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Os últimos sete reis

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02102011

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Os últimos sete reis Empty Os últimos sete reis




"Me levou em Espírito ao deserto, e vi a uma mulher sentada sobre uma besta escarlata cheia de nomes de blasfemia, que tinha sete cabeças e dez chifres. . . »Isto, para a mente que tem sabedoria: As sete cabeças são sete montes sobre os quais se assenta a mulher, e são sete reis. Cinco deles caíram; um é e o outro ainda não veio, e quando vir deverá durar pouco tempo. A besta que era e não é, é também o oitavo, e é um dos sete e vai à perdição" (Apocalipse 17:3, 9-11).

No tema anterior aprendemos que as cabeças da besta representam os sete montes onde a Igreja Romana tem assentada sua sede mundial. No presente tema nos deteremos na principal interpretação que delas faz esta profecia: "e são sete reis" (vers. 10).

Desde um ponto de vista geral estes reis são uma clara evidência do poder civil da Igreja. No entanto, é significativo o fato de que a profecia lhe atribua a cada rei uma personalidade diferente e que afirme que estes têm de reinar em seqüência. A identidade individual dos sete reis descritos nesta passagem foi objeto de análise por parte dos eruditos e estudiosos das profecias bíblicas por mais de cem anos, mas infortunadamente não se conseguiram conciliar seus diferentes pontos de vista. Stephen Bohr, por exemplo, crê que estes sete reis são sete impérios ou uniões de impérios que se sucederam em seqüência através da história: Babilonia, Medo-Persia, Grécia, Roma, Reinos Europeus, Papado fase 1 e Papado fase 2. [a] Antolín Diestre Gil faz uma identificação similar mas com algumas mudanças: Babilonia, Medo-Persia, Grécia, Roma, Papado, França revolucionária e Estados Unidos.[b] Outros três expositores: Loron Wade, Edgar Round e Mervyn Maxwell coincidem com a identificação que o anterior faz das primeiras cinco cabeças, mas crêem que a sexta e sétima cabeças poderiam ser, respectivamente, os Estados Unidos e a tríplice aliança,[c] ou o Comunismo e o Papado Restaurado,[d] ou o Papado com ferida de morte e o Papado recuperado.[e]

Mervyn Maxwell, o último dos expositores citados, menciona, também, a possibilidade de que a listagem comece com Egito em lugar de iniciar com Babilonia, dando como resultado a seguinte seqüência: Egito, Asiria, Babilonia, Medo-Persia, Grécia, Roma e o Papado.[f] D. Waterhouse, apóia este último ponto de vista mas crê que os dois últimos se fusionam na sexta cabeça e que a sétima se refere à segunda fase do papado.[g]

Existem outros expositores que, entendendo as sete cabeças como símbolo de totalidade e plenitude, não crêem que estas representam sete nações particulares senão que são símbolo de toda a oposição política ao povo e à causa de Deus através da história.[h]

Para terminar nossa listagem de aplicações, cabe mencionar dois pontos de vista que rompem com o esquema usado por todos os anteriores: O primeiro, exposto por Marvin Moore, assegura que as sete cabeças são uma coligação futura de religiões mundiais;[i] e o segundo, citado por Maxwell em seu livro, afirma que são "uma sucessão de sete papas do tempo do fim, como cabeças da igreja romana".[j]

O seguinte quadro resumo dos pontos de vista anteriormente expostos:


Cabeça 1.
Cabeça 2.
Cabeça 3.
Cabeça 4.
Cabeça 5.
Cabeça 6.
Cabeça 7.
Bohr
Babilonia
Medo-

Persia
Grécia
Roma
Reinos europeus
Papado I
Papado II
Diestre
Babilonia
Medo-

Persia
Grécia
Roma
Papado I
França
Estados Unidos
Wade
Babilonia
Medo-

Persia
Grécia
Roma
Papado I
Estados Unidos
Tríplice Aliança
Redondo
Babilonia
Medo-

Persia
Grécia
Roma
Papado I
Comu-

nismo
Papado II
Maxwell
Babilonia
Medo-

Persia
Grécia
Roma
Papado I
Papado ferido
Papado II
Maxwell
Egito
Asiria
Babilonia
Medo-

Persia
Grécia
Roma
Papado I

e II
Waterhouse
Egito
Asiria
Babilonia
Medo-

Persia
Grécia
Roma pagã e papal I
Papado II
CBA (?)
Toda a oposição política à causa de Deus através da história
Moore
Coligação futura de religiões mundiais.
(?)
Sete papas do tempo do fim.
Devido à diversidade de pensamentos e à ausência de provas contundentes que aprovem ou recusem as respectivas aplicações desta profecia, a Organização da Igreja Adventista, optou por tomar a seguinte posição ao respeito:

"Em vista de que a Inspiração não indicou se deve entender-se que as sete cabeças representam sete nações particulares e não especificou nenhum momento desde o qual devem calcular-se, este Comentário considera que a evidência é insuficiente para garantir uma identificação dogmática delas... a interpretação da mensagem básica do capítulo felizmente não depende da identificação das sete cabeças".[k]

Em resumidas contas, a Igreja Adventista do Sétimo Dia não tem nenhuma posição oficial com respeito à identidade dos reis ou reinos mencionados nesta profecia e toda explicação apresentada é simplesmente o pessoal ponto de vista de cada expositor. Isto significa que se alguma destas aplicações falham (o qual é possível pois todos não podem ter razão ao mesmo tempo), a ideologia de nossa denominação, não se verá comprometida, pois estas são e serão, responsabilidade exclusiva de cada autor. Faço ênfase especial nisto, pois muitas pessoas poderiam fazer mal uso de alguma das declarações que apresentarei a partir do presente capítulo.

Durante os últimos anos dediquei muito tempo a avaliar as diferentes aplicações que se fizeram da profecia das sete cabeças e, para minha surpresa, consegui comprovar que a que mais parece ajustar-se à realidade bíblica, é a que identifica às sete cabeças com sete papas do tempo do fim. Devo confessar que num começo manifestei certa rejeição ao respeito, devido a que muitos dos que sustentavam esta posição, tinham-se apartado do método historicista [l]de exposição profética; mas ao estudar por minha própria conta, encontrei que esta idéia pode aplicar-se perfeitamente sem incorrer neste problema.

Ellen G. White [m] afirmou numa ocasião que é necessário ser muito cuidadosos à hora de receber tudo o que é chamado nova luz,[n] mas que não por isso devemos olhar com acusadora suspeita todo novo ponto de vista, pois ainda há na Bíblia algumas coisas que não foram plenamente reveladas, as quais serão aclaradas à medida que o povo de Deus as vá precisando.[ou] Como ela mesma disse: "Brilhará luz acrecentada sobre todas as grandes verdades da profecia , e serão compreendidas com frescura e brilhantismo, porque os radiantes raios do Sol de justiça alumiarão todo o conjunto".[p]

Pessoalmente, creio que a aplicação que identifica às cabeças com sete papas faz parte desta nova luz prometida e creio que está destinada a alumiar-nos o caminho para que possamos discernir quão perto se encontra a segunda vinda de nosso Senhor Jesus Cristo. No entanto, desejo deixar claro que esta aplicação foi descartada por alguns de meus dirigentes, em especial pelo pastor Stephen Bohr,[q]a quem admiro e respeito por tudo o que aprendi através de seu ministério nos últimos anos . Por esta razão não pretendo ser dogmático nem afirmar que esta exposição está 100% livre de erros, e tudo o que apresentarei a seguir é só minha opinião pessoal a respeito desta profecia, a qual ainda sustento, devido a que encontrei na Palavra de Deus, dois poderosos argumentos, que me motivaram a manter minha posição:

1. Os sete montes de Apocalipses 17 não são o símbolo mas o real significado.

2. Uma besta representa a um único império e as cabeças representam aos reis ou reinos surgidos dele.

Analisemos estes dois pontos em detalhe.

1 . Os sete montes de Apocalipses 17 não são o símbolo mas o real significado.

A seguinte declaração, apresentada por Mervyn Maxwell, explica a principal razão pela qual se entendeu que as sete cabeças são sete reinos mundiais:

"As sete cabeças são sete colinas [montes] sobre as que se assenta a mulher (Apocalipse 17:9)... Em Jeremías 51:24,25 e em Daniel 2:35 , 44, 45 uma `montanha' ou `monte' é um símbolo de um reino ou uma nação. Se recordamos isto, uma das mais singelas das muitas interpretações desta charada considera as sete cabeças como sete poderes perseguidores que se teriam manifestado desde o momento quando João estava escrevendo o Apocalipse".[r]

As passagens citadas por Maxwell declaram, sem lugar a dúvidas, que um monte é símbolo de um reino, pois estes aplicam ao império Babilônico a expressão "monte destruidor" e ao reino de Deus "um grande monte que encheu toda a terra". E ainda que é claro que esta interpretação é bíblica e perfeitamente aplicável, é necessário ter em conta (como disse no capítulo anterior), que é pouco provável que no caso das cabeças de Apocalipses 17 esta regra possa aplicar-se, pois ali os montes não são o símbolo senão o real significado. O profeta inspirado escreveu:"As sete cabeças são sete montes..." (Apocalipse 17:9) e já vimos que os sete montes sobre as quais está assentada a cidade sede da Igreja Católica são: Palatina, Capitolina, Quirinal, Viminal, Esquilina, Celia e Aventina.[s]Conhecendo o significado atribuído pela Escritura e seu exato cumprimento, não considero apropriado reinterpretá-lo como nações.

2 . Uma besta representa a um único império e as cabeças representam aos reis ou reinos surgidos dele.

Para compreender este princípio é necessário que repassemos uma das profecias do livro de Daniel:

"Depois, eu seguia olhando e vi outra besta, como um leopardo com quatro asas de ave em seu dorso; a besta tinha quatro cabeças; e se lhe deu o domínio" (Daniel 7:6. BJ).

Quando analisamos esta passagem pudemos comprovar que esta besta representava ao império da Grécia e que suas quatro cabeças eram símbolo de quatro reis que se repartiram o Império à morte de Alejandro Magno.[t]Esta interpretação foi possível graças à explicação dada na profecia paralela de Daniel 8:

"O bode peludo é o rei de Grécia, e o chifre grande que tinha entre seus olhos é o rei primeiro. Quanto ao chifre que foi quebrado e sucederam quatro em seu lugar, significa que quatro reinos se levantarão dessa nação, ainda que não com a força dele" (Daniel 8:21,22).

Observe que a passagem fala de um chifre grande que é o "rei primeiro" e depois fala de outros quatro chifres que surgem em seu lugar; isto é, quatro reis que iam ter seu próprio território ao dividir o Império Grego em quatro reinos. Os nomes destes reis foram: Casandro, Lisímaco, Seleuco e Tolomeo.[ou]Isto é uma clara evidência de que as cabeças de uma besta não podem representar a outros reinos diferentes ao império simbolizado pela besta que as leva, senão que devem representar reis ou reinos (sub-reinos) que surgem de um mesmo império. Se aplicamos este princípio à besta semelhante a um leopardo de Apocalipse 13 e 17, é evidente que como esta representa ao Papado, suas sete cabeças devem representar a sete reis ou reinos católico-romanos. Este fato é amplamente confirmado pelo anjo que explicou a visão ao apóstolo João com as palavras: "As sete cabeças são sete montes sobre os quais se assenta a mulher, e são sete reis..." (Apocalipse 17:9-10).

E quem são os reis que governam sobre o império católico-romano? Leiamos:

"O papado representa o governo supremo da Igreja Católica, cuja sede está em Roma". "Vaticano... Chefe de Estado: o Papa ".[v]

Como poderá você dar-se conta, o Papa, além de sua posição religiosa, é também Chefe de Estado (rei de sua própria nação), e governa da mesma maneira que qualquer outro monarca ou presidente do mundo.

Outro ponto a favor desta aplicação das sete cabeças é que estes reis não reinam todos ao mesmo tempo (como no caso de Grécia), senão que o fazem tal como o fazem os papas, um depois de outro:

"E são sete reis. Cinco deles caíram; um é e o outro ainda não veio, e quando vir deverá durar pouco tempo" (Apocalipse 17:10).

Tendo em conta a localização geográfica desde onde estes reis governam (os sete morros de Roma) e a descrição da forma em que governam (sucessão vitalícia, um depois do outro), vendo não ter lugar a dúvidas de que aqui se está falando realmente de sete papas. Quem são? Desde quando devem contar-se? A segunda parte deste tema responderá estas perguntas.

Clique para ir a segunda parte.

Clique "Voltar" ou "Back" na sua barra de navegação ou pressione a letra respectiva, para voltar ao parágrafo que ou enviou aqui.

[a] Profecias 2000, tema "A prostituta e suas filhas". Conferência apresentada o 6 de março de 1999 na igreja Adventista de Palermo, Bogotá, Colômbia.

[b]O sentido da história e a palavra profética, volume 2, págs. 540-552, Clie.

[c]O futuro do Mundo Revelado no Apocalipse, pág. 210 , APIA.

[d]Toda a verdade a respeito das sete pragas postreras, pág.22 , Série Novo Milênio.

[e]Deus revela o futuro, tomo 2 , págs. 472-473 , APIA.

[f]Ide, pág. 471

. [g]O dragão aquático de Apocalipse 17 . Idéia apresentada e ampliada por Stephen Bohr em seu compêndio de estudos proféticos, pág. 83

. [h]Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia (CBA), tomo 7, pág. 867. ACES (O Comentário não apóia esta aplicação, só a menciona).

[i]O Desafio do tempo final, pág. 216, APIA.

[j]Cita publicada em 1989 por Mervyn Maxwell em Deus Revela o Futuro, Tomo 2, pág. 471, APIA (O autor não apóia esta aplicação, só a menciona). Este ponto de vista foi apoiado recentemente, entre outros, pelo pastor Hugo Gambetta.

[k]Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, tomo 7, pág. 868. ACES.

[l]Método que explica o cumprimento das profecias através do curso da história (passado, presente e futuro) sem deixar espaços de tempo soltos ou aplicados antojadizamente.

[m]Elena G. White (1827-1915) Esta mulher nascida em Estados Unidos foi para os adventistas uma de suas mais importantes dirigentes. Escreveu 37 livros e depois de sua morte se publicaram outros 32 com declarações encontradas em artigos de jornal e em material inédito. Seus livros se venderam por milhões e se traduziram a mais de cem idiomas. Seus numerosos escritos são considerados como voz oficial de nossa denominação.

[n]Mensagens Seletas, tomo 1, pág. 187

. [ou]O Outro Poder (Counsels to Writers and Editors), págs. 33-51; O Conflito dos séculos, pág. 392

. [p]O Evangelismo, pág. 148. Se você é dirigente adventista sirva-se ler, ademais, as seguintes passagens: Obreiros Evangélicos, págs. 315-319; Conselhos sobre a Escola Sabatina, págs. 33-36 e Mensagens Seletas, tomo 3, pág. 441

. [q]Grupos Dissidentes. Conferência apresentada o 2 de março de 1999 na igreja Adventista de Palermo, Bogotá, Colômbia. Seu ponto de vista com respeito às sete cabeças está registrado ao começo deste mesmo capítulo.

[r]Deus Revela o Futuro, Tomo 2, pág. 471, APIA.

[s]Comentário Bíblico Adventista, tomo 7, art. Morros, pág. 868

. [t]Ver o tema "Leopardo de quatro cabeças" no Capítulo 3 deste livro.

[ou]Dicionário Enciclopédico Terranova, art. "Grécia", pág. 692

. [v]Ide, art. "Papa", pág. 1083; art. "Vaticano", pág. 1461.


Última edição por Eduardo em Dom Out 02, 2011 8:55 pm, editado 1 vez(es)
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Os últimos sete reis :: Comentários

Eduardo

Mensagem Dom Out 02, 2011 8:53 pm por Eduardo

Tendo claro que as sete cabeças de Apocalipses 17 têm dupla interpretação (montes e reis) e que estes assinalam a Roma e os papas que governam ali, podemos continuar nossa investigação tratando de achar o momento na história desde o qual devem começar a contar-se, e desta maneira conseguir conhecer finalmente sua identidade. Para iniciar, faremos uma análise do capítulo 17 de Apocalipse à luz das duas fases do Papado que estudamos no oitavo capítulo deste livro.

Como pudemos comprovar pela história, o papado se consolidou como governante supremo da Europa no ano 538 d.C. por decreto do imperador Justiniano, e perdeu seu poder político 1260 anos depois em 1798 d.C., em tempos da Revolução Francesa. A partir desse ano os papas perderam não só sua autoridade como também os territórios desde os quais governavam. Na concordata de Latrão, celebrado em 1929, Benito Mussolini devolveu parte dos territórios ao papa PIO XI. Desde então vimos como o poder e influência do papado no mundo inteiro foi crescendo e podemos prever que tal como sucedeu durante a primeira fase, logo atingirá o controle do mundo inteiro. Quando isto suceder, o Senhor Jesus Cristo virá e lhe tirará este poder. O seguinte diagrama resume o que ali estudamos:

Veja o que diz o comentário Bíblico Adventista sobre a "Ferida Mortal"
cuja ferida mortal foi curada... Apoc. 13:12
Nos anos que decorreram depois da Revolução Francesa se produziu um reavivamiento gradual do sistema papal. O papa sofreu um novo golpe em 1870, quando lhe foram tirados os Estados papais. Um acontecimento importante aconteceu em 1929 quando, pelo tratado de Latrão, o poder temporário lhe foi restaurado ao papa. Recebeu então o governo da Cidade do Vaticano, uma seção da cidade de Roma, que ocupa uma extensão de uns 44 hectares.
No entanto, o profeta contempla que há uma restauração muito maior. Viu a ferida completamente curada, como o insinua o texto grego. João viu, ademais, que depois da cura "todos os moradores da terra" -exceto uns poucos fiéis- adoraram à besta (vers. 8; cf. CS 636). Esta adoração ainda se acha no futuro. Ainda que o papado recebe a homenagem de certos setores, enormes conjuntos humanos não lhe rendem preitesia. Mas isto mudará. A besta do vers. 11 "faz que a terra e os moradores dela adorem à primeira besta, cuja ferida mortal foi curada" (vers. 12).


Concluimos que a ferida seria "curada" em 1929 e "completamente curada" com a acenssão da besta.

Menciona Apocalipse 17 estas mesmas duas fases de poder papal? Claro que sim! Leiamos a descrição que nos apresenta o capítulo:

"A besta que viste era e não é, e está para subir do abismo e ir a perdição. Os habitantes da terra, aqueles cujos nomes não estão escritos no livro da vida desde a fundação do mundo, se assombrarão vendo a besta que era e não é, e será" (Apocalipse 17:8).

Analisemos, pois, em detalhe estas fases segundo estão descritas no contexto, iniciando com a descrição do período intermédio.

A ferida mortal. "Não é"

"O anjo me disse: «Por que te assombras? Eu te direi o mistério da mulher e da besta que a leva, a qual tem sete cabeças e dez chifres. A besta que viste era e não é , e está para subir do abismo e ir a perdição. Os habitantes da terra, aqueles cujos nomes não estão escritos no livro da vida desde a fundação do mundo, se assombrarão vendo a besta que era e não é , e será" (Apocalipse 17:7-8).

Observe que a palavra "era" está em tempo passado, "será" está em tempo futuro e "não é" está em tempo presente. Com clareza podemos ver que o anjo levou a João em visão ao tempo em que o papado já tinha perdido seu poder (1798 d.C. - 1929 d.C.) e desde ali começa a explicar-lhe a visão.

Primeira fase. "Era"

O anjo lhe disse ao apóstolo João: "A besta que viste, era..." (Apocalipse 17:8). E daí foi o que o apóstolo viu? Leiamos:

"Me levou no Espírito ao deserto, e vi a uma mulher sentada sobre uma besta escarlata cheia de nomes de blasfemia, que tinha sete cabeças e dez chifres. A mulher estava vestida de púrpura e escarlata, enfeitada de ouro, pedras preciosas e pérolas, e tinha na mão um cálice de ouro cheio de abominações e da imundicie de sua prostituição. Em sua fronte tinha um nome escrito, mistério: «Babilonia a grande, a mãe das prostitutas e das abominações da terra». Vi à mulher embriagada com o sangue dos santos e do sangue dos mártires de Jesús" (Apocalipses 17:3-6).

É evidente que aqui se está falando da primeira fase do papado, pois o versículo 3 apresenta à mulher sentada sobre a besta, o qual é indício da união da Igreja e o Estado. Também, apresenta as blasfemias que resultaram desta união, tais como a crença de que o Papa era a interseção entre o céu e a terra, que tinha o poder de perdoar pecados e que podia mudar a Lei de Deus segundo sua vontade.[a]O versículo 4 assinala o luxo e a ostentação que caracterizaram à igreja romana durante seus primeiros anos e apresenta, também, o tempo no qual ela deu a beber ao mundo de seu cálice de abominações que, como já vimos, são suas falsas doutrinas. O versículo 5 mostra o surgimento de outras igrejas (filhas) que seguiriam algumas de seus falsos ensinos e o versículo 6 fala do sangue dos filhos fiéis de Deus que foi derramada durante esses escuros anos(santa inquisição).

Uma confirmação adicional encontramos no versículo 3 onde se afirma que o que João viu, o vió no deserto o qual é símbolo inequívoco dos primeiros 1260 anos de supremacia papal:

"A mulher fugiu ao deserto, onde tinha um lugar preparado por Deus para ser sustentada ali por mil duzentos sessenta dias" (Apocalipses 12:6).

Segunda fase. "Será"

"Isto, para a mente que tem sabedoria: As sete cabeças são sete montes sobre os quais se assenta a mulher, e são sete reis. Cinco deles caíram; um é e o outro ainda não veio, e quando vir deverá durar pouco tempo. A besta que era e não é, é também o oitavo, e é um dos sete e vai à perdição. Os dez chifres que viste são dez reis que ainda não receberam reino; mas receberão autoridade como reis por uma hora, juntamente com a besta. Estes têm um mesmo propósito: entregarão seu poder e autoridade à besta. Brigarão contra o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá, porque é Senhor de senhores e Rei de reis; e os que estão com ele são chamados, eleitos e fiéis" (Apocalipses 17:9-14).

Façamos um pequeno resumo do que a passagem apresenta, em sua devida ordem:

A mulher se senta sobre os sete montes.

Menciona-se a existência de sete reis (papas) governando em seqüência. Os cinco primeiros caídos, um governando e o outro a ponto de vir.

Anuncia-se que o sétimo rei governará só pouco tempo.

Revela-se que a besta inteira receberá o poder absoluto do mundo depois da queda da sétima cabeça, como se se tratasse de uma oitava. Durante este período a besta voltará a ser plenamente o que "era".

Dez reis serão os encarregados de entregar-lhe o poder e a autoridade à besta.

Quando estes reis mediante sua união tenham conseguido impor a supremacia da besta, o Cordeiro virá e os vencerá.

Notemos que a passagem inicia com a descrição do momento em que a mulher (a Igreja) senta-se na cidade dos sete montes (Roma), e termina com a vinda de Cristo (o Cordeiro). No capítulo oitavo estudamos que a segunda fase inicia e termina justamente com estes dois eventos. Por tanto, o que esta passagem apresenta, incluindo a seqüência dos sete reis e o governo mundial da besta, deve fazer parte da segunda fase do papado. Isto significa que os sete papas apresentados nesta profecia, devem começar a governar a partir do ano 1929 . E como sei que começam a contar-se a partir desse mesmo ano e não depois? É simples: Desde os começos do papado, o bispo de Roma foi chamado "rei da terra" e "chefe dos reis",[b]mas perdeu esse titulo em 1798 devido a que os franceses o levaram cativo, desapropriaram seus territórios e usurparam sua soberania. Nenhum dos papas que estiveram cativos a partir desse ano (Pío VI, Pío VII, Gregorio XVI, Pío IX, León XIII, Pío X e Benedicto XV), voltaram a ser chamados "reis". Só até 1929 o papa voltou a ser considerado como tal, ao isentar parte dos territórios pontifícios perdidos:

"Pío XI achou a solução para a`Questão romana' assinando com o ditador Mussolini o pacto de Latrão, em 11 de fevereiro de 1929, mediante o qual o Papa se tornou soberanoindependente da cidade do Vaticano, o menor Estado com apenas 44 hectares".[c] (A fotografia, foi retirada desta mesma publicação, mostra o papa Pío XI escutando o discurso do embaixador do Brasil justamente depois de adquirir sua autoridade política em 1929).

Como podemos ver, a história confirma que durante a segunda fase do Papado, Pío XI foi o primeiro em ser reconhecido como soberano independente, ou o que é o mesmo, rei de sua própria nação.[d]A partir de então, todos seus sucessores receberam o mesmo legado, aumentando de ano em ano sua influência sobre as demais nações do mundo. O seguinte gráfico apresenta sua localização dentro do contexto profético do tempo do fim:

Os papas que receberam o título de "reis" desde o início da segunda fase do papado são os seguintes:
1 - Pío XI (1922-1939) 2 - Pío XII (1939-1958) 3 - João XXIII (1958-1963)

4 - Paulo VI (1963-1978) 5 - João Paulo I (1978) 6 - JOÃO PAULO II (1978 - 2005)

7 - Bento XVI (2005 - ?)

É evidente que estamos vivendo sob o domínio do sétimo rei desta profecia.[e] Agora bem, se temos em conta que o sétimo rei (atual papa: Bento XVI) durará "pouco tempo" (Apocalipse 17:10) e que o "oitavo" governará tão só por "uma hora profética" (isto é: por alguns dias ),[f] não cabe dúvida de que estamos vivendo no Limiar da batalha final entre os poderes do bem e do mau (vers. 14).[g]Agora compreende você, estimado leitor, por que titulei este livro "No Limiar do fim do tempo"?

Tendo claro em que lugar do tempo profético nos encontramos atualmente, analisaremos em detalhe os símbolos e acontecimentos que aparecem relacionados com a "oitava" cabeça e que ainda ficam por definir.

O oitavo é um dos sete

"A besta que era e não é, é também o oitavo, e é um dos sete e vai à perdição" (Apocalipse 17:11).

Esta passagem revela que a besta inteira receberá o poder absoluto do mundo após o sétimo rei ou na sequência deste, como se se tratasse de uma oitava. Durante este período a besta voltará a ser plenamente o que "era". Isto é, durante este período se repetirão as terríveis cenas de intolerância e perseguição que caracterizaram a Idade Média.[h]

A profecia revela, também, que quando o papado obter a supremacia mundial, não o fará com um novo lider, senão com algum dos sete anteriores. Se temos em conta que os seis primeiros já estão mortos e que, em teoria, o sétimo é o único que estaria com vida para esse momento, concluímos que o sétimo pontífice será o que receberá a autoridade suprema do mundo, não seria normal o atual papa tivesse assumido em 19/04/2005 já com todo o poder da "besta" sem antes ter um tempo de preparação e aceitação da parte dos lideres mundiais para uma união da igreja com o Estado, feito isto os reis da terra darão ao papa autoridades para agir, então a ferida mortal será finalmente e completamente curada com a união da igreja com Estado, surge então a besta como um oitavo poder na pessoa de um dos sete papas, a profecia é clara em declarar que a besta é um dos sete, então o sétimo se enquadra perfeitamente porque é um dos sete, se não, a profecia não declararia "é um dos sete", haverá apenas uma transição de um papa com poderes limitados para um papa com poderes sobre todos indivíduos em todas nações(ex: é como um senhor que é gerente de uma seção em uma loja que é nomeado a gerente geral de toda a loja, permaneceu empregado, apenas recebeu um novo cargo.)

Será que as características do atual papa enquadra no perfil de um personagem que possa ter influência sobre os lideres mundiais para que possa receber deles poderes ilimitados, ou que tenha antecendentes de intolerancia e perseguição sobre quem não aceita sua idéias? Para responder estas perguntas veja algumas informações sobre "Joseph Ratzinger" o escolhido como papa, estas partes foram colhidas recentemente dos meios de comunicações.

NetSite 2/4/2005 - "Cardeal alemão, ultraconservador, um dos mais poderosos do Vaticano, prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, órgão ortodoxo, antigo Tribunal da Inquisição. Nascido em 16 de abril de 1927, defende idéias "medievais" da igreja, dizem críticos. Nacionalidade alemã é vista como desvantagem na escolha."

Globo.com 16/4/2005 - "O cardeal alemão Joseph Ratzinger, um dos favoritos para suceder o Papa João Paulo II, foi incluído na lista das 100 pessoas mais influentes do mundo, publicada neste domingo pela revista "Time". Desde 1981 à frente da Congregação para a Doutrina da Fé, o cardeal alemão é uma das personalidades mais poderosas do Vaticano.

Globo.com 19/4/2005 - "O Cardeal Joseph Ratzinger, de 78 anos, eleito Papa e sucessor de João Paulo II, é o prelado que talvez mais claramente representa a linha mais dogmática da Igreja Católica Romana. Suas idéias muitas vezes chocam as correntes liberais de seu país de origem, onde chegou a ser acusado de adotar um estilo inquisidor.
...O novo Papa também carrega o ônus da imagem de guardião doutrinário, cargo que ocupou por 24 anos. Durante muito tempo teve que brigar com a fama de "Grande Inquisidor", ...Nesse cargo, Ratzinger calou sacerdotes latino-americanos da "Teologia da Libertação", como o voto de silêncio imposto ao frei Leonardo Boff....Em um documento divulgado no ano de 2000, "Dominus Jesus", classificou as outras igrejas cristãs como deficientes, afirmando que "apenas na Igreja Católica existe a salvação". As afirmações surpreenderam anglicanos, luteranos e outros protestantes que mantiveram diálogo ecumênico com Roma durante anos.

Globo.com 19/4/2005 - Joseph Ratzinger, eleito o novo Papa nesta terça-feira com o nome de Bento XVI, serviu na Juventude de Hitler durante a Segunda Grande Guerra quando o alistamento era obrigatório......As experiências de Ratzinger durante a Segunda Guerra Mundial foi uma fonte de controvérsia para alguns jornais, que investigaram o passado do alemão depois da morte de João Paulo II e se tornou rapidamente o favorito para ocupar o Trono de Pedro.

ratzingerfanclub.com - As Grand Inquisitor for Mother Rome, Ratzinger keeps himself busy in service to the Truth: correcting theological error, silencing dissenting theologians, and stomping down heresy... (TEXTO TRADUZIDO: Como grande inquisidor para a mãe Roma, Ratzinger se mantém ocupado em serviço da verdade, corrigindo erros teológico, silenciando téologos dissidentes e combatendo heresias... )

NOTA: Significado de inquisidor: Juiz do tribunal da Inquisição.

Isso mesmo, a inquisição(leia-se santa inquisição) como foi na idade média onde milhões de vidas foram tiradas porque eram considerados hereges, quer dizer, pessoas que não concordavam com as doutrinas da igreja de Roma, e sofrerão a mesma perseguição e condenados a morte quando finalmente a ferida mortal da "besta" for completamente sanada, então a besta que "era, não é" finalmente "será", e isto se dará quando o atual pontifície receber das autoridades mundiais todo poder para agir, quando se dará? leia a seguir.

Os dez chifres entregam seu poder à besta

"Os dez chifres que viste são dez reis que ainda não receberam reino; mas receberão autoridade como reis por uma hora, juntamente com a besta. Estes têm um mesmo propósito: entregarão seu poder e autoridade à besta. Brigarão contra o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá..." (Apocalipse 17:12-14).

É interessante que a diferença dos dez chifres da quarta besta de Daniel 7, estes não constituem divisões do mesmo reino senão que são reis independentes com poder e autoridade próprias. Se não fosse assim não poderiam entregar-lhe o reino à besta (vers. 13). Agora bem, quem são estes reis? São tão só dez? Comparemos a passagem que estamos analisando com o seguinte:

"Vi sair da boca do dragão, da boca da besta e da boca do falso profeta, três espíritos imundos semelhantes a rãs. São espíritos de demônios, que fazem sinais e vão aos reis da terra em todo mundo para reuní-los para a batalha daquele grande dia do Deus Todo-poderoso" (Apocalipse 16:13-14).

Observe que as duas passagens falam da batalha final entre Cristo e os poderes da terra e mencionam a sua vez os reis que intervirão nela. Baseados nesta comparação resulta evidente que quando a profecia de Apocalipse 17 diz "dez reis" se refere a todos os reis da terra e não só a dez.[k] O número dez alude freqüentemente a uma quantidade alta e indeterminada de coisas, capacidades ou eventos. Um exemplo disto o encontramos no livro de Daniel onde diz: "...o rei os conferiu, achou-os dez vezes melhores que todos os magos e astrólogos que tinha em todo seu reino" (Daniel 1:20).[l]

A atuação dos reis desta profecia virá como resultado do poder que os Estados Unidos tem sobre eles para fazer que lhe entreguem ao papado a autoridade de governar um reino mundial.[m]

Uma confirmação cronológica:

A profecia explica o momento exato no que esta parte da profecia teria de ser plenamente entendida. Se você lê com atenção se dará conta que o anjo aparece explicando o significado das cabeças quando cinco delas já caíram e está reinando a sexta. É interessante ressaltar o fato de que esta interpretação saiu à luz justamente durante o pontificado de JOÃO PAULO II.

Conclusões:

Existem dois argumentos que me motivaram a apoiar o ponto de vista que identifica às sete cabeças com sete papas. O primeiro deles se baseia no fato de que no palco profético os sete montes mencionados em Apocalipses 17:9 não são outro símbolo, senão pelo contrário, são parte da explicação dada pelo anjo a respeito das sete cabeças da besta, as quais identificam com certeza à cidade de Roma, a qual está assentada sobre sete montes. O segundo argumento se baseia na interpretação de Daniel 7 e 8, onde explica que as cabeças não podem ser reinos diferentes da besta que a leva, senão que devem ser reis ou reinos que surgem de uma mesma nação.

Apocalipse 17 apresenta as mesmas duas fases de supremacia papal e proporciona informação adicional referente à seqüência dos acontecimentos que sucederão durante a segunda fase.

Os sete reis que reinam em seqüência aparecem incluídos dentro da segunda fase de supremacia papal, por tanto, estes devem fazer sua aparição a partir do ano 1929

. durante os anos da "ferida de morte" (1798 -1929) nenhum papa pôde exercer seu poder político devido a que lhes foram tirados seus territórios e poderes temporários. Só depois de 11 de fevereiro de 1929 o papa voltou a ostentar o título de rei ou soberano. Pío XI é, portanto, o primeiro dos sete reis de Apocalipses 17:10

BENTO XVI é o Sétimo destes reis, e deverá durar pouco tempo e depois o papado receberá a autoridade suprema do mundo, dando início a atuação da besta.

Quando o papado estiver no auge de seu poder, se iniciará a batalha final a qual concluirá com a segunda vinda do Senhor Jesus Cristo.

Dentro do âmbito adventista, existem mais de dez pontos de vista diferentes sobre as sete cabeças da besta, e ainda que eu apoio o que identifica às sete cabeças com sete papas, não considero que este seja infalível ou esteja cem por cento livre de erros. Apresento o que creio que vai suceder, mas se por alguma circunstância não chegar a cumprir-se desta maneira, isto não comprometeria em forma alguma à Igreja Adventista do Sétimo Dia, nem desvirtuaria o certo cumprimento das demais profecias apresentadas neste livro pois estou seguro que todas se cumprirão a seu devido tempo.

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[a] Ver detalhes no Capítulo 7: "O mais grave atentado".

[b]Lucius Ferraris, Prompta Bibliotheca, tomo VI, págs. 25-29

. [c]História da Igreja Católica, pág. 61-63, Atlântida.

[d]O Dicionário Enciclopédico Terranova, pág. 1243, define a palavra "rei" como "Soberano de um reino".

[e]Este capítulo foi concluído em 19 de Abril de 2005.

. [f]Apocalipse 17:12. Alguns expositores aplicaram o princípio "dia por ano" à "hora" aqui mencionada , o qual equivaleria a uns 15 dias literais (365 dias por ano ÷ 24 horas por dia = 15 dias). Ainda que é possível que isto possa chegar a ser verdadeiro, é perigoso chegar a dogmatizar ao respecto, pois a palavra hora (wran) é usada freqüentemente para designar um período de tempo curto mas indeterminado. Esta palavra é traduzida como "um pouco de tempo" em 1 Tesalonicenses 2:17

. [g]Isto que você está lendo é, provavelmente, o cumprimento das palavras registradas em Mensagens Seletas, tomo 3, pág. 441, párr. 3. (pág 387 em Inglês).

[h]Veja-se o capitulo 6 "Nasce um temível império".

. [k]Elena G. White apóia esta idéia em Eventos Finais, pág. 140

. [l]Existem outras passagens onde se utiliza o numero dez para expressar uma quantidade alta e indeterminada. Os seguintes são alguns bons exemplos: Génese 31:7; Nehemías 4:12; Números 14:22; Job 19:3 e 2 Samuel 19:43. O pé de página da passagem de Génese 31:7 na Rainha-Valera 1995 explica que a expressão "dez vezes" se usava como sinônimo de "muitíssimas vezes".

[m]Ver o caítulo 9 "Os Estados Unidos na profecia I".

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