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O poder dos Estados Unidos da América

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04022011

Mensagem 

O poder dos Estados Unidos da América






Qual é o real poder dos Estados Unidos ?

Exército dos Estados Unidos é o ramo das Forças Armadas dos Estados Unidos da América que tem a responsabilidade primária de operar missões terrestres. Em 2004, consistia de 485 500 soldados (incluindo 71 400 mulheres) em serviço ativo e 591 000 na reserva (325 000 na Guarda Nacional (ARNG) e 246 000 na reserva (USAR). O Exército Continental foi formado em 14 de junho de 1775, antes do estabelecimento dos Estados Unidos, para preencher as demandas da guerra de independência. O Congresso criou o Exército dos EUA em 3 de junho de 1784, depois do fim da Guerra de Independência, para substituir o Exército Continental que havia sido dissolvido. Contudo, o Exército dos Estados Unidos se considera uma evolução do Exército Continental, e assim conta sua fundação de acordo com as origens do Exército Continental.



Selo do Exercito dos Estados Unidos
País Estados Unidos
ForçaTerrestre
Efetivo+ 1 090 000
EstruturaDepartamento de Defesa
Departamento do Exército
Centro de ComandoPentágono
LemaThis We'll Defend
Hino"The Army Goes Rolling Along"
BatalhasRevolução Americana
Guerra Indígena do Noroeste
Guerra de Tecumseh
Guerra Creek
Guerra de Peoria
Guerra de 1812
Guerra dos Seminoles
Guerra de Black Hawk
Guerra Mexicano-Americana
Guerra de Utah
Guerra Civil Americana
Guerra Hispano-Americana
Guerra Filipino-Americana
Guerras das Bananas
Levante dos boxers
Primeira Guerra Mundial
Segunda Guerra Mundial
Guerra da Coreia
Guerra do Vietnã
Guerra do Golfo
Guerra do Kosovo
Operação Enduring Freedom
Guerra do Iraque


Uma opinião favorável aos EUA:

Os Estados Unidos, no último século, depois de consolidados, não ocuparam nenhum território pela força. A Luisiânia e o Alaska, foram comprados. O Havaí passou a fazer parte dos Estados Unidos por meio de um plebiscito, aprovado por 97% da população. Os Estados Unidos compraram as Filipinas da Espanha e a libertaram. Invadiram Granada, Panamá e Haiti ( protetorados ) para restaurar a democracia. Dominaram a Europa e o Japão na Segunda Guerra Mundial e proporcionaram o progresso às nações dominadas, que hoje se encontram entre as mais prósperas do mundo.

Os Estados Unidos decidiram a primeira e a segunda guerra mundial a favor dos países livres e contra a ditadura alemã. Ao contrário, foi a Rússia que iniciou a primeira guerra mundial e também a segunda, esta por meio de um plano sinistro com Hitler. A Alemanha invadiu a Polônia pelo oeste e os comunistas invadiram a leste. Ajudando a Inglaterra, mesmo antes de entrar no conflito, os Estados Unidos ajudaram a ganhar a Batalha da Inglaterra, que liquidou com grande parte da aviação nazista. Depois, ajudando a Rússia, evitaram que os nazistas tomassem a União Soviética.

http://www.olavodecarvalho.org/convidados/0137.htm
http://www.varican.xpg.com.br/varican/Diversos/Oceopdoseua.HTM

+++++++


O poder dos Estados Unidos da América
Poucas nações tiveram na História o feliz destino dos Estados Unidos da América. Apesar de envolverem-se em duas guerras mundiais, a de 1914-18 e a de 1939-45, os americanos, por estarem bem afastados dos frontes, protegidos por dois imensos Oceanos, o Pacífico e o Atlântico, pouco sofreram diretamente com as conseqüências delas. Se perderam, entre 1941-45, 300 mil homens, praticamente não contabilizaram vitimas civis. Nova Iorque, Chicago, Detroit, e demais centros industriais, não sofreram um só ataque aéreo, nem seus campos tiveram que suspender as colheitas ou abater o gado às pressas em razão de ataques ou invasões. Ao contrário.

As fábricas americanas, sem medo de se verem destruídas, produziram quantidades fantásticas de material bélico, permitindo suprir todas as necessidades das forças armadas nos frontes de batalha. 17 milhões de homens e mulheres foram convocados para todo o tipo de serviço de guerra, terminando definitivamente com a Grande Depressão que atormentara o país nos anos trinta.



Conscientes que o mundo do pós-guerra giraria ao redor dos seus interesses, os Estados Unidos preocuparam-se em criar as novas bases da Ordem Mundial do pós-guerra. Convocaram para tanto, bem antes que a guerra acabasse, entre 1º e 22 de julho de 1944, em Bretton Woods, perto de Nova Iorque, uma conferencia para determinar quais seriam as diretrizes econômicas futuras. Acertou-se lá, na presença de 44 delegados de diversos países, inclusive a URSS, que seria criado um Fundo Monetário Internacional (International Monetary Found) para regular as relações financeiras entre as nações e um Banco para a Reconstrução Mundial (International Bank for Reconstruction and Development), responsável pela recuperação das economias combalidas pela guerra. Acatou-se que o sistema funcionaria com o dólar sendo lastreado pelo ouro. Como os Estados Unidos possuíam a maior reserva aurífera do mundo (acredita-se que perfazia 60% do total) e a sua moeda - o dólar - era a única aceita e conversível por todos os demais, isto fez com que sua liderança fosse quase incontestável no após-guerra.



Terminada a guerra contra a Alemanha nazista em maio, e contra o Japão em agosto de 1945, num mundo exaurido e arruinado, os Estados Unidos estavam intocados. Tinham naquele momento, apesar de perfazerem menos de 6% da população mundial, o controle sobre 50% da produção industrial existente (entre 1938 a 1947, o índice da produção cresceu em 63%); quase todas as reservas de ouro do mundo (elas pularam de 14.592 milhões para 22.868 milhões em dez anos); as cidades e a população civil intocadas; suas forças espalhadas pelo mundo inteiro; e, como arremate, nesta incrível concentração de poder, eram a única das nações em posse de um arsenal nuclear. Nunca, enfatize-se, um só país na História arrematara, simultaneamente, o poder militar, o econômico, o financeiro e o atômico.

http://educaterra.terra.com.br/voltaire/mundo/guerra_fria4.htm


"O Poder dos Estados Unidos não diminui por ser partilhado"

É inevitável o multilateralismo do poder político no pós-crise?

Pode surgir uma ordem económica mais equilibrada em que o poder efectivo das novas potências emergentes esteja contemplado nas diversas instituições que regem as relações económicas internacionais (FMI, Banco Mundial, OMC). Vai haver uma distribuição mais consentânea com o real poder económico de potências que tradicionalmente não tinham esse lugar à mesa, com esse estatuto. Nesse sentido essa nova ordem económica reflecte uma distribuição de poder, o que não significa que essas potências tenham, noutras dimensões do poder que não o económico, o estatuto de grande potência.

O reinado de influência norte-americano está então para durar.

A posição dos EUA no sistema internacional, no plano das diversas dimensões do poder, não será beliscada por nenhuma das potências emergentes. Podemos dizer que a China, no plano económico, pode-lhe morder os calcanhares, mas isso não se traduz na capacidade, como a norte-americana, de influenciar os acontecimentos no mundo por essa via. São poderes diferentes e a ordem não sofre com isso, não deixa de ser unipolar por isso.

Os países emergentes têm ainda outras preocupações...

Os BRIC não são potências universais. Os EUA são uma potência global, conseguem influenciar os assuntos em todas as regiões do mundo e têm ali interesses. Os emergentes são, até ver, regionais. E dentro dessas regiões têm também diferentes poderes: a China tem uma amplitude de acção diferente e maior da Índia naquela região, a Rússia tem uma capacidade maior de influência na Ásia Central, jogando também ali o equilíbrio com a China. Os EUA nessa matéria não têm rival - a Europa tentou ser em determinados domínios, sem resultar. Os EUA são até promotores da partilha de poder: foram eles que promoveram organizações internacionais, o G20, etc. O poder deles não diminui por ser partilhado. E não têm rivais também num domínio que não é muito quantificado que é o poder cultural ["soft power"].

http://uniaodefacto.blogs.sapo.pt/88538.html





Exército americano terá seu Homem de Ferro
Raytheon desenvolve exoesqueleto que será utilizado em operações militares
por Larry Greenemeier
A tecnologia sempre definiu como as guerras seriam travadas, de espadas a arcos e flechas passando pela invenção da pólvora, depois pela chegada da força aérea e, agora, com a presença de aviões não-tripulados e robôs que desmontam bombas. Os militares americanos estão desenvolvendo para a próxima década uma nova classe de guerreiro, um soldado de infantaria mais rápido, mais resistente e mais forte. Tudo isso com a ajuda de um exoesqueleto poderoso.

Esse "homem de ferro" (XOS-2) foi apresentado na segunda-feira passada em uma demonstração do exoesqueleto da Raytheon Company nas instalações da empresa de pesquisa em Salt Lake City, Utah. O XOS-2 foi desenvolvido para ser mais forte e permitir que um soldado vestindo o exoesqueleto execute movimentos de forma mais livre do que seu antecessor XOS 1, apresentado em maio de 2008.

Pesando 95 kg, o XOS-2 é cerca de 40% mais forte que seu predecessor. Com 88 kg, o XOS-1 levantava cerca de 16 kg em cada braço, enquanto o XOS-2 pode levantar cerca de 23 kg.

Considerando que XOS-2 foi projetado para usar metade da quantidade de energia que seu antecessor, a Raytheon espera finalmente desenvolver uma versão que usa 20% da energia que o XOS-1 para realizar as mesmas tarefas.

A redução do consumo de energia é fundamental para tornar o exoesqueleto prático para os militares. É alimentado por um motor de combustão interna e seus sistemas elétricos são acionados por um fio conectado a fonte de alimentação. A Raytheon decidiu não usar baterias, pois os engenheiros da empresa não confiam na segurança das baterias de lítio muito próximas à pessoa que controla o exoesqueleto.

O primeiro “homem de ferro” da Raytheon pode estar disponível para os militares em 2015. O exoesqueleto deve ser usado inicialmente para ajudar os soldados a carregar cargas mais pesadas, quer sejam de combate ou realizando operações logísticas.

Essa armadura vem sendo desenvolvida desde 2000 por uma equipe liderada por Stephen Jacobsen, da Raytheon Sarcos.

http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/exercito_americano_tera_seu_homem_de_ferro.html
Secretarias do Departamento de Defesa dos EUA
Secretário de DefesaSecretário de Defesa Adjunto
Secretário do Exército Secretário da Marinha Secretário da Força Aérea



"Quais são as alternativas? Na minha opinião, há duas possibilidades: uma aliança entre a oposição, com uma figura da sociedade civil que se imponha, ou a tomada do poder pelo Exército, que cumpre um papel particular no Egito no momento. Os militares são muito próximos dos americanos. Por instrução deles, ainda não tomaram nenhum partido sobre as manifestações. Trata-se de uma estratégia para vencer sob qualquer circunstância, ao lado de Mubarak ou não." [FONTE]



A Força Aérea dos Estados Unidos (USAF, do inglês United States Air Force)

É o ramo da aviação das Forças Armadas dos Estados Unidos da América, cuja missão é defender os Estados Unidos e proteger os seus interesses pelo ar e espaço. Foi instituída como órgão independente a partir do Exército dos EUA a 18 de Setembro de 1947.[1]
A USAF é a maior e mais poderosa força aérea do planeta, tem cerca de 6 013 aviões tripulados em serviço (4 282 USAF, 1 321 Guarda Nacional Aérea e 410 da Reserva da Força Aérea), aproximadamente 160 veículos aéreos não tripulados, 2 161 Misseis de cruzeiro de lançamento por ar e 500 Mísseis Balísticos Intercontinentais[2] , e por 30 de Setembro de 2006 possuía 334 200 militares no serviço activo, 120 369 nas Reservas Prontas Selecionadas e Individuais e 107 000 na Guarda Nacional Aérea. Existem ainda 10 675 militares adicionais na Reserva para além dos 168 558 empregados civis.[2]

Estrutura da Força Aérea

A Força Aérea tem uma estrutura administrativa civil-política e uma estrutura militar. O Departamento da Força Aérea faz parte do Departamento da Defesa e é comandado pelo Secretário da Força Aérea. Na cadeia de comando, apenas o Secretário da Defesa e o Presidente estão acima do Secretário da Força Aérea na hierarquia. Abaixo dele está um Chefe do Estado-Maior - os chefes dos vários comandos da Força Aérea se reportam a ele.



Foto cedida pela Força Aérea dos EUA
Secretário da Força Aérea, Michael W. Wynne


Foto cedida pela Força Aérea dos EUA
Chefe do Estado Maior da Força Aérea, General T. Michael Moseley

A Força Aérea está dividida em comandos. Dentro dos Estados Unidos, os comandos estão divididos por função. Fora dos EUA, eles estão divididos por área geográfica.

  • Comando de Combate Aéreo - coordena e fornece todo poderio aéreo para combate.
  • Comando de Treinamento e Educação Aérea - providencia treinamento e ensino técnico extras a todos os membros da Força Aérea.
  • Comando de Material da Força Aérea - administra pesquisa e desenvolvimento, teste, e aquisição de novas tecnologias para a Força Aérea.
  • Comando da Reserva da Força Aérea - opera a Reserva da Força Aérea.
  • Comando Espacial da Força Aérea - projeta o poder aéreo americano ao espaço.
  • Comando de Operações Especiais da Força Aérea - providencia forças especiais de resposta rápida, como comandos (tropas especialmente treinadas) aéreos.
  • Comando de Mobilidade Aérea - coordena e fornece transporte de tropas e suprimentos.
  • Forças Aéreas do Pacífico - responsável pela região do Pacífico-Ásia.
  • Forças Aéreas dos Estados Unidos na Europa - responsável pela Europa e África em coordenação com a OTAN.
  • Comando da Força Aérea do Ciberespaço - o mais novo Comando, o Comando do Ciberespaço terá a tarefa de proteger as comunicações e comércio dos Estados Unidos dos ataques pela Internet. Ainda não operacional - em estágio de planejamento em fevereiro de 2007, sem data definida para efetivação.

Os Comandos estão divididos em 17 Forças Aéreas Numeradas (NAFs). Os papéis específicos das NAFs estão sujeitos à freqüente reorganização. Dentre as NAFs estão alas, cada uma com 1.000 a 5.000 pessoas. Uma ala pode ser operacional, de base aérea ou de missão especializada. Uma ala operacional é freqüentemente independente com todas as funções de apoio necessárias à operação. Alas de base aérea são designadas a bases aéreas específicas e coordenam as operações da base.
Pode haver de 3 a 10 esquadrões em uma ala. Um esquadrão mantém até 24 aeronaves e sua tripulação operacional, embora unidades não aéreas também sejam chamadas de esquadrões. Esquadrões também podem ser divididos em esquadrilhas, com até 100 pessoas. Há dois tipos de esquadrilhas: numeradas e alfabéticas. Esquadrilhas numeradas são unidades com missões numeradas únicas, tais como treinamento (na verdade, são usadas somente em treinamento). Uma esquadrilha alfabética é um pequeno elemento de um esquadrão.
Durante conflitos, a Força Aérea pode dividir suas forças em Grupos ou Forças Tarefas Expedicionárias. O desdobramento das unidades da Força Aérea é mais flexível (e mais caótico) do que outros setores militares, em parte devido à alta mobilidade da Força Aérea, bem como à necessidade de integrar meticulosamente seus esforços com os das outras forças.


Postos e Abreviações Oficiais da Força Aérea

Oficiais Comissionados

Oficiais Alistados

General da Força Aérea - General de cinco estrelas (O general Henry "Hap" Arnold é a única pessoa que já ocupou esse posto)

Chief Master Sergeant da Força Aérea (SMSAF) (sem posto correspondente no Brasil) - posto mais alto de oficial alistado na Força Aérea, reporta-se diretamente ao Chefe do Estado Maior e ao Secretário da Força Aérea.
General (GEN) - General de quatro estrelas
Command Chief Master Sergeant (CCM) (sem posto correspondente no Brasil)
Tenente General (LTG) - General de três estrelas
Chief Master Sergeant (CMSGT) (sem posto correspondente no Brasil)
Major General
Senior Master Sergeant (sem posto correspondente no Brasil)

Brigadeiro General (BG)

Master Sergeant (sem posto correspondente no Brasil)

Coronel (COL)

Technical Sergeant (TSGT) (sem posto correspondente no Brasil)

Tenente Coronel (LTC)

Staff Sergeant (SSGT) (sem posto correspondente no Brasil)

Major (MAJ)

Senior Airman (SRA) (sem posto correspondente no Brasil)

Capitão (CPT)

Airman First Class (A1C) (sem posto correspondente no Brasil)

Primeiro Tenente (1LT)

Airman (AMN) (sem posto correspondente no Brasil)

Segundo Tenente (2LT)

Airman Basic (AB) (sem posto correspondente no Brasil)


Primeiro Sargento - Não há o posto separado de Primeiro Sargento na Força Aérea. Master Sergeant, Senior Master Sergeant e Chief Master Sergeants também podem ser designados como Primeiro Sargento, serviço especial reportado ao comandante da unidade


1. Introdução


2. História da Força Aérea

3. Estrutura da Força Aérea

4. Alistando-se na Força Aérea


5. A vida na Força Aérea

6. Mais informações

7. Veja todos os artigos sobre Aplicações militares







Índice
Organização

O Departamento da Força Aérea é chefiado pelo Secretário da Força Aérea que dirige os assuntos administrativos. O Departamento da Força Aérea é uma divisão do Departamento de Estado da Defesa que é chefiado pelo Secretário de Estado da Defesa dos Estados Unidos da América. A graduação mais alta de um oficial militar do departamento é o de Chefe de Estado Maior da Força Aérea.

Missão

Segundo o Governo dos Estados Unidos os principais objetivos da Força Aérea são:


  • Preservar a Paz e a Segurança, prover a Defesa dos Estados Unidos da América e suas possessões bem como todas as áreas controladas pelos Estados Unidos;


  • Apoiar inteiramente a política nacional;


  • Implementar as metas do Estado;


  • Reprimir qualquer outra nação responsável por atos agressivos que possam colocar em perigo a Paz e a Segurança do Povo Americano;


  • Voar, Lutar e Vencer no Ar, no Espaço ou no Ciberespaço.

Efetivo

A Grande maioria dos membros da Força Aérea permanecem em terra, com o objetivo de dar total apoio as equipes que operam no ar e garantir o sucesso de uma Missão.
A classificação das operações de combate variam desde um combate aéreo até uma missão secreta de repressão a países inimigos. Existem também muitos cargos que trabalham a favor da USAF, como por emeplo, Mecânico, Programadores de Computadores, Médicos e os Pilotos.

Patentes

Aviadores Alistados

US DoD Pay gradeE-1E-2E-3E-4E-5E-6E-7E-8E-9
InsigniaNo Insignia
TitleAviador
Basico
AviadorAviador de primeira
classe
Aviador
Sénior
Sargento
de Serviço
Sargento
Técnico
Sargento
Mestre
Sargento Mestre
Sénior
Chefe Sargento
Mestre
Commando chefe
Sargento Mestre
Chefe Mestre Sargento
da Força Aéria
AbbreviationABAmnA1CSrASSgtTSgtMSgtSMSgtCMSgtCCMCMSAF
NATO CodeOR-1OR-2OR-3OR-4OR-5OR-6OR-7OR-8OR-9OR-9OR-9
Oficiais Comicionais

Pay gradeO-1O-2O-3O-4O-5O-6O-7O-8O-9O-10Special
Insignia
TitleSegundo
Tenente
Primeira
Tenente
CapitãoMajorTenente
Coronel
CoronelBrigadeiro-
General
Major-
General
Tenente-
General
GeneralGeneral
da Força Aéria
Abbreviation2d Lt1st LtCaptMajLt ColColBrig GenMaj GenLt GenGenGAF
NATO CodeOF-1OF-2OF-3OF-4OF-5OF-6OF-7OF-8OF-9OF-10
1 Premiado como um patente de honra ou durante periodos de guerra declarada.

Arsenal


B-2 Spirit.



Uma parelha de F-22A Raptor.



C-141 Starlifter, Avião de carga.



A USAF, sendo a mais moderna e poderosa força aérea do planeta, conta com 5 573 aeronaves de combate. Até 1972, o Exército e a USAF mativeram um mesmo sistema de classificações das aeronaves.

Classe A (Ataque)

São projetados para atacar o solo e geralmente são usados como apoio as equipes de combate terrestre. São conhecidos pelo papel tático em vez de estratégico. O código, A faz referência à Palavra Attack (em português Ataque). Os principais modelos são:
Classe B (Bombers)

Classe C (Cargo ou Cargueiros)

Classe F (Fighters ou Aviões de Guerra)

Classe V (Vip staff transport ou Transporte VIP)

É destinada ao transporte de pessoas VIP (Very Important People), geralmente oficiais do governo como o Presidente dos Estados Unidos e o Vice-presidente.
Classe U (UAV ou unmanned air vehicle ou veículo aéreo não tripulado)

Galeria de imagens


Ver também

Notas e referências

  1. 80 P.L. 235, 61 Stat. 495 (1947); Air Force Link, (2006)Factsheets: The U.S. Air Force. Retrieved April 7, 2006.
  2. a b 2007 USAF Almanac: USAF Personnel Strength. AIR FORCE Magazine. Página visitada em 4 May de 2007.

Pentágono envia forças para costa da Líbia
AE - Agência Estado

O Pentágono está reposicionando seus navios de guerra e aviões militares nas águas ao largo da costa da Líbia, para estar pronto a impor uma zona de restrição aérea aos pilotos leais ao governante líbio Muamar Kadafi, ou então executar outras funções, como entregar ajuda humanitária, disseram hoje funcionários do Departamento de Defesa do governo americano.

Ao aumentar as forças navais e aéreas no Mediterrâneo, os Estados Unidos preparam o terreno para uma possível intervenção na guerra civil na qual mergulhou a Líbia. Nos últimos dias, a liderança militar americana tem planejado uma série de opções, para o caso da Casa Branca ordenar uma escalada na resposta dos EUA, informa o Wall Street Journal.

"É seguro dizer que, como parte disso, estamos reposicionando nossas forças para sermos capazes de prover flexibilidade, quando as decisões forem tomadas. Para sermos capazes de apresentar opções e flexibilidade", disse o coronel David Lapan, um porta-voz do Pentágono.

Funcionários afirmam que no momento o Pentágono se prepara para missões humanitárias, bem como para uma campanha que force a aviação militar líbia a ficar no solo. O apoio internacional cresceu para que seja feito um esforço coordenado que impeça Kadafi de usar helicópteros, caças e bombardeiros para reprimir manifestantes ou atacar insurgentes.

Reunidos hoje em Genebra, os chanceleres dos EUA, Itália, França, Reino Unido e Alemanha discutiram a criação de uma possível zona de exclusão aérea sobre a Líbia, bem como a criação de uma "área humanitária" em território líbio, sob controle das Nações Unidas. Os ministros, entre eles a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, pediram a Kadafi que renuncie. As informações são da Dow Jones.


Última edição por Eduardo em Sex Dez 16, 2011 6:47 pm, editado 6 vez(es)
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Mensagem em Seg Fev 28, 2011 7:38 pm por Eduardo

Exílio para Gaddafi

O presidente dos EUA, Barack Obama, pediu ao ditador que deixe o poder imediatamente. Em comunicado, o Departamento de Estado disse que “quando um líder apenas se mantém no poder para usar violência em massa contra seu povo, ele perde a legitimidade”.

O porta-voz da Casa Branca Jay Carney disse nesta segunda-feira que o exílio é uma opção para Gaddafi caso ele deixe o poder.

Em uma rápida entrevista coletiva, Carney se negou a especular sobre a possibilidade de que EUA ajudariam neste suposto exílio.

- O exílio seria uma possibilidade para produzir as mudanças.

O governo de Gaddafi, cada vez mais isolado na capital, voltou a culpar hoje os radicais islâmicos e o Ocidente pela instabilidade no país, segundo o jornal americano The New York Times. O líder líbio insiste que não deixará o governo e governará até a morte.

EUA enviam tropas ao entorno da Líbia (Pentágono)

(AFP) WASHINGTON — O Exército americano posiciona forças navais e aéreas em torno da Líbia, informou o Pentágono nesta segunda-feira, no momento em que potências ocidentais analisam a possibilidade de uma intervenção militar contra o regime do coronel Muamar Kadhafi.
"Temos funcionários trabalhando em vários planos de contingência, e acho que podemos dizer que, como parte disso, estamos reposicionando forças para que ofereçam essa flexibilidade assim que as decisões forem tomadas", declarou o porta-voz do Pentágono, Dave Lapan, à imprensa.
A mobilização de "forças navais e aéreas" daria ao presidente americano Barack Obama um leque de possibilidades diante da crise, disse Lapan, sem especificar que navios ou aviões receberam a ordem de se reposicionar, nem que possíveis ações estariam sendo consideradas.
Depois da repressão da oposição pelas forças leais a Kadhafi, os líderes europeus e americanos avaliando utilizar o poder aéreo da Otan para impor uma zona de proteção aérea sobre a Líbia, para impedir que o líder líbio bombardeie seus inimigos.
Para qualquer intervenção militar, os comandantes americanos podem recorrer ao USS Enterprise, que já está no Mar Vermelho, assim como ao navio anfíbio USS Kearsarge, que tem uma frota de helicópteros e cerca de 2 mil marines a bordo.
Além de uma possível zona de exclusão aérea, as nações ocidentais também avaliam a criação de um "corredor" humanitário nos vizinhos Tunísia e Egito para ajudar os refugiados, informou o New York Times.
O governo Obama também discute se o exército americano pode atrapalhar as comunicações para impedir que o coronel Kadhafi transmita mensagens na Líbia, escreveu o Times.
Bases dos EUA e da Otan na Itália podem servir como potenciais áreas de encenação para ações contra a Líbia, incluindo a base americana Sixth Fleet, perto de Nápoles.
O exército americano está preparando um leque de possíveis opções, mas nenhuma decisão foi tomada, informou um funcionário da Defesa.
"Estamos em uma fase exploratória neste momento", informou à AFP outro funcionário americano da Defesa, que não quis se identificar.

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