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Petróleo, Dilúvio e o debate entre criacionismo e evolucionismo

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29072012

Mensagem 

Petróleo, Dilúvio e o debate entre criacionismo e evolucionismo








Autor: Robson T. Fernandes
Os registros históricos da utilização do petróleo nos ensinam que os antigos povos da Mesopotâmia, do Egito, da Pérsia e da Judéia já utilizavam o betume para pavimentação de estradas, calafetação de grandes construções, aquecimento e iluminação de casas, lubrificação e até como laxativo.
O petróleo já era conhecido na antiguidade, por causa das exsudações e afloramentos, que eram muito freqüentes no Oriente Médio. Com isso, entendemos melhor o texto bíblico que afirma que Noé deveria fazer uma arca e que deveria “betumá-la por dentro e por fora (Gn 6:14).
De onde veio tanto betume?
Ora, onde fica mesmo o local em que Noé fez a Arca?
No Oriente Médio! E como já vimos, as exsudações eram muito comuns naquele local.Alguns estudos arqueológicos demonstram que o petróleo foi utilizado há quase 6.000 anos atrás. Ao visitar o site oficial da Brascombustíveis (http://www.brascombustiveis.com.br/petroleo.htm), que utilizou como fonte a PETROBRAS (http://www.petrobras.com.br/), encontramos o seguinte texto:



“Da Arca de Noé às pirâmides do Egito, são muitas as referências à presença do petróleo na vida dos povos da Antigüidade. Sacerdotes hebreus, por exemplo, usavam o petróleo nos sacrifícios, para acender fogueiras nos altares, e as chamas que irrompiam eram consideradas manifestações divinas. Conta a Bíblia que Deus, desgostoso com a raça que criara, ordenou a Noé a construção de uma arca e sua calafetação com betume, antes de inundar o mundo com o dilúvio. E o termo betume representava, possivelmente, resíduo de petróleo obtido na superfície.O mesmo betume serviu como material de construção, seja nas pirâmides do Egito, no Templo de Salomão ou nos famosos jardins suspensos de Nabucodonosor. Milênios antes de Cristo, o petróleo já era um valorizado produto comercial, usado também para embalsamar corpos, iluminar, impermeabilizar moradias e palácios, pavimentar estradas ou construir embarcações. Para gregos e romanos, a principal aplicação era bélica: lanças incendiárias embebidas em betume eram uma de suas armas mais eficazes.”(http://www.brascombustiveis.com.br/petroleo.htm)


O Prof. Dr. José Roberto Canuto afirma o seguinte, sobre o uso do petróleo na história:



A utilização do petróleo através dos temposA palavra petróleo vem do latim, petra e oleum, correspondendo à expressão “pedra de óleo”. O petróleo ocorre na natureza ocupando vazios, existentes entre os grãos de areia na rocha, ou pequenas fendas com intercomunicação, ou mesmo cavidades também interligadas.Estudos arqueológicos mostram que a utilização do petróleo iniciou-se 4000 anos antes de Cristo, sob diferentes denominações, tais como betume, asfalto, alcatrão, lama, resina, azeite, nafta, óleo de São Quirino, nafta da Pérsia, entre outras.O petróleo é conhecido desde tempos remotos. A Bíblia já traz referências sobre a existência de lagos de asfalto e diversas ocasiões em que foi utilizado como impermeabilizante. O líquido foi utilizado por hebreus para acender fogueiras, nos altares onde eram realizados sacrifícios, por Nabucodonosor, que pavimentava estradas na Babilônia, pelos egípcios na construção de pirâmides e conservação de múmias, além do uso como combustível para iluminação por vários povos. Os gregos e romanos embebiam lanças incendiárias com betume, para atacar as muralhas inimigas. Após o declínio do Império Romano, os árabes também empregaram-no com a mesma finalidade. Há relatos de que, quando os espanhóis chegaram na América, Pizarro deu conta da existência de uma destilaria que era operada por incas. Supõe-se que o líquido citado representava resíduo de petróleo encontrado em surgências na superfície.(http://www.igc.usp.br/Geologia/petroleo.php)


Todavia, o debate que envolve o criacionismo e o evolucionismo não se concentra no petróleo em si, mas no tempo que supostamente seria necessário para a sua formação.
Parte dos evolucionistas afirma que seriam necessários cerca de 100 milhões de anos para que o petróleo fosse formado, de origem orgânica, enquanto que criacionistas defendem que o processo pode ocorrer em um período de tempo mito curto. Aqui, nesse ponto, se estabelece o principal debate.
O fato, que muitos evolucionistas desconhecem ou ignoram é que o petróleo pode ser formado em minutos!
Experimentos realizados pelo U.S. Bureau of Mines provaram que o petróleo pode ser produzido, de material orgânico, em apenas 10 ou 20 minutos. 10 ou 20 minutos!
O artigo científico foi publicado pelo United States Department of the Interior, Bureau of Mines. (Hayden R. Appell, Y.C. Fu, Sam Friedman, et al, “Converting Organic Wastes to Oil,” RL-7560 (Washington, D.C., United States Department of the Interior, Bureau of Mines)).
E mais, já em 1982 cerca de 20 cientistas britânicos declararam ter descoberto um meio de se transformar lixo doméstico em óleo para aquecer residências ou ser transformado em energia, em um processo que dura cerca de 10 minutos. O responsável pelo desenvolvimento da pesquisa é Noel McAuliffe, professor da Manchester University.
A The Petroleum Exploration Society of Australia afirma que o acúmulo de óleo e gás pode ser gerado em milhares, não milhões de anos nas bases sedimentares. (Journal of The Petroleum Exploration Society of Australia , No. 24, 1996, pp. 6-12)
Dependendo das condições naturais até menos que isso.
A Argonne National Laboratories realizou uma pesquisa na qual provou que o carvão, em condições naturais, pode ser formado em apenas 36 semanas.
No artigo científico publicado no Diário de Química Orgânica, no ano de 1984 (Volume 6: 463-471), o ANL declarou que para se formar carvão natural só seria necessário um pedaço de madeira com barro alcalino, servindo como catalisador, enterrado a uma profundidade que inexistisse oxigênio a uma temperatura de 150 graus centígrados, por um período de 36 semanas. E mais, se a temperatura aumentasse o tempo de formação do carvão diminuiria.
Então, se algum evolucionista perguntar “quanto tempo demora mesmo para se formar petróleo?” podemos lhe responder que segundo a ciência e os cientistas, que o evolucionismo despreza, que pesquisam de forma séria o assunto, o petróleo pode ser formado entre 10 ou 20 minutos!!!
Por último, a melhor explicação para a existência dos conhecidos grandes depósitos de carvão e de petróleo é o Dilúvio, que produziu o acúmulo e subseqüente enterro de enormes quantidades de plantas e animais. Essa explicação é corroborada por Paolo Arduini e Giorio Teruzzi, acerca de grandes inundações. (Paolo Arduini e Giorio Teruzzi, Guía de fósiles (Barcelona: Ediciones Grijalbo, 1987), pág. 12; Björn Kurtén, Introdução à Paleontologia: O Mundo dos Dinossauros (Madrid: Ediciones Guadarrama), pág. 71).
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Nos manuais escolares, a história da teoria dos combustíveis fósseis, que explica a origem do petróleo e do gás natural, reza assim: há muitos milhões de anos, organismos vivos morreram, foram enterrados, comprimidos e aquecidos sob pesadas camadas de sedimentos na crosta terrestre, onde sofreram transformações químicas até originar o petróleo e o gás natural.

É com base nesta teoria que chamamos as principais fontes de energia do mundo moderno de “combustíveis fósseis” – porque seriam resultado de restos modificados de seres vivos. E claro… tudo isto durante milhões e milhões de anos.

A teoria é tão popular que é fácil esquecer que é apenas isso – uma teoria, e não uma descrição de um facto testemunhado pela história. Por sua vez, a teoria abiótica sugere que os hidrocarbonetos são naturalmente produzidos de forma regular por todo o sistema solar, incluindo no manto terrestre, não estando, por isso, relacionados com os seres vivos.

Os seus defensores afirmam que o petróleo infiltra-se pelas fendas das bases das rochas até chegar às rochas sedimentares. Cada vez mais investigações científicas estão a confirmar esta teoria, mostrando que o petróleo e o gás natural não estão relacionados com os seres vivos nem são necessários milhões de anos para se formarem.

Em Fevereiro de 2008, um estudo publicado na Science mostrava que a síntese abiótica de hidrocarbonetos pode acontecer na presença de rochas ultrabásicas, água e quantidades moderadas de calor (1).

Em Julho de 2009, um estudo publicado na Nature GeoScience demonstrou, experimentalmente, a síntese do etano e de outros hidrocarbonetos pesados em condições não-biológicas. Os cientistas reproduziram as condições de pressão e temperatura existentes no manto superior, a camada da Terra abaixo da crosta (2).

Em Novembro de 2009, um estudo publicado na Energy & Fuels indicou que o metano, principal componente do gás natural, pode ser formado através de reacções químicas em diferentes ambientes químicos. Os cientistas simularam as condições presentes no manto interior da Terra (3).

Uma descoberta da Nasa em 2005 também tinha contribuído para a teoria abiótica do petróleo e gás natural.

Não poderia o petróleo e o gás natural ser proveniente dos animais mortos?

Uma das razões pelas quais a teoria dos “combustíveis fósseis” está a ganhar cada vez mais discordantes deve-se ao facto de os cientistas dizerem que não existe um fenómeno geológico que possa explicar o soterramento global de grandes massas vivas, como florestas, que deveriam ser cobertas antes que tivessem tempo de se decompor totalmente ao ar livre.

Os criacionistas sabem que tal fenómeno existiu – o dilúvio global de Noé. O petróleo e o gás natural podem, de facto, estar relacionados com os seres vivos, no entanto, esse processo não dura milhões de anos. O dilúvio de Noé seria o fenómeno geológico perfeito para explicar um soterramento maciço das grandes massas vivas, não sendo necessário, por isso, os milhões de anos referidos na teoria.

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O Universo originou-se de uma descomunal explosão, conhecida como Big Bang. O petróleo e o gás natural são combustíveis fósseis. Estas são provavelmente as duas teorias científicas mais disseminadas, de maior conhecimento do público e algumas das que alcançaram maior sucesso em toda a história da ciência. Elas são tão populares que é fácil esquecer que são exatamente isto – teorias científicas, e não descrições de fatos testemunhados pela história. Mesmo porque as duas oferecem explicações para eventos que se sucederam muito antes do surgimento [sic] do homem na Terra. [Só faltou acrescentar aí a teoria geral da evolução...]

Segundo a teoria dos combustíveis fósseis, que é a mais aceita atualmente sobre a origem do petróleo e do gás natural, organismos vivos morreram, foram enterrados, comprimidos e aquecidos sob pesadas camadas de sedimentos na crosta terrestre, onde sofreram transformações químicas até originar o petróleo e o gás natural. É com base nessa teoria que chamamos as principais fontes de energia do mundo moderno de “combustíveis fósseis” – porque seriam resultado de restos modificados de seres vivos.

Muito menos disseminado é o fato de que essa não é a única teoria para explicar o surgimento do petróleo. Na verdade, essa teoria hegemônica vem sendo cada vez mais questionada por um grande número de cientistas, que defendem que o petróleo tem uma origem abiótica, ou abiogênica – sem relação com formas de vida.

Os defensores da teoria abiótica do petróleo têm inúmeros argumentos. Por exemplo, a inexistência de fenômenos geológicos que possam explicar o soterramento de grandes massas vivas, como florestas, que deveriam ser cobertas antes que tivessem tempo de se decompor totalmente ao ar livre, juntamente com a inconsistência das hipóteses de uma deposição do carbono livre na atmosfera no período jovem da Terra, quando suas temperaturas seriam muito altas. [Não seria esse revisionismo uma tentativa de fugir ao catastrofismo tão de acordo com a teoria diluvianista?]

A deposição lenta, como registrada por todos os fósseis, não parece se aplicar, uma vez que as camadas geológicas apresentam variações muito claras, o que permite sua datação com bastante precisão. Já os depósitos petrolíferos praticamente não apresentam alterações químicas variáveis com a profundidade, tendo virtualmente a mesma assinatura biológica em toda a sua extensão. [E se a deposição não foi lenta? E se esse vasto sepultamento de animais de grande porte tivesse ocorrido num mesmo tempo, ocasionado por um mesmo evento?]

Além disso, os organismos vivos têm mais de 90% de água e mesmo que a totalidade de sua massa sólida fosse convertida em petróleo não haveria como explicar a quantidade de petróleo que já foi extraída até hoje. [É um bom argumento...]

Outros fenômenos geológicos, para explicar uma eventual deposição quase “instantânea”, deveriam ocorrer de forma disseminada – para explicar a grande distribuição das reservas petrolíferas ao longo do planeta – e em grande intensidade – suficiente para explicar os gigantescos volumes de petróleo já localizados e extraídos. [“Deposição quase instantânea”; “grande distribuição de reservas petrolíferas ao longo do planeta”; eles estão chegando perto...]

Por essas e por outras razões, vários pesquisadores afirmam que nem petróleo, nem gás natural e nem mesmo o carvão, são combustíveis fósseis. Para isso, afirmam eles, o ciclo do carbono na Terra deveria ser um ciclo fechado, restrito à crosta superficial do planeta, sem nenhuma troca com o interior da Terra. E não há razões para se acreditar em tal hipótese.

Na verdade, aí está, segundo a teoria dos combustíveis abióticos, a origem do petróleo, do gás natural e do carvão: eles se originam do carbono que é “bombeado” continuamente pelas altíssimas pressões do interior da Terra em direção à superfície. É possível sintetizar hidrocarbonetos a partir de matéria orgânica, e esses experimentos foram, por muitos anos, o principal sustentáculo da teoria dos combustíveis fósseis.

Mas agora, pela primeira vez, um grupo de cientistas conseguiu demonstrar experimentalmente a síntese do etano e de outros hidrocarbonetos pesados em condições não-biológicas. O experimento reproduz as condições de pressão e temperatura existentes no manto superior, a camada da Terra abaixo da crosta.

A pesquisa foi feita por cientistas do Laboratório de Geofísica da Instituição Carnegie, nos Estados Unidos, em conjunto com colegas da Suécia e da Rússia, onde a teoria do petróleo abiótico surgiu e tem muito mais aceitação acadêmica do que em outras partes do mundo.

O metano (CH4) é o principal constituinte do gás natural, enquanto o etano (C2H6) é usado como matéria-prima petroquímica. Esses dois hidrocarbonetos, juntamente com outros associados aos combustíveis de origem geológica, são chamados de hidrocarbonetos saturados porque eles têm ligações únicas e simples, saturadas com hidrogênio. (...)

[A experiência forneceu] evidências de que os hidrocarbonetos pesados podem existir nas camadas mais profundas da Terra, muito abaixo dos limites onde seria razoável supor a existência de matéria orgânica soterrada.

Outro resultado importante da pesquisa é que a reversibilidade das reações implica que a síntese de hidrocarbonetos saturados é termodinamicamente controlada e não exige a presença de matéria orgânica. (...)

“A ideia de que os hidrocarbonetos gerados no manto migram para a crosta terrestre e contribuem para a formação dos reservatórios de óleo e gás foi levantada na Rússia e na Ucrânia muitos anos atrás. A síntese e a estabilidade dos compostos estudados aqui, assim como a presença dos hidrocarbonetos pesados ao longo de todas as condições no interior do manto da Terra agora precisarão ser exploradas”, explica outro autor da pesquisa, professor Anton Kolesnikov.

“Além disso, a extensão na qual esse carbono ‘reduzido’ sobrevive à migração até a crosta, sem se oxidar em CO2, precisa ser descoberta. Essas e outras questões relacionadas demonstram a necessidade de um programa de novos estudos teóricos e experimentais para estudar o destino do carbono nas profundezas da Terra”, conclui o pesquisador.

(Inovação Tecnológica)

Petróleo e gás natural podem não ser fósseis


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