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Adventistas na Oprah Winfrey

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Adventistas na Oprah Winfrey











Adventistas na Oprah Winfrey

Publicado em 18/12/2010 por Blog Sétimo Dia

Há alguns anos atrás todos lemos na revista National Geographic que os adventistas tinham uma esperança média de vida superior à do comum dos mortais. Esse estudo foi realizado por Dan Buettner fundador da Blue Zones.

As Blue Zones (ou zonas azuis) são 4 locais do mundo que Dan Buettner explorou e detectou que lá a esperança média de vida das pessoas é superior.

A primeira destas 4 zonas azuis fica na Península de Nicoya na Costa Rica. A segunda fica na ilha da Sardenha na Itália. A terceira zona azul fica em Loma Linda, cidade da Califórnia (EUA) onde grande parte dos seus habitantes são adventistas. A 4º zona fica na ilha de Okinawa no Japão.

A Oprah Winfrey Show recebeu o explorador Dan Buettner que deu um especial destaque ao modo de vida adventista, especialmente em Loma Linda.

Vejam no vídeo abaixo a parte do programa que deu destaque ao estilo de vida adventista em Loma Linda – CA.

REGIME ALIMENTAR DA TORÁ RESULTA EM LONGA VIDA.

Loma Linda, Califórnia... [ASN] Comece a ingerir pistaches e não salgadinhos. Trabalhe como voluntário. E continue a encher seu copo, mas que seja sempre com água. Aparentemente, são simples escolhas de estilo de vida como essas que, segundo o pesquisador e escritor Dan Buettner, podem acrescentar uns bons dez anos a mais de vida à maioria das pessoas, como a cirurgiã cardíaca Ellsworth E. Wareham que aos 93 anos ainda pega no bisturi para ajudar em cirurgias.

Wareham é uma entre vários adventistas próximos aos cem anos que vivem em Loma Linda, na Califórnia, o que Buettner denomina o “oásis da longevidade” nos Estados Unidos, em seu livro: “The Blue Zone: Lessons for Living Longer from the People Who´ve Lived the Longest” (National Geographic Books, 2008) [“A Zona Azul: Lições Para Viver Mais Dadas por Pessoas que Vivem Muito”(parafraseado)].

"Os adventistas são um grupo que segue as Leis Dietéticas dada por Moisés na Torá, guardam os Dez Mandamentos inclusive o SHABATT de por do sol a por do sol no mundo inteiro, e adoram a Hashem, o D`us de Abraão, Isaque e Jacó. São pessoas de origem judaica e gentílica reunindo-se conforme seus costumes e tradições, aqueles que são carnívoros fazem uso da distinção mosaica entre imundos e limpos e não comem sangue, já os vegetarianos são ovo-lacto ou puros seguindo o regime dado pelo Eterno antes do pecado, razão desta reportagem." Herança Judaica.

Esta comunidade adventista do sul da Califórnia, bastante unida, é uma das quatro “Zonas Azuis” no mundo onde há pessoas centenárias em uma porcentagem muito mais alta que nas regiões que as circundam. Em média, Buettner conclui que vivem não apenas mais, mas têm vida mais saudável e feliz.

“Não é uma coincidência a forma de comer, de interagir, de liberar o estresse, de se curarem a si mesmos, de evitar as enfermidades e de ver o mundo o que proporciona a essas pessoas mais uns bons anos em sua vida”, escreve Buettner. Ela cita hábitos comuns entre os adventistas, como o descanso do SHABATT e um regime alimentar com base em vegetais, KOSHER.

“Os adventistas conhecem de maneira instintiva que seus hábitos de saúde os levam a ter vida mais longa e melhor, mas creio que tenham apreciado que alguém que esteja fora de sua comunidade haja realizado uma pesquisa séria e científica a respeito do tema, reafirmando o que seus líderes religiosos vêm dizendo durante 150 anos”, disse Buettner à ANN, após sua recente visita a Loma Linda.

Enquanto esteve ali, Buettner apresentou uma palestra na congregação adventista local e gravou uma entrevista na Faculdade de Saúde Pública da Universidade. No entanto, o que mais impressionou Buettner foi o “fantástico” almoço do SHABATT. Suas “boas amigas”, Marge Jetton e Wareham, ambas consideradas por ele pontos de destaque na “Zona Azul”, estavam presentes para participar com ele da alimentação após o culto.

“Não havia tentação alguma de comer bifes grelhados porque todos trouxeram pratos com ‘cottage’ ou guisado de feijão”, disse Buettner. “É muito raro eu comer carne agora”, disse ele, sorrindo. Outro hábito que adotou: ingerir bocados de nozes à tarde. “Tenho sempre uma vasilha com elas em meu escritório, graças ao doutor Fraser”.

Buettner está se referindo ao doutor Gary Fraser, que juntamente com o doutor Terry Butler, dirigem a pesquisa que está em andamento a respeito do “Estudo Sobre a Saúde Adventista” (financiado pelo Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos), em que até o momento já participaram quase 100 mil adventistas. “Creio que estão realizando uma das obras mais importantes dos Estados Unidos no que respeita a medir realmente o impacto em longo prazo de um regime baseado em vegetais”, disse Buettner, e acrescenta que gostaria de colaborar com eles nas pesquisas. “No entanto, sou apenas um jornalista voltado para as ciências, não sou um cientista”.

De sua parte, Fraser pensa que o livro de Buettner redescobriu muitas pesquisas que antes estavam sepultadas em publicações acadêmicas e as apresentou ao público em geral. “Sou alguém que apenas se limita a processar os números e a convencer as pessoas que preencham os longos questionários”, disse Fraser. Por isso, fiquei muito animado ao ver que Dan deu um rosto humano à nossa pesquisa – para que se veja o quão convincente é tudo isso.

Mais irresistível para Buettner é ver como pode ser poderosa uma comunidade de pessoas que pensam de maneira semelhante sobre o estabelecimento e conservação de hábitos saudáveis. “Não existe a tentação que venha de um grupo social com hábitos deficientes de saúde. Os adventistas da Califórnia afirmam que cerca de oitenta a noventa por cento de seus amigos partilham de suas crenças religiosas. “A capacidade de escolher amigos com cuidado”, disse Buettner, “é uma das mensagens mais poderosas para o restante da América [Estados Unidos]”.

“A triste realidade é que não respondemos bem, como espécie, às modificações da conduta, mas, se nos colocam em um meio ambiente correto, é mais fácil fazermos o que é correto”, disse Buettner. “Aí vem a pergunta: O que podemos fazer para criar esses ambientes?”

Esse senso de comunidade vai mais além da ênfase da boa conduta. Buettner suspeita que também estimula a fé, e pertencer a uma comunidade espiritual é um de seus “Power 9” ou “segredos” de estilo de vida da “Zona Azul”. “Posso dizer-lhes agora que entre mais de 200 pessoas centenárias que entrevistei [para o livro] 99 por cento criam em Deus, e a fé parece ser um fator de muito destaque”. Embora Buettner não pense em unir-se à Congregação Adventista, ele disse que há sete anos, desde quando começou a pesquisar a “Zona Azul”, tem assistido às programações religiosas com mais regularidade.

Se bem que Fraser tenha dito que o apoio social de uma religião traz benefícios e provavelmente reduza a mortalidade, teria ainda que pesquisar “se existem efeitos negativos em uma vida social dentro de uma comunidade mais restrita”. Fraser disse que prefere promover mais cientificamente os aspectos dietéticos do estilo de vida adventista.

Buettner, cuja pesquisa esta focalizada nos adventistas mais idosos da Califórnia, expressa a preocupação de que a geração que está analisando não seja seguida por outra igualmente longeva, como resultado dos alimentos processados e do açúcar refinado que cada vez ocupam maior espaço no regime alimentar adventista. “A adoção de uma dieta mais pura”, diz, “poderia evitar a invasão da cultura dos fast-foods”. E isso inclui não abusar de imitações de carne com excesso de sal e produtos químicos: “Deve-se olhar com cuidado as embalagens desses produtos”.

Para mais informações sobre a pesquisa de Buettner ou para medir sua própria longevidade através de um teste de expectativa de vida da “Zona Azul” – denominada a bússola da vitalidade – acessar o endereço: http://bluezones.com. [Equipe ASN - ANN/Elizabeth Lechleitner]
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