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[Inglaterra] Supremo Tribunal quer agora decidir em que os cristãos devem crêr

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13032011

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[Inglaterra] Supremo Tribunal quer agora decidir em que os cristãos devem crêr






Supremo Tribunal da Inglaterra decide que cristãos podem dar sua aprovação ao sexo homossexual

Christine Dhanagom
LONDRES, Inglaterra, 8 de março de 2011 (Notícias Pró-Família) — Depois da decisão do Supremo Tribunal de Londres da semana passada decidindo que um casal cristão pode ser proibido de cuidar de órfãos devido à sua indisposição de apoiar o estilo de vida homossexual, alguns comentaristas estão apontando para o fato de que a decisão equivale a um veredicto sobre o que é e não é a autêntica doutrina cristã.
A decisão do tribunal concluiu que Eunice e Owen Johns não haviam sido vítimas de discriminação religiosa quando a municipalidade de Derby rejeitou sua inscrição de pais adotivos, com base na alegada incapacidade do casal cristão de “promover a diversidade”.
Apesar da declaração do casal numa conversa com uma assistente social de que as convicções deles com relação à homossexualidade “têm como base suas convicções e opiniões religiosas”, tanto a Comissão de Pais Adotivos quanto o Supremo Tribunal tentaram separar a religião do casal de suas opiniões a favor do casamento tradicional a fim de evitar acusações de discriminação religiosa.
De acordo com a decisão do tribunal, numa reunião da Comissão de Pais Adotivos de 2007 que estava considerando a inscrição do casal, a Comissão expressou preocupação de que sua decisão pareceria discriminatória contra o casal cristão com base religiosa.
A Comissão escreveu: “A secretaria precisa tomar cuidado para não parecer estar cometendo discriminação contra eles com base religiosa. A questão não foi provocada simplesmente por causa da religião deles, pois há pessoas homofóbicas que não são cristãs”.
Em sua análise da ação da municipalidade defendendo suas ações, o tribunal comentou: “o acusado [a municipalidade] diz que tem aprovado pais adotivos que são cristãos muito firmes que têm convicções ortodoxas… e pais adotivos muçulmanos devotos que semelhantemente são leais à sua religião, mas que em ambos os exemplos são capazes de valorizar a diversidade apesar de suas profundas convicções religiosas”.
Recusando anular a decisão da municipalidade, o tribunal concordou que a decisão não era discriminação porque era baseada no fato de que o casal cristão desaprova a homossexualidade, não por causa do fato de que sua religião cristã desaprova a homossexualidade.
De acordo com a autoridade judicial mais elevada do Reino Unido, então essas duas coisas são evidentemente separáveis em princípio.
David Cameron, primeiro-ministro britânico, também deu sua sugestão com sua própria interpretação do Cristianismo, que apoia a diferença que o tribunal fez. De acordo com uma reportagem de terça-feira no jornal Derby Telegraph, quando lhe perguntaram se o Cristianismo é incompatível com a aceitação da homossexualidade, o sr. Cameron respondeu: “Penso que os cristãos têm de ser tolerantes, acolhedores e liberais”.
Em resposta a esses dois acontecimentos, um popular blogueiro conservador do Reino Unido, que escreve sob o pseudônimo de “Arcebispo Cranmer”, escreveu na terça-feira passada: “Ontem, o Supremo Tribunal varreu para o lixo 2.000 anos de ortodoxia e tradição cristã ao divorciar a ética sexual do Cristianismo… É uma manifesta falsidade os juízes do Supremo Tribunal afirmarem que as convicções morais que um cristão tem sobre sexo nada têm a ver com sua fé cristã”.
“Cranmer” assemelhou a decisão a um veredicto de 2009 dado pelo Supremo Tribunal da Inglaterra contra uma escola de judeus ortodoxos. A escola havia proibido a entrada de um estudante potencial cuja mãe era uma mulher convertida ao judaísmo na base de que o estudante não era etnicamente semítico; daí, não era judeu.
A decisão do tribunal de que a escola poderia ser condenada por discriminação racial foi apoiada por seitas judaicas mais progressistas, que creem, diferente dos ortodoxos, que o judaísmo não tem conexões inerentes à identidade étnica.
Contudo, a decisão foi criticada por líderes judeus e especialistas legais como estabelecendo um perigoso precedente ao permitir que o tribunal dite para judeus ortodoxos o que é e o que não é parte integral da religião deles.
Agora, alguns estão questionando se a decisão da segunda-feira passada estabeleceu um precedente semelhante para o Cristianismo.
Numa análise do caso, Robert Pigott, correspondente de assuntos religiosos do noticiário BBC News, pareceu ecoar essa preocupação: “O tribunal fez diferença entre tipos de Cristianismo, dizendo que os cristãos em geral podem muito bem ser bons pais adotivos, enquanto pessoas com opiniões cristãs tradicionais como Eunice e Owen Johns não podem”.

Ateu gay dá alerta contra nova tirania… moralidade esquerdista oprimindo os cristãos

John-Henry Westen
LONDRES, Inglaterra, 4 de março de 2011 (Notícias Pró-Família) — A decisão da Suprema Corte em Londres, feita na semana passada, proibindo casais cristãos pró-família de cuidar de crianças órfãs está preocupando até mesmo ateus que se descrevem como gays. Os juízes decidiram que é conveniente proibir casais cristãos de cuidar de crianças órfãs já que eles se recusam a apresentar o sexo homossexual como benéfico.
David Starkey, um renomado historiador e personalidade dos meios de comunicação da Inglaterra, estava debatendo a decisão na rede de televisão BBC ontem. Starkey disse: “Sou gay e sou ateu, mas tenho profundas dúvidas acerca desse caso. Parece-me que o que estamos fazendo está produzindo uma nova moralidade tirânica que é, em todos os aspectos, tão opressiva quando a velha”.
Starkey descreveu que cresceu como homossexual sofrendo o que ele acredita terem sido importunações da polícia. Contudo, ele disse: “Estou muito, muito preocupado com o fato de que um novo tipo de moralidade liberal está entrando, a qual, conforme eu já disse, é intolerante, é muito opressiva, é muito intrusiva na vida das famílias”.
Starkey também mencionou o caso do casal britânico que era dono de uma pensão e foi multado já que não queria hospedar uma dupla homossexual. Starkey disse que se opunha à multa sugerindo outra atitude: “O jeito de fazer isso não é proibi-los, não é multá-los. Eles deveriam simplesmente providenciar o que me parece um aviso bastante apropriado numa pensão particular que diz: Somos cristãos e temos convicções cristãs”.
“Caso contrário, estamos, como eu disse, produzindo uma nova tirania”, ele acrescentou.
Starkey notou que sua própria mãe era cristã e se opunha firmemente à homossexualidade, que Starkey disse o fez quem ele é.
Starkey concluiu suas observações de modo enfático declarando: “Viver sob… a imposição de uma moralidade é uma ideia muito ruim”.


Governo tem o direito de exigir que pais adotivos aceitem o homossexualismo, conforme decisão do Supremo Tribunal da Inglaterra

Thaddeus Baklinski
LONDRES, Inglaterra, 28 de fevereiro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Um casal cristão da Inglaterra que estava lutando contra a comissão de adoções de sua prefeitura local por causa de uma decisão proibindo-os de cuidar de crianças órfãs por causa de sua fé e sua indisposição de aceitar a homossexualidade perdeu seu recurso legal no Supremo Tribunal de Londres.
Em fevereiro de 2008, Eunice e Owen Johns de Derby entraram com uma ação legal contra a Câmara de Vereadores de Derby quando a prefeitura não permitiu que eles cuidassem de crianças órfãs porque eles disseram que não queriam falar com as crianças sobre a homossexualidade como se fosse um “estilo de vida” aceitável, e que eles insistiriam em que as crianças sob os cuidados deles acompanhassem a família à igreja nos domingos.
Em novembro de 2010 ambas as partes pediram ao tribunal que decidisse se o casal cristão tinha ou não permissão de cuidar de crianças órfãs, ou se eles poderiam ser excluídos de cuidar dessas crianças sob a lei de igualdade por causa de suas convicções cristãs.
De acordo com o jornal Daily Mail, o Lorde Juiz Munby e o Senhor Juiz Beatson deram a decisão de que as leis que protegem as pessoas de discriminação por causa de sua orientação sexual “devem ter prioridade” sobre o direito de não sofrer discriminação com base em princípios religiosos.
Em sua decisão, os juízes declararam: “Há uma tensão entre as cláusulas da lei de igualdade com relação à discriminação religiosa e as cláusulas sobre orientação sexual. Contudo, no que se refere a cuidar de crianças órfãs ou adotá-las, as cláusulas de igualdade com relação à orientação sexual devem ter prioridade”.
“As autoridades locais têm o direito de exigir que sejam demonstradas atitudes a favor da homossexualidade”, escreveram eles.


Eunice e Owen Johns
Fora do tribunal hoje, o casal cristão, que é pentecostal e já trabalhou como pais adotivos de aproximadamente 20 crianças, disse para os jornalistas: “Tudo o que queríamos era oferecer um lar cheio de amor para crianças em necessidade. Temos um bom currículo e histórico como pais adotivos. Mas pelo simples fato de que somos cristãos, com opiniões cristãs normais sobre ética sexual, estamos evidentemente sendo considerados inaptos para trabalhar como pais adotivos”.
Andrea Minichiello Williams do Centro Legal Cristão, que está defendendo o casal, disse num comunicado à imprensa que o veredicto significa que os cristãos que têm opiniões cristãs ortodoxas sobre família, casamento e sexualidade continuarão a enfrentar dificuldades para cuidar de crianças órfãs e em processos de adoção e os tribunais não intervirão para deter essas dificuldades.
“Eunice e Owen Johns foram humilhados e marginalizados por um órgão governamental (a Comissão de Igualdade e Direitos Humanos) que disse que suas opiniões cristãs — que estão de acordo com as opiniões cristãs predominantes — poderiam “infectar” as crianças. Praticamente, os juízes britânicos lhes disseram que as opiniões cristãs deles podem prejudicar as crianças”, disse Williams.
“O que aconteceu com esse casal pentecostal é parte de uma tendência maior que estamos vendo em anos recentes”, comentou mais Williams.
“Os juízes estão cada vez mais interpretando a lei de um jeito que favorece os direitos homossexuais acima da liberdade de consciência. Áreas importantes da vida pública estão agora se tornando proibidas para cristãos que não querem fazer concessões em suas convicções. Se os valores morais dos cristãos são prejudiciais para as crianças e inaceitáveis para o Estado, então quantos anos ainda nos resta antes que o governo comece a tirar os filhos naturais dos cristãos?”
Informações de contato:
Derby City Council
Saxon House, Heritage Gate, Friary Street, Derby, DE1 1AN
United Kingdom
Phone: 01332 293 111
Fax: 01332 255 121
Email: customerservices@derby.gov.uk

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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com
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