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Dr. Siegfried Julio Schwantes

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07092011

Mensagem 

Dr. Siegfried Julio Schwantes






Coloco abaixo uma entrevista feita pelo jornalista Michelson Borges (contida em seu livro Por que creio: doze pesquisadores falam sobre ciência e religião, 2ª Ed., Tatuí, SP : Casa Publicadora Brasileira, 2004) ao Dr. Siegfried Julio Schwantes, doutor em Estudos Vétero-Testamentários, o que inclui o estudo das línguas semíticas, fala com autoridade sobre os manuscritos do Mar Morto. De acordo com ele, os manuscritos concordam com o texto bíblico, acabando com a idéia de alteração da mensagem bíblica. Schwantes também determina que a expressão “dia”, em Gênesis 1, é literal: “A língua original de Gênesis só conhece um valor para o termo yom (dia). Nenhum texto bíblico apóia a idéia de que yom possa significar ‘época’.”


Uma fonte confiável

O Dr. Siegfried Julio Schwantes nasceu em Poços de Caldas, Minas Gerais, em 24 de julho de 1915. Aos 11 anos foi para o Colégio Alemão, em Rio Claro, SP. Algum tempo depois, seus pais resolveram mudar-se para São Paulo, para favorecer a educação dos filhos. Schwantes prestou então o exame de admissão para o Ginásio do Estado, que era o estabelecimento padrão para todo o Estado de São Paulo, na época.

Os demais estudos foram feitos nos Estados Unidos: bacharelado em Física e Química no Pacific Union College, em 1938; mestrado em Teologia na antiga Potomac University (hoje Andrews University), em 1949; doutorado em Estudos Vétero-Testamentários na Johns Hopkins University, em 1963. Este doutorado incluía estudos das línguas semíticas, o que fez com que no segundo ano Schwantes tivesse que estudar cinco línguas simultaneamente: hebraico, aramaico, árabe, egípcio antigo (inclusive a leitura de hieróglifos) e acádio (a língua mãe do assírio e do babilônico).

Desde o tempo em que foi professor de Ciências no antigo Colégio Adventista Brasileiro (hoje Centro Universitário Adventista, campus 1), durante cinco anos, sua vida foi dedicada ao ensino e à pesquisa. Foi diretor do Instituto Teológico Adventista (hoje IPAE) durante três anos e meio; professor no Spanish-American Seminary, durante um ano; oito anos como professor de Teologia, no Instituto Adventista de Ensino (hoje UNASP); quatro anos lecionando Teologia, na Andrews University; cinco anos como diretor do Departamento de Teologia do Middle East College, Líbano; diretor do Departamento de Teologia no Collonges sous Salève (Seminário Adventista da França), durante seis anos e meio; professor de Teologia na Universidade de Montemorelos, México, durante um ano e meio, de onde saiu aposentado, em 1980. A seguir lecionou em várias faculdades incluindo o Avondale College, na Austrália e o Adventist International Institute of Advanced Studies, nas Filipinas, até sua “aposentadoria definitiva”, em 1995.

Suas principais obras publicadas são: Colunas do Caráter (publicado em 1957 pela Casa); A Short History of The Ancient Near East, publicado pela Baker Book House, em 1965; The Biblical Meaning of History, Pacific Press, 1970; O Despontar de Uma Nova Era (Casa), Mais Perto de Deus (livro de meditações do ano de 1991); Estudos em Arqueologia (IAE, 1983); além de numerosos artigos publicados nas seguintes revistas: Andrews Univesity Semminary Studies, Vetus Testamentum, Zeitschrift fur Alttestamentliche Wissenschaft e Revista Adventista.

Em 2005, concedeu esta entrevista ao jornalista Michelson Borges.

O Dr. Schwantes residia em Silver Spring, Maryland, EUA, antes de falecer, em junho de 2008.

Ao longo de tantos anos como pesquisador da arqueologia bíblica e das línguas semíticas, o que mais lhe chamou a atenção quanto à confiabilidade das Escrituras?

A Arqueologia não prova a Bíblia, mas demonstra que o quadro cultural e histórico da Bíblia corresponde à realidade. Se este quadro é fidedigno, segue se que a mensagem religiosa que ela comunica ao leitor é também digna de fé. A Arqueologia, projetando luz sobre a língua, história e religião de povos contemporâneos de Israel, permite-nos compreender muitos termos técnicos e alusões históricas, que de outro modo nos escapariam. Como por exemplo, podemos citar o termo Miqweh, de I Reis 10:28, que permaneceu obscuro até que o Dr. William F. Albright reconheceu nele uma referência a Qweh, nome antigo da Cilícia, de onde Salomão importava cavalos.

Há quem acredite que o texto bíblico, ao ser traduzido, pode ter sido alterado de tal forma que já não se pode confiar integralmente em sua mensagem. Isso é assim?

Não há perigo de que o texto bíblico tenha sofrido seriamente ao ser traduzido de uma língua para outra. O Antigo Testamento, por exemplo, foi traduzido do hebraico para o grego entre 250 e 150 antes de Cristo, para o benefício de congregações judaicas no Egito que não mais estavam familiarizadas com a língua materna. O Antigo Testamento resultante é conhecido como a Septuaginta. Há várias cópias da Septuaginta, e ela é citada por muitos estudiosos, conhecidos como “pais da igreja”, inclusive por escritores do Novo Testamento. Pois bem, essas citações podem ser comparadas com o texto hebraico, e verifica se que as pequenas divergências não afetam nenhuma doutrina fundamental. Jerônimo traduziu o Antigo Testamento do hebraico para o latim, e o texto resultante, conhecido como a Vulgata, foi a única Bíblia que a Europa conheceu durante a Idade Média. Longe de as traduções corromperem o texto bíblico, elas permitem comparar as várias traduções e constatar um elevado grau de respeito pelo texto original.

Fale sobre os Manuscritos do Mar Morto.

Os Manuscritos do Mar Morto, que começaram a vir à luz em 1947, contêm além de livros próprios da seita dos essênios, dois manuscritos de Isaías e um comentário do livro de Habacuque, além de muitos fragmentos que resistiram à passagem do tempo. Os estudiosos têm aí a oportunidade de comparar os textos bíblicos tais quais eram no tempo de Cristo com os melhores textos do Antigo Testamento em hebraico, que chegaram até nós. De novo as diferenças são mínimas, geralmente diferenças de ortografia, uso de sinônimos, e outras pequenas variantes, que não afetam nenhuma doutrina bíblica.

A datação do material foi facilitada pelo fato de que muitas moedas foram ali achadas. Como de Vaux observou, “as datas são confirmadas [também] pela cerâmica em diferentes partes do edifício”.

Note que mil anos separam os textos bíblicos achados nas cavernas de Qumran dos melhores manuscritos do Antigo Testamento. Havia grande oportunidade para que erros fossem introduzidos no texto bíblico. A concordância dos textos atesta o esmero com que os copistas fizeram seu trabalho para preservar a pureza do texto do Antigo Testamento que chegou até nós.

Tomando como exemplo o Rolo A de Isaías, de todos o mais completo, pode-se afirmar que seu texto consonantal é praticamente idêntico ao texto de Isaías contido na Bíblia Hebraica, editada por Jacob Bem Chayyim, em 1527.

Podemos aceitar que os dias da Criação foram realmente dias de 24 horas? O que a língua original de Gênesis nos diz a respeito?

A língua original de Gênesis só conhece um valor para o termo yom, que significa “dia”. Nenhum texto bíblico apóia a idéia de que yom possa significar “época”.

Algumas pessoas, numa tentativa de evitar maiores problemas com o evolucionismo, aplicam a teoria dos dias-eras ao relato de Gênesis 1. Para elas, os seis dias da criação são, na verdade, longos períodos de tempo. Será que isso é possível? Antes de mais nada, é preciso deixar claro que o termo yom em Gênesis 1 não se liga a qualquer preposição; não é usado em uma relação construtiva; e não tem nenhum indicador sintático que seria de esperar para um uso extensivo não literal. Nas Escrituras, a palavra yom invariavelmente significa um período literal de 24 horas, quando precedida por um numeral, o que ocorre 150 vezes no Antigo Testamento. Obviamente, no relato da Criação existe sempre um numeral precedendo aquela palavra – primeiro, segundo, terceiro... sétimo dia; e essa regra para a tradução de yom como um dia literal aplica-se neste caso. O que parece ser significativo, também, é a ênfase dada à seqüência dos numerais 1 a 7, sem qualquer hiato ou interrupção temporal. Esse esquema de sete dias (seis dias de trabalho seguidos por um sétimo dia de repouso) interliga os dias da Criação como dias normais em uma seqüência consecutiva e ininterrupta. O relato da Criação em Gênesis 1 não somente liga cada dia a um numeral seqüencial, como também estabelece as fronteiras do tempo mediante a expressão “tarde e manhã” (versos 5, 8, 13, 19, 31). A frase rítmica “e houve tarde e manhã” provê uma definição para o “dia” da Criação; e se o “dia” da Criação constitui-se de tarde e manhã, é, portanto, literal. O termo hebraico para “tarde” – ‘ereb – abrange toda a parte escura do dia (ver dia/noite em Gên. 1:14). O termo correspondente, “manhã” (em hebraico bqer) representa a parte clara do dia. “Tarde e manhã” é, portanto, uma expressão temporal que define cada dia da Criação como literal. Não pode significar nada mais.

Outra espécie de evidência interna no Antigo Testamento para o significado dos dias resulta de duas passagens sobre o sábado no Pentateuco, que se referem aos dias da Criação. Elas informam ao leitor quanto a como os dias da Criação foram compreendidos por Deus. A primeira passagem faz parte do quarto mandamento do Decálogo, e está registrada em Êxodo 20:9-11: “Seis dias trabalharás ... mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus ... porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra ... e ao sétimo dia descansou; por isso o Senhor abençoou o dia de sábado e o santificou.” Estas palavras foram proferidas por Deus (verso 1). A ligação com a Criação transparece no vocabulário (“sétimo dia”, “céus e terra”, “descansou”, “abençoou”, “santificou”) e no esquema “seis mais um”. Evidentemente as palavras usadas nos Dez Mandamentos deixam claro que o “dia” da Criação é literal, composto por 24 horas, e demonstram que o ciclo semanal é uma ordenança temporal da Criação. Argumentar em contrário, é forçar o texto bíblico a dizer o que não diz.

Por que o senhor considera o criacionismo uma filosofia mais aceitável que o evolucionismo?

Porque não posso conceber que o Universo maravilhoso em que vivemos pudesse ter vindo à existência a partir do nada. Não posso conceber, tampouco, que o caos pudesse se transformar num cosmos sem a intervenção de um Deus infinitamente sábio e poderoso. “Os céus declaram a glória de Deus” (Salmo 19:1). A entropia, um princípio básico da Física, sugere degradação e desordem crescentes, e não organização e harmonia. Nem o criacionismo, nem o evolucionismo podem ser verificados no laboratório, como exige a ciência. Ambos não passam de filosofias, e como filosofias só são aceitos pela fé. Se é questão de fé, prefiro aquela que requer menos credulidade. É para mim mais crível que um Deus infinitamente sábio e onipotente trouxesse este Universo à existência, do que crer que o Universo surgisse do caos espontaneamente.

Para o senhor, quais são as maiores evidências da existência do Criador?

A maior evidência da existência do Criador é justamente este Universo com toda a sua beleza e harmonia. O Big Bang pressupõe energia inicial que explode e se expande, para produzir o Universo tal qual existe hoje. De onde veio essa energia, se do nada, nada pode surgir? A complexidade irredutível observada mesmo em uma célula viva não poderia ter vindo à existência por um processo evolucionário, de incremento em incremento. A razão é que os mecanismos biológicos não funcionariam antes de todos os componentes estarem presentes e funcionando. Uma célula viva mais se parece a uma fábrica sofisticada do que a um glóbulo de proteína, como Darwin imaginava. O desígnio evidente em toda natureza só pode ser produto de um Planejador infinitamente sábio e onipotente. E é a esse Planejador que eu adoro como meu Deus.
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O mestre Schwantes descansa


Terça-feira, Junho 10, 2008

O primeiro livro adventista que li na vida, entre os 14-15 anos, foi O Despontar de Uma Nova Era, do Dr. Siegfried Julio Schwantes. Na época, eu nem sabia que existia uma igreja chamada Adventista do Sétimo Dia, mas o livro, vendido para os meus pais por um colportor, causou profundo impacto sobre mim, especialmente pela maneira profunda, mas simples de explicar as profecias bíblicas. Mais de 15 anos depois, eu teria a honra de publicar em meu livro Por Que Creio a última entrevista com o grande mestre. (Leia a entrevista aqui.) Ele faleceu no dia 1º deste mês.

O Dr. Schwantes era bacharel em Física e Química, mestre em Teologia e doutor em Estudos Vétero-Testamentários pela Johns Hopkins University. Escreveu vários livros, entre eles:

Colunas do Caráter




O Despontar de Uma Nova Era



E o devocional Mais Perto de Deus. Mas o que talvez pouca gente saiba é que ele era uma pessoa muito simples e prestativa, tendo ajudado vários estudantes a seguirem a carreira acadêmica. Um desses beneficiados foi o jovem Israel, que, como forma de homenagem ao grande mestre, se auto-intitula Israel David Ben Schwantes. Vou deixar que o próprio “filho de Schwantes” conte sua história [MB]:

“Quando em 1995 recebi o comunicado do campus adventista em que estudava com a sentença de deixar a escola por mau (leia-se péssimo) comportamento, eu sabia que para mim tudo terminaria ali. Eu era um aluno integral, não tinha a menor perspectiva de futuro fora do campus (não naquele momento) e voltar para o lugar de onde havia saído era o fim mais previsível para uma carreira como a minha, com o conseqüente naufrágio certo de minha fé jovem e desastrada. Foi então que o amor de um professor mudou a minha vida.

“Eu já estava na Igreja havia dois anos, mas a mensagem adventista não fazia muito sentido para mim. Eu acreditava na doutrina que ela advoga, mas daí a fazer da fé o catalisador de uma mudança radical de vida era uma história muito diferente, pois por toda a vida eu havia aprendido a ser mau e precisava de algum tempo para desaprender isso e aprender a lutar para ser bom. Às vezes, as cicatrizes da nossa vida longe de Deus são demasiado profundas para serem curadas pela razão somente. Além disso, isso raramente acontece de uma só vez.

“No dia seguinte, cheguei muito cedo à igreja – fui o primeiro a entrar – e de joelhos caí no choro diante de Deus. Alguns minutos se passaram antes que eu sentisse uma mão pousando no meu ombro e ouvisse a pergunta: ‘Algum problema, meu jovem?’ Aquilo era tudo o que eu precisava naquele momento. Eu estava sozinho, sofrendo, e ter alguém que ouvisse era tudo o que eu queria (embora não houvesse defesa justa para o meu caso). A figura interessada era o pastor Siegfried Julio Schwantes, que então prestava sua última assistência como professor missionário num campus adventista (isso após muitos anos de sua jubilação) e que naquele momento parava para ouvir os lamentos de um menino da roça que havia cometido erros demais.

“O pastor Schwantes e eu já havíamos nos cruzado no campus algumas vezes antes daquele dia. Eu gostava de inglês e, volta e meia, ele tinha a bondade de me ensinar alguma coisa nova ou de corrigir algum erro de falante aprendiz. Era muito generoso o bom velhinho.

“No campus ele era uma lenda viva. Comentava-se muito de sua reputação intelectual e de seus serviços prestados à obra adventista em várias partes do mundo. Para mim, ele era um gigante. Contei-lhe que eu era um caso perdido e que teria que deixar a escola em breve, tendo adiante um futuro nada promissor. Então ele me disse: ‘Deus é onipotente; logo não há casos perdidos. Eu falarei por você, pedirei uma segunda chance!’

“Não sei que meios ele usou para que eu permanecesse no campus (hoje até suspeito que o comunicado que recebi fosse só parte de um tratamento de choque, calculado para funcionar como o último recurso em favor de minha alma), mas o fato é que eu fiquei no campus e ele passou a cuidar de mim pessoalmente. Recebi dele novos estudos bíblicos, ele me ajudava com trabalhos de escola sempre que podia, conversávamos muito e eu aprendia... Deus! Como aprendi naqueles dias!

“Meu interesse por línguas estrangeiras cresceu por causa de sua influência, como também o meu gosto pelos textos de Ellen G. White e pela literatura clássica. Pela influência daquela alma amiga meus olhos se abriram, mas sua maior contribuição foi sem dúvida o conhecimento da graça de Deus e de Seu poder para transformar corações.

“Um dia, quando todos pensavam que eu já havia andado com Jesus por tempo demais para cometer um erro importante, surpreendi todo mundo (até a mim mesmo) e descobri o quanto ainda precisava lutar para manter um testemunho digno de meu Salvador.

“Nessa ocasião, escrevi ao pastor Schwantes uma carta contando os detalhes de meu erro e dizendo-lhe que ele já havia me ensinado o bastante e que se quisesse desistir de mim, eu prosseguiria sozinho, fazendo o melhor com aquilo que ele já havia me ensinado. Eu sabia que o havia decepcionado e acreditava que depois daquela carta nossa amizade terminaria. Porém, em vez disso, ele me mandou uma longa carta em resposta, na qual me explicava de novo a função da graça em nossa vida e do perdão de Jesus na história de cada um de nós. Ele disse: ‘Nunca me ocorreu desistir de você.’ Isso foi o bastante para um feliz e humilde recomeço.

“Papai Schwantes e eu mantivemos correspondência nos últimos doze anos até que, por razões de idade e de saúde, ele deixou de escrever e Mamãe Mariinha Schwantes assumiu a correspondência, mandando notícias sempre que pôde, até o dia 1º de junho de 2008, quando ele finalmente descansou em Cristo, deixando-nos mais do que nunca ansiosos pelo dia feliz da ressurreição dos justos.

“Com o tempo, descobri que não fui o único a quem Papai Schwantes orientou com atenções, cartas e muitas vezes até mesmo com dinheiro. Sua discrição sempre guardou segredo sobre suas boas obras, mas sei que ele ajudou a dezenas (talvez centenas) de jovens (alguns hoje já não tão jovens). Desejo encontrar essas pessoas o mais rápido possível, pois os queridos familiares de nosso benfeitor e todos os seus amigos merecem conhecer pelo menos uma parte da história de uma vida consagrada à causa de Deus; além disso, também preciso saber até onde seu amor chegou.

“Por favor, se você foi (ou conhece alguém que foi) beneficiado de algum modo pela vida consagrada do pastor Siegfried Schwantes, seja pela leitura de seus livros, seja por seu ministério de ensino, seja por alguma atenção direta da parte dele, contate-me o mais rápido possível! Algumas histórias nunca deveriam ser contadas, outras (como a dele) não podem jamais ser esquecidas, e você pode contribuir para que ele e seus queridos recebam o devido reconhecimento por todo o bem que sua vida semeou.”

Escreva para: Prof. David Ben Schwantes
Caixa Postal 18 – Dom Pedro, MA – CEP 65765-000

E-mail: heavensent_youth@yahoo.com
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