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50 Prêmios Nobel e Outros Grandes Cientistas que Acreditam em Deus

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50 Prêmios Nobel e Outros Grandes Cientistas que Acreditam em Deus

Mensagem por Eduardo em Dom Jul 17, 2011 10:19 am




E-book muito valioso, este editado por Tihomir Dimitrov  (grátis aqui, em inglês e em russo). . Trata-se de uma compilação do pensamento de vários Prêmios Nobel, cientistas, filósofos e estadistas a respeito de Deus e religião. Mesmo sem representar algumas vezes, no que se refere à crença ou ao conceito de Deus, a síntese definitiva do pensamento de quem está sendo citado, as declarações são muito interessantes e revelam momentos específicos de reflexão. Segue a introdução, escrita pelo próprio Dimitrov, acompanhada de umas poucas citações pinçadas do livro (mais versões em futuros posts).

O livro 50 Prêmios Nobel e outros grandes cientistas que acreditam em Deus reúne citações bem-documentadas de alguns dos mais influentes cientistas e escritores do mundo.

Durante minha pesquisa de 11 anos, estudei centenas de livros, artigos e cartas – principalmente as encontradas nos arquivos da National Library of Bulgaria (Sofia), da Biblioteca Comunale di Milano e da Austrian National Library (Viena). Também troquei correspondência com muitos cientistas contemporâneos ganhadores do Prêmio Nobel, os quais partilharam suas crenças pessoais a respeito de Deus.

Eu acredito que este livro pode inspirar os que creem, trazer esperança aos pesquisadores e desafiar aqueles que pensam que a religião e a ciência contemporânea vivem um conflito insuperável.

Einstein, Prêmio Nobel de Física

“Quanto mais penetramos nos segredos da natureza, tanto maior se torna o nosso respeito por Deus”. (Einstein, citado em Brian 1996, 119)

♦♦♦

“Você aceita o Jesus histórico?

- Sem dúvida! Ninguém pode ler os Evangelhos sem sentir a presença real de Jesus. A sua personalidade pulsa em cada palavra. Nenhum mito é preenchido com tanta vida” (Einstein, citado em Viereck 1929, ver também Einstein, citado na revista alemã Geisteskampf der Gegenwart, Guetersloh, 1930, S. 235).”

Max Planck, Prêmio Nobel de Física

“Que Deus existia antes de existirem seres humanos na Terra, que Ele tem o mundo inteiro, crentes e não crentes, em Sua mão onipotente por toda a eternidade, e que Ele continuará a ser entronizado em um nível inacessível à compreensão humana muito tempo depois de a Terra e de tudo o que está sobre ela passar a ruínas; aqueles que professam essa fé e que, inspirados por ela, em veneração e total confiança, sentem-se seguros dos perigos da vida sob a proteção do Todo-Poderoso, somente esses podem se incluir entre os verdadeiramente religiosos.”
(Planck, citado em Staguhn 1992, 152).

♦♦♦

Em seu livro “Where Is Science Going” (1932), Planck salientou:

“Nunca pode haver qualquer oposição real entre religião e ciência, porque uma é o complemento da outra. Cada pessoa séria e que reflita percebe, eu penso, que o elemento religioso em sua natureza deve ser reconhecido e cultivado, se todos os poderes da alma humana devem atuar em conjunto em perfeito equilíbrio e harmonia. E, de fato, não foi por acaso que os maiores pensadores de todas as épocas fossem almas profundamente religiosas.” Planck 1977, 168.

Spinoza, Filósofo

Spinoza via Jesus Cristo como um homem de gênio moral transcendente, destacando-se acima de Moisés e dos profetas. Via Jesus como Filho de Deus, mas não como um Deus. Ao discutir a natureza da visão profética, ele escreveu:

“Eu creio que nenhum homem jamais chegou à altura daquela perfeição singular, a não ser Cristo, a quem as ordenanças de Deus que levam os homens à salvação foram reveladas, e não em palavras ou visões, mas de forma imediata: de modo que Deus se manifestou aos apóstolos através da mente de Cristo, como outrora a Moisés por meio de uma voz no ar. E, portanto, a voz de Cristo pode ser chamada — assim como a que Moisés ouviu — a voz de Deus. Neste sentido, podemos também dizer que a sabedoria de Deus, isto é, uma sabedoria acima da sabedoria do homem, tomou a natureza humana em Cristo, e que Cristo é o caminho da salvação.” (Spinoza, como citado em Frederick Pollock, Spinoza: His Life and Philosophy, Adamant Media Corporation, Boston, 2000, 352).

Jean-Paul Sartre, Filósofo
 
Ao longo de sua carreira madura, o filósofo Jean-Paul Sartre foi um ateu militante. [...] No entanto, durante os últimos meses do filósofo [...] Em 1980, aproximando-se de sua morte, então cego, decrépito, mas ainda em plena posse de suas faculdades, Sartre chegou muito perto da crença em Deus, talvez até mais que muito perto.

A história pode ser contada brevemente, e talvez com reverência. [...] É suficiente citar uma única frase do que Sartre disse, a seguir, para medir o grau de sua aceitação da graça de Deus [...]:

“Eu não sinto que eu sou o produto do acaso, uma partícula de poeira no universo, mas alguém que foi esperado, preparado, prefigurado. Em suma, um ser que somente o Criador poderia colocar aqui, e essa idéia de uma mão criadora se refere a Deus.” (Ver Le Nouvel Observateur, 10-16th March 1980, N. 800, p. 56; e Hope Now: The 1980 Interviews, University of Chicago Press, 1996, 55).

Arthur Compton, Prêmio Nobel de Física

Comentando sobre o primeiro versículo da Bíblia no Chicago Daily News (12 de abril de 1936), Arthur Compton afirmou seu ponto de vista religioso:

“Para mim, a fé começa com a percepção de que uma inteligência suprema trouxe o universo à existência e criou o homem. Não é difícil para mim ter essa fé, pois é incontroverso que onde há um plano, há inteligência. Um universo ordenado e desdobrado testifica a verdade da declaração mais majestosa jamais proferida: “No princípio… Deus …” [Gênesis 1, 1] ” (Compton 1936)

♦♦♦

“Se a religião deve ser aceitável pela ciência é importante examinar a hipótese de uma inteligência que trabalha na natureza. A discussão das evidências de um Deus inteligente é tão antiga quanto a própria filosofia.

O argumento com base no design, embora muito comum, nunca foi devidamente refutado. Ao contrário, à medida que aprendemos mais sobre o nosso mundo, a probabilidade de que ele seja o resultado de processos aleatórios torna-se mais e mais remota, de modo que, de fato, poucos são os homens de ciência hoje que irão defender uma atitude ateísta. ” (Compton 1935, 73 ).

Fonte: 50 Prêmios Nobel e Outros Grandes Cientistas que Acreditam em Deus
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Eduardo

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