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Crise da economia global está iminente

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05082011

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Crise da economia global está iminente






As bolsas de valores de todo o mundo estão derretendo e os investidores entrando em estado de pânico por causa da recessão econômica que deve atingir em breve os Estados Unidos e diversos países da Europa. A sensação é de que uma bomba-relógio está ligada e pode ser detonada a qualquer momento, caso países como a Espanha e a Itália entrem em colapso, afirmou o economista da Prosper Corretora, Demétrius Borel Lucindo. Na edição desta quinta-feira, a revista americana Times alerta para uma crise iminente da economia global. Segundo o artigo assinado por Zachary Karabell, as reações das bolsas americanas, que apresentaram quedas substanciais nos últimos dias, só representam o crescente consenso entre a classe dos investidores que uma dupla recessão é prevista e como resultado, as bolsas de todo mundo vão passar por tempos difíceis, com grande chance de quebra. O autor ainda argumenta que mesmo para os mais otimistas analistas de mercado uma nova recessão é provável.



O artigo da revista Times cita o respeitável analista de mercado John Hussman, que, segundo ele, teme como desencadeador da crise global o contínuo crescimento chinês, que terá, em curto prazo, repercurssões em países como o Brasil, Canadá e Austrália. Nem o aguardado acordo entre democratas e republicanos sobre o aumento do teto da dívida americana realizado no início desta semana afastou as preocupações dos investidores do mercado de ações. Na verdade, elas ganharam força com a perspectiva de que a maior economia mundial terá que conter de forma representativa seus gastos e, desta forma, abalar a já abalada situação financeira do próprio país e das demais economias está assustando os mercados. A crise em países de peso na Europa, como Itália e Espanha, ainda reforça o cenário de cautela, com a possível contaminação da crise para novos países de maior peso na região.

No Brasil, o pregão da Bolsa de Valores de São Paulo teve o segundo pior resultado do ano nessa quarta-feira, com baixa de 2,26%, aos 56.017 pontos, o menor nível desde setembro de 2009. No acumulado do mês, a queda chega a 4,77% e, no ano, a 19,17%. "Mesmo com todas as incertezas lá fora, não há nada que justifique tamanho derretimento do mercado acionário brasileiro. Aqui, o consumo continua forte e as empresas listadas na Bovespa, lucrando como nunca", destacou o economista da Prosper. Na manhã desta quinta-feira, o pânico ainda tomava conta dos investidores. Com pouco mais de dez minutos de pregão, a Bolsa de Valores de São Paulo rompeu não só o patamar de 56 mil pontos como também o dos 55 mil pontos. Às 10h31, a queda era de 2,43%, a 54.669 pontos. Nos EUA, o Dow Jones recuava 1,40% no mesm o horário. Na Ásia, o iene desabava ante o dólar, depois que as autoridades japonesas intervieram para conter a alta recente da moeda, impulsionando a Bolsa de Tóquio. A maioria dos mercados da região, porém, fechou em queda devido aos temores sobre a desaceleração do crescimento mundial.

Fonte - Estado de Minas

Nota DDP: Ver também "Crise já atinge sistema financeiro da Europa". Destaque:

“A questão fiscal da Europa deveria ter sido resolvida em maio de 2010. Estamos vivendo uma situação de total despreparo político, leviandade, omissão e falta de liderança em geral. E os Estados Unidos estão entrando na mesma trilha. A lição que a Europa já nos deu é que a conta dos erros chega. E, quanto mais tarde aceitar pagá-la, mais caro fica. Por onde começar? Aos tropeços! Mas antes, é preciso aceitar que o dinheiro acabou. Essa ficha ainda não caiu “, afirma um economista brasileiro, com muita experiência no mercado financeiro internacional.

Fonte: ESTADO DE MINAS via Crise da economia global está iminente



Mundo ainda não saiu da crise econômica, diz chefe do FMI




Apesar da recuperação nos últimos anos, o mundo ainda está sentindo os efeitos da crise econômica mundial, disse nesta quinta-feira o diretor-gerente do FMI (Fundo Monetário Internacional), Dominique Strauss-Kahn.

"Nós ainda estamos na crise, e as consequências da crise ainda são muito fortes", afirmou Strauss-Kahn em Washington, onde o FMI e o Banco Mundial realizam a partir de sexta-feira sua reunião de primavera.

"Certamente, a recuperação está ficando mais forte, mas todos podem ver que não é a recuperação que nós queremos", disse, ressaltando que ainda há desequilíbrios entre o ritmo de recuperação dos países. "Essa é certamente a razão da incerteza permanecer muito alta."
O desequilíbrio não é apenas entre nações, mas dentro dos próprios países, com desigualdade de renda, "que são muito altas, como os recentes eventos no Oriente Médio e no norte da África mostraram", disse Strauss-Kahn, citando as revoltas populares ocorridas naquelas regiões.

De acordo com o FMI, nas economias avançadas, o ritmo da recuperação permanece lento, o desemprego é alto, e há vulnerabilidades fiscais e financeiras.

Para os mercados emergentes, os principais desafios estão relacionados ao risco de superaquecimento. Nos países pobres, os preços dos alimentos e dos combustíveis voltam a causar preocupação, disse o diretor do FMI.

Desemprego


Segundo Strauss-Kahn, o desemprego também é um dos principais problemas enfrentados atualmente, e seu combate deve ser prioridade.

"Seria demais dizer que é uma recuperação sem empregos, mas é certamente uma recuperação sem empregos suficientes", disse. "A questão agora é: empregos, empregos, empregos."
O diretor citou o exemplo das revoltas populares surgidas recentemente em países árabes e muçulmanos do Oriente Médio e do norte da África, ao avaliar o impacto do desemprego.

"Os dados macroeconômicos (nesses países) não são ruins, mas as pessoas não sentem nenhuma mudança em sua situação", disse, ao referir-se especificamente às revoltas na Tunísia e no Egito.

Segundo Strauss-Kahn, o desemprego entre jovens é um dos principais desafios, e o que antes era uma fase transitória de desocupação até que essas pessoas chegassem ao mercado de trabalho, agora corre o risco de se tornar uma "sentença perpétua".

Os países não podem se apoiar na ideia de que o crescimento econômico é suficiente, disse Strauss-Kahn. "Nós precisamos de mais do que crescimento. Precisamos de políticas ativas."
"O desafio é preservar a coesão social sem colocar em risco a estabilidade macroeconômica, especialmente no Oriente Médio", afirmou.

Inflação


O diretor do FMI disse que os riscos de inflação surgidos em muitas economias emergentes são uma preocupação e precisam ser abordados de acordo com as características de cada país.

No Brasil, as pressões inflacionárias têm gerado preocupação, e as projeções apontam para índices perto de 6,5%, teto da meta estipuladas pelo governo (de 4,5%, com margem de dois pontos percentuais para cima ou para baixo).

O diretor do FMI voltou a citar o controle de capitais, tema de um relatório divulgado na semana passada, no qual o órgão recomenda, pela primeira vez, o controle de capitais.

Muitos países, entre eles o Brasil, vêm enfrentando fluxos excessivos de capital estrangeiro, o que provoca uma valorização da moeda e, consequentemente, reduz a competitividade das exportações no mercado internacional.

Segundo Strauss-Kahn, em alguns países, as maneiras "tradicionais" de abordar o problema, como aumento da taxa de juros ou acúmulo de reservas, pode ter chegado a um limite, e o uso de controle de capitais pode ser uma opção.

"Pode ser útil, em uma base temporária, porque é compreensível que um país onde há um aumento no fluxo de capitais realmente prejudicial, é preciso fazer algo", disse.
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Eduardo

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