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Uso de dispositivos digitais pode causar fadiga cerebral

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16032011

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Uso de dispositivos digitais pode causar fadiga cerebral







Uso de dispositivos digitais pode causar fadiga cerebral


Um estudo da Universidade da Califórnia, em São Francisco (EUA), mostrou que o uso constante ou excessivo de dispositivos digitais pode causar fadiga cerebral. No entendimento dos pesquisadores, os dispositivos móveis ocupam espaços de ociosidade importantes para a fixação, compreensão e criação de novas ideias. Observando o comportamento de ratos expostos a estímulos constantes, os pesquisadores perceberam que, quando os roedores passam por uma experiência nova, como explorar uma área desconhecida, seus cérebros mostram novos padrões de atividade. No entanto, o processamento das informações só ocorre quando há uma pausa para assimilação. “Quase com certeza, o tempo de inatividade deixa o cérebro repassar as experiências, solidificá-las e transformá-las em memórias permanentes em longo prazo”, diz Loren Frank, professor-assistente do departamento de fisiologia da universidade, onde se especializa em aprendizado e memória, segundo informa o New York Times.

Frank acredita que, exposto à constante estímulo, o cérebro “interrompe o processo de aprendizado”. Outro estudo, da Universidade de Michigan, descobriu que as pessoas aprendiam expressivamente melhor após uma caminhada na natureza do que em um ambiente urbano, o que sugeria que o bombardeio de informações deixa as pessoas em estado de fadiga.

(Portal Imprensa)

Nota: Conforme tenho dito em minhas palestras sobre a influência da mídia e sustento em meu livro Nos Bastidores da Mídia, não tenho dúvidas de que é plano do inimigo de Deus manter nossa mente constantemente sobrecarregada de estímulos a fim de que percamos a tão necessária capacidade de reflexão. Cada vez se torna mais difícil para as pessoas das novas gerações se concentrar em atividades que exijam profundidade de pensamento (como o estudo das profecias bíblicas, por exemplo). É a Síndrome do Pensamento Acelerado, como definiu o psicoterapeuta Augusto Cury. Assim, as palavras de Paulo em Romanos 12:2 não encontram aplicação na vida das pessoas superestimuladas. Há mais de um século, a escritora Ellen White já defendia o poder de uma boa caminhada e do contato com a natureza. Precisamos mais do que nunca – nestes tempos solenes – de uma mente vigorosa, capaz de discernir entre o certo e o errado. Precisamos tomar tempo para nos aquietar e saber que o Senhor é Deus (cf. Salmo 46:10).[MB]
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