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Mundo árabe experimenta onda de protestos

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27012011

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Mundo árabe experimenta onda de protestos




Mundo árabe experimenta onda de protestos


Depois da Tunísia e do Egito, agora é a vez do Iêmen. A onda de protestos contra os governos autoritários no mundo árabe chegou ao país nesta quinta-feira. Dezenas de milhares de pessoas convocadas pelos principais partidos da oposição se concentraram em quatro pontos da capital Sana para pedir que o presidente do país, Ali Abdullah Saleh, desista de uma nova reeleição. Abdullah Saleh está no poder no Iêmen desde 1990. “Não à reeleição, não à sucessão”, cantavam os cerca de 10.000 participantes de uma das quatro manifestações, realizada perto da Universidade do Iêmen, no centro de Sana. Os manifestantes foram convocados pelo comitê conjunto da oposição, que reúne seis formações lideradas pelo Partido da Reforma Islâmica e que engloba também vários partidos laicos, como o Partido Socialista e o Partido Baath.

As pessoas envolvidas nos protestos gritavam palavras de ordem que faziam referência à onda de manifestações nos países vizinhos. “Quem supera o limite marcado pela Constituição chega a Jidá”, gritavam alguns, em referência ao presidente deposto da Tunísia, Ben Ali, que fugiu para a cidade saudita depois de um mês de protestos. A oposição garante que os protestos serão sempre pacíficos e visam apenas criticar a manutenção de Saleh no poder.

Uma das marchas mais comentadas foi a realizada junto à casa do falecido líder do Partido da Reforma Islâmica Abdullah Bin Hussein al Ahmar, situada no centro da cidade, nas proximidades da sede do Ministério do Interior. As manifestações que começaram em dezembro e levaram à queda do presidente da Tunísia contagiaram vários países da região, como Egito e Iêmen, onde foram adotados os lemas dos manifestantes tunisianos.

(Veja.com)

Nota: Não sou profeta, nem filho de profeta, portanto não vou profetizar nada. Mas que essas manifestações me fazem lembrar da ex-União Soviética, isso me fazem. Nos anos 1980, antes da abertura da “cortina de ferro”, estudantes das profecias bíblicas ficavam confusos com a existência de duas superpotências mundiais, quando o Apocalipse fala de uma única potência, ou seja, a besta política. O cenário geopolítico não se encaixava na descrição profética. Mas a União Soviética é passado e aquele povo, submetido por anos a um regime ateísta intolerante, hoje pode cultuar a Deus livremente. Muitos cristãos se sentem preocupados com o mundo islâmico aparentemente impenetrável à pregação do evangelho. Em parte, os muçulmanos têm razão em temer o “cristianismo” ocidental, pelo menos o que eles conhecem. Ocidente cristão, para muitos adeptos do Islã, é sinônimo de paganismo e licenciosidade. Cristão, para muitos islâmicos, é aquele que bebe, fuma, vai a baladas, vive de forma desregrada e busca a Deus (ou a igreja) apenas nos fins de semana ou quando precisa dEle. Se pensarmos bem, eles têm razão no que diz respeito à maioria dos que se dizem cristãos. Quando pensam em cristianismo, alguns muçulmanos também se lembram das Cruzadas e da Inquisição. Por isso, para que o mundo islâmico tenha acesso aos preceitos cristãos e liberdade para comparar e escolher, pelo menos duas coisas são necessárias: (1) a apresentação de um cristianismo coerente, tolerante e capaz de acomodar o estilo de vida islâmico naquilo que tem em comum com a Bíblia (abstenção de alimentos impuros e de álcool, práticas consistentes de oração, estilo de vida regrado e fortemente marcado pela religião todos os dias, não apenas nos fins de semana) e (2) abertura política e promoção de liberdade de escolha, expressão e religião nos países islâmicos. É aí que vejo nesses protestos uma possível abertura para a pregação do evangelho. Segundo reportagem publicada no site da BBC Brasil, a internet (especialmente o Facebook e o Twitter) foi intensamente usada para mobilizar os manifestantes. Isso me faz pensar no poder da mídia para alcançar respeitosa e amoravelmente essas pessoas com a mensagem de Jesus. Enfim, de uma coisa eu sei: Deus ama os muçulmanos e vai operar maravilhas entre eles, como fez com a então instransponível União Soviética. Oremos por isso.[MB]

Leia também: “‘Revolta das massas árabes é movimento latente', diz especialista”


'Revolta das massas árabes é movimento latente', diz especialista


Para analistas, web acelerou protestos políticos na Tunísia e no Egito.
Temor é que manifestações atinjam países com regimes fragilizados.





Do G1, com agências internacionais
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Manifestante egípcio atira pedras contra forças de segurança no Cairo. (Foto: Reprodução / 6april.org)

Com a queda do ditador tunisiano Zine El Abidine Ben Ali, que figurava no poder havia 23 anos na Tunísia, e os violentos protestos no Egito pela saída de Hosni Mubarack -após três décadas no governo, um futuro de novas perspectivas começa a se desenhar em vários países árabes.
Contra o ex-governante tunisiano e alguns membros de sua família já foram emitidas inclusive ordens internacionais de prisão pela justiça do país, que pretende julgá-los por apropriação de bens do estado e transferência ilegal de fundos para o exterior. Eles foram para a Arábia Saudita, fugindo das manifestações.
Ativistas da 'rede'

Movimentos organizados, oposicionistas e cidadãos comuns têm utilizado a internet e as redes sociais como poderosas ferramentas mobilizadoras. Convocações virtuais para o levante tunisiano e egípcio agregaram milhares de jovens nas ruas e potencializaram o efeito dos protestos.
A internet tem um efeito 'catalisador, multiplicador e acelerador dos movimentos sociais', explica ao G1 o professor de direito internacional da FGV Salem Hikmat Nasser.
'Mas muitos observadores já antecipavam, há tempos, o momento em que as massas árabes se rebelariam contra seus governantes. Ainda assim, não há como garantir que este momento chegou definitivamente, e para todos os países da região', completa.
Ativista entra em choque com policiais na Capital Cairo. (Foto: Reprodução / 6april.org)

Para o cientista político e professor de relações internacionais da ESPM Heni Ozi Cukier, o importante papel que a rede e em especial sites como o Twitter e o Facebook estão exercendo nestes processos é fenômeno que se restringe a países estruturados.
'O Egito e a Tunísia, apesar de todos os problemas sociais que enfrentam, possuem uma classe média estruturada e instituições fortes. Agora, países menores já não tem essa capacidade de mobilização, suas populações não tem esse acesso. Qual a penetração do Facebook e do Twitter em países como a Mauritânia, o Iêmen, Omã e outros, na região?' questiona.
Polêmicas à parte, é fato que, enquanto as manifestações organizadas se restringirem aos países de maior envergadura econômica e política da região, os governantes terão motivos de sobra para se preocupar com os efeitos potencializadores da internet.
Manifestante socorrido em meio aos protestos. (Foto: Reprodução / 6april.org)

No Egito, sites que cobrem as manifestações em tempo real como os jornais digitais Dostor e Badil estão com acesso barrado desde quarta-feira, justamente quando as forças de segurança locais começaram a reprimir os protestos de forma mais severa.
Ativistas afirmavam, já na terça-feira, que o Twitter e o Facebook estavam inacessíveis no país.
O portal heredict.org, que monitora a acessibilidade de sites pelo mundo, confirmou a impossibilidade de uso do site de microblogs - que permite trocar mensagens de 140 caracteres no máximo - e do facebook a partir do Egito.
Logo em seguida, um porta-voz do gabinete da presidência do país emitiu comunicado oficial negando qualquer tipo de restrição. 'Respeitamos a liberdade de expressão e lutamos para protegê-la. O governo não iria recorrer a tais métodos', dizia a nota.
De qualquer forma, as medidas não surtiram efeito. Internautas encontraram formas de burlar a censura e trocaram impressões sobre os acontecimentos na Tunísia e no Egito, além de convocar novas mobilizações através do Twitter.
'Ontem todos éramos tunisianos, hoje todos somos egípcios e amanhã todos seremos livres', dizia uma das mensagens mais divulgadas na rede social.
Ativista parte para cima de policiais no centro da Capital Cairo. (Foto: Reprodução / 6april.org)

De todo o mundo, choveram ofertas de pessoas com conhecimentos informáticos para realizar ataques aos sites do governo egípcio e às páginas de companhias de telefonia celular, acusadas por internautas de terem cancelado números de telefone de alguns ativistas.
No Facebook, o grupo oposicionista Juventude de 6 de abril (que teve o site retirado do ar durante a noite desta quarta-feira) continua atualizando a situação nas ruas com farto material, incluindo vídeos, fotos e relatos. Eles contam com a ajuda de internautas baseados em várias partes do mundo para manter as atualizações e traduzir os relatos.
'Efeito dominó'
O sentimento de insatisfação com os governos já ronda grande parte dos países árabes e de governos ditatoriais da região há algum tempo. Atos isolados e manifestações pontuais indicavam o que estava por vir.
Para o cientista político Heni Ozi, porém, 'é preciso ter cuidado com a situação e as particularidades de cada país.'
'O Líbano, por exemplo, vive uma situação completamente particular, que nada tem a ver com o que acontece na Tunísia ou no Egito', afirma.
Ainda assim, ele acredita que existem muitas chances de proliferação dos manifestos para países vizinhos. 'E o desfecho dos acontecimentos no Egito é que definirá a escala desta possível multiplicação', disse.
Ativista caminha em direção à tropa de choque egípcia, segurando cartaz pedindo saída de Hosni Mubarack. (Foto: Reprodução / 6april.org)

'O Egito sofreu há pouco tempo com ataques terroristas em igrejas cristãs. O governo já estava em alerta. O exército egípcio é estruturado e está preparado para lidar com manifestos sectários e protestos da oposição. O problema é quando a revolta ultrapassa o campo ideológico e se transforma em insurgência popular', explica.
O professor Salem Nasser afirma que os levantes exercem duplo efeito sobre as populações e os governos de outros países árabes. 'As primeiras passam a acreditar que mudanças são possíveis no curto prazo, a partir de demonstrações populares, e os segundos se preocupam com o efeito de contágio'.
Ele faz coro com Heni Ozi, quando diz que os movimentos 'podem ganhar momentum em outros países e provocar mudanças radicais'. E assinala que 'há sinais na Argélia, Iêmen e em outras nações da região'.
A proliferação de revoltas para países menores preocupa autoridades ocidentais pela fragilidade destes regimes. Nesses casos, a tomada do poder por grupos extremistas seria uma possibilidade real e nada surpreendente.
* Com informações de EFE, Reuters e France Presse

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