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Autoridades Evangélicos defendem a Lei de Deus

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11062010

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Autoridades Evangélicos defendem a Lei de Deus






Autoridades Evangélicos defendem a Lei de Deus
É muito comum ouvir evangélicos dizerem que não é necessário obedecer a lei de Deus em nossos dias, tornando-a assim inválida´. Mas também tem se tornado cada vez mais comum grandes autoridades evangélicas defenderem com força os 10 mandamentos inclusive o sábado. Num dia desses, houve uma reunião de líderes evangélicos em São Paulo, um pastor Batista ao se levantar para discursar disse na assembléia de líderes evangélicos que está chegando a hora de começar as reformas, se referindo a guarda do sábado e da lei de Deus. Isto me motivou e postar este artigo que além daquelas declarações de Wesley, confirmadas por Billy Graham, que já citei no site http://www.altoclamor.com/, gostaria de citar aqui comentários de outros líderes evangélicos respeitadíssimos, o conflito está só por começar. Em breve veremos sinceros de todas as partes aceitando a verdade expressa na palavra de Deus. Seja pessoas de autoridade ou seja dos mais leigos nas igrejas.
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“A lei do Senhor é perfeita e restaura a alma” (Sal. 19:7). Haverá algo como uma lei perfeita? Tudo quanto procede de Deus é perfeito. A lei sobre a qual estamos tratando veio Dele. Ela se torna maculada em nossas mãos. Nós subtraímos dela e tentamos adicionar a ela, e desse modo torna-se menos do que perfeita. Num sentido muito real, a lei de Deus é a manifestação da natureza do Senhor. Não poderia ser imperfeita, como não é Ele”. – The Augsburg Sunday School Teacher (luterano), Vol. 63, no. 8, pág. 483.
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“Nenhum legislador humano poderia ter enunciado uma lei tal como encontramos no Decálogo. É uma lei perfeita, pois todas as leis humanas que são certas devem ser encontradas nesse breve compêndio e síntese de tudo quanto é bom e excelente para com Deus, ou entre os homens”. – C. H. Spurgeon Renomado, Sermons, série 2 (1857), pág. 280.
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“Os 10 Mandamentos não são dez leis diferentes. Há somente uma lei. Se eu for suspenso no ar por uma corrente com dez elos e quebrar um deles, abaixo virei tão certamente quanto se tivesse quebrado todos os dez”. – D. L. Moody, Weighed and Wanting, pág. 119 (ed. 1889).
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“As dez palavras do Sinai não eram dez mandamentos separados, mas dez faces de uma lei única”. – The Ten Commandments, G. Campbell Morgan, pág. 11.
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“Os 10 Mandamentos constituem um sumário dos deveres que Deus requer dos homens. Esses mandamentos são o fundamento subjacente da vida ética da humanidade. São tão obrigatórios aos cristãos hoje quanto o foram aos hebreus que primeiramente os receberam”. – The Snowden-Douglass Sunday School Lessons, para 1946, pág. 17.
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“Ele [Cristo] cumpriu a lei moral por obedecê-la e trazer à luz sua plenitude de significado, por revelar sua intensa espiritualidade, e Ele a estabeleceu numa base mais segura do que nunca como a eterna lei de justiça. Ele cumpriu a lei cerimonial e típica, não somente por conformar-Se com os seus requisitos, mas por perceber o seu significado espiritual. Ele preencheu os esboços de sombras dos tipos e, uma vez cumpridos, tornam-se sem efeito, não mais sendo necessários que observemos a Páscoa ou mantemos o cordeiro diário; temos a substância em Cristo”. – The International Standard Bible Encyclopedia, vol. 3, pág. 1847.
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O SÁBADO:
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“Jesus disse: ‘O sábado foi feito por causa do homem’, e a inferência necessária é que desde o princípio o homem conhecia os usos primários do dia, e recebia os benefícios que tinha o objetivo de conceder. . . ." Antes da entrega da lei no Sinai a obrigação do sábado foi apreendida”. – J. J. Taylor (batista), págs. 20-24.
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“Eu honestamente creio que este mandamento é exatamente tão obrigatório hoje como sempre o foi. Tenho conversado com pessoas que dizem ter sido ele abolido, mas nunca foram capazes de apontar a qualquer lugar na Bíblia onde Deus o repeliu. Quando Cristo esteve sobre a Terra, Ele nada fez para pô-lo de parte. Ele o libertou dos acréscimos que os escribas e fariseus lhe impuseram, colocando-o em seu devido lugar. O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado! É tão praticável e necessário para os homens hoje como sempre foi—de fato—mais do que nunca, porque vivemos numa época tão intensa.
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“O sábado foi obrigatório no Éden, e tem estado em vigor desde então. Esse quarto mandamento principia com a palavra ‘lembra-te’ mostrando que já existia quando Deus redigiu Sua lei nas tábuuas de pedra no Sinai. Como podem os homens alegar que esse mandamento foi eliminado quando admitem que os outros nove estão ainda em vigor?” – D. L. Moody, Weighed and Wanting (ed. 1898), págs. 46, 47.
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“Se não tivéssemos qualquer outra regra além dessa de Gênesis 2:3, não haveria dificuldade em deduzir ser ela um preceito para a observância universal de um sábado ou sétimo dia, a ser dedicado a Deus como tempo sagrado, para todos daquela raça para a qual a terra e a sua natureza foram prepararadas. Os primeiros homens devem tê-lo conhecido. As palavras ‘Ele o santificou’ não podem ter outro sentido. Ficariam sem nexo a menos que fizessem referência a alguns aos quais se requeria mantê-lo santo”. – John Peter Lange, A Commentary on the Holy Scriptures, sg., Gênesis 2:3, vol. 1, pág. 197.
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De fontes Pentecostais:
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(1) O Que é a Lei de Deus? O Que São os Dez Mandamentos?

O Pr. Carlo Johansson, assembleiano, responde da seguinte maneira:

“A lei é a vontade de Deus, no Decálogo”.-- Síntese Bíblica do Velho Testamento, pág. 48.

Já o Pr. Harold J. Brokke, também pentecostal, afirma isto:

“A lei é uma parte vital do governo divino no mundo em nossos dias... a santa lei de Deus é um pré-requisito divino para uma experiência mais profunda da graça”. -- Prosperidade Pela Obediência, pág. 10.

Por sua vez, , o Pr. Myer Pearlman, pentecostal, professor de muitos pastores, inclusive do Pr. N. Lawrence Olson, que foi por muitos anos o orador do Programa de Rádio A Voz das Assembléias de Deus, assim se expressou:

“Os mandamentos representam e expressão décupla da vontade de Jeová e a norma pela qual governa os Seus súditos”. -- Através da Bíblia, pág. 27.

Conforme foi visto acima, estes pastores pentecostais têm a Lei de Deus, os Dez Mandamentos, numa alta estima. E o conselho bíblico é que se deve obedecer aos pastores que falam a PALAVRA DE DEUS.
Apenas os que falam a sua própria palavra, é que não devem ser atendidos. Especialmente, aqueles que usam sua própria palavra, mas dizem que é a palavra de Deus, enganosamente. Esses devem ser confrontados e combatidos com a “Espada do Espírito”.

(2) Para que Serve a Lei, os Dez Mandamentos?

Já citado, o Pr. Harold J. Brokke, dá várias respostas a essa pergunta. Ele diz:

“Nós não podemos compreender a salvação sem entender a lei de Deus. ... Deus revela Sua vontade, no tocante ao procedimento do homem, por meio dos mandamentos que lhe apresenta. ... O propósito da lei é fazer com que os homens sintam sua necessidade de Jesus Cristo e do Seu evangelho de perdão. ... Pela lei vem o conhecimento do pecado. Os homens precisam de buscar a Deus, reconhecendo-se pecadores, ou seja, criaturas que sabem ter desobedecido a lei e o governo de Deus, reconhecendo-se verdadeiros inimigos do próprios Deus pelo desrespeito às Suas leis”. – Op. Cit., págs. 14, 15, 16 e 17.

Tendo consciência da necessidade do homem com relação ao cuidado e proteção de Deus, o Pr. Myer Pearlman, atrás referido, escreveu:

“Os mandamentos de Deus são cercas, por assim dizer, que impedem ao homem entrar em território perigoso e dessa maneira sofrer prejuízo para sua alma”. -- Conhecendo as Doutrinas da Bíblia, pág. 91.

Concordando de que a lei de Deus é para o benefício do homem, o Pr. Carlo Johansson declarou o seguinte:

“O decálogo - o fundamento do pacto e o mais essencial da lei, como também a condição para vida e felicidade”. -- Op. Cit., pág. 116.

Resumindo o que eles disseram: a lei de Deus serve: a) para compreendermos a salvação; b) para revelar a vontade de Deus; c) para fazer os homens sentirem necessidade de Cristo; d) para saber o que é o pecado; e) para ser como cerca protetora do perigo; f) como condição de vida e felicidade.

Todas estas coisas são muito boas razões para um cristão obedecer a Deus! Além de tudo, estão de acordo com a palavra de Deus.

(3) Desde Quando Existem os Dez Mandamentos, a Lei de Deus?

Também da Assembléia de Deus, o Pr. Orlando Spencer Boyer, comentarista, escritor, pastor, professor e autor de muitos livros, registrou estas palavras sobre o Decálogo:

“Não se deve pensar que não existia nada destes mandamentos antes de Moisés. Foram escritos nas mentes e nas consciências dos homens desde o princípio”. -- Pequena Enciclopédia Bíblica, pág. 198.

(4) Precisamos de Outra Lei, Além do Decálogo, Para Nos Indicar o Que é o Pecado?

Quem responde muito bem a esta pergunta, também, é o Pr. Orlando S. Boyer, quando diz:

“Não há pecado que não é condenado por um dos Dez Mandamentos”. –Pequena Enciclopédia Bíblica, pág. 198.

(5) Existe a Lei Moral e a Lei Cerimonial?

Mais uma vez O Pr. Boyer nos apresenta aquilo que tem aprendido de Deus, em anos de estudo da Palavra:

“Algumas pessoas dão ênfase à distinção entre mandamentos ‘morais’ e mandamentos ‘cerimoniais’. As exigências ‘morais’ são aquelas que em si mesmas são justas e nunca podem ser revogadas. Ao contrário, as leis ‘cerimoniais’ são aquelas sobre observâncias, sobre o cumprimento de certos ritos, por exemplo: os mandamentos acerca dos holocaustos e o incenso. ... As leis ‘cerimoniais’ podem ser abrogadas na mudança de dispensação, mas não as leis ‘morais’. É certo que existe tal distinção”. -- Marcos: O Evangelho do Senhor, págs. 38 e 39.

E o Pr. Antonio Gilberto, também da Assembléia de Deus, confirma:

“A parte moral da lei é eterna e universal”. -- Manual da Escola Dominical, pág. 86.

E eis um comentário bíblico muito usado nos meios pentecostais, (CPAD—Casa Publicadora das Assembléias de Deus).
com sua definição clara também:

“Se Jesus não veio abolir a lei, todas as leis do AT ainda se aplicam a nós hoje? É preciso lembrar que havia três categorias de leis: a cerimonial, a civil e a moral.

(1) A lei cerimonial diz respeito especificamente à adoração por parte de Israel (Levítico 1: 2, 3). Seu propósito primário era apontar adiante, para Cristo, portanto, não seria mais necessária depois da morte e ressurreição de Jesus. Mesmo não estando mais ligados à lei cerimonial, os princípios que constituem a base da adoração -- amar e adorar a Deus Santo -- ainda se aplicam. Jesus foi frequentemente acusado pelos fariseus de violar a lei cerimonial.

(2) A lei civil se aplicava à vida cotidiana em Israel (Deuteronomio 24:10, 11). Pelo fato de a sociedade e a cultura modernas serem tão radicalmente diferentes das daquele tempo, esse código como um todo não pode ser seguido. Mas os princípios éticos contidos nos mandamentos são atemporais, e devem guiar nossa conduta. Jesus demonstrou estes princípios por meio de sua vida exemplar.

(3) A lei moral (como os Dez Mandamentos) é a ordem direta de Deus, exige uma obediência total (Exodo 20:13), pois revela sua natureza e vontade. Assim, ainda é aplicável em nossos dias. Jesus obedeceu completamente à lei moral”. -- Bíblia de Estudos Aplicação Pessoal, Almeida. (CPAD—Casa Publicadora das Assembléias de Deus).

(6) A que Tipo de Lei o Apóstolo Paulo Se Refere em Colossenses 2:16?

O Pr. Evangélico Myer Pearlman responde, apropriadamente, a esta questão, quando escreve:

“A sua relação com a lei cerimonial (vers. 15,16). As festas, os dias santos e outras observâncias cerimoniais judaicas não passam de símbolos e figuras representando Cristo. Agora, desde que Cristo cumpriu os símbolos, os mesmos tornam-se desnecessários”. -- Através da Bíblia, pág. 293.

(7) E o Sábado do Quarto Mandamento, Qual a Sua Origem?

Num livro preparado pela Casa Publicadora das Assembléias de Deus (CPAD), para tirar algumas dúvidas sobre certos assuntos, intitulado A Bíblia Responde, nós lemos esta declaração:

“O observador mais acurado vai perceber que o sábado não é um mandamento originado na lei mosaica (Gên. 2:3), ainda que mais tarde a ela incorporado”. -- A Bíblia Responde, pág. 123.

Depois dele, quem responde a esta pergunta é o Pr. Carlo Johansson. Ele escreveu estas palavras:

“O sábado tem a sua origem na criação, Gên. 2:1-3”. -- Op. Cit., pág. 42.

O Pr. Myer Pearlman, estudioso e dedicado, completa o que foi dito acima, da seguinte maneira:

“O Grande Arquiteto do Universo completou em seis dias Sua obra da criação, e descansou no sétimo dia. ... No sétimo dia Ele descansou, dando ao homem um exemplo, trabalhando seis dias e descansando no sétimo”. -- Através da Bíblia, págs. 14 e 15.

Conclusão: A origem do sábado, ao contrário do que ensinam alguns cristãos desinformados, não é a doação da Lei dos Dez Mandamentos, no Monte Sinai. Conforme os estudiosos da Bíblia, da Igreja Evangélica Assembléia de Deus, foi na SEMANA DA CRIAÇÃO. Seis dias de trabalho, e o sétimo para o descanso e culto.

(8) Há Razões Para Descansarmos no Sábado?

O Pr. Harold J. Brokke é bastante enfático, e categórico, ao dar uma resposta a esta questão. Ele proclama “em alto e bom som”:

“É possível que alguém imagina que a transgressão desse quarto mandamento é menos grave do que a transgressão dos outros nove. A verdade, porém, é que quem se dispõe a transgredir o quarto mandamento já tem no coração a inclinação de transgredir um ou mais dos outros mandamentos. . . .
“Por que deve o homem guardar o sábado do Senhor? Porque é justo! Segue-se aqui o mesmo princípio de não furtar porque não é justo”. -- Op. Cit., págs. 58 e 59.

“2. O sábado é indispensável ao homem, sendo propiciador de seu maior bem, fisica, intelectual, social, espiritual e eternamente. Daí que sua observância está ligada às melhores promessas, e sua violação com as mais severas penalidades. Êxo. 23, 12; 31, 12-18; Nee. 13, 15-22; Isa. 41, 2-7; 43,13-14; Jer. 17, 21-27; Eze. 20, 12-13; 22, 26-31. Sua santidade foi assinalada muito marcadamente na coleta do man. Êxo. 15, 22-30.
“3. A lei original do sábado foi renovada e tornara parte destacada da lei moral, ou dez mandamentos, dados mediante Moisés no Sinai. Êxo. 20, 8-11”. – Amos Binney e Daniel Steele, Binney’s Theological Compend Improved (ed. 1902), pág. 170.

“Onde por acaso nos é dito nas Escrituras que devemos observar o primeiro dia? É-nos ordenado observar o sétimo dia; mas em parte alguma temos ordem de guardar o primeiro dia. . . . As razões de observarmos o primeiro dia como dia santificado em vez do sétimo dia é pela mesma razão que observamos muitas outras coisas, não por causa da Bíblia, mas porque a Igreja estabeleceu isso”. – Isaac Williams (anglicano), Plain Sermons on the Catechism, vol. 1, págs. 334, 336.
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Eduardo

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