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[Ecumenismo] Cresce movimento de retorno de Anglicanos e Luteranos ao catolicismo

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25032011

Mensagem 

[Ecumenismo] Cresce movimento de retorno de Anglicanos e Luteranos ao catolicismo








Ecumenismo (ou eucumenismo) é o processo de busca da unidade. O termo provém da palavra grega "oikos" (casa), designando "toda a terra habitada". Num sentido mais restrito, emprega-se o termo para os esforços em favor da unidade entre igrejas cristãs; num sentido lato, pode designar a busca da unidade entre as religiões ou, mesmo, da humanidade. Neste último sentido, emprega-se também o termo "macro-ecumenismo".
O Dicionário Aurélio define ecumenismo como movimento que visa à unificação das igrejas cristãs (católica, ortodoxa e protestante). A definição eclesiástica, mais abrangente, diz que é a aproximação, a cooperação, a busca fraterna da superação das divisões entre as diferentes igrejas cristãs.
Do ponto de vista do Cristianismo, pode-se dizer que o ecumenismo é um movimento entre diversas denominações cristãs na busca do diálogo e cooperação comum, buscando superar as divergências históricas e culturais, a partir de uma reconciliação cristã que aceite a diversidade entre as igrejas[1]. Segundo a Igreja Evangélica Luterana do Brasil, o termo ecumênico quer representar que a Igreja de Cristo vai além das diferenças geográficas, culturais e políticas entre diversas igrejas[2]. Nos ambientes cristãos, a relação com outras religiões costuma-se denominar diálogo inter-religioso. Este artigo foi desenvolvido na perspectiva do ecumenismo como a busca de unidade entre igrejas cristäs. Para uma visão macro-ecumênica,


O papa Bento XVI recebeu pedido de grupos de luteranos solicitando a criação de novo ordinariato para que possam integrar-se à Igreja Católica, assim como vem acontecendo com sacerdotes e bispos anglicanos.



Bento XVI e o Arcebispo anglicano de Canterbury reafirmaram no Vaticano, em 2009, o desejo de fortalecer as relações ecumênicas entre católicos e anglicanos


A informação é da Agência Latino-Americana e Caribenha de Comunicação (ALC), 10-03-2011.

O pedido foi confirmado pelo diretor do Escritório de Doutrina da Congregação para a Doutrina da Fé, Hermann Geissler, em entrevista à revista The Portal.

Geissler informou que luteranos da América do Norte e da Escandinávia entraram em contato com anglicanos e também com a Sé Apostólica para ver a possibilidade de criação de um ordinariato especialmente destinado a eles.

O sacerdote revelou que a Congregação para a Doutrina da Fé está estudando a questão e assegurou que o papa “fará todo o possível para levar outros cristãos à comunhão completa com a Igreja Católica”.

O caso Anglicano

No ano de 2009 o Vaticano aprovou uma norma especial para acolher Anglicanos. Desde então, tem havido um retorno de Anglicanos à Igreja Católica.

Em Baltimore, Maryland, nos EUA, um convento de monjas anglicanas voltaram ao catolicismo.

Todavia, seguindo uma tendência que já vem desde o “movimento de Oxford”, no séc. XIX, dez religiosas da Igreja Episcopal Anglicana norte-americana, após sete anos e muito rezarem e estudarem, pediram ingresso na Igreja Católica Apostólica Romana.

As monjas foram crismadas e oficialmente recebidas na Igreja, em uma Missa celebrada por D. Edwin F. O’Brien, Arcebispo de Baltimore.

O diretor espiritual das religiosas, um pastor da mesma denominação, também converteu-se, e seu caso está sendo avaliada, tendo a possibilidade de o ordenar sacerdote católico.


Cresce movimento de retorno de Luteranos ao catolicismo


O que primeiramente começou com luteranos proeminentes, como Richard John Neuhaus (1990) e Robert Wilken (1994), ingressando na Igreja Católica, tornou-se uma avalanche que poderá culminar num grande grupo de luteranos regressando coletivamente.

Em 2000, o ex-bispo luterano canadense Joseph Jacobson ingressou na Igreja.

“Realmente nenhuma outra Igreja pode duplicar o que Jesus deu”, disse Jacobson ao Western Catholic Reporter em 2006.

Em 2003, Leonard Klein, um proeminente luterano e ex-editor do Lutheran Forum e da Forum Letter ingressou na Igreja. Hoje, tanto Jacobson quanto Klein são padres católicos.

Ao longo dos últimos anos, um crescente número de teólogos luteranos se uniu à Igreja, alguns dos quais agora lecionam em faculdades e universidades católicas. Entre eles estão, não excluindo outros: Paul Quist (2005), Richard Ballard (2006), Paul Abbe (2006), Thomas McMichael, Mickey Mattox, David Fagerberg, Bruce Marshall, Reinhard Hutter, Philip Max Johnson, e mais recentemente, Dr. Michael Root (2010).

“A Igreja Luterana tem sido meu lar espiritual e intelectual por quarenta anos”, escreveu o Dr. Root. “Mas nós não somos mestres de nossas convicções. Um risco do estudo ecumênico é que se pode considerar uma outra tradição tão convincente que se é levado a uma mudança de mente e de coração. Ao longo do último ano, tornou-se claro para mim, não sem resistência, que eu havia me tornado católico na mente e no coração de tal modo que não mais me era permitido apresentar-me como um teólogo luterano com honestidade e integridade. Esta mudança é menos uma matéria de decisão que de discernimento”.

Diz-se que “ninguém se converte sozinho”, sugerindo que frequentemente o efeito de uma conversão ajuda a impulsionar outra. Isto é exemplificado pela história de Paul Quist. Ele descreve sua participação na conferência luterana “A Call to Faithfulness” no St. Olaf College em junho de 1990. Lá ele ouviu e conheceu Richard John Neuhaus, que havia comunicado sua própria conversão havia poucos meses.

“O que alguns luteranos estavam percebendo era que, sem as âncoras do Magistério da Igreja, o luteranismo iria desviar-se inapelavelmente de sua fonte confessional e bíblica”, escreveu Quist.

Muitos dos convertidos vieram da Sociedade da Santíssima Trindade, um mistério panluterano organizado em 1997 a fim de trabalhar para a renovação confessional e espiritual das igrejas luteranas.

Agora, parece que um grupo luterano mais amplo se unirá à Igreja. O Padre Christopher Phillips, escrevendo no blogAnglo-Catholic, noticia que clérigos e leigos da Igreja Luterana Anglo-Católica (ALCC) ingressarão no Ordinariato americano a ser criado para aqueles anglicanos desejosos de entrar na Igreja.

Segundo o blog, a ALCC enviou uma carta ao Cardeal Walter Kasper, em 13 de maio de 2009, declarando que “deseja desfazer os erros do Padre Martinho Lutero e retornar à Una, Santa e Verdadeira Igreja Católica fundada por Nosso Senhor Jesus Cristo através do Bem-Aventurado São Pedro”. A carta foi enviada à Congregação para a Doutrina da Fé.

Surpreendentemente, em outubro de 2010, a ALCC recebeu uma carta do secretário da CDF, informando-lhes que o arcebispo Dom Donald Wuerl havia sido nomeado delegado episcopal para auxiliar na implementação da Anglicanorum Coetibus. A ALCC respondeu que eles gostariam de ser incluídos na reunificação.

Fonte - National Catholic Register

Tradução - Blog Carmadélio
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O papa Bento XVI aprovou um novo cânone eclesiástico que vai permitir aos anglicanos se juntarem à Igreja Católica, com direito à manutenção de muitas das suas tradições espirituais e litúrgicas, dentre elas a existência de padres casados. No passado, tais isenções eram conferidas apenas em alguns casos. O novo cânone da igreja vai facilitar a conversão de anglicanos ao catolicismo, medida que tem como alvo os fiéis descontentes com a ordenação de mulheres e gays como bispos anglicanos.


O cardeal William Levada, prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, anunciou o novo cânone durante uma coletiva de imprensa. A decisão levantou perguntas sobre como o cânone será recebido pelos 77 milhões de anglicanos, parte dos quais deixou a igreja por causa da ordenação de mulheres como bispas, a existência de um bispo que é declaradamente gay e a bênção a uniões entre pessoas do mesmo sexo.

O líder espiritual dos anglicanos, Rowan Williams, arcebispo de Canterbury, reduziu a importância do novo cânone e disse que não se tratava de uma explanação sobre os problemas dos anglicanos. "Isso não tem impacto negativo sobre as relações de comunhão com a igreja católica", disse ele.

A legisladora britânica conservadora Ann Widdecombe, que deixou a igreja anglicana e tornou-se católica, saudou a decisão do Vaticano. "Fico feliz se (a conversão) se tornar mais fácil porque quando tivemos o último grande êxodo, em 1992, por causa da ordenação de mulheres, a igreja católica não estava pronta", disse ela em Londres. "Havia enormes discrepâncias em todo o país e o direcionamento do Vaticano chegou tarde".

As novas entidades católicas, chamadas de ordinariados pessoais, serão unidades de fé estabelecidas pela igreja e lideradas por ex-prelados anglicanos que fornecerão auxílio espiritual a ex-anglicanos que queiram se tornar católicos. Elas vão aproximar ordinariados militares católicos, unidades especiais da igreja estabelecidas na maioria dos países para dar ajuda espiritual para integrantes das forças armadas.

Os anglicanos se separaram de Roma em 1534, quando o rei inglês Henrique VIII teve seu pedido de anulação de casamento recusado pela Santa Sé.
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Abertura da Igreja Católica para anglicanos aumenta expectativa de fim de celibato



22/10 - 21:05 - The New York Times

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ROMA – Ao facilitar a conversão de anglicanos tradicionais em católicos, o Papa Bento 16 mais uma vez revelou o estilo de seu papado: alcançar os fiéis mais fervorosos, mesmo que não sejam de sua Igreja. Ainda assim muitos analistas questionam se esse passo poderia paradoxalmente liberalizar a Igreja – ou ao menos, deixá-la menos rigorosa – em um assunto crucial: o celibato.
Em uma atitude histórica na terça-feira, o Vaticano anunciou que ajudaria anglicanos desconfortáveis com mulheres no cargo de bispo ou bispos assumidamente homossexuais a se unirem a um novo rito anglicano em conjunto com a Igreja Católica.
A abertura também se estende ao casamento de sacerdotes anglicanos. E por isso as pessoas começaram a imaginar que, mesmo que Bento 16, com 82 anos, nunca o permitisse, não haveria mais pessoas da Igreja Católica que começariam a se entreter com a possibilidade de haver padres católicos casados?
“Se você se acostuma com a ideia de padres se casando, isso muda a percepção da necessidade do sacerdócio católico”, disse Austen Ivereigh, analista católico em Londres e ex-consultor do cardeal Cormac Murphy-O´Connor de Westminster.
“Enfrentamos o prospecto de que no futuro ao irmos a uma Igreja Católica em Londres, seja normal encontrar um padre casado celebrando uma missa no altar, com sua mulher sentada na terceira fileira e suas crianças correndo pelo ambiente”, disse.
Não ficou claro quantos padres anglicanos se transferirão para Roma. Em uma coletiva de imprensa anunciando a nova estrutura, na terça-feira, o cardeal William Levada, chefe do gabinete doutrinal do Vaticano, disse apenas que de 20 a 30 bispos anglicanos haviam inquirido sobre se tornar católicos, embora o número de padres seja muito maior que o de bispos.
Os padres casados são permitidos em ritos católicos no Oriente, e um dos objetivos centrais de Bento 16 é uma comunhão completa com os ortodoxos – e eles, também, permitem que os padres se casem. Os padres anglicanos, casados ou não, já têm permissão para se tornar padres católicos, mas baseando-se em cada caso individual. A nova medida permitiria pela primeira vez a entrada de grupos de padres casados.
“Agora estamos abrindo toda uma nova estrutura com o ritual latino e oriental, que permitirá a função de padres casados”, disse Thomas Reese, um participante sênior do Seminário Teológico Woodstock da Universidade de Georgetown e analista católico liberal.
Reese levantou uma série de questões hipotéticas intrigantes, como: os padres anglicanos não casados que se tornassem padres católicos teriam que fazer o voto de castidade? (presume-se que a resposta seja sim). Um católico poderia se converter ao anglicanismo, ser ordenado padre anglicano e então se reunir à Igreja Católica sob o novo rito anglicano? (O porta-voz do Vaticano, reverendo Federico Lombardi, qualificou essa ideia como “trapaça”).
A proposta para os anglicanos fala de um tema central no pontificado de Bento 16: seu desejo em trazer os fiéis tradicionais para o Catolicismo, a todo custo, para ajudar a religião a se tornar a “minoria do criador”, em uma Europa cada vez mais secular.
Muitos católicos liberais nos EUA lamentaram que a decisão do papa tivesse novamente demonstrado que ele atingiu apenas os elementos mais conservadores no espectro católico, e não os mais progressistas.
E muitos especialistas apontam que a decisão também refletiu na tendência similar dentro do Vaticano: como no caso dos bispos cismáticos, a combinação com os anglicanos foi muito discutida pelos gabinetes doutrinários, geralmente ocupados por clérigos mais conservadores, sem uma consulta direta com o gabinete responsável pelo diálogo ecumênico, cujos membros tendem a ser mais moderados. Muitos viram a abertura como mais um sinal de que o verdadeiro poder do pontificado de Bento 16 se sustenta na Congregação pela Doutrina da Fé, gabinete doutrinário, o qual ele supervisionou por duas décadas antes de se tornar papa.
Coincidência ou não, o Vaticano anunciou a criação da estrutura para os anglicanos apenas após o cardeal Murphy-O´Connor, que tem grande importância no diálogo ecumênico, se aposentar, e quando o cardeal Walter Kasper, diretor do Conselho Pontíficie pela Promoção da Unidade Cristã e principal pessoa do Vaticano nas relações com os anglicanos, estava fora da cidade.
Em 15 de outubro, Kasper disse em uma coletiva de imprensa que o Vaticano não pretendia “pescar em lagos anglicano”, e que o objetivo desse diálogo com eles não era a conversão. Na terça-feira, Levada disse que ele havia questiona as pessoas envolvidas no diálogo ecumênico para atender à coletiva de imprensa anglicana, mas eles não estavam em Roma.
Ele reconheceu a complexidade em permitir a entrada de padres casados na Igreja.
“Eu acho que para algumas pessoas parece ser um problema, porque como se sabe muitos padres católicos deixaram o sacerdócio para se casar”, disse Levada. “E a questão que surge é, ‘bem, se ex-anglicanos podem ser padres e ser casados, e quanto a nós?”
Mas ele disse que há diferenças entre os anglicanos que buscam conversão para o catolicismo e os homens católicos que assumem o celibato do sacerdócio e então decidem “que querem deixar a função para ter uma vida de casado”.
“Eu não acho que esse seja um problema intransponível”, disse Levada.

Por RACHEL DONADIO
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http://www.abril.com.br/noticias/mundo/papa-anuncia-medida-unir-anglicanos-ao-catolicismo-506742.shtml
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