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Dois lançametos em lingua portuguesa da teologia adventista

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11042010

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Dois lançametos em lingua portuguesa da teologia adventista




LIVROS: Estudos selecionados em interpretação profética , William H. Shea e Compreendendo as Escrituras, George W. Reid (org.)

por Ivan Schmidt
Teólogo, Escritor e Jornalista
verboivan@hotmail.com
William H. Shea. Estudos Selecionados em Interpretação Profética - Série Santuário e Profecias Apocalípcas - vol. 1. UNASP-C2, Engenheiro Coelho, SP: Unaspress, 2007, 2ª edição, 168 pp.

George W. Reid (org.). Compreendendo as Escrituras - Uma abordagem adventista. UNASP-C2, Engenheiro Coelho, SP: Unaspress, 2007, 364 pp.

Uma abordagem adventista das Escrituras


Os adventistas brasileiros, que há muitas décadas enfrentaram sérias dificuldades em termos de acesso a fontes de consultas eventuais ou sistemáticas em seu próprio idioma, sobre temas fundamentais para o alargamento dos níveis de compreensão das principais questões de doutrina e teologia em curso na denominação, bem como de suas óbvias ramificações com a historiografia religiosa, servindo como exemplo os volumes resultantes da extensa pesquisa realizada por LeRoy Edwin Froom, para não falar do indispensável Comentário Bíblico Adventista, contam desde 2007 com um material que não poderia ser mais valioso.

A Unaspress (Imprensa Universitária Adventista), ligada ao Seminário Latino-Americano de Teologia (Salt), programou a tradução e edição de algumas obras que, para dizer o mínimo, desde então passaram a ser relacionadas como leitura obrigatória não apenas de pastores, professores e acadêmicos de teologia, mas de todos quantos ansiavam por fontes insuspeitas para subsidiar análises mais aprofundadas e fornecer um instrumental mais eficaz para desfrutar do manancial de conhecimentos propiciado pelos círculos dedicados à pesquisa.

Pelo que se percebe, aos volumes já publicados estão sendo acrescentados paulatinamente outros trabalhos de extrema relevância histórico-teológica publicados sob os auspícios do Instituto de Pesquisas Bíblicas da Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia, constituindo para os membros da Igreja no Brasil e demais países lusófonos uma conquista tardia, posto que merecedora de todos os encômios.

Da série Santuário e Profecias Apocalípticas, a Unaspress editou no interesse imediato do corpo acadêmico do Salt, o primeiro volume Estudos selecionados em interpretação profética , de autoria de William H. Shea e, ainda, Compreendendo as Escrituras, uma abordagem adventista , obra coletiva organizada por George W. Reid, um dos eruditos mais renomados da IASD pela proficiência dos estudos em Daniel e Apocalipse, por 18 longos anos diretor do Instituto de Pesquisas Bíblicas da Associação Geral.

Por sua vez, William Shea foi professor no Seminário Teológico da Universidade Andrews por 14 anos, onde atuou igualmente como diretor do Departamento de Arqueologia e, entre 1986 e 1998, investido da função de diretor associado do Instituto de Pesquisas Bíblicas, subscreveu uma alentada contribuição intelectual à organização adventista.


Interpretação historicista

Destacamos do livro escrito por William Shea, entre outros, os capítulos que explanam de forma minuciosa o polêmico percurso histórico cumprido por Antíoco IV Epifânio, mediante extensa investigação dos argumentos que sedimentam a conclusão que o polêmico personagem não pode, absolutamente, ser identificado com o chifre pequeno de Daniel 8. Além disso, o autor discorre com propriedade sobre o princípio do dia-ano e, de maneira convincente, com base em critérios científicos da astronomia e em antigos calendários, sobre o dia da expiação e sua relação profética com o 22 de outubro de 1844, onde está assentada a principal coluna de sustentação da fé uma vez entregue aos santos.

Shea destaca que as informações disponíveis em Daniel 7 sobre se o chifre pequeno citado por Daniel 8 pode ser identificado como Antíoco IV mostram que a identificação é equivocada, tendo em vista que “se os chifres pequenos de Daniel 7 e 8 se referem à mesma entidade histórica, devemos concluir que o chifre pequeno de Daniel 8 também não pode ser Antíoco”.

O autor baseia seu raciocínio em três aspectos relevantes: ambos os poderes são descritos pela mesma terminologia simbólica; a ambos são atribuídas atividades semelhantes e, a consideração geral de que as profecias posteriores de Daniel amplificam as profecias anteriores. Shea esclarece que “temos designado a maior parte dos eventos da profecia do capítulo 9 ao período romano, isto é, ao primeiro século d.C.”, indicando que “o cumprimento histórico das atividades do chifre pequeno descritas no capítulo 8 deve ser procurado algum tempo depois do primeiro século d.C.”.

Ao postular que a interpretação historicista do chifre pequeno sugere que o mesmo é um símbolo do sistema papal, Shea reitera que tal poder se elevou dentre os chifres-nações da Europa, por sua vez resultantes da inquestionável decadência do Império Romano. Assim, o autor conclui que “o único lugar entre esses símbolos onde alguém pode claramente apontar para a identificação de um chifre como um rei individual é no caso de Alexandre, representado pelo grande chifre do bode grego (Dn 8:21). O chifre de Alexandre, é claro, não subiu dos outros chifres do bode. Se o chifre pequeno de Daniel 8 saiu de outro chifre e é interpretado como um rei, tal interpretação demonstrar-se-ia singular entre esta série de símbolos”, o que torna “razoável supor que o chifre pequeno representa um reino corporativo ao invés de um rei individual”.

O personagem em questão é mencionado em 1 Macabeus 1:6 como o soberano selêucida que profanou o templo de Jerusalém e perseguiu os judeus não por méritos pessoais, mas porque seu antecessor Antíoco III já havia arrebatado a Palestina ( 198 a .C.) do domínio até então exercido pelos ptolomeus. Portanto, não há fundamento para sustentar que Epifânio tenha se tornado “excessivamente grande para a terra gloriosa”, uma provável referência à Judéia, “em nenhum sentido de conquista ou aquisição de controle dela por ação militar”, tendo em vista que o governo desse território já pertencia ao reino antes de ele subir ao trono.

Segundo Shea é válido afirmar que Antíoco tirou o tamid , termo hebraico para “contínuo” e “diário”, considerando-se que o holocausto contínuo era oferecido diariamente (manhã e tarde) sobre o altar do templo. Contudo, a constatação do profeta Daniel quanto à destruição “do lugar do seu santuário” (Dn 8:11), numa ação atribuída ao chifre pequeno, em nenhum aspecto sanciona qualquer ligação com as atividades desempenhadas por Antíoco.


Cálculo profético

Um “dia profético” representa um “ano” de tempo real do calendário, lembra William Shea, ao analisar as posições de preteristas, futuristas e historicistas quanto ao fator tempo de determinadas profecias, enfatizando o princípio do dia-ano. Diz ele que “o uso de unidades de tempo incomuns que não eram ordinariamente empregadas para a computação do tempo, tais como ‘tardes e manhãs', ‘tempos', e até certo ponto ‘semanas', empresta apoio à ideia de que algo mais do que mero tempo literal está aqui envolvido. Unidades incomuns como estas combinam melhor com o tempo simbólico e provavelmente foram escolhidas para enfatizar este ponto”.

Dessa forma, “nenhum dos períodos de tempo das profecias de Daniel é expresso do modo como teria sido se tivesse sido usado para expressar tempo literal da maneira normal. A maneira incomum em que esses períodos proféticos são expressos, com respeito às unidades de tempo e aos numerais usados com elas, sugere mais uma vez que o tempo simbólico em vez de literal está envolvido”.

A exaustiva pesquisa de Shea sobre 23 razões bíblicas que conferem autenticidade à aplicação do princípio do dia-ano para os períodos de tempo das profecias apocalípticas de Daniel e Apocalipse, conclui que elas empregam “números simbólicos com unidades de tempo simbólicas em contextos simbólicos”.


Movimento apocalíptico

Não se pode deixar de afirmar que também haverá extraordinário ganho para todos quantos buscarem com interesse apreender a riqueza contida nas páginas da compilação de ensaios editada por Georg W. Reid, diretor do Instituto de Pesquisas Bíblicas entre 1984 e 2001, enfeixados no magnífico volume Compreendendo as Escrituras, uma abordagem adventista , igualmente publicado pela Unaspress. Tanto esse como o livro resenhado anteriormente, foram traduzidos por Francisco Alves de Pontes. O livro contém 17 capítulos e mais os apêndices A e B, esse assinado por Angel M. Rodriguez, atual diretor da instituição, a quem coube acrescentar um reforço à premissa que “os adventistas se definem a si mesmos como um movimento apocalíptico, proclamando o futuro aparecimento de Deus na história humana de uma maneira majestosa que trará um fim às modernas instituições sociais, religiosas, opressivas e corruptas”.

Há também significativa iluminação do conceito que “o pensamento apocalíptico está tão firmado em nossa consciência e identidade como Igreja que tentar esmiuçá-lo é arriscar a existência desse movimento. Qualquer sistema de investigação que pareça ameaçar nossa compreensão da literatura bíblica apocalíptica encontrará sincera oposição da Igreja. Tem sido sempre a posição da Igreja que nosso sistema de interpretação seja aquele provido pelo próprio texto bíblico e que, portanto, permaneça inegociável”.

Os esclarecimentos do diretor do Instituto de Pesquisas Bíblicas, sem dúvida, hoje a instância mais elevada da produção do pensamento doutrinário-teológico da IASD, são plenamente corroborados pelo fato de que “alguns eruditos adventistas têm se interessado pelo uso do método crítico-histórico, tornando-o um assunto de debate desde o final da década de 1960. Alguns têm defendido o uso do método em sua forma clássica; muitos têm preferido um uso modificado que, supostamente, exclui as pressuposições que tradicionalmente o acompanham”. Assim, a preocupação essencial do apêndice, numa referência generalizada aos conteúdos apresentados pelos 17 eruditos selecionados, entre eles o brasileiro Alberto R. Timm, “é avaliar a pretensão de que o uso modificado do método crítico-histórico é compatível com a compreensão adventista da Bíblia”. Conforme documento normativo elaborado pela Comissão de Métodos de Estudo da Bíblia e aprovado no Concílio Anual de 1988 da Associação Geral, no Rio de Janeiro, usar o método crítico-histórico modificado com a intenção de subordinar a Bíblia à razão humana, “é inaceitável para os adventistas”, porquanto “o intelecto humano está sujeito à Bíblia, não igual ou acima dela”.

Segundo Rodriguez, um dos desafios mais prementes para o pesquisador bíblico é a hermenêutica, mas o problema deve ser resolvido permitindo-se que a Bíblia se interprete a si mesma: “Em outras palavras, as Escrituras devem ser interpretadas de dentro das próprias Escrituras, comparando uma passagem com outras semelhantes. Mesmo nos casos de discrepância, devemos começar nas Escrituras a busca por compreendê-las ou esclarecê-las”. Na verdade, esta é a forma mais adequada para expurgar a sedução modernista de reduzir a Bíblia a um mero “resultado de contextos históricos, religiosos e culturais em que os escritores bíblicos viveram e escreveram”.


Prioridade do texto bíblico

Afirmando que o texto bíblico tem prioridade sobre o intérprete, Frank M. Hasel, professor de teologia do Bogenhofen Seminary, no capítulo sobre a influência das pressuposições na interpretação, salienta que qualquer evidência de compreensão pessoal prévia que “questiona ou nega a dimensão sobrenatural da qual as Escrituras claramente testificam, é estranha à Bíblia e não estará à altura do tema da Palavra de Deus”.

O autor lembra que Deus utilizou a instrumentalidade humana na transmissão das Sagradas Escrituras, embora tivesse preservado a individualidade e personalidade de cada um dos agentes escolhidos pelo Espírito para o desempenho da grandiosa tarefa. Em outras palavras, isso quer dizer que o Espírito conduziu os escritores bíblicos, “guiando-lhes a mente e os pensamentos na escolha do que falar e assistindo-os no que escrever para que eles fielmente registrassem em fidedignas e apropriadas palavras as coisas que lhes foram divinamente reveladas”. Segundo Hasel, há grande perigo em substituir a autoridade da Palavra de Deus pela razão humana, tendo em vista que “a distorção também pode ocorrer quando as preocupações correntes do intérprete não combinam com o que é atinente ao texto e o intérprete faz indagações que o texto não pode responder ou o texto está dando respostas que o intérprete não está preparado para aceitar”.

Nenhuma outra fonte será mais eficaz que as Escrituras quando se trata de conhecer a Deus, assinala Hasel, enfatizando que “a autoridade intrínseca da Escritura como a fonte de sua própria interpretação repousa em seu caráter como a inspirada Palavra de Deus”, conquanto tal autoridade somente seja percebida pela mente humana quando iluminada pelo Espírito Santo. Diz ele que a mensagem da Bíblia é suficientemente clara para ser compreendida por crianças e adultos – enfim por todos os crentes – e não apenas por teólogos, sábios ou sacerdotes, valorizando o mesmo princípio cristológico da interpretação bíblica assimilado pelo reformador Martinho Lutero, ou seja, a afirmação da primazia da sola scriptura , como “norma final e autoridade suprema para a fé e prática”.


Iluminação da mente

O professor da Andrews University, Fernando L. Canale, discorrendo sobre o processo de revelação e inspiração dos chamados hagiógrafos, tema sobejamente investigado pela erudição bíblica contemporânea, propõe ao estudioso em busca de definições objetivas o seguinte: “A analogia do escultor que cinzela a escultura nos ajuda a visualizar o modo pelo qual a teoria da inspiração verbal concebe a maneira como as agências divinas e humanas operam quando geram os escritos da Bíblia. Como o escultor, e não o cinzel é o autor da obra de arte, assim Deus, e não o escritor humano é o autor das Escrituras. Os escritores humanos, como o cinzel, desempenham apenas uma função instrumental”.

Eruditos adventistas, através dos tempos, manifestaram pensamentos não coincidentes sobre a inspiração dos escritores bíblicos, embora em momento algum a integridade doutrinária da denominação tivesse sido posta à prova. Na verdade, Canale reconhece a importância da experiência profética de Ellen G. White como elemento catalisador da predominância da tese da “inspiração do pensamento”, citando um dos mais antigos depoimentos da serva do Senhor sobre o assunto: “Nós [adventistas] cremos que a luz dada por Deus aos seus servos é pela iluminação da mente, comunicando assim o pensamento, e não (exceto em casos raros) as próprias palavras em que as idéias devem ser expressas” ( General Conference Proceedings , R&H, 27.11.1883, págs. 741 e 742).

Canale cita, ainda, o respeitado teólogo adventista, Edward Heppenstall, cuja contribuição foi marcante na estratificação do posicionamento sobre a inspiração do pensamento, mediante a lúcida confirmação do contato revelador da divindade ter ocorrido no plano de idéias, conceitos e ensinamentos transmitidos pelo escritor bíblico. O professor da Andrews lembra que a opinião de Heppenstall não dá margem à inferência de a inspiração ter-se estendido às palavras das Escrituras. Por outro lado, é lícito supor que o citado intelectual tenha adentrado o terreno da “inerrância do pensamento”, convalidando a conclusão de Canale: “Somente os pensamentos bíblicos, não as palavras, são inerrantes”.

À vista da impossibilidade de esgotar os temas presentes em Compreendendo as Escrituras , torna-se indispensável recomendar a leitura atenta do livro por todos quantos têm interesse em questões bíblicas enfocadas sob o prisma genuinamente adventista. Nesse particular, reveste-se de acentuado valor o ensaio final versando sobre Ellen G. White e a hermenêutica, mediante o qual somos admoestados pelo enunciado de Gerhard Pfandl, diretor-associado do Instituto de Pesquisas Bíblicas, sobre a extensa produção da mensageira da Igreja remanescente: “Portanto, quando estamos usando o que ela escreveu, devemos aplicar aos seus escritos os mesmos princípios hermenêuticos utilizados com as Escrituras. Ambos são literatura inspirada e, portanto, devem ser interpretados pelos mesmos princípios”.

Os escritos de Ellen G. White, escreve Pfandl, muitas vezes são usados de maneira incorreta porque os princípios de hermenêutica são esquecidos ou não levados na devida conta: “Sentenças são tiradas do contexto e pessoas sustentam que ela ensina algo quando, na verdade, ela não o faz”, transformando o que seria uma benção para a Igreja num “pomo de discórdia e uma fonte de divisão”. Assim sendo, as revelações de Deus por intermédio do Espírito de Profecia têm a finalidade exclusiva de contribuir com as Escrituras para balizar a caminhada e, acima de tudo, a atitude comportamental dos adventistas do sétimo dia em face dos confrontos atuais: “Num tempo em que todo o vento de doutrina vem soprando na Igreja, e o pensamento pós-moderno ameaça os próprios fundamentos do cristianismo, fazemos bem dando ouvidos ao seu conselho tanto como Igreja quanto como indivíduos”.

E para que não permaneça a mais tênue dúvida sobre a autoridade primacial da fórmula sola scriptura , é preciso partilhar de modo irrestrito a compreensão pessoal de Ellen G. White sobre o princípio da autointerpretação das Escrituras, marco herdado da Reforma pela IASD. Para isso é suficiente rememorar uma de suas muitas declarações sobre o significado da Palavra de Deus revelada aos homens: “A Bíblia é seu próprio expositor”.



"Conforme aquele caminho que chamam SEITA, assim sirvo
ao Deus de nossos pais, crendo tudo quanto esta escrito na LEI
e nos PROFETAS"
(Atos 24:14 ) - Paulo, o apostolo dos gentios
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