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Os 1260 dias, 42 meses, tempo, tempos e meio tempo de Apocalipse ensina 7 Anos de Tribulação?

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Os 1260 dias, 42 meses, tempo, tempos e meio tempo de Apocalipse ensina 7 Anos de Tribulação?

Mensagem por Eduardo em Dom Dez 18, 2011 11:44 am

A Tabela de Conversão Profética é um artifício utilizado por pessoas que estudam profecias bíblicas, no intuito de poderem entender o significado destas no sentido literal.

Teólogos crêem que as profecias da Bíblia foram escritas numa linguagem denominada "linguagem profética". Tal linguagem seria cheia de simbolismos e enigmas com encaixes históricos a serem revelados, onde a própria Bíblia teria a chave para desvendar tais símbolos.

O conjunto de chaves bíblicas que explicam ou desvendam símbolos proféticos é chamada de Tabela de Conversão Profética.

Segue a tabela:

SímboloSignificadoLivro ou Versículo
AnimalRei ou ReinoDaniel 7:17 e 23
MulherIgrejaEfésios 5:23 e 32
ÁguaPovosApocalipse 17:15
1 Dia1 AnoEzequiel 4:6-7 / Números 14:34
VentosGuerrasJeremias 51:1-5
ChifresPoder, Rei ou ReinoApocalipse 17:12 / Daniel 8:21-22; 7:24
TemposAnosDaniel 11:13
DragãoDiaboApocalipse 12:9
CordeiroJesus CristoJoão 1:29
CaudaFalso ProfetaIsaías 9:15
EstrelasMensageirosApocalipse 12:4 (Anjos) / Daniel 12:3 (Pregadores)
ApocalipseRevelaçãoApocalipse 1:1-3
Princípio dia/ano:

Números 14:34 Segundo o número dos dias em que espiastes a terra, quarenta dias, cada dia representando um ano, levareis sobre vós as vossas iniqüidades quarenta anos e tereis experiência do meu desagrado.
Ezequiel 4:7 Quarenta dias te dei, cada dia por um ano. Voltarás, pois, o rosto para o cerco de Jerusalém, com o teu braço descoberto, e profetizarás contra ela.


Os 1260 dias

Este período de 1.260 dias se menciona sete vezes e em três diferentes maneiras nos livros de Daniel e Apocalipsis: três vezes como "um tempo, e tempos e a metade de um tempo" ou 3,5 tempos [Daniel 7:25; 12:7; Apocalipse 12:14] duas vezes como quarenta e dois meses; [Apocalipse 11:2; 13:5] e duas vezes como 1.260 dias. [Apocalipse 11:3; 12:6]. Para o cálculo deste período, ver com. Daniel 7:25. Entendemos que não aconteceu "há" 1260 anos, mas "por" 1260. Os adventistas crêem que este período decorreu desde 538 dC a 1798 dC. Durante este período a mão de Deus cuidou da igreja, protegendo-a para que não fosse exterminada. Vamos aos textos:

Daniel 7:25 Proferirá palavras contra o Altíssimo, magoará os santos do Altíssimo e cuidará em mudar os tempos e a lei; e os santos lhe serão entregues nas mãos, por um tempo, dois tempos e metade de um tempo.
Um tempo = 1 ano
Um tempo + Dois Tempos + ½ Um tempo = 3 ½ Tempos = 3,5 anos
Um ano = 360 dias x 3,5 = 1260 dias


Apocalipse 13:5 Foi-lhe dada uma boca que proferia arrogâncias e blasfêmias e autoridade para agir quarenta e dois meses;
42 Meses x 30 dias = 1260 dias

Apocalipse 12:6 A mulher, porém, fugiu para o deserto, onde lhe havia Deus preparado lugar para que nele a sustentem durante mil duzentos e sessenta dias.
Pediria mais uma vez que lesse o site judeu q indiquei, que em parte defende o q foi alegado aqui. Indico este para não dizerem que estou citando fontes ligadas ao meu credo.

Sobre o período de 538 a 1798:

A perseguição aos santos
Durante os 1260 anos de perseguição, a bíblia relata que os santos estavam protegidos por D-us no deserto (Ap 12:6). A seguir, veja o relato da Inquisição pela igreja católica, descrita na Enciclopédia Barsa
“O processo era sumário.
Mulheres, crianças e escravos eram admitidos como testemunhas de acusação, mas não de defesa...
Considerava o crime de judaísmo acender velas ou usar toalhas limpas no começo do sábado, abster-se de comer carne de porco ou peixe sem escamas e jejuar no Dia do Perdão (Yom Kipur) ou da rainha Éster.
O tribunal acolhia denúncias de quem quer que fosse, mesmo feitas por carta anônima, Depois de preso, o réu era submetido a longos interrogatórios, não lhe sendo comunicado o motivo da prisão, nem o crime de que o acusavam ou o nome do denunciante. O advogado de defesa era nomeado pelo Santo Ofício.
Os réus que se declaravam culpados eram “reconciliados” com a igreja...
Os réus acusados de crimes mais graves... eram entregues ao “braço secular” para a execução da pena capital, em geral na fogueira.
O papa Inocênio IV autorizou o uso da tortura quando se duvidasse da veracidade da declaração dos acusados.
A perseguição durou de 538 até 1798, quando tem fim o domínio papal.


http://www.yerushalaim.com.br/estudos/estudosVer.php?id=16

Esses dias assisti um debate entre o Dr Thomas Ice e Gary DeMar intitulado de "The Great Tribulation: Past or Future?". DeMar fez uma pergunta simples a Ice, mas ele enrolou e enrolou e não soube responder. A pergunta foi: "Onde, no Apocalipse, existe um versículo que diga que haverá um período de sete anos de tribulação?"

Segue algumas observações de Gary DeMar:
--
[Em Apocalipse] há dois períodos de quarenta e dois meses (11.2; 13.5), dois períodos de 1.260 dias (11.3; 12.6), e um "um tempo, tempos e metade de um tempo" (12.14), cada um desses períodos somando 3 anos e meio. Se eles forem somados, o resultado é dezessete anos e meio. Se os anos correm ao mesmo tempo, então cada um desses períodos de tempo está descrevendo o mesmo período de três anos e meio. Ice não explica como ele consegue tirar sete anos dessas cinco referências. Qual dos três anos e meio acontece com a metade da Tribulação, e qual dos três anos e meio acontece com a segunda metade?

No livro Prophecy Study Bible de Tim LaHaye, do qual Ice é editor, a divisão é explicada dessa forma: "João, em Apocalipse, divide [a Tribulação] em dois períodos de três anos e meio cada, ou 1.260 dias, num total de sete anos". (LaHaye identifica os "quarenta e dois meses" de Apocalipse 11.2 e 12.6 como descrevendo o mesmo período de tempo)

Onde é dito isso em Apocalipse? Não é possível encontrar na Bíblia nenhuma divisão específica de períodos de tempo semelhante.

LaHaye tenta encontrar seus sete anos necessários em Apocalipse 11.2-3, onde lemos de um período de quarenta e dois meses (11.2) e um espaço de tempo de 1.260 dias (11.3). Ele combina esses dois períodos de tempo para conseguir seus sete anos necessários. Ele diz que os "quarenta e dois meses", durante os quais a Cidade Santa será "calcada aos pés" (11.2), "não podem acontecer na primeira metade da Tribulação". Segue-se então que os "quarenta e dois meses" de 11.2 constituem a segunda metade do período de sete anos. Confuso? Isso se torna ainda mais confuso à medida que tentamos descrever o que LaHaye insiste ser "a visão mais lógica da segunda vinda da Escritura quando tomado seu significado claro e literal sempre que possível". Como é possível que o período de "mil duzentos e sessenta dias" (11.3), que é igual a "quarenta e dois meses" e vem logo após 11.2, acontecer no tempo, de acordo com LaHaye, antes dos eventos de 11.2? Se os "mil duzentos e sessenta dias" (11.3) referem-se à primeira metade do período de sete anos da Tribulação, então porque as "duas testemunhas" de Apocalipse 11 não aparecem antes? Deveríamos esperar encontrar três anos e meio em Apocalipse 4, onde LaHaye diz que o arrebatamento ocorre e a primeira metade do período de sete anos da Tribulação começa. Mas não encontramos! De fato, todos os períodos de três anos e meio aparecem na metade do Apocalipse. LaHaye tem que fazer muito malabarismo para conseguir que suas cinco divisões somem um período de sete anos.
E a pergunta fica: "Onde, no Apocalipse, existe um versículo que diga que haverá um período de sete anos de tribulação? Algum "futurista pré-tribulacionista pré-milenista dispensacionalista" pode explicar?

Os 1260 dias e o Remanescente Fiel

Posted on 09/06/2011 by Blog Sétimo Dia

Centenas de pessoas assistiam à cruzada evangelística naquela noite quando, subitamente, uma mulher foi possuída pelo demônio. Os gritos que ela dava eram horríveis. A multidão aterrorizada olhava para mim como se perguntasse: “O que faremos?” Algumas pessoas tentavam segurar a mulher, mas não conseguiam. Sua força era descomunal. Jogou todos que a seguravam para um lado e, levantando um enorme banco, atirou-o na minha direção. Tive que sair de lado para não ser atingido. Depois, ela começou a aproximar-se de mim, rastejando, soltando espuma pela boca, com os olhos vermelhos como sangue e gritando: “Vou te matar! Eu não faço nada contra você e você vive me perseguindo.”

Ameaça? Medo? Perseguição? Não sei. Ao longo da vida tenho visto muitas vezes pessoas serem possuídas pelo demônio. É um quadro deprimente. Dói ver seres humanos completamente dominados pelas forças do mal. Mas estamos em guerra, já vimos. A guerra começou lá no Céu e transferiu-se para a Terra. E, ao longo da história humana, as tentativas e os métodos que o inimigo tem usado para arruinar o ser humano e desvirtuar a adoração e a obediência devidas a Deus, foram os mais variados.

A mulher e o dragão

No capítulo 12 de Apocalipse encontramos profetizada mais uma etapa dessa guerra. “Viu-se grande sinal no céu” – começa relatando o escritor bíblico – “a saber, uma mulher vestida do Sol com a Lua debaixo dos pés e uma coroa de doze estrelas na cabeça, que, achando-se grávida, grita com dores de parto, sofrendo tormentos para dar à luz.

Viu-se outro sinal no céu, e eis um dragão, grande, vermelho, com sete cabeças, dez chifres e, nas cabeças, sete diademas.” (Apocalipse 12:1 a 3). Quem é essa mulher? O que ela simboliza? E o dragão? De onde vem e o que quer? O relato bíblico continua dizendo que “o dragão se deteve em frente à mulher que estava para dar à luz, a fim de lhe devorar o Filho quando nascesse… mas o Filho foi arrebatado para Deus até ao Seu trono.” (Apocalipse 12:4 e 5)

Para entender essa profecia, precisamos retornar ao Jardim do Éden. Ao momento triste do confronto do ser humano caído com Deus. Naquela ocasião, estavam presentes o casal de seres humanos e a serpente que os enganara. Note o que Deus disse a serpente: “Porei inimizade entre ti e a mulher, entre tua descendência e o seu descendente. Esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.” (Gênesis 3:15)

Essa é a primeira profecia bíblica. Ao mencionar nesse verso a “mulher”, Deus não estava se referindo unicamente à mulher ser humano, Ele estava falando de Sua Igreja neste planeta. Na Bíblia, a Igreja de Deus é simbolizada de várias maneiras. Algumas vezes, ela é comparada ao corpo humano (Efésios 4:12). Noutras, a uma mulher pura que espera pelo noivo (II Coríntios 11:12). Esse simbolismo é confirmado no Apocalipse. Uma mulher pura, vestida do sol, é símbolo da Igreja de Deus (Apocalipse 12:1) e uma mulher prostituta, vestida de vermelho, simboliza a igreja que pertence ao inimigo de Deus (Apocalipse 17:1 a 5). Dois comandantes com seus respectivos exércitos.

Assim, quando em Gênesis capítulo 3, verso 15, Deus falou da luta entre a serpente e a mulher, estava profetizando a luta dos séculos entre o diabo e a Igreja de Deus. “Esta” – diz a profecia referindo-se à Igreja – “te ferirá a cabeça e tu [a serpente] lhe ferirás o calcanhar.” Quando Satanás provocou a morte de Cristo no Calvário, feriu a Igreja no calcanhar. Mas Jesus, através da fidelidade de Seu povo, ferirá a diabo na cabeça.

O dragão ataca a criança

No capítulo 12 de Apocalipse vemos outro aspecto da luta entre o diabo e a Igreja de Deus. A mulher está grávida, a ponto de dar à luz um “Varão que regerá as nações”. Este sem dúvida alguma, é Jesus, o Salvador do mundo. O profeta Isaías já o profetizara muitos anos atrás da seguinte maneira: “Porque um menino nos nasceu, um Filho se nos deu; o governo está sobre Seus ombros; e o Seu nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da eternidade, Príncipe da Paz.” (Isaías 9:6). O salmista Davi O identifica melhor, quando ele diz que Ele regerá as nações com vara de ferro (Salmo 2:7 a 9); do jeito que é revelado em Apocalipse.

A profecia afirma ainda que “a serpente antiga, que se chama diabo e Satanás” tentaria destruir a Criança logo que Ela nascesse. Não é preciso entender muito de História para saber que Herodes decretou a morte de todas as crianças judias quando Jesus nasceu. A profecia diz que o dragão estava a fim de “devorar o Filho”, e a História registra que Herodes decretou a morte das crianças.

Quem estava por trás de Herodes? Você percebe mais uma vez a astúcia e o método do inimigo? Ele não se mostra como é. Usa as pessoas, esconde-se atrás delas. Controla-as, domina-as e as leva a cumprir seus propósitos escusos.

Marionetes do inimigo

Evidentemente a mulher que foi possuída pelo inimigo, na noite em que eu pregava, e Herodes, ambos não passavam de marionetes nas mãos do antigo enganador. Ele tentou destruir “o Filho da mulher” e tentará, hoje também, destruir os nossos filhos.

Porventura, está você, como pai, sofrendo por causa de algum filho que se encaminha rumo à destruição? Quem você acha que está por trás das sensações alucinantes das drogas? Quem está por trás das idéias de liberdade, que não passa de libertinagem, mas que leva a juventude de hoje a viver sem princípios éticos nem morais? “Tudo é permitido”, dizem. Mas se machucam, ferem-se a si mesmos e destroem seu futuro.

Outro dia, eu falava com um jovem que fugira da casa dos pais para viver uma vida dissoluta. “Você é o sonho de seus pais”, disse para ele, colocando a mão em seu ombro. “Ah, pastor” – respondeu-me – “eu não estou a fim de realizar os sonhos dos meus pai; quero é realizar meus próprios sonhos.” Mas, que tipo de realização é essa que leva o jovem a perambular pelas ruas madrugada adentro, sentindo-se um lixo? Que tipo de sonho é esse que só cria nele vazio, o desespero e a loucura, depois que o efeito da droga passa? Existe uma força oculta por trás de tudo isso. Lares dividido. Filhos desobedientes. Pais ditadores. Ideais desfeitos. Sonhos estraçalhados. Tudo tem um autor: o dragão que tentou devorar o “Filho da mulher”; e que tentará, hoje, devorar os nossos filhos.

Fugindo para o deserto

Apocalipse 12 continua apresentando a luta entre a Igreja de Deus e o dragão: “A mulher, porém, fugiu para o deserto, onde lhe havia Deus preparado lugar para que nele a sustentem durante mil duzentos e sessenta dias.” (Apocalipse 12:6). Essa profecia fala de perseguição. “O dragão perseguiu a mulher que dera à luz o Filho varão”(Apocalipse 12:13).

Foi a Igreja perseguida em alguma época da História?

Os relatos da História provam que sim. A História registra um período escuro da humanidade. Uma época em que se tentou dominar a consciência das pessoas. Perseguiu-se por causa da fé. A Igreja e o Estado se uniram e, conseqüentemente, começaram a entrar no seio da Igreja costumes pagãos que a Palavra de Deus condenava.

A profecia, porém, indicava que a verdadeira Igreja de Deus não perseguiria, mas seria perseguida e, por isso, fugiria ao deserto por um período de 1260 dias. Já vimos que, profeticamente, um dia equivale a um ano (Ezequiel 4:6 e 7; Números 14:34). O que quer dizer que a Igreja verdadeira de Deus se esconderia no deserto por um período de 1260 anos. Durante esse período, as pessoas que “teimavam” em obedecer à Bíblia, e somente a Bíblia, foram cruelmente perseguidas. Muitos, como os Valdenses, tiveram que se esconder nas cavernas das montanhas para poder sobreviver. Quase literalmente, a terra abriu a boca para esconder a “mulher”.

O que provocava tão furiosa perseguição era a obediência que a verdadeira Igreja prestava à Palavra de Deus. Afinal, aquela mulher é apresentada no capítulo 12 de Apocalipse como “vestida do Sol”. O que significa o Sol? Veja como Davi responde: “Porque o Senhor Deus é Sol e escudo.” (Salmo 84:11) Essa é a Igreja de Deus sem dúvida alguma. E por que tem a Lua sob os pés? Se o Sol é símbolo da justiça de Deus, onde estão refletidos os Seus ensinos e princípios? Outra vez Davi responde: “Lâmpadas para os meus pés é a Tua Palavra, e luz para os meus caminhos.” (Salmo 119:105)

A conclusão é clara: a Igreja de Deus fundamenta seus ensinos não em tradições humanas, mas na Bíblia, que é a Palavra de Deus. Esse foi o motivo da grande perseguição religiosa. O poder perseguidor não podia aceitar que seus ensinamentos fossem confrontados com a Bíblia. Esse período de tempo, em que a verdadeira Igreja de Deus foi perseguida por sua fidelidade à Palavra de Deus, encontra-se registrada na Bíblia de várias maneiras:

1. Em Apocalipse 11:3 e 12:6, faz-se menção de 1260 dias.

2. Em Apocalipse 11:2 e 13:5, são mencionados 42 meses, que, multiplicados por 30 dias do mês, resultam também em 1260 dias.

3. Em Daniel 7:25; 12:7 e Apocalipse 12:14, mensiona-se “tempo e tempos e metade de um tempo”, ou seja, três tempos e meio, que na verdade, equivalem a três anos e meio. Três anos e meio, multiplicados pelos 12 meses do ano, dão 42 meses, que, multiplicados por 30 dias de cada mês, resultam outra vez em 1260 dias.



Todos esses versos apresentam o mesmo período de tempo no qual se levantou um poder que, usando o nome de Deus e atribuindo-se a prerrogativa de ser a Igreja de Deus, perseguiu a verdadeira Igreja de Deus. E tudo pelo simples motivo de que esta “teimava” em manter a doutrina bíblica, pura, do jeito que Jesus a ensinara quando esteve na Terra.

Acendem-se as fogueiras

Por incrível que pareça, existe na História um período de exatamente 1260 anos de perseguição religiosa, que começa no ano 538, com o edito de Justiniano. Foi Justiniano quem, depois de derrotar os ostrogodos, decretou que o bispo de Roma teria a preeminência sobre os bispos das outras cidades, pelo fato de que Roma era a capital do império e dominava o mundo político daqueles dias.

Esse período abrange os anos em que a Igreja perseguiu aqueles que se negavam a obedecer-lhe cegamente. Como já vimos, nessa época a igreja utilizou um instrumento chamado “Santa” Inquisição e tentou impedir que qualquer pessoa estudasse a Bíblia. Isso para que ninguém percebesse os erros que foram transferidos do paganismo para o cristianismo daqueles dias.

Ler e defender verdades bíblicas era considerado heresia, e a pena para os hereges era a fogueira. Previa ainda a confissão de “delitos” sob torturas terríveis. Instrumentos de torturas usados pela igreja medieval podem ser vistos em vários museus, como o Museu da Inquisição, em Lima, Peru. Esse período de perseguição terminou em 1798, quando o General Berthier levou preso o líder religioso da igreja, Chamado Pio VI. Veja o seguinte diagrama:



Perceba mais uma vez, o método do inimigo. Ele persegue a Igreja de Deus, mas não se identifica. Pelo contrário, o poder que persegue denomina-se a si mesmo Igreja de Deus, enquanto reclama adoração e obediência para si e não para Deus e Sua palavra. Com certeza, muitas pessoas que faziam parte da pretensa igreja de Deus achavam que estavam fazendo um favor a Deus, ao perseguir um “bando hereges” que teimavam em obedecer à Bíblia e não à Igreja. Só que essas pessoas, por sinceras que fossem, não percebiam que estavam sendo usadas pelo inimigo de Deus, na tentativa de destruir a verdadeira Igreja.

Alejandro Bullón, O Terceiro Milênio e as Profecias do Apocalipse, 1.ª ed., 1998, pág. 47.

O Remanescente Fiel

A Profecia de Apocalipse 12 afirma que a verdadeira Igreja de Deus, embora perseguida, sobreviveria e teria um remanescente em nossos dias. Esse é um remanescente que o demônio odeia e continua perseguindo. É um remanescente que se caracteriza por duas particularidades expressas em Apocalipse: “Irou-se o dragão contra a mulher e foi pelejar contra os restantes de sua descendência, os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus.” (Apocalipse 12:17). Essas características se repetem em Apocalipse 14:12, ao citar a perseverança dos santos. Veja o que diz: “Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.”

Deus declara sem meias tintas, que Ele tem uma Igreja e que esta tem duas características distintas: tem a fé em Jesus e, ao mesmo tempo, acredita na validade dos Seus mandamentos, tal como a Bíblia os registra. Essas foram as características da Igreja de Deus desde o Éden. Lá no jardim, Adão e Eva constituíam a Igreja de Deus. Eles eram Seus filhos, Seu povo. Mas o inimigo estava ali para destruir o povo de Deus e apresentou-se disfarçado de serpente tentando desvirtuar dois pontos básicos do relacionamento com o Criador: adoração e obediência. “Se comerdes da árvore” – disse a serpente – “sereis como Deus. Você não precisa de Deus, pode ser seu próprio Deus. Não tem porque obedecer.”

Adão e Eva caíram. Mais depois se arrependeram e tornaram a constituir o povo de Deus. Então vieram os filhos: Caim e Abel. Naquela época, Deus pediu o sacrifício de um cordeiro como símbolo de Jesus, o Cordeiro de Deus, que um dia tiraria o pecado do mundo. Abel obedeceu. Levou um cordeiro expressando sua fé no Salvador. Caim desobedeceu. Levou fruto da terra, direcionando a adoração para o fruto de seu trabalho. Ali, naquele momento, originou-se a igreja do inimigo de Deus neste planeta.

Filhos de Deus e filhos dos homens

Os dias passaram e a Bíblia registra a divisão clara destes dois grupos de pessoas: “Vendo os filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas…” (Gênesis 6:2). Percebe? Filhos de Deus e filhos dos homens. Aí estão as duas únicas igrejas do mundo, porque só existe dois comandantes.

Antes do Dilúvio, Noé, sua família e muitas pessoas que começaram a construir a arca, faziam parte da Igreja de Deus. Infelizmente, muitos abandonaram as fileiras dos fiéis. Quando o Dilúvio chegou, somente Noé e sua família constituíam o povo de Deus, que Ele salvou. Somente eles adoraram ao verdadeiro Deus e obedeceram à ordem de construir a arca. Depois veio o tempo de Abrão (posteriormente chamado de Abraão), que vivia adorando e obedecendo ao Senhor numa terra cheia de incrédulos. Um dia, Deus o chamou dizendo: “Sai da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai, e vai para a terra que te mostrarei; de ti farei uma grande nação, e te abençoarei, e te engrandecerei o nome.” (Gênesis 12:1 e 2)

Abraão e seus descendentes são claramente identificados na Bíblia como a Igreja de Deus. As duas características daquele povo eram a adoração ao verdadeiro Deus, Criador dos céus e da terra, e a obediência fiel à Sua Palavra, que incluía os mandamentos que Deus escreveu posteriormente em tábuas de pedra, no Sinai. Quando Jesus veio, Israel, que era Seu povo, não O aceitou. Rejeitou-O. Eles disseram que não aceitariam outro, senão César. Mas houve doze israelitas que O aceitaram. Os doze discípulos que Jesus usou para estabelecer a Igreja cristã. Por isso, podemos dizer que o povo de Deus sempre existiu ao longo da História. E sempre teve as duas características.

Israel pensava que era o povo de Deus por herança, mas esqueceu que somente seria o povo de Deus se O adorasse como o verdadeiro Deus – o Deus que Se fez carne na pessoa de Jesus – e obedecesse aos Seus mandamentos. A igreja cristã corre o mesmo perigo. Ela não será a Igreja de Deus só porque Jesus estabeleceu no início de sua história. Mas continuará sendo à medida em que adore unicamente ao Deus verdadeiro, na pessoa de Jesus Cristo, e obedeça à Sua palavra, que inclui os mandamentos. Afinal, essas sempre foram as características do povo de Deus ao longo da História.

Qual Igreja?

Características são importantes para identificar pessoas. Em certa ocasião fui ao encontro de alguém que não conhecia. “Ele é alto.” – disseram-me – “Usa barba e tem uma pinta grande na fronte.” Com essas características não dava para se confundir. Quando os passageiros começaram a sair, fui conferindo as características. Havia algumas pessoas altas, mas não usavam barba. Outras usavam barba mas não eram altas. Até que, finalmente, saiu o homem alto, de barba e com a pinta na testa. Foi fácil reconhecê-lo.

Deus sabia que hoje o ser humano andaria confuso diante de tantas igrejas e religiões. Todas pretendem ser a Igreja de Deus e algumas, mais benevolentes ainda, defendem a idéia de que todas as igrejas conduzem a Deus. É muito fácil tomar posições radicais em diferentes aspectos da vida – embora seja pouco prudente fazê-lo – mas quando se trata de vida ou morte e, como já vimos, existe um inimigo que usará qualquer método para enganar o ser humano, vale a pena dar uma olhada no que o apóstolo São Pedro escreveu: “Temos, assim, tanto mais confirmada a palavra profética, e fareis bem em atendê-la, como a uma candeia que brilha em lugar tenebroso.” (II Pedro 1:19). E, se prestarmos atenção ao que diz a Bíblia, percebemos que ela afirma contundentemente que Deus tem uma Igreja que conserva duas características: (1) crê em Jesus e (2) guarda os mandamentos de Deus. O dever de toda pessoa sincera é, através do estudo consciencioso da Palavra de Deus, achar essa Igreja e preparar-se, sem medo do futuro.

Alejandro Bullón, O Terceiro Milênio e as Profecias do Apocalipse, 1.ª ed., 1998, pág. 53.

http://www.jesusvoltara.com.br/selo/fiel1.htm

https://setimodia.wordpress.com/2011/06/09/os-1260-dias-e-o-remanescente-fiel/

Um estudo atento das profecias indica que nenhum outro poder se encaixa nas especificações das profecias bíblicas.

Vejamos por exemplo a profecia dos 1260 dias.

Este período aparece em Daniel e Apocalipse. João fala dele 5 vezes em três diferentes modos , enquanto Daniel dele fala duas vezes.

As passagens bíblicas que se referem a este mesmo período de tempo são as seguintes: Como “1260 dias” aparece em Apocalipse 11:3 e 12:6. Como “42 meses” em Apocalipse 11:2 e 13:5. Como “um tempo, e tempos, e metade de um tempo” encontramos em Apoc. 12:14; Daniel 7:25, e Daniel 12:7. Um “tempo” é um modo hebreu de expressão para um ano . Ver Daniel 14: 16; 11: 13.

A conclusão é clara e convincente. Um “tempo” seria um ano, conforme o calendário judeu = 360 dias. Dois “tempos” seriam iguais a dois anos” ou 720 dias. Meio “tempo” igualaria a meio ano, ou 180 dias . O total é 1260 dias.

Então vejamos:

Um tempo = 360 dias-anos

Dois tempos = 720 dias-anos

½ de um tempo = 180 dias-anos

TOTAL 1.260 dias-anos.

A expressão “42 meses” chama a atenção. Um mês profético consiste em 30 dias (proféticos) , assim 42 meses multiplicado por 30, dariam 1260 dias ( anos).

Autoridades bíblicas concordam que em profecia, um dia representa um ano. (Números 14:34 e Ezequiel 4:6)

Na verdade todas estas referências são alusões a um mesmo período. 1260 dias proféticos ou seja, cada dia profético equivalendo a um ano literal, 1260 anos.

Este foi o período em que a verdade e os cristãos foram severamente perseguidos. Durou 1260 anos. Foi o tempo em que Roma papal teria supremacia civil e eclesiástica e “perseguiria os santos do Altíssimo”

Este período começou em 538 A.D., quando Vírgílio, bispo de Roma, (tendo já a seu favor o decreto de Justiniano, de 533 AD), derrotou os Ostrogodos e tornou-se o primeiro papa com jurisdição temporal. O período estende-se até 1798 da era cristã quando o Papado perdeu sua supremacia. No dia 15 de fevereiro de 1798, o papa Pio VI foi preso e deportado para a França onde morreu pouco depois.

Como Deus conhece todas as coisas, profetizou deste período com grande antecedência.

Este período dos 1260 anos se refere a grande perseguição profetizada por nosso Senhor. (Ver Mateus 24: 15-22).

Quando Cristo se ergueu da sepultura, tornou-se então o legítimo representante desse mundo. Sua morte reconciliou o mundo com Deus, e o acusador, o diabo, não tem mais o direito algum sobre ele. Não admira que uma exclamação de triunfo se ouvisse no céu! E mais, os habitantes do céu falam do diabo como “acusador de nossos irmãos”. Os anciãos sabiam alguma coisa de seu poder, pois também eles tinham-no enfrentado em combate mortal. O acusador e enganador fora finalmente lançado fora de seu lugar de usurpação, e Cristo, o segundo Adão, tornou-se nosso representante.

Agora é revelada a causa oculta das grandes lutas da igreja. O diabo, sabendo que perdera a batalha contra Deus, e reconhecendo que lhe resta pouco tempo, está agora concentrando todo o seu poderio contra os seguidores de Cristo. Ao profeta foi mostrado este inimigo de Deus e do homem perseguindo a mulher – a igreja. Até a morte de Cristo , satanás estava ansioso por reunir outros mundos em torno de si para rebelião contra Deus. Mas agora ele está derrotado. Assim ele transfere toda sua energia para o combate à igreja. Para escapar aos ataques do inimigo, a igreja foge para o deserto, para um lugar que Deus lhe preparou, e aí é sustentada por 1260 dias proféticos, ou anos. Este período é mencionado sete vezes em Daniel e no Apocalipse: (1) Dan. 7:25; (2) Dan. 12:7; (3) Apoc.11:3; (4) Apoc.11:3; (5) Apoc.12:6; (6) Apoc.12:14; (7) Apoc. 13:5.

Começou como já vimos, com o decreto de Justiniano em 528A.D., e terminou com o fim do domínio papal em 1798. Lugares ermos como os vales do piemonte e as sólidas montanhas dos Alpes e mesmo a terra amiga da América recém descoberta, tornaram-se um céu de refúgio para o perseguido povo de Deus.

Em apocalipse 12:15 lemos: “A serpente lançou de sua boca , atrás da mulher, água como de um rio.” Água em profecia representa povo: Apoc. 17:15. Durante a supremacia papal, diferentes povos foram usados no esforço de destruir o fiel e verdadeiro povo de Deus.

As páginas da História estão manchadas com sangue de amargas perseguições e impiedosos massacres. Mas tudo foi em vão; ao contrário, “o sangue dos mártires é semente da igreja”.

O céu rejubila na vitória dos santos sobre o poder do dragão. ‘Eles o venceram pelo sangue do cordeiro e pela palavra do seu testemunho”. Apoc. 12: 11. Mas o profeta observa que outra tentativa, e mais sutil, é feita para destruir a igreja. O inimigo lança de sua boca um dilúvio para arrastar a mulher. Com efeito um dilúvio de falsos ensinadores saturados de evolucionismo e filosofias humanas tem-se levantado para opor-se à verdade de Deus. Isto tem sido especialmente desde o fim dos 1260 anos. A água vinha da boca da serpente. O que não logrou por meio de exércitos de falsos educadores. A propaganda mentirosa e “falsamente chamada ciência”( I Tim. 6:20) alcançará o seu clímax na batalha final contra a verdade.

Para fazer frente à esse novo ataque, “a terra abriu a sua boca”. Através dos séculos a terra tem ajudado a mulher, providenciando refúgio para o perseguido povo de Deus. Mas esse novo ataque vindo da boca da serpente tem sido derrotado de outro modo. Um século atrás veio à existência a nova ciência da arqueologia, e das cidades sepultadas no passado, as evidências se acumularam provando a Bíblia e confirmando a exatidão dos seus registros. Maravilhosas descobertas nos campos da Arqueologia, da História e da Geologia robusteceram e vindicaram a palavra de Deus. A pedra de Rosetta, descoberta em 1799, tornou-se a chave do passado, permitindo aos estudiosos aprenderem as línguas do Egito, desse modo abrindo ao conhecimento toda a história do passado. Milhares de descobertas tem sido feitas em confirmação com a História bíblica. A terra tem aberto, sem dúvidas, a sua boca, e as próprias pedras estão clamando aos ouvidos dos cépticos: “A tua palavra é a verdade”.

A maior e final tentativa de Satanás será feita contra a própria última igreja chamada neste capítulo “o resto da sua semente”. Estes entes leais, obedientes aos mandamentos de Deus e possuindo “o testemunho de Jesus, permanecem como fiéis testemunhas.

“Desde o início do grande conflito no céu, tem sido a intento de satanás subverter a lei de Deus. Foi para realizar isto que entrou em rebelião contra o criador; e, posto que foi expulso do céu, continuou a mesma luta na terra….O último grande conflito entre a verdade e o erro não é senão a luta final da prolongada controvérsia relativa à lei de Deus”.

Em toda grande crise da história Deus tem tido fiéis servos cuja obediência a ele era mais preciosa do que a vida. O profeta Isaías, escrevendo num tempo em que a verdade estava sendo comprometida, falou dos que eram leais a Deus como sendo o seu “remanescente’ (Ver sof.3:12,13; Miq. 4:7.)

Na última grande crise do século, Deus terá um “remanescente” leal que por sua graça permanecerá firme pela verdade e pela justiça. João descreve este remanescente como aqueles que “guardam os mandamentos de Deus e tem a fé em Jesus”, testemunho este que o anjo declarou ser “o espírito de profecia”. Apoc. 12:17; 19:10. Por meio de sua palavra e os conselhos de seu Espírito, Deus está, mesmo agora, preparando esse “remanescente” para estar de pé “no dia mau”, quando os principados e potestades e “os príncipes das trevas deste século” farão seu último ataque à igreja. Efés.6:12,13. Ver também II tes. 2:9-13.

É por meio do “remanescente” que Deus está dando sua última mensagem de misericórdia ao mundo e revelado ao mesmo tempo as maquinações do “homem do pecado”, cujo sistema de falsificação da salvação tem obscurecido o glorioso evangelho de Cristo e sua graça salvadora .À igreja que “está aguardando a vinda do senhor” “nenhum dom lhe falta”, diz o apóstolo Paulo. I Cor.1:7. Deus tem seus servos em todas as partes da terra. Estes está Ele reunindo por meio do poder do evangelho eterno que é proclamado para “toda nação , e tribo, e língua e povo “. Apoc. 14:6 . Isto é claramente expresso na seguinte citação de Ellen White :

“Entre os habitantes do mundo , espalhados por toda terra , há os que não tem dobrado os joelhos a Baal . Como as estrelas do céu , que aparecem à noite, esses fiéis brilharão quando as trevas cobrirem a terra , e densa escuridão os povos . Na África pagã , nas terras católicas da Europa e da América do sul, na China, na Índia, nas ilhas do mar e em todos os recantos da terra , Deus tem em reserva um firmamento de escolhidos que brilharão em meio às trevas , revelando claramente a um mundo apóstata o poder transformador da obediência a sua lei”.- Profetas e Reis , pp. 188, 189.

Quando o paganismo invadiu a igreja , trouxe consigo apenas suas vestimentas e mistérios , mas também seu espírito de intolerância . Quando o homem cessa de agir por amor , recorre à força.

A igreja perdeu sua missão no mundo . Quando a primeira igreja começou a perder o seu “primeiro amor”, perdeu também sua visão . Quando entrou na política, caiu de seu elevado estado espiritual. Em vez de continuar como um poderoso movimento missionário preocupado apenas em levar as boas novas de salvação a todos os homens em todos os lugares, ela começou a transformar-se numa grande instituição financeira, com declarado objetivo de reger as nações. Em vez, pois, de almejar a volta de Cristo, acompanhado por seus anjos, com poder e grande glória, como a consumação de suas esperanças, esta igreja apóstata começou a ensinar que sua missão ao mundo era estabelecer-se com liderança política no mundo mediante um assim chamado governo espiritual, introduzir o reino de Deus na terra. Este conceito da igreja e seu trabalho foi uma completa inversão da mensagem apostólica. O livro de Santo Agostinho , “A Cidade de Deus”, interpreta Apocalipse 20 de modo que signifique o domínio da igreja sobre as nações.

Nos dias dos apóstolos a igreja fez tremendas conquistas espirituais, verdadeiramente ela “saiu vencendo e para vencer”. Sobreveio , porém , uma mudança. Paulo falou desses acontecimentos como de uma “apostasia”, a qual , ele disse, daria surgimento ao homem do pecado , que exaltaria a si mesmo no templo de Deus , declarando-se Deus , e que sob o disfarce do cristianismo , corromperia a verdade e se oporia a quem quer que dele dissentisse, segundo Tes.2:3,4.

O declínio do poder espiritual dentro da igreja estabelecida não foi súbito. A história da igreja mostra os passos trágicos que finalmente puseram a autoridade civil e religiosa numa só mão . Papas sedentos de poder arrogaram-se o título de “substituto de Deus na terra”, assim usurpando as prerrogativas da divindade . Arrogando-se sucessores de Pedro, pretendiam autoridade, não sobre a igreja apenas mas sobre todo o mundo. Inocêncio III, por exemplo ( papa de 1198 – 1216), escreveu que “assim como o sol e a lua estão postos no firmamento, o maior como luz do dia , e o menor para iluminar a noite, há dois poderes na terra : o maior , o pontifical e o menor, o real”. Propondo reis e depondo reis, os pontífices tinham aí o seu passatempo. Pisoteando os direitos da consciência , esses governantes medievais dominavam príncipes, estados e parlamentos , compelindo a submissão por meio do mais terrível engenho da tirania , a Inquisição. Maquinandoe esquematizando para ganhar mais poder, esta igreja dominante continuou a destruir “os santos do Altíssimo”, e a atentar contra a lei de Deus . Dan. 7:25. Isto devia continuar por 42 meses .

Este período profético, já foi por João introduzido 5 vezes em três diferentes modos , enquanto Daniel dele fala duas vezes. O método de expressão usado por João como por Daniel é “um tempo, e tempos, e metade de um tempo”. Apoc. 12:14; Dan.7:25; 12:7. Um “tempo” é modo hebreu de expressão para um ano . Ver Daniel 14: 16; 11: 13.A conclusão é clara e convincente. Um “tempo” seria um ano ou 360 dias, dois “tempos” seria iguais a dois anos” ou 720 dias, meio “tempo” igualaria a meio ano, ou 180 dias . O total é 1260 dias.

A expressão “42 meses” chama a atenção. Um mês profético consiste em 30 dias (proféticos) , assim 42 meses multiplicado por 30, daria 1260 dias ( anos). Autoridades bíblicas concordam que em profecia, um dia representa um ano. Começando com o decreto de Justiniano em 538 A.D , o período nos leva a 1798 . Dois séculos e meio antes desta data significativa, a Europa estava sendo assolada por uma revolução de idéias oriundas especialmente da reforma protestante . Nação após nação sacudia sua subserviência a autoridade eclesiástica .

A profecia bíblica predisse não apenas o surgimento do papado, mas também sua queda. Este poder que pretendia falar em nome de Cristo estava na realidade falando contra ele. Todos os reformadores, sem exceção , falaram dessa igreja apóstata como o “anticristo”. A palavra “anti” significa “contra” e “ rivalidade ou suplantação”. O papismo preenche ambas as idéias, como os fundadores da reforma do século XVI tão habilmente mostraram . Mas o poder arrogante e blasfemo estava se aproximando do fim do período que lhe foi permitido dominar, e os acontecimentos políticos estavam trabalhando para o seu colapso . Napoleão, uma das mais poderosas figuras da História, começou depressa a mudar a face da Europa. Foi durante as guerras Napoleônicas que a cabeça papal dessa besta heterogênea foi “como que ferido de morte”. Verso 3. “Se alguém leva em cativeiro, em cativeiro irá; se alguém matar à espada, necessário é que à espada seja morto”. Verso 10. Em 1798, o General Berthier, de modo algum um general forte, aprisionou o papa Pio VI. Este papa ficou exilado até sua morte, um ano depois. Durante esse tempo não houve papa reinante. Com que notável precisão cumpriu-se de modo cabal o período profético de 1260 anos!

João, porém , não predisse apenas que essa cabeça seria ferida e levada ao cativeiro, mas declarou que sua ferida mortal seria curada. Então, disse ele, “todo o mundo se maravilhou após a besta”( Verso 3) – Predição esta sobremodo notável. Quando a Itália foi unificada sob a revolução de Garibaldi (1866 – 1870), a igreja foi privada até de suas terras , ficando o papa como o virtual prisioneiro no Vaticano. 59 anos mais tarde , em 11 de fevereiro de 1929, a famosa concordata assinada por Mussolini e o cardeal Gaspar, restaurou parte das terras, sendo que a partir daí o papa voltou a ser contado entre os soberanos da terra. O relator oficial da igreja descrevendo este histórico acontecimento, disse : “estamos testemunhando agora o significado deste documento. Ao fluir a tinta dessa penas , estará sendo curada a ferida de 59 anos”.

Até o observador mais casual é compelido a reconhecer o rápido crescimento e o prestígio internacional em poder da igreja católica Romana. Ela exerce nos negócios do mundo hoje uma influência maior do que em qualquer outro tempo de sua longa e movimentada história. E essa influência está sendo cada vez mais sentida nos Estados Unidos.

Ao identificar esse poder perseguidor, seria bom ficar claro, que não podemos ter nenhuma espécie de preconceito ou hostilidade contra pessoas, suas crenças ou sua denominação. Jesus quer salvar a todos, e o nosso dever como cristãos, é aceitá-los com o amor de Cristo, procurando orientá-los com toda humildade e afeição.

Quero salientar que Deus revelou estas coisas com antecedência porque nos ama. Ele nos quer proteger dos enganos e falsidades idealizados pelo grande inimigo.

Mas não precisamos temer quanto ao futuro. Aqueles que amam a Cristo e o seguem de todo o coração, já são vencedores junto com Cristo.

Então ouvi uma voz forte no céu, que dizia: “Agora chegou a salvação de Deus! Agora Deus mostrou o seu poder como rei! Agora o Messias que ele escolheu mostrou a sua autoridade! Pois o acusador dos nossos irmãos e irmãs, que estava diante de Deus para acusá-los dia e noite, foi jogado fora do céu. Os nossos irmãos e irmãs o derrotaram por meio do sangue do Cordeiro e da mensagem que anunciaram. Eles estavam prontos para dar a sua vida e morrer. (Apocalipse 12:10-11 BLH)

Sendo fiéis a Jesus hoje, estaremos com ele por toda a eternidade !!


"Conforme aquele caminho que chamam SEITA, assim sirvo ao Deus de nossos pais, crendo tudo quanto está escrito na LEI e nos PROFETAS" (Atos 24:14 ) - Paulo, o apostolo dos gentios
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Eduardo

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