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Nativos da Guiné e Missionários Adventistas: Poder que Transforma Vidas

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30032010

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Nativos da Guiné e Missionários Adventistas: Poder que Transforma Vidas




Nativos da Guiné e Missionários Adventistas: Poder que Transforma Vidas

Publicado em março 30, 2010 por Seventh Day


Por Carlos A.Trezza

Kata Ragoso, um dos mais portentosos exemplos do poder transformador da Bíblia, outrora caníbal, tornou-se Ministro do Evangelho.


Uma das estupendas características das Sagradas Escrituras é sua ação renovadora sobre a vida de todas as pessoas, tanto do culto e sábio homem civilizado, como do mais débil aborígene. O grau de cultura é absolutamente indiferente para a manifestação do poder da Bíblia na vida dos homens. Se assim não fosse faltaria à Bíblia um elemento de autoridade para ser reconhecida como a Palavra de Deus aos homens. Ela faz do “temor do Senhor” o “princípio da sabedoria” (Provérbios 1:7), e ela mesma desperta na alma esse princípio, para sobre ele erguer o edifício do caráter renovado e do coração transformado. Assim é a própria Escritura Sagrada que estabelece a maior diferença entre instrução e educação.

Tive certa vez sob os olhos a história de um abnegado missionário americano enviado a uma das ilhas oceânicas. O casal possuia um filhinho de poucos anos. Mal chegaram e se instalaram numa choupana de madeira – que devia contrastar tristemente com sua confortável residência em seu país de origem – apresentaram-se os maiorais da ilha, cercados de um grupo de sacerdotes ou feiticeiros. Vieram reclamar a criança, para ser sacrificada aos seus horrendos ídolos, e ser comida depois, segundo o costume.

Diante da exigência, que era feita em nome do costume religioso, a esposa abnegada do missionário ficou apavorada. Mas os selvagens insistiam, pois tratava-se de um costume sagrado, o de sacrificarem o primogênito de todo casal, fosse ele natural ou estrangeiro.

Podeis imaginar a angústia dos pobres pais? Ao mesmo tempo que se sentiam apavorados com a iminência do perigo que os ameaçava, experimentavam no fundo da alma uma profunda pena por aquelas pobres criaturas desconhecedoras de Deus, que adoravam os demônios e a eles, sacrificavam os próprios filhos.

Ao preço de muitos rogos e parlamentações, conseguiu o missionário evitar que a tremenda tragédia se consumasse. Depois falou-lhes de um Deus que eles desconheciam, um Deus amoroso que, diferentemente daqueles que adoravam, não pedia os filhos mortos, mas desejava-os vivos, suplicando deles apenas o coração, sem que isto lhes significasse a morte. Falou-lhes o missionário que esse Deus tratava os homens como os pais tratam seus filhos, e que ao contrário dos pavorosos deuses que eles serviam, esse Deus é que sacrificara o próprio Filho pelos homens.

Podeis imaginar com que singeleza de linguagem e de imagens deve esse corajoso missionário haver-se dirigido a semelhante auditório? Mas o milagre iria consumar-se entre essa tribo retrógrada de Nova Guiné, tão certo como se o poder da Palavra de Deus estivesse a trabalhar no coração dos cultos filhos da Grécia ou Roma.

Algum tempo depois, o missionário havia conseguido que aquela tribo selvagem abandonasse o medonho costume de sacrificar e comer seus primogênitos. Ele lograra granjear-lhes a confiança, procurando ser entre eles o que seu Mestre fora entre os homens. Contudo, ocultando-se às vistas do professor, a quem respeitavam, eles ainda conservavam vários hábitos selvagens e horrendos.

Um dia o professor recebeu a notícia de que um dos velhos da aldeia havia morrido. Depressa correu à choupana do falecido, pois sabia o que aguardava o defunto. Com efeito, com a maior presteza para que o professor não o percebesse, estavam eles fazendo todos os preparativos para comer o cadáver. O missionário toma depressa uma ferramenta, e com as próprias mãos abre uma cova na mata e sepulta o defunto. Em meio a caminhada, levando ele às costas o cadáver, várias vezes procuraram eles arrancar o morto do poder do missionário a fim de dar cumprimento a sua tarefa macabra de ingerir o defunto. Mas o professor conseguiu afinal depositar na cova o falecido ancião.

Naquela mesma noite, alta madrugada, a esposa do missionário percebeu certo movimento suspeito na aldeia. Acordou o marido, e ambos saíram a ver o que acontecia. Os selvagens estavam em torno da sepultura do defunto, desenterrando-o a fim de o comerem. Com dificuldade conseguiu o professor fazê-los desistir do pavoroso intento. Foi-lhe necessário montar guarda à sepultura durante todo o resto da noite.

Com o tempo a tribo selvagem foi cedendo à influência do poder que acompanhava o trabalho do professor missionário. A aldeia foi adquirindo novo aspecto. As sujidades foram sendo substituídas pelo gosto por uma aldeia limpa, segundo o exemplo que lhes dava o missionário. Aqueles corações entenebrecidos estavam sendo trabalhados por um poder que se torna irresistível quando há sinceridade de coração. Aqueles míseros seres humanos, escravizados pelo diabo, eram profundamente sinceros na prática de suas superstições, pois supunham estarem assim servindo a suas divindades, como as concebiam. Em face disto, pois que havia singeleza de coração, o milagre se tornava possível.

E o milagre de fato se realizou. Perguntai ao tenente Gordon Manuel, oficial da força aérea dos Estados Unidos, e ele vos contará uma palpitante história que, aliás, não é a única desse mesmo teor. Deixemos, porém, que W.L. Pascoe, que conhece muito bem a história do tenente Gordon, no-la conte:

“Um oficial da força aérea dos Estados Unidos, há vários anos, voou com sua tripulação através da noite sob os céus da Nova Guiné, encabeçando uma missão de bombardeio a Rabaul, na ilha de Nova Bretanha. Ao aproximar-se do objetivo foi o bombardeiro percebido por um atacante inimigo e barrado com forte canhoneio. Chamas e explosões se seguiram em rápida sucessão, e vários membros da tripulação foram feridos com estilhaços de granada. O aparelho logo ficou fora de controle e começou a perder altura. Foi dada ordem para abandoná-lo, e os que puderam saltaram nas trevas munidos de seus pára-quedas. Apenas o tenente Gordon Manuel sobreviveu para contar a história”. E prossegue Pascoe:

” O tenente Manuel lembra-se de haver descido sobre às águas enluaradas. Recorda-se de ter visto o avião condenado cair ao mar, e viu-o mergulhar nas ondas. Viu a flama alaranjada da explosão que se seguiu. Sentiu então o golpe da água fria em si próprio, mas pôde desvencilhar-se do pára-quedas e inflar seu colete salva-vidas.

“Admirado de ainda se encontrar vivo, Manuel determinou alcançar, se possível, a praia da Nova Bretanha, cerca de 10 quilômetros adiante. Tinha as pernas bambas imobilizadas na água, pois havia sido alcançado por quinze estilhaços de granada. Mas usou suas restantes forças até atingir os recifes de coral e finalmente a terra. Ás 9:30 de pois de sete horas na água, arrastou-se por uma estreita faixa de areia e penetrou na selva”.

W.L.Pascoe prossegue contando a extraordinária odisséia do Oficial americano:

“Não sabia ele que o local aonde viera ter ficava a uns 1600 metros do posto da Missão Adventista, onde estava sendo dirigida uma escola.

“Gordon Manuel entrou para a selva e aí se escondeu por vários dias. Afortunadamente nativos o encontraram e lhe levaram alimento. Quando um deles o encontrou e disse: “Mestre, mim triste”, Manuel sentiu-se renascer.

“Uma manhã foi-lhe entregue um bilhete. Diz o tenente Manuel: “O bilhete era escrito num bom inglês. Esta foi a maior surpresa que tive nos meus nove meses nesta ilha – um selvagem, quase completamente despido, entregar-me um bilhete escrito em inglês. Li:

“Prezado Senhor:

“Estamos penalizados a seu respeito…Este homem, Leli, pode escondê-lo. Nós o visitaremos e lhe levaremos alimentos. … Eu sou, prezado senhor, professor adventista do sétimo dia. Depois de haver lido este, queira queimá-lo”.

“Dennie Mark, o signatário deste bilhete, – diz Gordon Manuel, – falava bem inglês. Contou-me que havia muitos anos os missionários adventistas do sétimo dia tinham vindo à ilha e convertido grande número de nativos. Ele também convertera-se e tornara-se professor.

Prossegue Pascoe, contando a história de Gordon Manuel:

“Durante os dias, semanas e meses que se seguiram, Dennie Mark levou-lhe alimentos; deu-lhe quinino para a sua malária e ajudou-o a tratar das feridas. … Levou-lhe livros para ler, e também uma Bíblia. Manuel diz: Aprendi esses livros de cor. … A leitura da Bíblia ali naquela ilha não podia significar para mim a mesma coisa que para um homem religioso. … Dennie Mark e eu muitas vezes tivemos longas discussões acerca de passagens bíblicas, e muitas vezes ele discorria sobre coisas da Bíblia que me deixavam perplexo.

Veja o leitor que livro estupendo é a Escritura Sagrada. Um selvagem, pouco tempo antes devorador de seus semelhantes, engolfado na mais horrenda superstição, discorre sobre o Livro maravilhoso com a mesma erudição, ou mais ainda, que um filho da nação mais civilizada do globo.

Finalmente Gordon Manuel consegue fugir e retornar, depois de várias peripécias, a seu país e por fim a seu lar. Mas, para que isto tivesse podido suceder, quem poderá contar o altruísmo de quem levou àquelas pobres almas entenebrecidas o poder do .Livro que fala aos corações?

“A tormenta da guerra passou – prossegue W.L.Pascoe – e os missionários da Austália e da Nova Zelândia voltaram à Nova Guiné. … Os cânticos de louvor e as orações puderam de novo ser ouvidos subindo do coração da juventude de pele escura do arquipélago de Bismark !”

Sim, a tormenta da guerra passou, mas persiste uma tormenta muito maior dentro do coração humano. Satanás disputa com o Espírito do Senhor a posse do homem. Dessa peleja cruenta o Filho de Deus teve que sair sangrando, mas o homem já não precisa render-se às forças infernais. Conquanto ainda persista a batalha, já podemos dizer com o apóstolo: “Somos mais que vencedores por Aquele que nos amou”. …

…………………………………………………………………………………………………

Texto extraído do livro A Reconquista do Homem de Carlos A.Trezza (CPB), págs 479 à 485


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