louvai ao Senhor.” Sal. 147:19, 20

Estêvão declara que Israel “recebeu as palavras de vida para no-las dar”. Atos 7:38. Dele foi o santuário; o sacerdócio; o ministério; a propiciação para a expiação do pecado; a luz, a verdade e o caminho da salvação para todos os homens. Disse Jesus: ” A salvação vem dos judeus”. S. João 4:22.

Foi infinito o amor de Deus pelo Israel da antiguidade. Pensemos de Suas misericórdias, bondade e paciência, não obstante as apostasias, idolatria e rebelião daquele povo.

O Senhor os amou com terno amor. Tinha-os em Seu paternal coração. Teve paciência com eles todos os dias da antiguidade. Guiou-os com ternura. Como bom Pastor, buscou Seu errante rebanho.
A Igreja Apostólica



A igreja da nova dispensação foi organizada e estabelecida por Jesus Cristo mesmo. Ele é o grande profeta da Sua igreja.

O Messias foi batizado por um dos maiores profetas nascidos de mulher, e por ele apresentado à multidão e ao mundo como “o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”. S. João 1:29.

Sobremodo enriquecida com os dons do Espírito, no Pentecostes, a igreja apostólica foi instruída, edificada e confirmada pelo Espírito de profecia. Havia muitos profetas na igreja primitiva. Não podemos conceber a igreja de Cristo nos tempos apostólicos, com o seu maravilhoso desenvolvimento das verdades e doutrinas do evangelho e a extraordinária obra entre os homens em toda parte, sem o dom de profecia. Em todos os aspectos da impressionante história dos dias apostólicos e suas experiências, manifesta-se esse abençoado dom divino.

A igreja assim preparada e fortalecida, o Senhor Jesus comissionou Sua luz e verdade. Tornou-se depositária do evangelho da salvação para toda a humanidade. Depois da partida de Cristo, ela devia ser Sua representante na terra.

“Ao ascender, Cristo deixou a igreja e todos os seus interesses, como um sagrado depósito aos Seus seguidores.” — Obreiros Evangélicos pág. 196.

Pela igreja, “a multiforme sabedoria de Deus” se devia fazer conhecida, não só aos “principados e potestades nos céus”, mas a todos os humanos em toda parte. Todos deviam ver “a dispensação do mistério, que desde os séculos esteve oculto em Deus”, declarar “as riquezas incompreensíveis de Cristo”. Efés. 3:10, 9, 8.

A igreja foi comissionado o evangelho da reconciliação — o evangelho de nossa salvação.

O movimento adventista, nesta geração, não é outra grande divisão da igreja de Deus na terra, como o foi a igreja do deserto e a apostólica. Não. Este movimento é o remanescente da igreja de Deus, isto é, o resíduo — o remanescente da igreja apostólica. É identificado como tal por certos característicos peculiares. Seus membros “guardam os mandamentos de Deus” e “têm o testemunho de Jesus”, que é o espírito de profecia.

Durante setenta anos o Senhor falou a este povo por meio de “Sua mensageira”, a quem revestiu com o espírito e poder de Elias. E, mediante os escritos do Espírito de profecia, Êle ainda nos fala hoje.
A Igreja Remanescente



A esta igreja remanescente foi comissionada, por Deus, para toda nação, e tribo, e língua, e povo, a mensagem de Seu reino vindouro, que se encontra no capítulo 14 de Apocalipse.

A mensagem da segunda vinda de Cristo é a mensagem de salvação. É dito, pela profecia, ser o “evangelho eterno”. Em Rom. 1:1, lemos que é “o evangelho de Deus”; no nono versículo do mesmo capítulo, o apóstolo diz ser o “evangelho de Seu Filho” , e, no versículo 16, a êle se refere como o “evangelho de Cristo”. Em S. Marcos 1:1 é chamado o “evangelho de Jesus Cristo” ; em Atos 20:24, o “evangelho da graça de Deus”; em I Tim. 1:11, “o evangelho da glória de Deus bem aventurado”; em Efés. 1:13, “o evangelho da vossa salvação”. É o “evangelho eterno” na pureza apostólica, dado na mensagem da hora do juízo.

A declaração do tempo — “vinda é a hora do Seu juízo” — é a nota predominante da mensagem em si . O tempo é o do juízo. O lugar do julgamento é o santuário celestial. A mensagem do juízo é a mensagem do nosso Advogado, nosso Mediador no julgamento. É a mensagem de Sua propiciação para remissão de nossos pecados. É a mensagem do fim das provações humanas. É a mensagem da segunda vinda do Senhor. É a mensagem da recompensa dos justos, a mensagem da destruição eterna dos ímpios.

A luz, a gloriosa luz da verdade de todos os séculos, está centralizada nesta igreja remanescente. O evangelho eterno restaurado, as doutrinas, ensinos e experiências apostólicas na pureza, beleza e poder do Pentecostes, fazem deste um poderoso movimento de reforma. ” A dispensação em que estamos agora vivendo será, para os que pedem, a dispensação do Espírito Santo.” — Test. to Ministers, pág. 511.
O Infinito Amor de Deus



Juntamente com esta extraordinária luz se acha, em sua plenitude, o infinito amor de Deus. O Senhor ama o povo do movimento adventista. Conosco está o Seu paternal amor.

“O amor de Cristo por Seus filhos é tão terno quanto forte. E é mais poderoso que a morte; porque Êle morreu para pagar nossa salvação e nos tornar um com Êle, mística e eternamente um. Tão forte é Seu amor, que dirige todos os Seus poderes e emprega as vastas reservas do céu para fazer bem a Seu povo. É sem mudança ou sombra de variação — o mesmo ontem, hoje e eternamente. Embora o pecado exista há séculos, procurando obstar esse amor e obstruir suas torrentes para a terra, êle ainda flue em ricas correntes para aqueles por quem Cristo morreu. ” — Idem, pág. 519

O amor de Deus por Seu povo é manifestado na Sua maneira de tratar nossos pecados. O Senhor não é cego às nossas transgressões. Não fecha os olhos às nossas iniquidades. Não passa por alto as nossas faltas. Vê todas as fraquezas, todas as imperfeições, todos os maus traços de caráter. Tudo sabe acerca de nossas negligências, nosso amor ao mundo, nossa frieza, indiferença, hipocrisia. Tudo vê, tudo sente. Sofre por causa de todas essas coisas. E repreende-nos.

Em Sua divina Palavra, qualquer forma de pecado é apontada e condenada. A única base para a comunhão e companheirismo com Êle, é que o pecado seja afastado de nossa vida. O Senhor Jesus morreu para nos salvar.

Nossa única esperança de entrar com o povo do advento no glorioso reino de Deus, é que sejamos purificados de toda iniquidade. O pecado ali não pode ter entrada. O mal não pode habitar na presença do Altíssimo.

Oh, quantas, quantas palavras de reprovação, quantas mensagens de repreensão têm sido dadas a este povo por intermédio da mensageira do Senhor, apontando nossos pecados! Em todos os escritos do Espírito de profecia são encontradas essas palavras de advertência.

Grandes e graves são os pecados que pesam sobre a igreja de Laodicéia. Verdadeiramente, ela precisa de forte repreensão e correção, e isto tem sido recebido por meio do testemunho fiel e verdadeiro. Seus pecados e faltas são condenados e repreendidos, em termos positivos, por meio do Espírito de profecia. Mas concluiremos daí que o Deus desta mensagem rejeitou este povo? Seremos tão cegos, estaremos tão enganados, para dizer que, por ter o Senhor apontado muitos pecados e maneiras incorretas entre nós, não somos mais, portanto, Sua igreja remanescente? Quererá o Senhor iniciar outro movimento adventista na terra? Suscitar outra igreja remanescente ?

Oh! não, não! Não haverá outro movimento de reforma neste movimento reformador. Não, mil vezes NÃO! Não vemos, antes, em todas essas fervorosas mensagens de condenação do pecado, o infinito, terno e compassivo amor de Deus, nosso Salvador? Não compreendemos que devemos ter “por salvação a longanimidade de nosso Senhor” ? I I S. Ped. 3:15.
Recompensas à Nossa Fidelidade



O Senhor nos ama com tanta ternura, que nos recompensa fielmente. A repreensão ao pecado é uma expressão de Seu infinito amor. Por nos amar profundamente e com eterno amor, não permite que caminhemos inadvertidamente para a destruição. “Porque o Senhor corrige o que ama, e açoita a qualquer que recebe por filho. ” Heb. 12:6.

E em relação a isso somos admoestados por Paulo, o heróico: “Não desprezes a correção do Senhor, e não desmaies quando fores por Êle repreendido”. Heb. 12:5.

Deus está no meio de Seu povo. É o Deus do movimento adventista. É Ele que nos dirige para a frente e para cima. A vereda que trilha o povo do advento é para além do mundo, diretamente para a cidade de Deus, e Jesus está indicando o caminho.

“Sua lei é o eco de Sua própria voz, a todos fazendo o convite: ‘Subi mais alto; sede santos, mais santos ainda’.” — Obreiros Evangélicos, pág. 271.
Deus Salvará Seu Povo



Deus salvará Seu povo, si este o permitir . “Enquanto o juízo de investigação prosseguir no céu, enquanto os pecados dos crentes arrependidos estão sendo removidos do santuário, deve haver uma obra especial de purificação, ou de afastamento do pecado, entre o povo de Deus na terra. . . .

“Quando ela se houver realizado, os seguidores de Cristo estarão prontos para o Seu aparecimento.” — O Conflito dos Séculos (nova edição) , pág. 425.

“Mas a igreja é muito preciosa à Sua vista. É o escrínio que contém Suas jóias, o aprisco que encerra Seu rebanho, e anela vê-la sem mancha, nem ruga, nem coisa semelhante. Por ela Se comove com amor inexprimível.” — Test., Vol . VI , pág. 261.

“Enfraquecida e defeituosa, precisando de ser constantemente advertida e aconselhada, a igreja é, não obstante, o objeto da suprema atenção de Cristo. Ele está com Sua graça fazendo experiências em corações humanos, e efetuando transformações de caráter tais que os anjos ficam maravilhados, e exprimem sua alegria em cânticos de louvor. Eles se regozijam em pensar que pecaminosos, falíveis seres humanos possam ser por tal forma transformados.” — Obreiros Evangélicos, págs. 18, 19.

Retende a maravilhosa revelação do amor de Deus, em Sua mensagem à igreja da hora do juízo.

Isto diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus.” Escutai-O dizer: “Eu sei as tuas obras”, sei o que estás fazendo. Sei tua mornidão, teu orgulho, tua jactância, teu farisaísmo, satisfação e justiça próprias. Sei, também, que estás tão iludido, tão obtuso, que não reconheces ou sentes “que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu” . Oh, que acusação! Que forte condenação! É de tal natureza que “o Amém” declara: “Vomitar-te-ei da Minha boca”. Não admira que a mensageira do Senhor nos diga que “a mensagem laodiceana, semelhante a espada de dois gumes, deve ir a todas as igrejas”. — Idem, Vol . VI , pág. 77.
Sê Zeloso e Arrepende-te



Não obstante os muitos pecados de que é acusada a igreja de Laodicéia, ainda persiste o amor do paternal coração de Deus. Seu amor nunca falha. Ele Se preocupa com Seu povo remanescente. Diz “o Amém” : “Eu repreendo e castigo a todos quantos amo: sê zeloso, e arrepende-te”. Sê pronto, intensamente diligente, em lançar fora o pecado.

Isso é amor, infinito, terno, sofredor, um amor que não quer que nos percamos; um amor que roga à Laodicéia: “Aconselho-te que de Mim compres ouro provado no fogo, para que te enriqueças ["A fé e o amor são o ouro provado no fogo." — The Desire of Ages, pág. 280.]; e vestidos brancos, para que te vistas, e não apareça a vergonha da tua nudez ["O vestido branco é a pureza de caráter, a justiça de Cristo imputada ao pecador." — Test., Vol . IV, pág. 88]; e que unjas os teus olhos com colírio, para que vejas”.

“O colírio é aquela sabedoria que nos habilita a discernir entre o mal e o bem, e a descobrir o pecado sob qualquer traje. ” — Test., Vol . IV, pág. 88.

“Eis que estou à porta, e bato”, diz “o Amém”. “Se alguém ouvir a Minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo.” Oh, abençoada amizade! Abençoada comunhão! Cristo Jesus, “o Amém”, no coração de cada laodiceano que lança o pecado fora de sua vida!

E isso é justamente o que significa “Laodicéia” — um povo reto, justo, assim determinado pelo juízo; um povo purificado do pecado e possuindo a justiça de Deus. Aos que fazem parte desse povo é dada a certeza: “Ao que vencer lhe concederei que se assente comigo no Meu trono; assim como Eu venci, e Me assentei com Meu Pai no Seu trono” . Apoc. 3:21.

Podia o amor divino ser expresso em linguagem humana com maior grau de certeza e ternura?

Verdadeiramente, é infinito o amor do Salvador por Seu povo. Não atenderemos hoje, com inteireza de coração, a essa maravilhosa mensagem de súplica e amor, abandonando os velhos vestidos do pecado, para que sejamos feitos justiça de Deus em Cristo?

Texto de autoria de O. Montgomery, publicado na Revista Adventista de Abril/1942.
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