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O Relato dos discípulos de Emaús e o Shabbat Hagadol Desmoronam a falsa tese da morte de Jesus na quarta feira.

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O Relato dos discípulos de Emaús e o Shabbat Hagadol Desmoronam a falsa tese da morte de Jesus na quarta feira.

Mensagem por exegético em Seg Fev 01, 2010 6:15 pm

Para esses intérpretes, somente se Jesus tivesse morrido na quarta feira é que cumpriria o sinal de Jonas que era ficar morto por 3 dias e 3 noites como Jonas esteve no ventre do peixe.
Portanto Cristo teria estado morto nas noites de quarta para quinta(1)de quinta para sexta(2) e de sexta para sábado(3) e nos dias de quinta(1) de sexta(2) e de sábado(3),ressucitando no por do sol do sábado antes de entrar o domingo, pois nessa contagem o domingo ja seria o dia 4.
Vamos para a refutação dessa tese sem embromação:
acompanhe comigo o relato de Lucas:
Lucas 24:1 Mas, no primeiro dia da semana, alta madrugada, foram elas ao túmulo, levando os aromas que haviam preparado.
Lucas 24:2 E encontraram a pedra removida do sepulcro;
Lucas 24:3 mas, ao entrarem, não acharam o corpo do Senhor Jesus.

Muito bem até aqui o relato ainda não desfaz a teoria da morte de Cristo na quarta feira, pois segundo eles o domingo é o "quarto dia" é Cristo teria ressucitado ao fim do terceiro que para eles encerrou no por do sol do sábado.

mas agora veja o que o resto do capítulo vai nos revelar:

Lucas 24:13 Naquele mesmo dia, dois deles estavam de caminho para uma aldeia chamada Emaús, distante de Jerusalém sessenta estádios.
Lucas 24:14 E iam conversando a respeito de todas as coisas sucedidas.
Lucas 24:15 Aconteceu que, enquanto conversavam e discutiam, o próprio Jesus se aproximou e ia com eles.
Note: Jesus encntra com os discípulos de Emaús naquele mesmo dia( no domingo) agora preste atenção no relato,e responda: qual era aquele dia: o terceiro ou o quarto depois da morte de Cristo?!

Lucas 24:18 Um, porém, chamado Cleopas, respondeu, dizendo: És o único, porventura, que, tendo estado em Jerusalém, ignoras as ocorrências destes últimos dias?
Lucas 24:19 Ele lhes perguntou: Quais? E explicaram: O que aconteceu a Jesus, o Nazareno, que era varão profeta, poderoso em obras e palavras, diante de Deus e de todo o povo,
Lucas 24:20 e como os principais sacerdotes e as nossas autoridades o entregaram para ser condenado à morte e o crucificaram.
Lucas 24:21 Ora, nós esperávamos que fosse ele quem havia de redimir a Israel; mas, depois de tudo isto, é já este o terceiro dia desde que tais coisas sucederam.
Perceberam que o texto diz que aquele era o terceiro dia após a morte de Cristo?
e o texto prossegue e revela que o sol ja ia se por e os díscipulos convirarm Jesus para entrar em sua casa.Pela contagem de tempo no sistema exclusivo como os interpretes da morte de Cristo na quarta feira fazem, o domingo ja seria o quarto dia e não o terceiro.por tanto não se fundamenta Biblicamente.
veja que ja era final do dia do domingo:
Lucas 24:29 Mas eles o constrangeram, dizendo: Fica conosco, porque é tarde, e o dia já declina. E entrou para ficar com eles.
Lucas 24:30 E aconteceu que, quando estavam à mesa, tomando ele o pão, abençoou-o e, tendo-o partido, lhes deu;

mas aquele era o terceiro dia.Portanto fica claro que o sistema de tempo referente aos 3 dias que Jesus ficaria morto para depois rescucitar é o sistema de tempo inclusivo e não exclusivo.
Como Jesus morreu as 3 da tarde da sexta ,considera se todas as 24 horas da sexta, e ele passou todas as 24 horas do sábado no túmulo, e um pedaço da noite de domingo que segundo a Biblia se incia ao por do sol do sábado,mas considera se todas as 24 horas do domingo.
Assim os 3 dias e 3 noites são inclusivos e não exclusivos. a verdade é que
Os juDeus computavam o tempo pelo sistema inclusivo. O dia inicial era o primeiro dia, mesmo que dele só restassem algumas horas; o dia imediato era o segundo; e as primeiras horas do dia que vinha em seguida já eram considerados terceiro dia.
A comprovação Histórica

O Talmude Babilônico (Comentários Judaicos) relata que "uma parte do dia é o total dele" (Mishnah. Third Tractate, "B. Pesachim", p. 4a).

O Talmude de Jerusalém, assim chamado porque foi escrito em Jerusalém, diz: “Temos um ensino -- 'Um dia e uma noite são um Onah e a parte de um Onah é como o total dele" (Mishnah, Tractate, "J. Shabbath”, Chapter IX, Par. 3).

Um "Onah" é, simplesmente, "um período de tempo".

Temos ´também prova de que a expressão 3 dias e 3 noites é "figurada", representando 3 dias seguidos, independente do tempo (horas) transcorrido nestes.Gn 42:17-18 - “E os deixou presos três dias. No terceiro dia, José lhes disse...

Neste caso, se eles ficaram presos 3 dias e depois disso José os solta, então eles teriam sido soltos no 4º dia, correto? Porém não é isso que aparece. Ele os solta no 3º dia, ou seja, eles ficaram presos durante 3 dias (forma idiomática e expressiva) e são soltos no 3º dia (literalmente).
existe muitas outras passagéns que confirma a contagém de tempo inclusiva, mas vamos para o segundo texto que refuta a tese da morte de Cristo na Quarta feira:
João 19:31 Então, os judeus, para que no sábado não ficassem os corpos na cruz, visto como era a preparação, pois era grande o dia daquele sábado,
(Gr.megalê ê êmera ekeinou tou sabbatou)
Esse termo Grande dia de Sábado não deixa Dúvida que era o Sábado semanal.Pois é do do hebraico Shabbat Hagadol( Grande dia de Sábado),O Sábado semanal logo antes da pascoa é sempre chamado Shabbat Hagadol,isto porque a primeira pascoa os judeus saiam do Egito,aconteceu num Sábado semanal e houve grande benção e livramento naquele dia,por isso os judeus passaram a chamar o sábado imediatamente antes ao Sabado anual da Páscoa de Shabbat Hagadol em memoria daquele dia do livramento,e se o sabado da pascoa caisse no semanal, este seria o Shabbat Hagadol, e foi exatamente isso que aconteceu, por tanto Jesus não morreu na quarta feira e sim na sexta feira, vespera do Shabbat Hagadol.

exegético

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Re: O Relato dos discípulos de Emaús e o Shabbat Hagadol Desmoronam a falsa tese da morte de Jesus na quarta feira.

Mensagem por Fco Oliveira em Ter Fev 02, 2010 12:24 pm

Nobre irmão a paz esteja contigo, caro irmão, mais nos diga com sinceridade: o que o irmão quer com este texto, desmentir as profecias e desacreditar os profetas e o próprio Cordeiro do Eterno? Pois, tanto os profetas e o Messias, profetizaram que seriam exatamente 72 horas!

http://torahlagoym.forumais.com/yeshua-f1/yeshua-ressuscitou-no-terceiro-dia-vc-entende-isso-t1.htm

E o nobre irmão vem aqui se esforçando para provar que NÃO SÃO 72 HORAS! Fica um ponto de exclamação: será se o caro irmão está do lado da verdade do evangelho do Príncipe e Salvador YAOHÚSHUA? Eu não creio mais nesta hipótese, de que o caro irmão esteja a favor da verdade das profecias! D-us seja Louvado.

Fco Oliveira

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Re: O Relato dos discípulos de Emaús e o Shabbat Hagadol Desmoronam a falsa tese da morte de Jesus na quarta feira.

Mensagem por exegético em Ter Fev 02, 2010 1:22 pm

Caro irmão Oliveira Se soubesses o que é um Shabbat Hagadol(Grande Sábado) não teria Duvida de que a Biblia revela que Cristo morreu na sexta feira.Pois S.Jo 19:31, Diz que Jesus morreu no dia de preparação para o Shabbat Hagadol, e na historia Judaica o SHabbat Hagadol é o Sábado semanal imediatamente antes do 15 de nizã, ou qdo o 15 de Nizã caia no Sábado semanal, este Sábado era chamado Shabbat Hagadol. Portanto Jesus morreu na sexta feira vépera do sábado semanal ,que tb foi sábado Pascal.
.Já ficou muito bem comprovado no meu tópico que os 3 dias e 3 noites que Cristo estaria na sepultura, são representativos segundo a interpretação Biblica e não exclusivos.Pois se fosse exclusivo, o domingo ja seria o quarto dia e não o terceiro conforme a Biblia revelou
Lucas 24:21 Ora, nós esperávamos que fosse ele quem havia de redimir a Israel; mas, depois de tudo isto, é já este o terceiro dia desde que tais coisas sucederam.Outras evidencias que é linguagem representativa e não literal é que Cristo também diz que ressucitaria no terceiro dia ao inves de depois de 3 dias e 3 noites:

Mateus 16:21 Desde esse tempo, começou Jesus Cristo a mostrar a seus discípulos que lhe era necessário seguir para Jerusalém e sofrer muitas coisas dos anciãos, dos principais sacerdotes e dos escribas, ser morto e ressuscitado no terceiro dia.

No terceiro dia é diferente de depois de 3 dias e 3 noites exclusivas,
indica que ainda dentro do terceiro dia Cristo ressucitaria, por tanto não se pode pegar ao pe´da letra literal a expressão idimatica figurativa de tempo que Cristo usou,e que era comum no mundo Bíblico.
considere mais algumas passagéns:

Mateus 17:23 e estes o matarão; mas, ao terceiro dia, ressuscitará. Então, os discípulos se entristeceram grandemente.

Mateus 20:19 E o entregarão aos gentios para ser escarnecido, açoitado e crucificado; mas, ao terceiro dia, ressurgirá.

AH e vc digitou(não sei se conscientemente) errado a transliteração do nome Hebraico de Jesus, Não é Yaohushua, é Yehoshua ou Yeshua. Abraço

exegético

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Re: O Relato dos discípulos de Emaús e o Shabbat Hagadol Desmoronam a falsa tese da morte de Jesus na quarta feira.

Mensagem por Fco Oliveira em Ter Fev 02, 2010 7:27 pm

Caro irmão eu sei que os dois Nomes escrito são os verdadeiros, só que, o que eu usei é o escrito no hebraico arcaico e o que o irmão mostrou é o hebraico moderno, que é chamado de aramaico.

Que foi do aramaico que foi traduzido para o grego e não do arcaico! Mais segundo as verdades sobres o verdadeiro Nome do homem que morreu na cruz, realmente é YAOHÚSHUA no hebraico arcaico.

Quanto à sitação de João 20 sobre as véspera do grande Shabat, o nobre irmão esqueceu que em todas as semanas da pascoa, tinham dois Shabat, um no quinto dia que é a quinta feira e o outro no final da semana que era o sétimo dia;

Almeida Revista e Corrigida

Lucas 6.1 E aconteceu que, no sábado primeiro-segundo, passou pelas searas, e os seus discípulos iam arrancando espigas e, esfregando-as com as mãos, as comiam.

Por que nesta semana tinha dois Sábados, o primeiro e o segundo; assim sendo nobre irmão, João está corretíssimo e as profecias foram cumpridas a risco: 72 duas horas, sem faltar nenhuma!

Ele foi preso no terciro dia 13/04/0033 d.C que é a terça feira, na quarta feira 14/04/0033 d.C Ele é julgado e condenado, em seguida crucificado e morre as quinze horas da quarta feira e é sepultado por voltas das desseseis horas, antes do por do sol, que ia comessar o grande Shabat que foi no dia 15/04/0033;

Em que dia morreu o Cordeiro de D-us Yaohúshua?
Re- no dia 14/04/0033 numa quarta feira que era o quarto dia, as 15 horas da tarde.

Em que dia Ele ressuscitou?
Re- no final do Sábado, dia 17/04/0033 d.C possivelmente às 15 horas da tarde do Sábado. Que são exatamente 72 horas que são três dias e três noites. D-us seja louvado.

Fco Oliveira

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Re: O Relato dos discípulos de Emaús e o Shabbat Hagadol Desmoronam a falsa tese da morte de Jesus na quarta feira.

Mensagem por exegético em Qua Fev 03, 2010 2:03 pm

Prezado irmão que houve dois Sábados( O pascal e o semanal) que contextualizam o dia da morte de Jesus, isso é óbvio na Biblia.Más o engano é dizer que esses Sábados cairam em dias diferentes da semana.Volto a afirmar Shabbat Hagadol( Grande dia de Sábado) é um nome que o sétimo dia da semana recebe qdo o 15 de nissan cai nele, e também quando o 15 de Nissan cai em dia de semana , o Shabbat Hagadol é o sábado semanal(o que consta nos 10 mandamentos) imediatamente anterior ao 15 de Nissan.Mesmo assim muitos eruditos acreditam que apenas o Shabbat Hagadol que cai no 15 de Nissan, tem respaldo Bíblico. E que a comemoração de Shabbat Hagadol, no Shabbat semanal imediatamente anterior ao 15 de Nissan começou a ser praticada posteriormente na comunidade Judáica.De fato a Biblia reconhece o Shabbat Hagadol no 15 de nissan(S.Jo19:31),véspera do qual Cristo morreu.Se voce estudar Judaísmo, verá que Shabbat Hagadol é sempre um Sábado semanal envolvendo a Pascoa. Dizer que a Pascoa caiu numa quinta feira e essa quinta feira era Shabbat Hagadol , é desconhecimento do que é um Shabbat Hagadol no Judaísmo.E ja apresentei claramente no tópico acima que se pegarmos os 3 dias e 3 noites como 72 horas exclusivas e literais,haverá contradição com muitas outras passagéns que revelam que Cristo ressucitaria no terceiro dia e também que o domingo a tarde ainda era o terceiro dia(Lc 24:21).Pare um pouco e tira as contas pela contagém exclusiva quinta(primeiro dia), sexta(segundo dia), sábado(terceiro) e o domingo ja seria quarto dia...mas a Biblia revela que era o terceiro dia.Isso esclarece que a Biblia interpreta os 3 dias e 3 noites como figurativos e representativos sistema de contagém de tempo comum no Mundo Bíblico(veja o tópico acima). O dia tinha 24 horas(noite e parte clara) ,literalmente Cristo ficou morto numa fração da sexta, no Sabado,e numa fração do domingo(após por do sol do sábado).Dessa forma pelo sistema de contagém inclusivo estão representados os 3 dias de 24 horas. Se o irmão continua inistindo que a contagém é literal,exclusiva ao inves de figurativa então me explique:
- Porque o domingo a tarde foi identificado como o terceiro dia ao invés de quarto?(Lucas 24:21)
-Porque Cristo também diz que ressucitaria no terceiro dia ou invés de dizer,depois do terceiro dia?(passagéns no Tópico)
-Como que a pascoa caiu na quinta se S.Jo 19:31 diz que foi num shabbat Hagadol?(nome do sabádo semanal dentro da Páscoa)

Existe bem mais sinucas de bico da linha de interpretação exclusivista, mas creio que as apresentadas acima revela muito bem que a Biblia interpretou os 3 dias e 3 noites pelo sistema de tempo inclusivo e não exclusivo.
Amém...

exegético

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Re: O Relato dos discípulos de Emaús e o Shabbat Hagadol Desmoronam a falsa tese da morte de Jesus na quarta feira.

Mensagem por Fco Oliveira em Qua Fev 03, 2010 2:47 pm

Nobre irmão, a paz esteja contigo, vejo que o caro irmão está insistindo no erro atoa, pois está mais do claro as 72 horas; quanto ao que falou os dois discípulos no caminho de Emaús, é simplesmente conversa e não profecia ou afirmativa direta do Cordeiro do Eterno Elohim.

Não podemos pegar um relato Histórico e usá-lo como doutrino ou profecia, o que está escrito é que eles iam conversando entre si são relatos e não quer dizer profecia. O que o caro irmão está fazendo com esta insitencia, é mutilar as profecias e isto é crime!

Em que dia morreu o Cordeiro de Elohim Yaohúshua?
Re- no dia 14/04/0033 numa quarta feira que era o quarto dia, as 15 horas da tarde.

Como somar as 72 horas literal:
3 horas da quarta feira + 12 horas da noite (1 noite) de quarta para quinta + 12 horas do dia (1 dia) da quinta feira + 12 horas da noite (2 noite) de quinta para sexta feira + 12 horas do dia (2 dia) da sexta feira + 12 horas da noite (3 noite) da sexta para o sábado + 9 horas do sábado (3 dia), um total de 72 horas literal.

Em que dia Yaohúshua ressuscitou?
Re- no final do Sábado, dia 17/04/0033 d.C possivelmente às 15 horas da tarde do Sábado. Que são exatamente 72 horas que são três dias e três noites. Elohim seja louvado.

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Re: O Relato dos discípulos de Emaús e o Shabbat Hagadol Desmoronam a falsa tese da morte de Jesus na quarta feira.

Mensagem por Diego em Ter Mar 30, 2010 4:21 pm

Nobre exegético além do que outros já lhe falaram, percebo tbm que pelo seu estudo temos um Messias que Não é o cordeiro pascal, ou seja, Segundo vc Yeshua morreu em uma sexta-feira e ponto, por acaso essa sexta-feira seria a Pascoa???

Pois para Yeshua ser o Messias deveria morrer segundo a sombra que apontava para o sacrifício.

Vc sendo exegético deve saber que toda festa indicado por Deus como ajuntamento solene se torna um feriado ou Shabat. Portanto tivemos dois Shabat naquela semana e isso vc não considerou em seu "estudo".

Forte abraço.
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Re: O Relato dos discípulos de Emaús e o Shabbat Hagadol Desmoronam a falsa tese da morte de Jesus na quarta feira.

Mensagem por Fco Oliveira em Qua Mar 31, 2010 1:50 am

Nobres irmãos shalom alechem (a paz esteja convosco), caro ir. Diego, vc foi brilhante nas observações, isto prova que vc tem gabarito nos debates; mais uma coisa me chamou atenção na sua resposta, vc disse que o Nome do Messias é Yeshua!

Eu entrei em contacto com vários movimentos hebraicos do mundo, com professores que estão dando aulas deste idioma no Brasil, e todos foram unânimes em afirmar que o Nome do Cordeiro do Eterno Yahuh Ul não é Yeshua;

Nem Yashua e nem Yoshua e nem também Yehoshuah, vejam um Email que eu recebi de um deles e com algumas conciderações que eu fiz para dá o ar de resposta ao forum.

Eu fiz as seguintes perguntas a ele:
1) qual a diferença entre estes dois nomes que estão sendo divulgado na Net:
A) o Nome certo é Yahoshuah HaMashiach ou YAOHÚSHUAH HAMASHIACH?

Resposta 1: O Nome correto é Yahoshuah Há-Mashiach ou Yahushuah Há-Mashiach. Aqueles que ensinam que o Nome Yaohú é correto não conhecem as vogais (pontos) massoréticos. A vogal GAMETZ = “a” e não é um “ditongo”.

Só que eu entrei em contacto com os outro grupo que estão divulgando o ditongo "AO" eles me afirmaram que o som do "A" informado depende de região e de nação, nas filipinas, este caractere soa como ditongo! Então ficamos com três pronuncias corretas segundo a visão dos dois grupos hebraicos.

O Yaohushua, o Yahushuah com a massoreta shureq no centro do Wav que tem o som de "U" e o Yaohoshua, Yahoshua com a massoreta shureq encima do Wav que tem o som de "O". Mais o que importa é o significado do Nome e também conter o Nome do Pai no Nome do Filho.


2) segundo OS vossos escritos, o Nome do Pai é YAHU e segundo o conteúdo bíblico, Num 6;27 todos OS nomes dos filhos de Israel, tem que ter o Nome do Pai em seus nomes, como é que vós encontraram este Yaho do Nome do Filho Yahoshuah?

Resposta 2: O Nome do Pai Criador é Yahuh e se encontra nos nomes hebraicos, alguns exemplos: Yarmiyahuh (Jeremias) – Yashayahuh (Isaias). Na verdade, na Toráh original o que se encontra nos nomes originais hebraicos dos nomes dos filhos de Yashorul (Ysrael), é o Tetragrama Yôd-Hê-Vav-Hê, o Nome Yahuh é transliteração com acréscimos de massoréticas.

A questão do Yahu ou Yaho é somente a questão de onde vai a massorética. Se a massorética SHUREQ for colocada sobre a consoante hebraica VAV a transliteração FICA “YAHO”. Se a massorética SHUREQ for colocada no centro DA consoante hebraica VAV a transliteração FICA “YAHU”.

As duas formas são as mais arcaicas e corretas e as duas formas estão certas, é apenas uma questão de pronuncia de transliteração. Nós, descendentes dos Yahudhym Essênios (judeus Essênios) usamos transliterar o Nome do Salvador pontuando sobre a consoante VAV com a massorética SHUREQ. Confira o gráfico que criei para uma melhor compreensão:


Obs: O mesmo ocorre com o Nome do Filho Yahoshuah ou Yahushuah! Só que o forum não aceitou o gráfico.


3) não seria mais viavel dizer: YAHU (Ul´him) + SHUAH (salva) que formaria o Nome Yahushuah ou Yaohúshuah?

Resposta 3: O correto é sempre YAHO+SHUAH ou YAHU+SHUAH! Nunca “YAO”, como já disse, a massorética GAMETZ tem o som de “a”, e não de “ao”.

Vide o exemplo do Nome do primeiro Ministro de Israel NetanYAHU.

Resposta 3: Correto! Se extrair os pontos massoréticos, temos as consoantes hebraicas do Nome de nosso Primeiro Ministro. O hebraico original não contém vogais, isto foi preciso para se poder dar entonação fonética aos nomes e palavras hebraicas.

Porque eu estou precisando deste exclarecimento? Porque a bíblia que eu comprei, está escrito: O Nome do Pai YAOHUH e o Nome do Filho é YAOHÚSHUAH e eu preciso muito dessa luz sobre essa diferença, para eu Dar um passo certo.

Resposta 3: Eu particulamente não compraria esta Bíblia. Irmãos de Minas Gerais estão trabalhando em uma Bíblia com nomes originais.

Ps: gostaria que o caro irmão dessem uma resposta sobre esta bíblia, devemos comprá-la ou qual tradução você nos orienta a comprar. Porque ficar com a JFA não dá mais para Le-la. O site dela é: http://ocaminho.tripod.com/index2.htm#. Que o Eterno Yahuh Ul vos abençoe.

Resposta 3: Eu particulamente não compraria esta Bíblia, já conheço o site e estas pessoas. Aguarde um pouco! Irmãos de Minas Gerais estão trabalhando em uma Bíblia com nomes originais. Estaremos tratando DA questão em Barretos- SP em Junho deste ano em um trabalho que faremos lá, esta convidado!

Saudações no Mashiach!

Yosseph Pinheiro

www.gedeoesdeyahoshuah.com.br

MSN: estrela.444@hotmail.com

Tels: (69) 3471-2808 / 3471-2809 / (69) 9956-1598

Só que, segundo estes dois movimentos, descartam qualquer hipótese do Nome do Messias ser ou pelo menos ter a pronuncia "YE" ambos definem o YE como sendo blasfêmico; nos relatos da bíblia que eu comprei tem todas as explicações, origens de onde derivam estes Nomes eufêmicos, que são: Yeshua, Yashua, Yoshua e Yehoshua;

O Yehoshua saiu da errônea concepição de que o Nome do Eterno fosse Yehowah, se este nome é eufêmico, então o Nome Yehoshuah também ficou descreditado. Que o Eterno Yahuh Ul seja hoje e sempre louvado.

Fco Oliveira

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Re: O Relato dos discípulos de Emaús e o Shabbat Hagadol Desmoronam a falsa tese da morte de Jesus na quarta feira.

Mensagem por Diego em Qua Mar 31, 2010 8:18 am

Shalom Chaver Fco Oliveira e Chag Matzah Semêach alechem(feliz festa dos Azimos a todos).

Bem acho que nesse tópico não cabe questões idiomáticas, porém lhe digo apenas uma coisa por mérito do caso levantado, estamos no Brasil e poderiamos usar até mesmo o nome "Jesus" ao se referir ao HaMashiach que estariamos ainda falando da mesma pessoa.

Forte Abraço.
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Diego

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Re: O Relato dos discípulos de Emaús e o Shabbat Hagadol Desmoronam a falsa tese da morte de Jesus na quarta feira.

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