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Relatos da criação do mundo em diversos povos

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03012011

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Relatos da criação do mundo em diversos povos




Relato Tupi-Guarani

A figura primária na maioria das lendas guaranis da criação é Iamandu (ou Nhanderu ou Tupã), o deus Sol e realizador de toda a criação. Com a ajuda da deusa lua Araci, Tupã desceu à Terra num lugar descrito como um monte na região do Aregúa, Paraguai, e deste local criou tudo sobre a face da Terra, incluindo o oceano, florestas e animais. Também as estrelas foram colocadas no céu nesse momento. Tupã então criou a humanidade (de acordo com a maioria dos mitos Guaranis, eles foram, naturalmente, a primeira raça criada, com todas as outras civilizações nascidas deles) em uma cerimônia elaborada, formando estátuas de argila do homem e da mulher com uma mistura de vários elementos da natureza. Depois de soprar vida nas formas humanas, deixou-os com os espíritos do bem e do mal e partiu. Os humanos originais criados por Tupã eram Rupave e Sypave, nomes que significam "Pai dos povos" e "Mãe dos povos", respectivamente. O par teve três filhos e um grande número de filhas.

Enki


Enki entre os Sumérios o deus do (Abzu) das águas doces (Dos rios e dos canais, e da chuva). A água (A para os sumérios) tinha um significado também relacionado com o conhecimento ou sabedoria. Por este motivo Enki era também conhecido como o deus do conhecimento e da sabedoria, portador dos segredos da vida e da morte.

Índice




1 Relação genealógica

2 Significado e simbologia

3 História

4 Feitos importantes

5 Na Biblia


//


Relação genealógica


Enki é o filho primogênito de Anu com uma concubina chamada Ninul e tinha por esposa oficial a sua meia irmã Damkina que depois foi nomeada Ninki que significa (Senhora da Terra) filha de Alalu onde este se tornou pai de Enki por matrimônio. Ninki teve filhos com Enki, onde se destacam Marduk (Deus Babilônico' cultuado pelo rei Nabucodonosor), Ningishzidda e Nabu (o biblico Nebo, e também teve filhas com outra meia irmã chamada Ninmah).
A descendência genealógica de Enki narrada em tábuas de argila pelas antigas civilizações começa a se tornar desconhecida após a queda do antigo império Babilônico e o desaparecimento da civilização Suméria; existem paralelos em outras culturas e povos que surgiram posteriormente e que possívelmente continuaram a relatar os acontecimentos com Enki, renomeando o antigo Deus da Suméria. O Deus Egípcio Ptah é um grande exemplo deste paralelo, não somente na semelhança da doutrina como também na cronologia dos fatos e todos os registros arqueológicos, portanto não se pode descartar a possibilidade de haver uma genealogia em toda a cultura do Egito que esteja se referindo ao antigo Deus da Suméria Enki como Ptah.
Significado e simbologia


O nome Enki significa Senhor da Terra (En significa Senhor, e Ki siginifica Terra em uma referência ao Planeta Terra).
Os seus símbolos iconográficos são o Peixe e a Serpente, o mítico Capricórnio (o qual se tornou um dos doze signos do Zodíaco e cuja ideologia teve a sua base na civilização Suméria).
História


EA é um príncipe destinado ao trono, mas é enviado à ki para salvar seu povo que sofria em uma grande calamidade que se agravava com o tempo, com Anzu e um grupo de 50 heróis, EA se aventura em uma Carruagem Celestial entre os Deuses Celestes atravessando o Bracelete Esculpido um de seus maiores desafios em sua missão, EA é nomeado Enki após sua chegada a Ki e inicia a elaboração de planos para extrair pedras e minerais das águas, com exclusividade do ouro, uma tábua de argila Suméria descreve as palavras de Enki ao chegar em Ki:
Quando eu me aproximei vi verdes pradarias. Ao meu comando foi dada a ordem para provar se havia água potável.Ao meu comando foi dada a ordem para provar se havia alimento apropriado. Ao meu comando foi dada a ordem para provar se os gases eram respiráveis.
Enki, após trabalhar duro na construção de Eridú que em Sumério significa Lar distante, passou a descansar no sétimo dia, um claro paralelo encontrado na bíblia, onde o sétimo dia de descanso do grupo de 50 heróis também deveria ser um dia de festejo e recordação de seus feitos em Ki.
Sem sucesso em sua empreitada e com uma calamidade se agravando para o povo, Anu envia Enlil, meio irmão de Enki, para Ki para inspecionar todo o trabalho e se tornar governante e comandante de ki e é a partir deste período que começam as discussões que posteriormente se tornariam terríveis guerras.
Feitos importantes


Dominou a fúria do Bracelete Esculpido e chegou em Ki, fundou Eridú e em conjunto com sua meia irmã Ninmah e seu filho Ningishzidda participou do momento da criação do homem usando do seu próprio sangue (ADN) na concepção.
Após um sonho em que um mensageiro chamado Galzu lhe anuncia o dilúvio e lhe mostra o projeto de uma Arca, Enki teve um filho chamado Ziuzudra ao qual escolheu para se salvar do dilúvio, lhe indicou que construísse uma grande Arca e que levasse consigo a Semente da vida de tudo o que existia; Ziusudra é facilmente reconhecido no biblico Noé - Genesis Capítulo 6.
Na Biblia


Um dos simbolos de Enki também era a serpente devido a sua partição na criação de Adamu entrelaçando as duas essências, dos Deuses e do homens, por este motivo existe há quem defenda que este Deus seria também a serpente do Éden por um ato deliberado cometido contra uma de suas próprias criações onde nasce Adapa. Segundo os Sumérios é a partir de Adapa e não de Adamu que nasce K-in e Aba-el que eram irmãos gêmeos o (Caim e Abel na bíblia).

Adapa - Em A lenda de Adapa, Uanna, traduzida como Oannes por Beroso e dada o epiteto de Adapa ("O sábio"), aparece no reinado de A-lulim, o primeiro rei pré-diluviano, na forma de um homem vestido como um peixe. Ele é o primeiro dos apkallu, um dos sete sábios enviados por Ea para civilizar os seres humanos. Beroso relata o mito de Oannes (acerca 4500-4000 AC), um heroi civilizante que frequentemente emergia das águas do Golfo Pérsico para dar origem a cultura suméria, ensinando aos homens a escrita, a ciência, a agricultura e o hábito de se morar em cidades.
Outros contos míticos da origem da Suméria são conhecidos. São eles a Epopéia de Gilgamesh e a estória do Atrahasis (o muito sábio), que relata os eventos do Dilúvio histórico e serviram de inspiração à Bíblia.

Entre o aparecimento de Oannes, Adapa, e o dilúvio histórico, reinaram acerca de uma dúzia de reis de acordo com os registros no templo de Nippur, a capital religiosa da Suméria, que foi dedicada ao deus Enlil. Esses reis são os chamados governantes pré-diluvianos. Depois do dilúvio histórico, o trono real foi mudado para Kish.
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