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Evangelismo: 'um processo, não um evento'

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14042010

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Evangelismo: 'um processo, não um evento'




Evangelismo: 'um processo, não um evento'




O evangelismo é um processo, não um evento, disseram dirigentes mundiais adventistas do sétimo dia durante uma análise passando em revista o evangelismo.

Embora o evangelismo tradicional da Igreja muitas vezes envolvesse eventos de pregação de uma semana com pouco acompanhamento, a eficácia do evangelismo público hoje em dia depende de compromisso, envolvimento dos membros da Igreja que criem vínculos de amizade e discipulem os novos membros, disseram delegados do Concílio Sobre Evangelismo e Testemunho que se realiza antes da Assembleia da Associação Geral.

Os pastores, evangelistas e outros dirigentes devem criar uma "cultura de envolvimento" entre os membros, disse Michael L. Ryan, um vice-presidente da Igreja a nível mundial, dirigindo-se a delegados reunidos na sede mundial da Igreja numa reunião de todo um dia em 1º. de abril, precedendo as reuniões do Concílio de Primavera esta semana.

"É fácil fazer apropriações de orçamento, contratar um evangelista e arranjar uma reunião, mas o que faríamos se não tivéssemos um centavo para gastar com o evangelismo?" indaga o evangelista Bob Folkenberg Jr. aos delegados, acrescentando que leigos -- "membros ativos com um estilo de vida de evangelismo"-- são a resposta, "esteja você em Manila ou Manhattan".

O evangelista Bruce Bauer lembrou aos delegados que mantivessem o estilo de Jesus de evangelismo no Novo Testamento em mente -- atender às necessidades e edificar confiança antes de compartilhar crenças. "Você não pode pregar eficazmente se não sabe de onde procedem as pessoas", declarou Bauer. "A amizade é a base do testemunho que apela às pessoas".

Bauer também descartou a noção de evangelismo "tamanho único". "Nenhum esforço evangelístico irá alcançar todo mundo", ele disse, acrescentando que o evangelismo não devia ser feito ao acaso, mas com pesquisa demográfica em mente. Mais tarde, Ryan repetiu esse ponto, apelando a um "evangelismo contextualizado".

Como um estudo de caso para tal evangelismo, Mark Finley, um vice-presidente da Igreja a nível mundial, e Johnson Swamidass, evangelista na Índia, descreveram o evangelismo da Igreja Adventista em Chennai, Índia. Ali, a membresia cresceu de sete igrejas em 1994 para 154 hoje, basicamente devido ao "evangelismo deliberado", tais como reuniões de grupos da Igreja que se reúnem em estações do metrô principais da cidade, Finley disse.

Durante uma seção de perguntas e respostas que dividiram as sessões da manhã e da tarde, Jairyong Lee, presidente da região da Ásia-Oceano-Pacífico do Norte da Igreja, aplaudiu a ênfase dada ao evangelismo de leigos, mas disse serem necessárias idéias práticas de motivar melhor uma congregação.

"Muitas vezes somente dizemos aos nossos membros, 'Saiam e se envolvam', mas raramente reconhecemos o seu trabalho. Penso que se o fizermos, eles serão estimulados a continuar evangelizando", disse Lee.

Também é necessária uma modificação "na cultura de igreja", disse Bertil Wiklander, presidente da região Trans-Europeia da denominação. "Há algo muito errado com uma igreja onde os membros somente assistem a reuniões, escutam sermões e dão dízimos e ofertas", ele disse, acrescentando que algumas igrejas realçam o intelectualismo sobre a espiritualidade, doutrina sobre relacionamento, e se tornaram "demasiado sagradas", acentuando "exclusividade à custa de compaixão". (Nota minha: acredito que esta descrição corresponde cada vez mais ao que vejo na área onde estou...)

Embora alguns líderes da Igreja especulem que regiões tais como a Trans-Europeia não sejam receptivas ao evangelismo tradicional, Barry Oliver e Gary Webster, dirigentes da Igreja no Pacífico Sul, disseram que as chamadas culturas "pós-modernas" podem ser alcançadas pelo evangelismo público. "Temos visto resposta positiva ao evangelismo público tanto na Austrália urbana quanto nas Ilhas do Pacífico, onde se poderia esperar uma melhor recepção", comentou Oliver, presidente da região eclesiástica do Pacífico Sul.

Ali, o Instituto de Evangelismo Público, dirigido pela denominação, treina mentores evangelistas jovens, depois os coloca em áreas com pouca liderança forte. Em algumas regiões, a membresia chegou a triplicar como resultado, dizia um relatório do Instituto.

O presidente regional da Igreja na América do Sul, Erton Köhler, compartilhou a ênfase da área em projetos de evangelismo de larga escala destinados a unificar os membros e motivar o evangelismo contínuo.

Köhler disse que os projetos de maior sucesso da região são "simples e relevantes", como um esforço atual para incentivar a observância do sábado, acentuando que as pessoas são programadas para uma folga semanal da tensão do dia-a-dia.

Mais adiante os delegados ouviram um relatório da Bulgária, onde um projeto evangelístico está conscientizando contra o matrimônio infantil entre a grande comunidade de muçulmanos ciganos, onde crianças são regularmente arranjadas para matrimônio com idades de 10 ou 12 anos, disse Bruno Vertallier, presidente da Igreja na região da Euro-África.

Acentuar a natureza prática da mensagem de esperança da Igreja é crucial, disse Finley. "Se pudermos mostrar que a Bíblia é intelectualmente crível, mas também intensamente prática e relevante - isto é, pode ajudar o meu matrimônio, pode ajudar a minha família - se você misturar essas duas coisas, podemos ser mais diretos em compartilhar nossa fé do que alguns de nós jamais pensaríamos", ele destacou.

Fonte: ANN (negritos meus para destaque)


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