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O Islão, o mundo árabe e a profecia

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31012011

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O Islão, o mundo árabe e a profecia





E a profecia continua a cumprir-se...

Alguns dias depois de ter aqui abordado a instável situação na Tunísia, eis que a mesma revolta social rebenta no Egito, sem dúvida um agente internacional muito mais importante do que o mais pequeno país do Magreb. Na altura, sugeri que, caso a revolta popular alastrasse a países vizinhos, poderíamos estar perante algo semelhante a uma americanização do norte de África. Estes poucos dias que entretanto passaram,foram o suficiente para confirmar essa expetativa.

Não era difícil perceber que, entre outros, ao olharem para o sucedido na Tunísia, onde em poucos dias, sem que nada o previsse, o presidente é posto em fuga (para a Arábia Saudita, um tradicional aliado americano na região...), os egípcios fossem levados a pensar "se os tunisinos conseguiram, nós também conseguimos" - talvez uma atualizada e contextualizadaversão prática do famoso slogan "yes, we can". E, assim, eis que também em poucos dias, o Egito mudou de figura e mais mudanças se antecipam para breve.

Contudo, existem pormenores para os quais devemos estar bem atentos a fim deperceber exatamente o que é que isto importa para o entendimento profético que a Igreja Adventista tem dos principais acontecimentos a nível mundial - e este, ver-se-á num futuro que não deverá ser muito distante, é um desses acontecimentos.

Não preciso de muita averiguação para relembrar que desde sempre interpretamos o segundo animal que surge em Apocalipse 13 como sendo a grande nação americana. A irmã White não deixou margem para dúvidas quando ao referir-se a este símbolo, disse que a profecia "aponta insofismavelmente para os Estados Unidos da América do Norte" (O Grande Conflito, p. 440).

Ora, o sagrado registo anuncia que esta força, este país, iria prevalecer sobre todos os outros, exercendo um dirigismo político de âmbito mundial. E é isso que tem acontecidode forma cada vez mais declarada, principalmente a partir do século XX.

Isto quer dizer que, embora a profecia não especifique exatamente como e quando, não restam dúvidas que assim será; esses 'como' e 'quando', sobram para nossa constatação ao olharmos o normal curso da História.

Foi isso que aconteceu nos finais da década de 80 do século passado. Num mundo ainda muito polarizado entre o ocidente e o comunismo, muitos observavam com temor a séria ameaça que aquele regime de esquerda causava, apenas pela eventualidade de vir a superiorizar-se ao poderio ocidental, centrado na figura da nação americana. Com toda a tranquilidade, o fiel estudante da profecia bíblica assistiu ao desmoronar do bloco soviéticoe consequente neutralização dos regimes que vigoravam em todo o leste europeu, feudo maior da apologia comunista, confirmando o que tinha sido revelado ao vidente de Patmos, quase vinte séculos antes.

Neste ponto, é de destacar o que a nossa Igreja fez: imediatamente, pastores foram enviados para esses países (onde dantes eram ameaçados com prisão e morte),enchendo auditórios com milhares de pessoas, ávidas por receberem a palavra eterna. E essa avidez tinha sido preparada, em grande medida, pela pregação via rádio que nos anos de opressão constituíam um meio indestrutível de penetração nessas fronteiras, barradas a homens e livros.

Hoje, devemos reconhecer que nenhuma nação mundial, nem nenhum grupo ou aliança entre elas, consegue superar o poder americano, principalmente em termos militares (ao contrário do ocorrido durante a Guerra Fria, onde se poderia colocar a dúvida entre os EUA e a ex-URSS). Então, é mais fácil ainda perceber e admitir que cada vez mais se reúnem as condições para que a nação americana prevaleça como líder, direi mesmo governante mundial, a vários níveis.

Não estou a defender que as nações mundiais irão, deliberadamente, abdicar da sua soberania em favor das instituições americanas de governo. Mas repare, a título de exemplo, o que tem sucedido na China: embora ainda sob regime comunista, sãoespantosas as mudanças e aberturas ao ocidente que ali têm acontecido nos últimos anos - de resto, simplesmente impensáveis há poucas décadas e tidas como totalmente loucas no período da revolução maoísta...

Assim, ao observar o mundo hoje, que ideologia resta e que parece ser obstáculo a essa americanização global? Claramente, o islão.

Portanto, e de acordo com a profecia bíblica de Apocalipse 13, não tenhamos dúvidas: assim como a América prevaleceu sobre o comunismo, também prevalecerá sobre o islão e a influência muçulmana! O que nos falta saber são os tais 'como'e 'quando'.

E aqui, entram em cena os recentes acontecimentos na Tunísia e no Egito. Porque, acredito, poderemos estar perante os primeiros passos do desdobrar da profecia quanto a estes específicos 'como' e 'quando'!

Vejamos: Hosni Mubarak, o residente líder egípcio, agora e de súbito colocado em causa, percebeu desde cedo o perigo de ocidentalização que o seu regime enfrentava. Quer uma evidência?

Deve lembrar-se de Mohamed ElBaradei, antigo líder da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) durante o período da Guerra no Iraque, ainda sob a Administração Bush na Casa Branca, que até apoiou a sua (re)nomeação para a AIEA em 2005. Esse conflito foi motivado, fundamentalmente, pela alegação americana que o Iraque possuía armas de destruição maciça, algo que a agência liderada por ElBaradei tinha competências para averiguar. Pois bem, apesar de hoje sabermos que essas armas não existiam, o trabalho da AIEA nunca foi suficientemente conclusivo para denunciar convenientemente como falsa a pretensão americana, tendo-lhe sido mesmo algo simpático.

Pois bem, ElBaradei, desde há muito residente fora do Egito, de imediato se posicionou como alternativa mais democrática (leia-se, ocidental) ao crónico presidente egípcio, Mubarak. E, assim que despoletou o conflito na semana passada, ElBaradei decide regressar ao Egito, defendendo que Mubarak deve retirar-se do cargo.

E como reagiu o atual presidente? Colocou ElBaradei sob prisão domiciliária, pois certamente viu nele a maior ameaça ao seu poder. Mas isso não passou de curta afronta; ElBaradei jádiscursa nas manifestações que existem apesar do recolher obrigatório. Curiosamente, fá-lomunido de um simples megafone cujo som não alcança mais do que umas escassas dezenas de pessoas que o cercam mais de perto. Contudo, o seu forte contingente de segurança garante que as câmeras de televisão (incluindo a Al-Jazeera, cujas instalações no Cairo Mubarak ordenou o encerramento...) se encontram mais do que a postos e bem posicionadas para levar as suas palavras a todo o mundo árabe!

Não restam dúvidas que os EUA apoiam as propostas mudanças políticas nestes países árabes - e se conseguirem fazê-lo no Egito, poderosa nação do mundo árabe, quanto mais fácil não será esse processo em outros países...? Se a pequena fogueira tunisina serviu derastilho para a grande fornalha egípcia, não é difícil imaginar a força com que o fogo pode alastrar ainda mais...

Para nós Adventistas, isto não é apenas constatação. Passo a explicar as razões.

Como referi atrás, após a queda do muro de Berlim e derrube do obstáculo comunista à pregação evangélica nesses países, o trabalho missionário foi facilitado porque durante os anos anteriores à queda dos regimes, a rádio penetrou até esses lugares, preparando o caminho. Quando os nossos obreiros lá chegaram, era como se milhares tivessem estado ansiosamente aguardando a sua chegada no secretismo a que se obrigavam.

Pois bem, em dezembro passado, a televisão Adventista iniciou as emissões do Hope Channel NAME, um canal destinado ao público do norte de Àfrica e Médio Oriente, com programas em turco, farsi e árabe! Desta vez, onde é difícil (ou mesmo impossível) chegarem homens e livros, não se poderão impedir as ondas da televisão de avançarem!

Por isso, estas mudanças que começaram a desenhar-se nestes países árabes, poderão ser (a História o dirá, talvez em breve) mais um passo no cumprimento profético de Apocalipse 13: ou seja, o 'como' e 'quando' da americanização do mundo árabe, ao mesmo tempo que serão abertas oportunidades de evangelismo sem precedentes nesta região.

Estamos num período da História que não permite qualquer tipo de negligência! Os acontecimentos são (e serão) rápidos demais para a mente distraída os discernir corretamente. Por isso a Escritura aconselha:"examinai tudo, retende o bem" (I Tessalonicenses 5:21). Não deixe o fazer!

Fonte - O Tempo Final

Mundo árabe experimenta onda de protestos



Depois da Tunísia e do Egito, agora é a vez do Iêmen. A onda de protestos contra os governos autoritários no mundo árabe chegou ao país nesta quinta-feira. Dezenas de milhares de pessoas convocadas pelos principais partidos da oposição se concentraram em quatro pontos da capital Sana para pedir que o presidente do país, Ali Abdullah Saleh, desista de uma nova reeleição. Abdullah Saleh está no poder no Iêmen desde 1990. “Não à reeleição, não à sucessão”, cantavam os cerca de 10.000 participantes de uma das quatro manifestações, realizada perto da Universidade do Iêmen, no centro de Sana. Os manifestantes foram convocados pelo comitê conjunto da oposição, que reúne seis formações lideradas pelo Partido da Reforma Islâmica e que engloba também vários partidos laicos, como o Partido Socialista e o Partido Baath.

As pessoas envolvidas nos protestos gritavam palavras de ordem que faziam referência à onda de manifestações nos países vizinhos. “Quem supera o limite marcado pela Constituição chega a Jidá”, gritavam alguns, em referência ao presidente deposto da Tunísia, Ben Ali, que fugiu para a cidade saudita depois de um mês de protestos. A oposição garante que os protestos serão sempre pacíficos e visam apenas criticar a manutenção de Saleh no poder.

Uma das marchas mais comentadas foi a realizada junto à casa do falecido líder do Partido da Reforma Islâmica Abdullah Bin Hussein al Ahmar, situada no centro da cidade, nas proximidades da sede do Ministério do Interior. As manifestações que começaram em dezembro e levaram à queda do presidente da Tunísia contagiaram vários países da região, como Egito e Iêmen, onde foram adotados os lemas dos manifestantes tunisianos.

(Veja.com)

Nota: Não sou profeta, nem filho de profeta, portanto não vou profetizar nada. Mas que essas manifestações me fazem lembrar da ex-União Soviética, isso me fazem. Nos anos 1980, antes da abertura da “cortina de ferro”, estudantes das profecias bíblicas ficavam confusos com a existência de duas superpotências mundiais, quando o Apocalipse fala de uma única potência, ou seja, a besta política. O cenário geopolítico não se encaixava na descrição profética. Mas a União Soviética é passado e aquele povo, submetido por anos a um regime ateísta intolerante, hoje pode cultuar a Deus livremente. Muitos cristãos se sentem preocupados com o mundo islâmico aparentemente impenetrável à pregação do evangelho. Em parte, os muçulmanos têm razão em temer o “cristianismo” ocidental, pelo menos o que eles conhecem. Ocidente cristão, para muitos adeptos do Islã, é sinônimo de paganismo e licenciosidade. Cristão, para muitos islâmicos, é aquele que bebe, fuma, vai a baladas, vive de forma desregrada e busca a Deus (ou a igreja) apenas nos fins de semana ou quando precisa dEle. Se pensarmos bem, eles têm razão no que diz respeito à maioria dos que se dizem cristãos. Quando pensam em cristianismo, alguns muçulmanos também se lembram das Cruzadas e da Inquisição. Por isso, para que o mundo islâmico tenha acesso aos preceitos cristãos e liberdade para comparar e escolher, pelo menos duas coisas são necessárias: (1) a apresentação de um cristianismo coerente, tolerante e capaz de acomodar o estilo de vida islâmico naquilo que tem em comum com a Bíblia (abstenção de alimentos impuros e de álcool, práticas consistentes de oração, estilo de vida regrado e fortemente marcado pela religião todos os dias, não apenas nos fins de semana) e (2) abertura política e promoção de liberdade de escolha, expressão e religião nos países islâmicos. É aí que vejo nesses protestos uma possível abertura para a pregação do evangelho. Segundo reportagem publicada no site da
BBC Brasil, a internet (especialmente o Facebook e o Twitter) foi intensamente usada para mobilizar os manifestantes. Isso me faz pensar no poder da mídia para alcançar respeitosa e amoravelmente essas pessoas com a mensagem de Jesus. Enfim, de uma coisa eu sei: Deus ama os muçulmanos e vai operar maravilhas entre eles, como fez com a então instransponível União Soviética. Oremos por isso.[MB]

Leia também:
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