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Álcool mata mais do que aids, tuberculose e violência

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11022011

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Álcool mata mais do que aids, tuberculose e violência






Folha da Região

Bebida alcoólica mata cerca de 2,5 milhões de pessoas por ano

Jornal do Brasil - ‎há 1 hora‎
Pelo menos 2,5 milhões de pessoas morrem por ano, em todo o mundo, em consequência do consumo inadequado de álcool, segundo estudo divulgado hoje (11) pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Os especialistas do órgão analisaram 100 países e concluíram ...
Álcool mata mais do que aids, tuberculose e violência veja.com

OMS: álcool mata mais que aids, violência e tuberculose Estadão

G1.com.br - A Bola - R7 - Agora Vale todos os 65 artigos »

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Álcool mata mais do que aids, tuberculose e violência, diz OMS

G1.com.br - ‎há 12 minutos‎

Álcool mata mais do que aids, tuberculose e violência

veja.com - ‎há 16 minutos‎

OMS: álcool mata mais que aids, violência e tuberculose

Estadão - ‎há 1 hora‎

Bebida alcoólica mata cerca de 2,5 milhões de pessoas por ano

Jornal do Brasil - ‎há 1 hora‎
Pelo menos 2,5 milhões de pessoas morrem por ano, em todo o mundo, em consequência do consumo inadequado de álcool, segundo estudo divulgado hoje (11) pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Os especialistas do órgão analisaram 100 países e concluíram ...

Álcool mata 2,5 milhões de pessoas por ano em todo o mundo

A Bola - ‎há 43 minutos‎
A Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgou esta sexta-feira um relatório sobre as consequências trágicas que o excesso de álcool traz, matando 2,5 milhões de pessoas por ano em todo o mundo. A OMS deixa ainda críticas aos governos ao nível do ...

Álcool provoca 10% das mortes de jovens no mundo

R7 - ‎há 2 horas‎
O consumo de álcool mata 320 mil jovens e adolescentes por ano, sendo responsável por 9% das mortes de pessoas entre 15 e 29 anos no mundo, de acordo com um relatório divulgado nesta sexta-feira (11) pela OMS (Organização Mundial de Saúde). ...

Ainda são baixas as políticas de controle ao consumo de álcool no ...

Agora Vale - ‎há 1 hora‎
Segundo relatório da OMS (Organização Mundial de Saúde), cerca de 2,5 milhões de pessoas morrem todos os anos vítimas do álcool. Seu consumo está relacionado a diversos tipos de problemas, como cirrose, epilepsia, envenenamento, queimaduras, ...
Consumo abusivo de álcool provoca a morte de 2,5 milhões de ...

Agência Brasil - ‎há 1 hora‎
Brasília – A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou hoje (11) um alerta sobre o consumo abusivo de álcool. Ao todo, 2,5 milhões de pessoas morrem todos os anos vítimas do problema que, de acordo com o órgão, tem se tornado cada vez mais frequente ...

Álcool mata 2,5 milhões de pessoas por ano, diz OMS

Estadão - ‎há 3 horas‎

Álcool mata mais que Aids, tuberculose e violência, diz OMS

Correio do Estado - ‎há 3 horas‎
O álcool causa quase 4% das mortes no mundo todo, mais do que a Aids, a tuberculose ea violência, alertou a OMS (Organização Mundial da Saúde) nesta sexta-feira. O aumento da renda tem provocado o consumo excessivo em países populosos da África e da ...

Álcool mata mais que aids, tuberculose e violência, diz OMS

Estadão - ‎há 3 horas‎

Álcool mata 2,5 milhões de pessoas por ano

Rádio Renascença - ‎há 2 horas‎
Consumo excessivo de bebidas alcoólicas é o principal factor de risco para a saúde dos homens com idades compreendidas entre os 15 e os 59 anos e causa de 60 tipos de doença, da cirrose aos cancros do fígado ou da laringe. Um relatório divulgado hoje ...

Álcool: OMS defende que é preciso fazer muito mais para reduzir as ...

LUSA - ‎há 2 horas‎
Lisboa, 11 fev (Lusa) -- A Organização Mundial de Saúde (OMS) defende que é preciso fazer muito mais ao nível das políticas do sector para reduzir o número de mortes e problemas de saúde causados pelo consumo nocivo de álcool. ...

Álcool mata mais do que aids, tuberculose e violência


O álcool é responsável por 4% de todas as mortes no mundo. De acordo com o relatório Global Status Report on Alcohol and Health (Relatório da Situação Global sobre Álcool e Saúde), divulgado pela Organização Mundial de Saúde [na] sexta-feira, cerca de 2,5 milhões de pessoas morrem anualmente em decorrência do consumo de álcool – número maior que as mortes causadas pela aids, tuberculose ou violência física. No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, as maiores causas de morte são problemas cardiovasculares e o câncer, duas doenças relacionadas ao vício. Segundo os dados levantados pela organização, o aumento da renda per capita tem alavancado o consumo de bebidas alcoólicas em países altamente povoados na África e na Ásia, como a Índia e a África do Sul. O consumo excessivo, no entanto, tem se tornado um problema também nos países desenvolvidos, que sofrem com o crescimento das taxas de acidentes de trânsito, da violência, de doenças, da negligência infantil e do absentismo no trabalho.

“O uso prejudicial do álcool é especialmente fatal para os jovens, além de ser a causa principal de morte em homens entre 15 e 59 anos”, afirma o relatório. Os índices atingem o ápice na Rússia, país onde a cada cinco mortes uma tem como causa o consumo excessivo de álcool. E esse consumo exagerado, que frequentemente leva a comportamentos de risco, tem se mostrado prevalente, principalmente, no Brasil, Casaquistão, México, Rússia, África do Sul e Ucrânia. Em países com população predominante de muçulmanos, entretanto, os índices de consumo estão entre os mais baixos da pesquisa.

Em todo o mundo, cerca de 11% das pessoas que bebem têm ao menos um episódio de consumo excessivo por semana. Dentro desse contexto, os homens são os campeões: para cada mulher que abusa da bebida, quatro homens fazem o mesmo.

A produção caseira ou ilegal de bebida alcoólica é responsável por 30% do consumo mundial entre adultos. Algumas dessas bebidas, uma vez que não seguem padrões estabelecidos de produção, são tóxicas. Segundo o relatório da ONU, as maneiras mais efetivas de barrar o consumo exagerado, especialmente entre adolescentes, são aumentar os impostos sobre a produção, regulamentar níveis alcoólicos permitidos para motoristas e dificultar o acesso à bebida, com limitação de idade para compra.

Segundo dados publicados pela ONU em 2004, o álcool já era considerado o principal causador de 60 tipos de doenças e ferimentos. Entre a lista de mazelas causadas pela bebida estão cirrose, epilepsia, envenenamento e diferentes tipos de câncer – entre eles, câncer colorretal, mama, laringe e fígado.

(Veja)

Nota: Motoristas brasileiros sob efeito do álcool provocam mais da metade das 37.500 mortes anuais no trânsito. As estatísticas são assustadoras: de cada 100 vítimas que chegam aos IMLs para estudo cadavérico, 95 têm álcool no sangue; mais de 50% dos casos de assalto e assassinato são motivados pelo alcoolismo e mais de 2/3 dos casos de violência contra crianças causadas pelos pais são decorrentes do envolvimento com o álcool. Segundo editorial do Gazeta Digital, “as consequências [do uso do álcool] incluem acidentes fatais, violência, abandono familiar, ausência no trabalho e doenças. Estas, vale lembrar, custam caro ao poder público, algo em torno de R$ 8,5 bilhões ao ano conforme pesquisa de doutorado de Andréa Gallassi, da Universidade de Brasília (UnB). [...] No Brasil o percentual de consumidores de álcool é de 12,3%. Já o uso de cocaína no país fica em torno de 1%. [...] um dos grandes ‘culpados’ é a falta de políticas de controle do álcool, que são fracas e não são prioridade para a maioria dos governos, mesmo com seus impactos negativos. Em sentido contrário ao cigarro, que vem sendo cada vez mais banido da sociedade com leis, proibições, multas e afins, a bebida alcoólica tem na publicidade a sua grande vitrine. Nas propagandas é sinônimo de beleza, felicidade, alto astral e alegria.” À semelhança do homossexualismo, comprovadamente um estilo de vida altamente perigoso devido aos riscos à saúde, o consumo de álcool não devia ser glamourizado na mídia. Nos países muçulmanos, o fator religioso sem dúvida contribui para o baixo consumo de álcool. Se o Ocidente não tivesse permitido a corrosão de suas raízes cristãs (lembre-se de que a Bíblia não recomenda o consumo de bebidas alcoólicas), a história também poderia ser diferente aqui.[MB]
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Eduardo

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