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A Ressurreição de Moisés

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24092010

Mensagem 

A Ressurreição de Moisés







A Ressurreição de Moisés

Publicado em maio 27, 2009 por IASD

Fato 1: As escrituras declaram que Moisés morreu e foi enterrado pessoalmente por Deus:Deu 34:5-6: Assim Moisés, servo do Senhor, morreu ali na terra de Moabe, conforme o dito do Senhor, que o sepultou no vale, na terra de Moabe, defronte de Bete-Peor; e ninguém soube até hoje o lugar da sua sepultura.

Fato 2: As Escrituras falam de que houve uma batalha pelo corpo ou cadáver de Moisés:
(Judas 1:9) – Mas o arcanjo Miguel, quando contendia com o diabo, e disputava a respeito do corpo (cadáver) de Moisés, não ousou pronunciar juízo de maldição contra ele; mas disse: O Senhor te repreenda.

Fato 3: Moisés desce do Reino de Deus, ao lado de Elias (que havia sido levado vivo aos Céus) para conversar com Jesus:
(Marcos 9:2-7) - E seis dias depois Jesus tomou consigo a Pedro, a Tiago, e a João, e os levou sós, em particular, a um alto monte; e transfigurou-se diante deles; E as suas vestes tornaram-se resplandecentes, extremamente brancas como a neve, tais como nenhum lavadeiro sobre a terra os poderia branquear. E apareceu-lhes Elias, com Moisés, e falavam com Jesus. E Pedro, tomando a palavra, disse a Jesus: Mestre, é bom que estejamos aqui; e façamos três cabanas, uma para ti, outra para Moisés, e outra para Elias. Pois não sabia o que dizia, porque estavam assombrados. E desceu uma nuvem que os cobriu com a sua sombra, e saiu da nuvem uma voz que dizia: Este é o meu filho amado; a ele ouvi.
As escrituras declaram o assunto que os três conversaram:

(Lucas 9:30-32) – E eis que estavam falando com ele dois homens, que eram Moisés e Elias, os quais apareceram com glória, e falavam da sua morte, a qual havia de cumprir-se em Jerusalém.


Juntando as Evidências:
Ponto 1: Elias pôde descer do Céu para conversar com Jesus porque ele havia sido levado vivo aos Céus. (ver II Reis 2:11-12).

Ponto 2: Moisés foi ressuscitado dos mortos, após Miguel ter disputado seu corpo com Satanás, senão nunca teria aparecido para conversar com Jesus.
O cristianismo pressupõe vida após a ressurreição. Sem passar pela ressurreição não há vida. A grande maioria das pessoas apenas será ressuscitada na segunda vinda:
(I Tessalonicenses 4:16) – Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro.
Para entender melhor este artigo leia A Ressurreição dos Mortos, Partes 1, 2, 3 e 4.


Veja também: Como Pedro sabia que eram Moisés e Elias que desceram para conversar com Jesus?

Como Pedro sabia que eram Moisés e Elias que Conversaram com Jesus?

Publicado em maio 27, 2009 por IASD
A Ressurreição de Moisés « SÉTIMO DIA

Em Mateus 17, no monte da transfiguração, como Pedro sabia que tratava-se de Moises e Elias junto com Jesus?



RESPOSTA:

A Passagem bíblica diz:

(Mateus 17:1-6) – SEIS dias depois, tomou Jesus consigo a Pedro, e a Tiago, e a João, seu irmão, e os conduziu em particular a um alto monte, e transfigurou-se diante deles; e o seu rosto resplandeceu como o sol, e as suas vestes se tornaram brancas como a luz. E eis que lhes apareceram Moisés e Elias, falando com ele. E Pedro, tomando a palavra, disse a Jesus: Senhor, bom é estarmos aqui; se queres, façamos aqui três tabernáculos, um para ti, um para Moisés, e um para Elias. E, estando ele ainda a falar, eis que uma nuvem luminosa os cobriu. E da nuvem saiu uma voz que dizia: Este é o meu amado Filho, em quem me comprazo; escutai-o. E os discípulos, ouvindo isto, caíram sobre os seus rostos, e tiveram grande medo.

Quando precisamos interpretar uma passagem bíblica, em primeiro lugar devemos encontrar na própria Bíblia outras referências à mesma passagem. Quando lemos apenas Mateus, não entendemos a pergunta que Pedro fez. Pedro queria construir uma tenda para Elias e Moisés? Isso não era algo sem sentido que estava sendo dito naquele momento? O evangelho de Marcos confirma este fato:

(Marcos 9:5-6) – E Pedro, tomando a palavra, disse a Jesus: Mestre, é bom que estejamos aqui; e façamos três cabanas, uma para ti, outra para Moisés, e outra para Elias. Pois não sabia o que dizia, porque estavam assombrados.

Como vemos o discípulo falou bobagem. Estava assombrado e acabou falando o que não devia.

O Livro de Lucas dá a entender como os discípulos souberam que era Elias e Moisés:

(Lucas 9:30-32) – E eis que estavam falando com ele dois homens, que eram Moisés e Elias, os quais apareceram com glória, e falavam da sua morte, a qual havia de cumprir-se em Jerusalém. E Pedro e os que estavam com ele estavam carregados de sono; e, quando despertaram, viram a sua glória e aqueles dois homens que estavam com ele.

Pedro, João e Tiago escutaram o que Moisés e Elias falavam. E certamente escutaram Cristo falando algo para eles. Como os três conversavam os nomes provavelmente foram citados durante o diálogo.
Veja também o Artigo: A Ressurreição de Moisés.







PARA ENTENDER O EPISÓDIO DO MONTE DA TRANSFIGURAÇÃO
Analisando o Suposto Aparecimento do Espírito de Moisés no Monte
Alegam os dualistas que na cena da transfiguração (registrada em Mateus 17: 1-8) que era "o espírito" de Moisés que lá aparecera e não seu corpo glorificado, como sustentamos. A Biblia não diz que era o espírito de Moisés que lá se achava. Isto é uma conclusão gratuita. Dizem os evangelhos gue Moisés e Elias lá apareceram ao lado do Mestre, em pessoa, glorificados como o seremos algum dia se permanecermos fiéis até ao fim. Dizer que o texto alude a espírito é ir "além do que está escrito." Consideremos o seguinte:
Seis dias depois, tomou Jesus consigo a Pedro, a Tiago e a João, irmão deste, e os conduziu à parte a um alto monte;
Mateus 17: 1-8
2 "e foi transfigurado diante deles; o seu rosto resplandeceu como o sol, e as suas vestes tornaram-se brancas como a luz.
3 E eis que lhes apareceram Moisés e Elias, falando com ele.
4 Pedro, tomando a palavra, disse a Jesus: Senhor, bom é estarmos aqui; se queres, farei aqui três cabanas, uma para ti, outra para Moisés, e outra para Elias.
5 Estando ele ainda a falar, eis que uma nuvem luminosa os cobriu; e dela saiu uma voz que dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo; a ele ouvi.
6 Os discípulos, ouvindo isso, cairam com o rosto em terra, e ficaram grandemente atemorizados.
7 Chegou-se, pois, Jesus e, tocando-os, disse: Levantai-vos e não temais.
8 E, erguendo eles os olhos, não viram a ninguém senão a Jesus somente".

1. Cristo lá Se achava corporalmente, porém transfigurado num ser resplandecente sem perder, contudo, Suas Características pessoais.
2. Elias que não provara a morte--também ali se achava corporalmente. Ou teria ele deixado o corpo inanimado ou tombado em algum canto do Céu, enquanto o espírito descera ao monte da transfiguração? Elias fora arrebatado vivo, e ao ingressar no Céu, sem dúvida seu corpo fora transformado, fora glorificado, pois "a carne e a sangue não podem herdar o reino de Deus;" nem a corrupção herdar a incorrupção." Mas, lemos em S. Lucas 9:31 que Moisés e Elias "apareceram com glória." Jesus também, pois toda a cena era uma antecipação da glória futura do reino.
3. Se os dois personagens acima citados lá se achavam com corpos glorificados, porque só Moisés lá estaria em espírito? Seria uma "alma" visível, conversando com pessoas corporalmente presentes? Diz S. Marcos que ambos (Moisés e Elias) falavam com Jesus. Logo, não eram espíritos. Tão real era a cena ali no monte que Pedro propôs construir três tendas. "Uma para Ti [para Cristo], outra para Moisés, e outra para Elias." S. Mar. 17:4.É inadmissível construir tenda para um espírito. Não se tratava de visão, sonho ou alucinação de Pedro, porque, quase quarenta anós depois, bem lúcido ainda, referia-se ao fato: "nós vimos a Sua glória" (II S. Ped. 1:16-18).
II S. Ped. 1:16-18
16 "Porque não seguimos fábulas engenhosas quando vos fizemos conhecer o poder e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, pois nós fôramos testemunhas oculares da sua majestade.
17 Porquanto ele recebeu de Deus Pai honra e glória, quando pela Glória Magnífica lhe foi dirigida a seguinte voz: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo;
18 e essa voz, dirigida do céu, ouvimo-la nós mesmos, estando com ele no monte santo".
Vira a pessoa de Jesus, a pessoa de Elias e a pessoa de Moisés.
O fato de os dois personagens desaparecerem depois não prova que eram espíritos, pois o corpo glorificado também tem esta propriedade. Jesus, ressurreto, penetrou num cômodo completamente trancado. S. João 20:19.
S. João 20:19.
19 "Chegada, pois, a tarde, naquele dia, o primeiro da semana, e estando os discípulos reunidos com as portas cerradas por medo dos judeus, chegou Jesus, pôs-se no meio e disse-lhes: Paz seja convosco.
20 Dito isto, mostrou-lhes as mãos e o lado. Alegraram-se, pois, os discípulos ao verem o Senhor".
4. Que Moisés ressuscitara é fato que aceitamos, inclusive por outras evidências bíblicas. Lemos que, de fato, Moisés fora sepultado na terra de Moabe, no entanto, ninguém soube o local de sua sepultura. Deut. 34:6. Havia nisso um desígnio da parte de Deus. Todos os que morrem, são contados como prisioneiros de Satanás, no sentido de estarem na sepultura, retidos, inativos, vencidos. Lemos, porém, em Heb. 2:14, que Jesus, "pela Sua morte aniquilou o que tinha o império da morte, isto é, o diabo." Pois bem, cremos que Moisés escapou da prisão da morte.
a) Em Judas 9, lemos que houve disputa entre Miguel, arcanjo, e o diabo acerca DO CORPO de Moisés. A disputa era sobre a sepultura, mas sobre o corpo do servo de Deus. Satanás reclamava Moisés como seu cativo, porém Miguel (que cremos ser Cristo, Dan. 10:21; 12:1; S. João 5:28; Dan. 12:2; I Tess. 4:16) também o reclamava para si. Não seria admissível que houvesse uma disputa sobre o corpo de Moisés, a não ser que se tratasse da ressurreição desse corpo. A ambição maior do inimigo é manter mortos PARA SEMPRE todos os que são filhos de Deus, e dormem nos seus túmulos.
Judas 9,
9 "Mas quando o arcanjo Miguel, discutindo com o Diabo, disputava a respeito do corpo de Moisés, não ousou pronunciar contra ele juízo de maldição, mas disse: O Senhor te repreenda"
b) Lendo-se as ressurreições ocorridas na Biblia, antes da de Cristo, costuma-se citar a do filho da viúva de Sarepta (I Reis 17) como a mais antiga. Temos, contudo, em Romanos 5:14, essa espantosa revelação: "No entanto, a morte reinou desde Adão até MOISÉS. . ." Notemos o verbo reinar, que quer dizer, dominar, prevalecer. Ora, depois de Moisés os homens continuaram morrendo, mas o texto acima nos diz que a morte teve domínio indiscutível sobre os mortais até MOISÉS. Em outras palavras, até Moisés ninguém se levantou do túmulo para provar que é possível reviver. Nisso o diabo viu seu império abalado. Vemos nisso evidência clara da ressurreição de Moisés.
c) Muitos comentadores não adventistas também admitem a ressurreição de Moisés. Olshausen entende que a narrativa da transfiguração é literal, e no seu comentário sobre o acontecimento, afirma:
"Porque se admitimos a realidade da ressurreição do corpo e sua glorificação--verdades que indubitavelmente fazem parte da doutrina cristã--toda a ocorrência no monte não apresenta grandes dificuldades. A aparição de Moisés e Elias, que é tida por muitos como ponto assaz incompreensível, é facilmente concebida como possível, se aceitarmos a sua glorificação corporal."
O notável comentarista Adão Clarke assim considera o texto de Mateus 17:3:
Mateus 17:3:
3 "E eis que lhes apareceram Moisés e Elias, falando com ele".
"Elias veio do Céu no mesmo corpo com que deixou a Terra, pois fora trasladado, e não viu a morte. (II Reis 2:11). E o corpo de Moisés fora provavelmente ‘ressuscitado, como sinal ou penhor da ressurreição; e como Cristo está para vir a julgar os vivos e os mortos--porque nem todos morreremos, mas todos seremos transformados (I Coríntios 15: 51)--Ele certamente deu plena representação deste fato na pessoa de Moisés, que morrera e então fora trazido à vida (ou aparecera naquele momento como aparecerá ressurreto no dia final), e na pessoa de Elias, que nunca provou a morte. Ambos os corpos (Moisés e Elias) apresentavam a mesma aparência, para mostrar que os corpos dos santos glorificados são os mesmos, quer a pessoa seja arrebatada (viva) ou ressuscitada (estando morta) ."
II Reis 2:11
11 "E, indo eles caminhando e conversando, eis que um carro de fogo, com cavalos de fogo, os separou um do outro; e Elias subiu ao céu num redemoinho".
I Coríntios 15: 51
51 "Eis aqui vos digo um mistério: Nem todos dormiremos mas todos seremos transformados",
d) Os judeus criam na ressurreição de Moisés. Havia entre eles um livro apócrifo intitulado "Assunção de Moisés." Crê-se geralmente que Judas 9 é nada menos que uma citação desse livro.
e) A maior prova, porém, é o fato de Moisés aparecer glorificado no monte.
Cita ainda [os dualistas] I Cor. 15:20 para concluir que Cristo foi o primeiro a ser ressuscitado. Leiam-se, contudo, estas passagens: I Reis 17:17-22; II Reis 4:32-36; S. Mat. 27:52 e 53; S. Luc. 7:14; S. João 11:43 e 44; Heb. 11:35, além de outras. Mas ressurreição para a glória, a primeira foi a
de Moisés
I Cor. 15:20
20 "Mas na realidade Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem".
.
I Reis 17:17-22;
17 "Depois destas coisas aconteceu adoecer o filho desta mulher, dona da casa; e a sua doença se agravou tanto, que nele não ficou mais fôlego.
18 Então disse ela a Elias: Que tenho eu contigo, ó homem de Deus? Vieste tu a mim para trazeres à memória a minha iniqüidade, e matares meu filho?
19 Respondeu-lhe ele: Dá-me o teu filho. E ele o tomou do seu regaço, e o levou para cima, ao quarto onde ele mesmo habitava, e o deitou em sua cama.
20 E, clamando ao Senhor, disse: Ó Senhor meu Deus, até sobre esta viúva, que me hospeda, trouxeste o mal, matando-lhe o filho?
21 Então se estendeu sobre o menino três vezes, e clamou ao Senhor, dizendo: Ó Senhor meu Deus, faze que a vida deste menino torne a entrar nele.
22 O Senhor ouviu a voz de Elias, e a vida do menino tornou a entrar nele, e ele reviveu".
II Reis 4:32-36
32 "Quando Eliseu chegou à casa, eis que o menino jazia morto sobre a sua cama.
33 Então ele entrou, fechou a porta sobre eles ambos, e orou ao Senhor.
34 Em seguida subiu na cama e deitou-se sobre o menino, pondo a boca sobre a boca do menino, os olhos sobre os seus olhos, e as mãos sobre as suas mãos, e ficou encurvado sobre ele até que a carne do menino aqueceu.
35 Depois desceu, andou pela casa duma parte para outra, tornou a subir, e se encurvou sobre ele; então o menino espirrou sete vezes, e abriu os olhos.
36 Eliseu chamou a Geazi, e disse: Chama essa sunamita. E ele a chamou. Quando ela se lhe apresentou, disse ele: Toma o teu filho"
Mat. 27:52 e 53
52 "os sepulcros se abriram, e muitos corpos de santos que tinham dormido foram ressuscitados;
53 e, saindo dos sepulcros, depois da ressurreição dele, entraram na cidade santa, e apareceram a muitos".
Luc. 7:12-15
12 "Quando chegou perto da porta da cidade, eis que levavam para fora um defunto, filho único de sua mãe, que era viúva; e com ela ia uma grande multidão da cidade.
13 Logo que o Senhor a viu, encheu-se de compaixão por ela, e disse-lhe: Não chores.
14 Então, chegando-se, tocou no esquife e, quando pararam os que o levavam, disse: Moço, a ti te digo: Levanta-te.
15 O que estivera morto sentou-se e começou a falar. Então Jesus o entregou à sua mãe".
João 11:43 e 44
43 "E, tendo dito isso, clamou em alta voz: Lázaro, vem para fora!
44 Saiu o que estivera morto, ligados os pés e as mãos com faixas, e o seu rosto envolto num lenço. Disse-lhes Jesus: Desligai-o e deixai-o ir".
Heb. 11:35
35 "As mulheres receberam pela ressurreição os seus mortos; uns foram torturados, não aceitando o seu livramento, para alcançarem uma melhor ressurreição";
Cristo, feito "as primícias dos que dormem," não significa que fosse o primeiro da ressurreição, pois em outro texto semelhante a Tradução Brasileira reza: "seria Ele o primeiro que, pela ressurreição dos mortos, havia de anunciar a luz ao povo e aos gentios." Atos 26:23.
Atos 26:23.
23 "isto é, como o Cristo devia padecer, e como seria ele o primeiro que, pela ressurreição dos mortos, devia anunciar a luz a este povo e também aos gentios".

E Boomfield, em seu comentário pondera:
"As palavras do texto podem ser traduzidas ‘depois da ressurreição dos mortos’ ou ‘pela ressurreição,’ sendo mais exata esta última."
Wakfield traduziu assim o passo: "Cristo sofreria a morte, e seria o primeiro a proclamar a salvação a Seu povo e aos gentios pela ressurreição dos mortos."
"Primícias" não está em relação com prioridade, mas com o símbolo. Relaciona-se com o molho movido que o sacerdote erguia na festa dos asmos, na dedicação dos primeiros frutos da colheita. Cristo era o Antitipo dos molhos, do mesmo modo como é chamado Cordeiro por ser Antitipo dos cordeiros do sacrificio, no ritual do santuário. Houve muitos cordeiros sacrificados antes dEle. Como Antitipo, Cristo é as primícias dos que dormem. Leia-se S. Tia. 1:18 e ver-se-á que também somos primícias.
Tia. 1:18
18 "Segundo a sua própria vontade, ele nos gerou pela palavra da verdade, para que fôssemos como que primícias das suas criaturas".
Em Apoc. 14:4 se lê que os 144.000 são primícias também. E assim se desmantela mais uma ficção imortalista.
[Baseado em segmento da obra Subtilezas do Erro, de Arnaldo B. Christianini].
Apoc. 14:4
4 "Estes são os que não se contaminaram com mulheres; porque são virgens. Estes são os que seguem o Cordeiro para onde quer que vá. Estes foram comprados dentre os homens para serem as primícias para Deus e para o Cordeiro".
Mas eu creio que Cristo foi a primicia da segunda morte, o que nem um outro padeceu ainda.

Prof. Azenilto G Brito

http://www.azenilto.com/20b!-TRANSFIGURACAO!.html

Nós acreditamos que MOISÉS ressuscitou dentre os mortos mas Hebreus 11 diz que ele não alcançou a promessa sem nós...como isso se explica?
Olá, irmão Carlos Mansueto!

1° Por que nós cremos que Moisés ressuscitou?
A resposta está na Bíblia: Mateus 17:1 a 3 (Também: Marcos 9:4 e Lucas 9:30) revela Moisés vivo, vindo do Céu para conversar com Jesus e animá-lo. Ele vem juntamente com Elias (este não havia experimentado a morte, mas trasladado vivo para o céu). Judas 9 mostra o conflito que houve para ressuscitar Moisés.
Esses textos claros não podem ser anulados por um texto, aparentemente, confuso (o que você apresenta).

2° Como compreender Hebreus 11?
Para ser mais exato, dos que já estão no céu, segundo Hebreus 11, não é só Moisés que não alcançou a promessa, mas também Enoque (Hebreus 11:5).
Isso mostra que a "Promessa" que Deus tinha em mente ao inspirar a mensagem de Hebreus 11, não era apenas a Cidade Celestial, pois Moisés e Enoque, já estão lá, e o escritor sabia disso. "Ora, todos estes que obtiveram bom testemunho por sua fé não obtiveram, contudo, a concretização da promessa" (Hebreus 11:39).

3° Então qual era a Promessa que os Heróis da Fé não obtveram/alcançaram?
Algumas eles obtveram, mas a mais importante, não.
"Com efeito, tendes necessidade de perseverança, para que, havendo feito a vontade de Deus, ALCANCEIS A PROMESSA. Porque, ainda dentro de pouco tempo, AQUELE QUE VEM VIRÁ E NÃO TARDARÁ; todavia, o meu justo viverá pela fé; e: Se retroceder, nele não se compraz a minha alma. Nós, porém, não somos dos que retrocedem para a perdição; somos, entretanto, da fé, para a conservação da alma." (Hebreus 10:36-39).

4° Conclusão:
A "Promessa" que Moisés e todos os heróis da fé mais desejaram é a Volta de Jesus e o estabelecimento de Seu Reino na Terra. Morar neste mundo, quando ele estiver renovado! Pois a promessa bíblica é: "Os justos herdarão a terra e nela habitarão para sempre." (Salmo 37:29).
E até agora, nem Moisés, nem Enoque, nem Elias e outros que já foram ressuscitados puderam alcançar esta promessa.
"Ora, todos estes que obtiveram bom testemunho por sua fé não obtiveram, contudo, a concretização da promessa, por haver Deus provido coisa superior a nosso respeito, para que eles, sem nós, não fossem aperfeiçoados." (Hebreus 11:39, 40).
Pela fé, posso dizer: Nós somos a geração eleita para concluir a obra, apressar a volta de Jesus e termos nossos nomes inscritos na Galeria dos "Heróis da Fé" de Hebreus 11. E assim, vivermos numa "Nova Terra e Novo Céu".

Em Cristo, um Grandioso Abraço!


http://www.missaojovem.org/site/respostas_pastor.php?id=427&marcador=

MOISÉS ESTAVA VIVO OU MORTO?

MOISÉS NO MONTE DA TRANSFIGURAÇÃO

Uma suposta “base” para a doutrina imortalista se encontra no Monte da Transfiguração. Elias e Moisés apareceram vivos a Pedro, Tiago e João. Mas como pode isso se os mortos só voltam à vida com a ressurreição, com tudo o que já vimos aqui? É exatamente isso o que vamos descobrir agora.

Elias – Que Elias apareceu no Monte, isso não apresenta problema nem contradição alguma, uma vez que Elias não passou pela morte, não necessitando assim de uma ressurreição. Elias foi transladado vivo: E, indo eles caminhando e conversando, eis que um carro de fogo, com cavalos de fogo, os separou um do outro; e Elias subiu ao céu num redemoinho” (cf. 2Rs.2:11)

Moisés – Quanto a Moisés, a Bíblia relata a morte dele (cf. Dt.34:5), como também relata a ressurreição dele (cf. Jd.9; Rm.5:14). E é exatamente este o ponto em que estudaremos agora: A Ressurreição de Moisés.

A Ressurreição de Moisés – Que Moisés ressuscitou, isso fica muito claro quando comparamos a cena do Monte com outras passagens bíblicas que elucidam o fato. Moisés não estava no monte como um “espírito”, pois Pedro propôs construir três tendas: "Uma para Ti [para Cristo], outra para Moisés, e outra para Elias” (cf. Mc.17:4). Ora, é inadmissível construir tenda para um espírito. Pedro viu a pessoa de Jesus, a pessoa de Elias e a pessoa de Moisés.

Se Moisés estivesse como “espírito”, então Pedro propuseria construir duas tendas, e não três. Moisés não estava como um espírito, mas em corpo glorificado. Ora, só teremos a glorificação de nossos corpos com a ressurreição dos mortos (cf. 1Co.15:42-44). Se Moisés estava glorificado, então ele passou pela ressurreição. A pergunta que fica é: Quando? E temos mais algumas evidências bíblicas de tal fato? Sim, temos. O momento em que ele foi ressuscitado está na narração de Judas 9 em que o autor retira o fato do livro hebraico da “Assunção de Moisés”:

“Mas o arcanjo Miguel, quando contendia com o diabo e disputava a respeito do corpo de Moisés, não ousou pronunciar juízo de maldição contra ele; mas disse: O Senhor te repreenda(cf. Judas 9). Aqui é relatada a cena em que Miguel briga com Satanás pelo corpo de Moisés. Mas para quê o diabo iria querer um cadáver?

Evidentemente o que ele queria era o corpo vivo (ressuscitado) de Moisés, porque este havia sido exatamente o primeiro a deixar o túmulo, em desafio ao seu“império de morte” (Hb.2:14).Satanás lutava para mantê-lo preso à sepultura. O real objetivo de Satanás ao se colocar entre Miguel e o corpo de Moisés, era impedir sua ressurreição, pois o diabo não estaria tão interessado em um simples cadáver que de nada vale!

Obviamente Miguel ganhou a posse do corpo de Moisés e o ressuscitou.Para aqueles que teimam em negar a clareza desta passagem dizendo que Moisés não ressuscitou, e o diabo queria tanto um cadáver, a situação fica muito mais complicada quando vemos o fato de que tal passagem está narrada no livrohebreu chamado “A Ascensão de Moisés”. Coincidência? Não! Os judeus acreditavam na ressurreição de Moisés, e Judas colocou isso como uma verdade ao escrever este fato inspirado pelo Espírito Santo.

Isso certamente não significa que o livro da ascensão de Moisés é inspirado, significa apenas que aquele fato – da ressurreição de Moisés – é uma verdade. Verdade é verdade em qualquer lugar.Os hebreus de sua época acreditavam plenamente em tal fato, e Judas também acreditava neste fato (da ressurreição de Moisés) tanto que ele transcreveu para a Bíblia Sagrada a passagem do livro judaico sobre tal acontecimento.

Ao compararmos com a cena no monte da Transfiguração, fica claro que Moisés não estava ali como um “espírito desencarnado” enquanto Moisés e Cristo estavam com corpos glorificados, pois Pedro propôs construir três tendas, incluindo para Moisés (cf. Mc.17:4). Ora, não se concede edificar tendas para espíritos imponderáveis, fluídicos e abstratos.

Não, Moisés não era um espírito, mas já estava em corpo glorificado – havia passado pela ressurreição. Isso explica o porquê de a morte ser “rompida” em Moisés: No entanto a morte reinou desdeAdão[até Moisés, mesmo sobre aqueles que não pecaram à semelhança da transgressão de Adão o qual é figura daquele que havia de vir” (cf. Rm.14:5). Como assinala o prof. Azenilto Brito:

Porque Moises ressuscitou Paulo fez esta declaração, mostrando que Moises não estava mais morto. Essa é uma espantosa revelação: ‘No entanto, a morte reinou desde Adão até MOISÉS’. Notemos o verbo reinar, que quer dizer, dominar, prevalecer. Ora, depois de Moisés os homens continuaram morrendo, mas o texto acima nos diz que a morte teve domínio indiscutível sobre os mortais atéMOISÉS. Em outras palavras, até Moisés ninguém se levantou do túmulo para provar que é possível reviver. Nisso o diabo viu seu império abalado. Vemos nisso evidência clara da ressurreição de Moisés.

Quando lemos que Cristo é a “primícia dos que dormem” (cf. 1Co.15:23), isso não significa que Cristo foi o primeiro a ressuscitar de todos os tempos de toda a história da humanidade, pois a Bíblia traz um relatório de várias pessoas que ressuscitaram antes dele (cf. 1 Reis 17:17-24; 2 Reis 4:25-37; Lucas 7:11-15; 8:41-56; Atos 9:36-41; 20:9-11), e não só fisicamente mas também em glorificação, como é o caso dos que ressuscitaram com a morte e ressurreição do próprio Cristo conforme descrição de Mateus 27:52-53.

“Primícias" não está no sentido de prioridade, mas com o símbolo. Está em relação ao molho movido que o sacerdote erguia na festa dos pães asmos, na dedicação dos primeiros frutos da colheita. Jesus era o antítipo dos molhos, da mesma maneira tal como como é chamado Cordeiro por ser antítipo dos cordeiros no ritual dos sacríficos da lei do AT. Isso, obviamente, não muda o fato de que houve muitos cordeiros sacrificados antes dele.

Como antítipo, Cristo é as primícias dos que dormem. Vemos vários exemplos disso nas Escrituras, como, por exemplo, em Tiago, que diz: Por sua decisão ele nos gerou pela palavra da verdade, para que sejamos como que os primeiros frutos de tudo o que ele criou” (cf. Tg.1:18). Obviamente em número nós não somos literalmente a primícia (o primeiro que Ele criou foi Adão), mas o somos no símbolo.

De igual modo, também lemos no Apocalipse: Estes são os que não se contaminaram com mulheres, pois se conservaram castos e seguem o Cordeiro por onde quer que ele vá. Foram comprados dentre os homens e ofertados como primícias a Deus e ao Cordeiro” (cf. Ap.14:4). Estes com absoluta certeza não foram os primeiros a não tocarem em mulher (em toda a história da humanidade), mas mesmo assim são primícias por causa do símbolo, e não da prioridade.

De igual modo, Jesus foi o primeiro a ressuscistar no nosso tempo atual, o “Tempo da Graça”, e tronou-se o símbolo e garantia (penhor) da nossa própria ressurreição final (cf. 1Ts.4:13). Mas numericamente houve pessoas ressuscitadas antes deste tempo (cf. Jd.9; Rm.5:14; Mt.27:52,53; 1Rs.17:17-24; 2Rs.4:25-37; Lc.7:11-15; Lc.8:41-56; At.9:36-46; At.20:9).

O fato da ressurreição de Moisés era tão aceitado entre os hebreus, que Paulo registrava que a morte deixou de reinar em Moisés sem medo de errar (cf. Rm.5:14), pois todos os hebreus acreditavam nisso, tendo um livro chamado “A Ascensão de Moisés”. Os hebreus acreditavam que bem como Moisés passou pela morte, igualmente passou pela ressurreição, motivo este de ter se apresentado glorificado no Monte da Transfiguração e não como um “espírito”, como deveria ser, no caso da alegação dos imortalistas estivesse correta.

E Judas também concordava com isso porque o mencionada em sua epístola, inspirado pelo Espírito Santo, a narração do mesmo livro da Ascensão de Moisés, frisando no momento em que Miguel disputava com Cristo acerca de Moisés (cf. Jd.9) – Judas também acreditava na ressurreição de Moisés! Esse fato é, portanto, inegável. Quanto a morte ser rompida em Moisés, isso é o sentido lógico da passagem de Romanos 5:14. Ora, se a morte reinou (i.e, dominou, prevaleceu) até... Moisés, então é porque em Moisés a morte não prevaleceu, não reinou.

Ora, se Moisés tivesse continuado como um morto no pó da terra, então a morte teria prevalecido também sobre Moisés e passada "ilesa" sem nenhum problema. É evidente que o império da Morte se viu abalado rompendo-se em Moisés porque este foi o primeiro a ser ressuscitado dentre os mortos, e sendo assim, a morte deixou de reinar em Moisés (cf. Rm.5:14). Os hebreus acreditavam em uma natureza holista do ser humano, isto é, ele não "tem" uma alma, ele é uma alma (cf. Gn.2:7). Uma alma vivente significa simplesmente um “ser vivo”, que morre.

Uma vez que todos os mortos permaneciam sem vida, a morte continuava reinando. Logo, ao diabo disputar o corpo de Moisés o que ele queria era mantê-lo preso a sepultura onde ele estava em estado de inconsciência (cf. Ec.9:5,6; Ec.9:10; Sl.146:4; Sl.6:5;Jó 7:21; Sl.94:7), quando ele despertaria para entrar na vida ou na condenação (cf. Jo.5:28,29), tal fato que só se daria no último dia (cf. Jo.6:39). É evidente que os demais mortos só ressuscitarão neste último dia, motivo este da morte se ver derrotada em função da ressurreição dos mortos (cf. 1Co.15:51-55).

Em outras palavras, o diabo, o mantendo preso a sepultura (o corpo que representa o próprio Moisés em pessoa porque a natureza humana é holista e não dualista) impediria assim a sua ressurreição, pois Moisés continuaria como um morto. Mas é evidente que Miguel ganhou a batalha, e Moisés deixou de ser um morto na sepultura, é por isso que Paulo escreve aos Romanos (cf. 5:14) que a morte deixou de reinar em Moisés.

Conosco, a morte só será vencida por ocasião da ressurreição, no último dia (cf. Jo.6:39,40; 1Co.15:25,26; 1Co.15:54,55), quando “tragada foi a morte pela vitória” (cf. 1Co.15:51-54). Quando a morte conosco é “tragada”? Na ressurreição. Com Moisés, porém, a morte deixou de reinar antes (cf. Rm.5:14). Por que? Porque ele ressuscitou antes (cf. Jd.9). Agora, você poderia me perguntar: Mas porque Cristo queria ressuscitar Moisés? Provavelmente, para que este aparecesse no Monte da Transfiguração, pois Elias representava os profetas e Moisés o Pentateuco (a Lei).

Para isso ele devia ser ressuscitado, e assim o fez. É claro que Satanás não gostaria de ver o seu domínio de morte abalado, é por isso que ele quis brigar para impedir a ressurreição de Moisés, sem sucesso. A Bíblia nos apresenta apenas duas únicas alternativas para deixamos de estar no estado de morte (i.e, sem vida). São essas:

(1) Passar pela ressurreição (ser vivificado – 1Co.15:22,23)

(2) Não passar pela morte (ser transladado vivo como nos casos de Elias e Enoque)

Sem passar pela ressurreição não há vida (cf. 1Co.15:18,19; 1Co.15:32), e é evidente que nós seremos ressuscitados na volta de Cristo (cf. 1Ts.4:16; 1Co.15:22,23). A cena da transfiguração do monte não era uma sessão espírita e muito menos uma contradição bíblica. Pelo o contrário, das duas únicas pessoas que apareceram com Cristo no monte, uma não passou pela morte e a outra passou pela ressurreição. Interessante seria se víssemos um “espírito” baixando no Monte...

O erudito bíblico Adam Clarke colocou perfeitamente em suas palavras aquilo que aconteceu no Monte da Transfiguração, sem fazer absolutamente nenhuma acepção a doutrina de imortalidade neste contexto:

"Elias veio do Céu no mesmo corpo com que deixou a Terra, pois fora trasladado, e não viu a morte. (II Reis 2:11). E o corpo de Moisés fora provavelmente ressuscitado, como sinal ou penhor da ressurreição; e como Cristo está para vir a julgar os vivos e os mortos--porque nem todos morreremos, mas todos seremos transformados (I Coríntios 15: 51)--Ele certamente deu plena representação deste fato na pessoa de Moisés, que morrera e então fora trazido à vida (ou aparecera naquele momento como aparecerá ressurreto no dia final), e na pessoa de Elias, que nunca provou a morte. Ambos os corpos (Moisés e Elias) apresentavam a mesma aparência, para mostrar que os corpos dos santos glorificados são os mesmos, quer a pessoa seja arrebatada (viva) ou ressuscitada (estando morta)"
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Por: Lucas Banzoli.

Extraído do meu livro ”A LENDA DA IMORTALIDADE DA ALMA”.
Fonte: http://lucasbanzoli.no.comunidades.net/index.php?pagina=1079338258

A LENDA DA IMORTALIDADE DA ALMA

Este é um livro de minha autoria sobre o tema da Imortalidade da Alma. O livro é dividido em oito partes:

1. Introdução ao Tema
2. Conceitos bíblicos acerca de corpo, alma e espírito
3. A crença da imortalidade da alma no Antigo Testamento
4. A crença na imortalidade da alma no Novo Testamento
5. O sono da morte
6. A ressurreição dos mortos
7. A doutrina do inferno e dos acontecimentos finais
8. Considerações finas

Boa Leitura!

Artigo complementar:

http://lucasbanzoli.no.comunidades.net/index.php?pagina=1079276533

A Disputa Pelo Corpo de Moisés
A Mortalidade do Ser Humano
Objeção: Quando Cristo transfigurou-Se, Moisés e Elias apareceram no monte, falando com Ele (veja Mat. 17:3). O fato de que Moisés estava ali prova que o ser humano é uma alma imortal, porque Moisés morreu e foi sepultado no tempo do êxodo.
Há duas maneiras de ver o incidente da transfiguração:
Como uma visão ou como um evento literal. Se o entendermos como uma visão, então essa objeção é sem sentido, porque em visão um profeta pode testemunhar um quadro de pessoas e eventos sem que as pessoas ou eventos estejam naquele momento realmente diante dele.
Mas se entendermos o incidente como literal, o que cremos que foi, então a objeção é igualmente sem sentido, porque a narrativa da transfiguração não diz nada acerca de um espírito ou alma imortal pairando ao lado de Cristo. Em vez disso, lemos que Cristo estava presente, com “Moisés e Elias” ao Seu lado. Sabemos que Cristo era real — “o Verbo se fez carne”.
Sabemos que Elias foi transladado corporalmente para o Céu. Portanto, podemos corretamente presumir que ele era real. E não há nada no relato a sugerir que Moisés era menos real. Repetimos, porque esta é a essência da questão que está diante de nós, que o relato não diz que o espírito de Moisés estava ali, mas que Moisés estava.
Além disso, os discípulos evidentemente devem ter considerado Moisés como sendo tão real como os outros dois, porque Pedro queria construir três tendas: “uma será tua, outra para Moisés, outra para Elias”. Verso 4. Tendas não são construídas para espíritos imortais.
Em seu conhecido comentário bíblico, Adam Clarke, um erudito metodista e crente na doutrina da imortalidade da alma, faz este claro comentário sobre Mateus 17:3:
Elias veio do Céu no mesmo corpo que ele tinha sobre a Terra, porque ele foi transladado, e não viu a morte (II Reis 2:11). E o corpo de Moisés era provavelmente ressuscitado, como um penhor da ressurreição; e como Cristo deve vir para julgar os vivos e os mortos, porque nem todos morreremos, mas todos seremos transformados (1 Cor. 15:51).
Ele provavelmente mostrou a plena representação disso na pessoa de Moisés, que morreu, e foi assim ressuscitado para a vida (ou apareceu agora como ele aparecerá quando ressuscitado dos mortos no último dia), e na pessoa de Elias, que nunca provou a morte. Ambos os seus corpos exibiam a mesma aparência, para mostrar que os corpos dos santos glorificados são o mesmo, quer a pessoa tenha sido transladada, quer tenha morrido.
A própria presença de Moisés no monte da transfiguração, que Clarke explica em termos de ressurreição de Moisés, pode ajudar- nos a compreender o significado real de uma passagem um tanto obscura de Judas: “Contudo, o arcanjo Miguel, quando contendia com o diabo e disputava a respeito do corpo de Moisés, não se atreveu a proferir juízo infamatório contra ele; pelo contrário, disse: O Senhor te repreenda!” Judas 9.
O relato da transfiguração apóia não a doutrina de almas imortais, libertas da cápsula de um corpo, mas a doutrina da ressurreição.
Fonte: Francis D. Nichol, Respostas a Objeções, págs. 270 e 271.
Comentário do Editor IASD Em Foco:
Ora, quanto à questão relatada em Judas 9, é fácil entender quando ele diz: “Contudo, o arcanjo Miguel, quando contendia com o diabo e disputava a respeito do corpo de Moisés”. Não diz a respeito da alma de Moisés, nem tampouco a respeito do espírito de Moisés...
A consulente até se arrisca a um exercício de – não me leve a mal, é assim que eu chamo isso – “engenharia hermenêutica” ou “malabarismo interpretativo” quando argumenta: “Miguel teria disputado o Moisés e não o corpo de moises (sic). Assim que eu penso. E mesmo sendo assim, Moises teria morrido, ai Miguel levado o corpo, ai á no Céu Deus teria juntado tudo (sic), corpo e alma de moises?Ai to confuuuuuusa”.
Dá para ficar confuso(a) mesmo, quando desconsideramos o simples, lógico e fácil ensino da Bíblia concernente ao ser humano como uma unidade indivisível: “Então, formou o Senhor Deus ao homem do pó da terra e lhe soprou nas narinas o fôlego de vida, e o homem passou a ser alma vivente” (Gênesis 2:7). Uma equação simples: Pó da terra (matéria) + Espírito (fôlego de vida) = Alma Vivente (ser humano na sua integralidade).
Fácil, também, entender o que acontece na morte – que é exatamente o processo inverso: “E o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu” (Eclesiastes 12:7). Só existe ser humano em sua totalidade – alma vivente – na presença e intercâmbio destes dois elementos. Desta forma, fica claro, patente, que a contenda, a disputa era não sobre um cadáver ou mesmo sobre uma entidade etérea (alma ou espírito), mas, sim, sobre a prerrogativa divina de ressuscitar a Moisés.
Como a senhora mesmo mencionou na mensagem, somos unânimes em reconhecer e afirmar que Deus tudo pode; ao mesmo tempo, sabemos que Satanás, como originador e instigador do pecado, assume a prerrogativa de “príncipe das trevas” e, como tal, tendo domínio sobre aqueles que sofrem a penalidade máxima do pecado, a morte (Romanos 6:23). Não há registro de que ninguém tenha sido ressuscitado antes (voltando atrás: daí o fato de Moisés estar junto com Elias, no Monte da “Transfiguração”: Elias como representante daqueles que estarão no Céu sem passar pela morte e Moisés como representante daqueles que morrerão em Cristo, foram fiéis, e ressuscitarão para subir ao Céu com Jesus) e daí a contenda e/ou disputa acerca do fato – questão moral – se Moisés era ou não digno de ser ressuscitado.
“Tecnicamente”, vamos dizer assim, em termos legais, Moisés não deveria ser ressuscitado – pois o pagamento pelos pecados e pecadores, a morte de Cristo na cruz, não havia ocorrido e estava num futuro distante. Nesse caso, é como se Deus – empenhando a Sua palavra infalível – e preenchendo um cheque ou promissória, ao ressuscitar Moisés, que só viriam a ser resgatados muitos séculos mais tarde.
Por isso, o Arcanjo Miguel, que é o próprio Jesus, se negou a discutir com Satanás em termos legais: “... não se atreveu a proferir juízo infamatório contra ele; pelo contrário, disse: O Senhor te repreenda!”
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Eduardo

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