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[LIVRO] A Ira de Deus

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09012011

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[LIVRO] A Ira de Deus






«Soberbo. Meticulosamente investigado
e escrito com tremenda lucidez e brio»
Sunday Times


Sábado, 1 de Novembro de 1755, dia de Todos-os-Santos. Em Lisboa, a quarta maior cidade da Europa e a opulenta metrópole do grande império português, o dia amanhecera luminoso e quente. Poucos minutos depois das nove e meia, um barulho horrível anunciou uma das catástrofes mais devastadoras que alguma vez assolaram uma cidade importante no mundo ocidental.
A duração de dez minutos do Grande Terramoto de Lisboa raramente foi igualada. A magnitude do maior dos três tremores foi de 8,75–9 na escala de Richter. Seguiram-se duas réplicas fortes bem como um enorme maremoto. A destruição ficou completa com um incêndio que lavrou durante uma semana, consumindo uma área superior à do Grande Incêndio de Londres. Perdeu-se a maior parte do imenso recheio valioso existente nos palácios, igrejas e armazéns de Lisboa. Morreram entre quarenta a cinquenta mil pessoas em Lisboa.
Inspirando-se em fontes capitais, muitas das quais nunca antes utilizadas, Edward Paice pinta um retrato vívido de uma cidade e de uma sociedade transformadas para sempre no espaço de escassos minutos. A Ira de Deus é uma descrição emocionante feita por um escritor de excelência de um desastre natural recordado um século mais tarde como ‘a catástrofe mais temível que a história regista’.

"A Ira de Deus" relata o maior desastre natural em Portugal
da Livraria da Folha


No dia 1º de novembro de 1755, Dia de Todos os Santos, Lisboa sofreu um terremoto devastador que durou cerca de dez minutos. Estudiosos especulam que o abalo sísmico atingiu 9 pontos na escala Richter.
Volume descreve "a mais temível catástrofe registrada pela história"
Uma série de terremotos secundários, um tsunami com cerca de 20 metros e incêndios que se alastraram durante uma semana destruíram o que restou da cidade.
O número de mortos pode variar de acordo com a fonte, estima-se que o desastre deixou aproximadamente 30 mil mortos. Grande parte das riquezas lisboetas --guardadas em palácios, igrejas e armazéns-- se perdeu.
O efeito psicológico foi igualmente terrível. Diversos filósofos e teólogos da época discutiram se a desgraça era obra da fúria divina, uma punição aos lusitanos e aviso à Europa.
O livro "A Ira de Deus" (Record, 2010), escrito pelo historiador Edward Paice, conta detalhes deste desastre lembrado um século depois como "a mais temível catástrofe registrada pela história".

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"A Ira de Deus"
Autor: Edward Paice
Editora: Record
Páginas: 336
Quanto: R$ 49,41
Onde comprar: pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Livraria da Folha

Esta é a história do maior desastre natural já ocorrido em Portugal. No dia 1º de novembro de 1755, Lisboa sofreu um terremoto devastador, que durou apenas dez minutos. Dois gigantescos tremores secundários se seguiram, assim como um imenso maremoto.

A destruição se completou com um incêndio que se alastrou durante uma semana, consumindo uma área maior do que o Grande Incêndio de Londres. A maior parte das vastas riquezas guardadas nos palácios, igrejas e armazéns de Lisboa se perdeu e mais de 30 mil pessoas morreram. O impacto do terremoto no pensamento e na religião ocidentais foi imediato.

Por toda a Europa, teólogos e filósofos lutaram para conciliar a imposição de tanto sofrimento e destruição a Lisboa com sua crença na existência de uma divindade benévola. A ira de Deus é um relato emocionante de um escritor magistral sobre um desastre lembrado um século depois como “a mais temível catástrofe registrada pela história”.

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No dia 1º de novembro de 1755, Lisboa sofreu um terremoto devastador que durou cerca de dez minutos. Dois tremores secundários se seguiram, além de maremoto e incêndios que se alastraram por uma semana. A maior parte das vastas riquezas guardadas nos palácios, igrejas e armazéns de Lisboa se perderam e mais de 30 mil pessoas morreram.

Esta é a história do maior desastre natural já ocorrido em Portugal. "A Ira de Deus" é um relato emocionante de um escritor magistral sobre um desastre lembrado um século depois como "a mais temível catástrofe registrada pela história".
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