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Os métodos de datação radiométrica não são confiáveis

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22102010

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Os métodos de datação radiométrica não são confiáveis Sun



Evolucionistas confirmam: o decaimento radioactivo não é constante

Ao se servirem dos métodos de datação radiométricos para estimar a idade das rochas e da Terra, uma das coisas que os geólogos assumem é que o decaimento radioactivo foi sempre constante ao longo dos anos. Como foi dito, isto é algo assumido. Ninguém acompanhou a História das rochas que estão a ser avaliadas. Ninguém as foi analisando regularmente para verificar se o decaimento foi constante.
Os evolucionistas ficam sempre muito chateados quando um criacionista aponta este calcanhar de Aquiles dos métodos radiométricos e recorrem aos clichés habituais: “vocês não percebem nada de ciência, são burros, desonestos, mentirosos, [colocar outro insulto qualquer]“. No entanto, recente análise científica conduzida por evolucionistas tem mostrado precisamente isso.
Os métodos de datação radiométrica não são confiáveis Unstable_hourglass_wide
Os vários sistemas de decaimento radioactivo têm núcleos instáveis que emitem várias partículas e radiações até que estabilizam. Há algumas décadas, foram observadas flutuações estranhas em vários destes sistemas. Depois de algumas observações e experiências, foi estabelecido que estas flutuações sazonais correspondem à distância entre a Terra e o sol. Quando a Terra está mais perto do sol, os neutrinos solares aceleram o decaimento radioactivo.
Agora, investigadores italianos mostraram evidências de que um processo denominado “cavitação” acelerou o decaimento radioactivo do isótopo 228 do elemento químico tório. Eles observaram que, durante a experiência de 90 minutos, a cavitação fez com que a desintegração radioactiva do tório acelerasse 10.000 vezes mais do que a sua taxa normal de decaimento. A cavitação pode ocorrer sempre que a corrente de água seja tão rápida que chegue a produzir bolhas de água. Estas bolhas colapsam de maneira tal que produzem ondas de choque suficientemente poderosas para destruir motores de barcos e postos de abastecimento, erodir catastroficamente túneis de água e gerar fortes descargas elétricas.
CONCLUSÃO
Deve ser aborrecido para um evolucionista ver sempre as previsões criacionistas acabarem por ser confirmadas por cientistas evolucionistas. Os criacionistas bem os avisam, mas eles não querem ouvir. Eles são “ignorantes de propósito” (II Pedro 3:5).
Os métodos de datação radiométricos estão a entrar “em crise”. É uma questão de tempo até mais investigação evolucionista descobrir o que os criacionistas já descobriram há muito tempo.
Não se esqueçam que são estes métodos falhos que dão às rochas e à Terra a sua idade de milhões e milhões de anos. Agora cabe a cada um de vocês decidir se querem confiar nestes métodos duvidosos ou se preferem confiar naquele livro que permite previsões acertadas – a Bíblia.

Erupções solares podem alterar decaimento radioativo


Quando pesquisadores encontraram uma ligação incomum entre erupções solares e elementos radioativos terrestres, desencadeou-se uma investigação científica que poderia proteger a vida dos astronautas e reescrever alguns dos pressupostos da Física. Um mistério surgiu de forma inesperada: o decaimento radioativo de alguns elementos situados em laboratórios na Terra parece ser influenciado por atividades que ocorrem no interior do Sol, a 150 milhões de quilômetros de distância. Pesquisadores das universidades Stanford e Purdue acreditam que sim. Mas a explicação oferecida por eles dá origem a outro mistério. Existe ainda uma chance remota de que esse efeito inesperado seja provocado por uma partícula até então desconhecida emitida pelo Sol. “Isso seria verdadeiramente notável”, disse Peter Sturrock, professor emérito de física aplicada de Stanford e especialista no funcionamento interno do Sol.

A história começa, em certo sentido, em salas de aula ao redor do mundo, onde aos alunos é ensinado que a taxa de decaimento de determinado material radioativo é constante. Esse conceito é utilizado, por exemplo, quando os antropólogos usam o carbono-14 para datar artefatos antigos e quando os médicos determinam a dose adequada de radioatividade para tratar um paciente com câncer.

Mas essa hipótese foi contestada de forma inesperada por um grupo de pesquisadores da Universidade de Purdue, que na época estavam mais interessados em números aleatórios que em decaimento nuclear. Os cientistas utilizam longas sequências de números aleatórios para uma variedade de cálculos, mas esses são difíceis de ser produzidos, pois o processo utilizado para produzir os números influencia o resultado.

Efraim Fischbach, professor de física na Universidade de Purdue, pensava que a taxa de decaimento radioativo de vários isótopos era uma possível fonte dos números aleatórios produzidos sem qualquer intervenção humana. Uma massa de césio-137 radioativo, por exemplo, pode desaparecer a um ritmo constante global, mas átomos individuais dentro da massa decaem em um padrão imprevisível e aleatório. Portanto, a velocidade do decaimento do césio localizado próximo a um medidor Geiger pode produzir números aleatórios.

À medida que os pesquisadores analisavam os dados publicados sobre os isótopos específicos, encontravam divergência em relação às taxas de decaimento medido – um resultado estranho para supostas constantes físicas. Ao verificar os dados coletados no Brookhaven National Laboratory, em Long Island, e no Instituto Técnico e Físico Federal, na Alemanha, os estudiosos se depararam com algo ainda mais surpreendente: a observação a longo prazo da taxa de decaimento de silício-32 e rádio-226 parecia mostrar uma pequena variação sazonal. A taxa de decaimento era sempre um pouco mais rápida no inverno que no verão.

Essa variação foi real ou apenas uma falha no equipamento utilizado para medir o decaimento, provocado pela mudança das estações, com as consequentes alterações de temperatura e umidade? “Todos pensaram que o resultado devia ser devido a erros experimentais, pois nós, cientistas, somos levados a crer que as taxas de decaimento são constantes”, disse Sturrock.

Em 13 de dezembro de 2006, o próprio Sol forneceu uma pista crucial, quando uma erupção solar enviou uma corrente de partículas e radiação em direção à Terra. Jere Jenkins, engenheiro nuclear de Purdue, enquanto realizava medições da taxa de decaimento do manganês-54 (um isótopo de vida curta utilizado no diagnóstico médico), observou que a taxa havia caído ligeiramente durante a tempestade, uma diminuição que começou cerca de um dia e meio antes da tempestade.

Se essa aparente relação entre erupções solares e as taxas de decaimento se comprovar verdadeira, isso poderia conduzir a um método de prever erupções solares antes de sua ocorrência. Essa descoberta poderia ajudar a evitar danos a satélites e redes elétricas, bem como salvar a vida de astronautas no espaço.

As anomalias percebidas na taxa de decaimento por Jenkins ocorreram durante o meio da noite em Indiana – o que significa que algo produzido pelo Sol havia percorrido o caminho até a Terra para alcançar os detectores de Jenkins. O que poderia ser produzido por uma erupção solar que tivesse esse efeito?

Jenkins e Fischbach deduziram que os responsáveis pela alteração na taxa de decaimento houvessem sido os neutrinos solares, partículas que não possuem quase nenhuma massa e que são conhecidas por voar quase à velocidade da luz através do mundo físico – seres humanos, rochas, oceanos e planetas – sem apresentar praticamente qualquer interação com as coisas.

Em uma série de artigos publicados nos periódicos científicos Astroparticle Physics, Nuclear Instruments and Methods in Physics Research e Space Science Reviews, Jenkins, Fischbach e seus colegas mostraram que era altamente improvável que as variações observadas nas taxas de decaimento tivessem vindo de influências ambientais sobre os sistemas de detecção.

O resultado dessas pesquisas reforçou o argumento de que as oscilações nas taxas de decaimento anômalo foram causadas por neutrinos solares. A oscilação parecia estar em sincronia com a órbita elíptica da Terra, em que as taxas oscilavam à medida que a Terra se aproximava do Sol (sendo exposta a mais neutrinos) e depois se afastava. Então, havia uma boa razão para suspeitar do Sol, mas isso poderia ser provado?

Peter Sturrock é professor emérito de física aplicada na Universidade de Stanford e especialista no funcionamento interno do Sol. Durante uma visita ao Observatório Solar Nacional, no Arizona, Sturrock entregou cópias dos artigos de periódicos científicos escritos pelos pesquisadores da Universidade de Purdue.

Sturrock sabia, por sua longa experiência, que a intensidade da barragem de neutrinos solares enviados em direção à Terra varia em uma base regular, à medida que o próprio Sol gira e mostra uma face diferente, de maneira semelhante às luzes de um carro da polícia. Sturrock sugeriu aos pesquisadores da Universidade Purdue que procurassem por evidência de que as mudanças no decaimento radioativo do planeta variam de acordo com a rotação do Sol. “Isso é o que eu sugeri. E é isso que temos feito”, afirma.

Ao examinar novamente os dados de decaimento do laboratório de Brookhaven, os pesquisadores encontraram um padrão recorrente de 33 dias. Era uma grande surpresa, sendo que a maioria das observações solares apresenta um padrão de cerca de 28 dias – a taxa de rotação da superfície do Sol. A explicação? O núcleo do Sol – onde as reações nucleares produzem neutrinos – aparentemente gira mais lentamente do que a superfície que vemos. “Pode parecer um contrassenso, mas parece que o núcleo gira mais lentamente do que o resto do Sol”, disse Sturrock.

De acordo com Fischbach, todas as evidências apontam à conclusão de que o Sol “se comunica” com isótopos radioativos na Terra. Mas há uma grande pergunta que permanece sem resposta. Ninguém sabe como neutrinos poderiam interagir com materiais radioativos para alterar sua taxa de decaimento. “Não faz sentido, de acordo com as ideias convencionais”, disse Fischbach. Jenkins acrescentou: “O que estamos sugerindo é que algo que realmente não interage com qualquer coisa está mudando algo que não pode ser mudado.”

“É um efeito que ninguém ainda compreende”, concordou Sturrock. “Os estudiosos estão começando a dizer: ‘O que está acontecendo?’ Mas a evidência aponta para isso. É um desafio para os físicos e um desafio para todos.” Se a misteriosa partícula não é um neutrino, “teria que ser algo que não conhecemos, uma partícula desconhecida que também é emitida pelo Sol e tem esse efeito, e que seria ainda mais notável”, disse Sturrock.

(Peter Sturrock é professor emérito de física aplicada na Universidade Stanford, Califórnia, EUA; Chantal Jolagh é estagiária de ciência do Stanford News Service; publicado no Stanford News; traduzido por Matheus Cardoso)

Nota: As implicações dessa descoberta para os métodos de datação radiométricos parece óbvia, mas, ao que tudo indica, a “ficha ainda não caiu”.[MB]




Descobertas recentes revelam mais falhas nos métodos de datação evolucionistas

Durante décadas a população foi informada através de "publicações científicas" que a idade da Terra tem que ser medida na ordem dos milhões de anos de não na ordem dos milhares de anos como ensina a Palavra de Deus. Foi-nos dito que os métodos de datação evolucionistas forçam o "observador honesto" a chegar à conclusão que a Terra é "bastante antiga". Os problemas com este tipo de "evidências" são inúmeros, sendo que um dos mais óbvios é o de ser baseado em crenças que nós sabemos serem incorrectas.
Por exemplo, para os mecanismos de datação - que são baseados nos elementos radioactivos - serem exactos, não só tem que se assumir como um facto que as taxas de decaimento são constantes como também que esse decaimento tem sido constante durante os mitológicos "milhões de anos". Há muito tempo que se sabe que essa crença é problemática, mas pesquisas recentes vieram mostrar mais uma vez como essa posição não tem bases científicas.
A 23 de Agosto Dan Stober escreveu um artigo para a Stanford Report com o título de “The Strange Case of Solar Flares and Radioactive Elements.” Ele reportou descobertas feitas por pesquisadores das Universidades de Stanford e Purdue que sugerem que as taxas de decaimento dos elementos radioactivos podem ser alteradas como efeito da actividade solar.
As implicações de tal descoberta são profundas. Como escreveu Stober:


De certa forma, a história começa nas salas de aulas de todo o mundo, onde os estudantes são ensinados que a taxa de decaimento de um material radioactivo específico é uma constante. É sobre este conceito que, por exemplo, os antropólogos se apoiam para usar o carbono-14 para como forma de datar artefactos antigos.
Se as taxas de decaimento não são constantes, como nos tem sido dito pela comunidade evolucionista, então os seus métodos de datação não pode ser fiáveis uma vez que esses métodos dependem duma taxa de decaimento constante.
Stober comentou que a pressuposição de que as taxas de decaimento são constantes foi "desafiada" por Ephraim Fischbach (pesquisador da Universidade de Purdue) uma vez que ele encontrou algumas discrepâncias entre as taxas de decaimento de certos isótopos radioactivos. Stober comentou que "isto é estranho, uma vez que era suposto serem constantes físicas". Acrescente-se ainda que, após terem sido considerados mais dados, pesquisadores notaram que havia diferenças sazonais nas taxas de decaimento:
A taxa de decaimento era ligeiramente mais rápida no inverno do que no verão.
O professor catedrático de Física Aplicada de Stanford, Peter Sturrock, declarou que "Todos nós pensávamos que isto ocorria devido a erros experimentais, uma vez que fomos todos ensinados que a taxa de decaimento era constante."
Pesquisas feitas posteriormente demonstraram que a discrepância não se devia a erros experimentais. Em Dezembro de 2006 Jere Jenkins (Engenheiro nuclear na Universidade Purdue) notou que a taxa de decaimento de manganês-54 baixou ligeiramente durante o brilho solar. Jenkins e Fischbach defendem que esta variação no decaimento é causado pela interacção entre os neutrinos solares e os elementos radioactivos observados.
Stober citou Fischbach ao dizer que toda a gama de evidência recolhida por Sturrock, Fischbach, e Jenkins "aponta para a conclusão de que o Sol está a comunicar com os isótopos radioactivos na Terra".
Fischbach defende que este fenómeno é um desafio para os físicos, embora ninguém ainda saiba como é que ele se verifica. Mas os físicos não são os únicos a serem desafiados por este dado científico. Os evolucionistas dogmáticos e os crentes nos "milhões de anos" são também desafiados a rever a sua posição à luz do que a ciência mostra.
Esta pesquisa traz à luz a falha óbvia nos métodos de datação, mostrando que as crenças cardinais não são apenas questionáveis, mas de todo falsas. Mas não esperem que os crentes dos "milhões de anos" mudem a sua posição, uma vez que a sua posição não é o resultado do que a ciência diz.
A sugestão de que as taxas de decaimento podem ser afectadas não é algo de novo. O site TalkOrigins cita uma referência a Henry Morris (1974) que menciona esta possibilidade. Uma vez que podemos provar que certos elementos radioactivos tem uma taxa de decaimento que varia no inverno ou no verão, ou durante a exposição ao Sol, então a pressuposição de que o decaimento é constante não pode ser cientificamente mantido.

CONCLUSÃO

Há muito que tem sido ensinado nas escolas de todo o mundo que a constância do decaimento radioactivo é a crença cardinal na qual assenta a posição da Terra-Antiga. Mas esta posição está provada como falsa. Esta informação, de acordo com os cientistas das universidades de Purdue e Stanford está em conflito com o que "tem sido ensinado nas escolas" e com o que "nos foi feito acreditar durante o nosso crescimento".
Será que a nossa sociedade não se cansa de descobrir que as "evidências" para uma Terra antiga desintegram-se à medida que se recolhem mais dados? Até quando é que as crenças cardinais do evolucionismo podem resistir ao assalto científico que lhe tem sido feito através dos anos?
Como sempre acontece, os dados científicos estão de acordo com a leitura contextual do Livro de Génesis. Os métodos de datação evolucionistas não funcionam porque a Terra não tem milhões de anos.
"Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há"

Êxodo 20:11

O que toda a gente devia saber sobre a datação radiométrica

A datação radiométrica é o procedimento através do qual os geólogos tentam estimar a idade de uma rocha, baseando-se no processo de desintegração radioactiva de determinados elementos instáveis. As rochas possuem certos elementos instáveis, o que significa que o núcleo dos seus átomos se desintegra espontaneamente, permitindo a transformação dos referidos elementos (chamados isótopos-pai) noutros diferentes mais estáveis (isótopos-filho).
O evolucionista refere muito estes métodos como evidência da extrema antiguidade da Terra, como se a medição da quantidade de isótopos numa rocha revelasse directamente a idade da mesma. O cristão que acredita na Bíblia deve ter em mente as pressuposições assumidas pelos geólogos quando utilizam estes métodos.
Na palestra em Espinho, um dos presentes referiu um destes métodos para afirmar que a ciência provou que a Terra tem mais que 10.000 anos. Eu perguntei se ele sabia as pressuposições dos geólogos ao utilizar estes métodos. Como a resposta foi negativa, utilizei um exemplo para mostrar o que é assumido na datação radiométrica.
Os métodos de datação radiométrica não são confiáveis Radiometric_dating

Desenhei no quadro um esquema como o que se encontra à esquerda deste post, com variáveis diferentes. Vou falar como se tivesse utilizado as variáveis presentes nesta ilustração, para facilitar a compreensão.
Perguntei quanto tempo demorou para o copo ficar com aquela quantidade de água, com base nos valores conhecidos. A resposta foi rápida: 6 horas! Perguntei se os restantes concordavam. Todos concordaram.
Eu disse “muito bem” e em seguida perguntei se tinham notado aquilo que eles assumiram para avançarem com essa resposta. Uma voz disse: “Que a torneira esteve sempre a correr à mesma velocidade“. Eu disse “muito bem” e perguntei: “E quanto ao copo?“. Da audiência veio outra resposta: “Que o copo estava vazio quando a torneira começou a correr“.
Fiquei contente porque as pessoas deram conta daquilo que elas tiveram de assumir para chegar à resposta das “6 horas“. E ainda faltou referir outra coisa que foi assumida: que não houve “contaminação” externa, isto é, que a água do copo só veio da torneira.
Voltando à datação radiométrica
Pois é, com a datação radiométrica acontece precisamente a mesma coisa. Os geólogos assumem:
1) Que a taxa de decaimento dos isótopos radioactivos foi sempre constante;
2) Que não houve contaminação externa (isto é, que nenhuma quantidade de isótopos-pai ou isótopos-filho entrou ou saiu da amostra);
3) Que as condições iniciais da amostra são conhecidas (isto é, que não havia isótopos-filho na amostra).
CONCLUSÃO
É bom ter em mente o que está por trás dos métodos de datação radiométrica. Uma coisa é medir a quantidade de isótopos-pai e isótopos-filho presentes em determinada rocha. Isso é possível fazer com grande precisão. Outra coisa totalmente diferente é extrapolar essa observação para determinar a idade da rocha em questão. Isso depende de factores não observados e não conhecidos que simplesmente se têm de assumir. Não dá para voltar atrás no tempo até à altura em que a rocha se começou a formar e acompanhar o seu desenvolvimento.


Quando o “ver para crer” quase não é suficiente
Outubro 22, 2010, 7:49 pm
Eles estavam ali, mas ele não acreditava. Ele mostrou-os a outras pessoas, mas elas também não acreditaram. Estamos a falar de bactérias que foram encontradas num cristal de sal numa mina no México e que foram ressuscitadas em laboratório. Parece uma coisa banal, não fosse o facto de nos dizerem que o estrato sedimentar onde o cristal se encontrava tem 250 milhões de anos!!! (1) Mas qual a razão do cepticismo?


Os métodos de datação radiométrica não são confiáveis Crystal

O cepticismo, mesmo por parte da comunidade evolucionista, tem razão de ser. A ciência mostrou que a molécula do ADN é muito complexa e instável. Ela necessita de constante manutenção que a impeça de se deteriorar.
O nosso sistema biológico já vem equipado com mecanismo de reparação do ADN (os evolucionistas que este mecanismo de reparação se criou a si mesmo através de erros genético…). Mas, quando morremos, os mecanismos cessam e as moléculas do ADN são deixadas à sua sorte, acabando por decair rapidamente.
O cientista Tomas Lindahl publicou em 2003 um estudo científico na Nature onde mostrou que o ADN, quando privado dos seus mecanismos de reparação, deteriora-se espontaneamente numa tempo máximo de alguns milhares de anos. Um estudo mais recente estabeleceu um tecto máximo para a duração do ADN num dado organismo morto de 125 mil anos (125.000). Isto a 0ºC. A 10ºC este limite máximo cai para 17.500 anos.
Se o ADN resiste no máximo 125.000 anos num organismo morto, como é que é possível ressuscitar um organismo que tem 250.000.000 (2000 vezes mais do que o valor demonstrado cientificamente)? Dá para perceber o cepticismo do autor da descoberta e dos seus pares.
CONCLUSÃO
Apesar de tudo aquilo que a ciência já mostrou a respeito do ritmo de degradação do ADN, o autor do achado está convencido de que a sua descoberta mostra que as bactérias podem viver durante milhões de anos. Este é mais um exemplo que mostra como o paradigma se sobrepõe às evidências científicas. Contra todas as observações científicas, o paradigma evolucionista e os seus milhões de anos nunca são questionados.
Quando uma teoria é defendida não por razões científicas mas por razões ideológicas, como a teoria da evolução, não é de esperar que uma observação científica adversa a tire do trono. Mas aqueles que não estão enfeitiçados pelas histórias do tio Darwin conseguem concluir o simples raciocínio lógico:




  • A ciência mostrou que o ADN num organismo morto se decompõe em menos de 200.000 anos;
  • Foi detectado ADN funcional num organismo que é apresentado como tendo 250.000.000;
  • Logo, o estrato sedimentar onde foi encontrado este organismo não pode ter a idade afirmada.

Datação radiométrica e Tiktaalik roseae já não são mais argumentos tão bons assim…

Publicado em janeiro 28, 2010 por Daniel Ruy Pereira


Queridos leitores,

Duas novas notícias para deixar qualquer um de queixo caído!

Primeira, de 26 de janeiro: a datação por isótopos radioativos é falível (1)! Saiu na Science que Gregory Brennecka e colegas “mediram as quantidades relativas de Urânio 238 a Urânio 235 de várias amostras do meteorito Allende, e detectaram pequenas diferenças nas proporções de isótopos de diferentes inclusões dentro do mesmo meteorito.” (2) De acordo com o próprio Brennecka, “essa variação implica incertezas substanciais nas idades determinadas anteriormente pela datação por Pb-Pb (chumbo-chumbo) de inclusões ricas em cálcio-alumínio (CAIs). (3)” Coisa que os criacionistas já diziam há muito tempo, mas ninguém dava ouvidos… Agora esta aí, publicado. Isso coloca em xeque a idade convencionalmente crida do sistema solar, e exige uma revisão dos dados atuais.

Os métodos de datação radiométrica não são confiáveis Tiktaalik_roseae_life_restorSegunda, de ontem, 27 de janeiro. O Tiktaalik roseae, fóssil transicional queridinho desde 2006, não é nada transicional. Acreditavam que ele era a prova da transição entre as nadadeiras dos peixes lobados e as pernas dos anfíbios. Mas foram descobertas pegadas, na Polônia, que evidenciam que os tetrápodes já andavam normalmente em terra há 397 milhões de anos atrás, o que é 18 milhões de anos antes do esperado. Os autores da pesquisa, publicada na Nature, disseram que as pegadas “forçam uma revisão radical do tempo, ecologia e ambiente em que ocorreru a transição peixe-tetrápode, bem como a integralidade do registro fóssil.” (4, ênfase nossa) Por que os autores falam assim? Ora, porque não é possível viajar no tempo!

Como seres caminhadores completamente formados poderiam evoluir de um peixe de nadadeiras lobadas se estes já estavam andando em uma época anterior à que os ancestrais dos peixes viveram?” (5)


Pois é… os livros didáticos precisam ser revistos logo… E a fé de muitos também.

Ainda bem que a Bíblia está sempre certa.
Referências



(1) THOMAS, Brian. It’s official: radioactive isotope dating is fallible. Institute for Creation Research, publicado em 21 jan 2010. Disponível em: . Acesso em 28 jan 2010.

(2) op. cit.

(3) idem.

(4) SHERWIN, Frank. Banner fossil for evolution is demoted. Institute for Creation Research, publicado em 27 jan 2010. Disponível em: . Acesso em 28 jan 2010.

(5) op. cit

Evolucionistas: os nossos métodos de datação só falharam em 9 milhões de anos.



Links relacionados no final do artigo.


Gosto da forma como os evolucionistas gostam de incluir toda a humanidade nos seus erros ao usarem palavras como "achávamos" ou "pensávamos". O uso destas frases parece querer incluir todos num erro que é exclusivamente dos evolucionistas.


A notícia que serve de título ao post não é surpresa para os mais atentos uma vez que já foram colocados alguns textos que mostram como os métodos de datação evolucionistas não funcionam.

Pesquisadores acreditam que as primeiras criaturas parecidas com dinossauros surgiram nove milhões de anos antes do que se acreditava até então.
Quem é que acreditava nisso? Ora, os evolucionistas.
A conclusão veio de um estudo sobre pegadas encontradas em rochas de 250 milhões de anos, na Polônia.
Essa datação foi feita com o mesmo método que agora os obriga a re-datar o aparecimento dos dinossauros.
As pegadas datam de apenas dois milhões de anos após a extinção em massa do fim do período Permiano, que foi a pior extinção em massa da história do planeta.
A extinção do Permiano exterminou mais de 90% de toda a vida na Terra, devido a erupções vulcânicas maciças, aquecimento global súbito e estagnação dos oceanos.
Um evento catastrófico mundial? Hmmmm....
Até pouco tempo atrás, os cientistas acreditavam que os dinossauros surgiram 15 ou 20 milhões de anos após a extinção em massa, quando o planeta se tornou mais habitável. Porém, as pegadas recentes sugerem que o surgimento dos dinossauros está intimamente relacionado com o evento de extinção devastador.
Ou seja, os pesquisadores acham que, sem essa extinção em massa, os dinossauros nunca teriam surgido.
Mitologia. Não há evidência nenhuma da correlação entre "extinção em massa" e "aparecimento de dinossauros".
Segundo eles, há um grau de simetria nessa conclusão, porque quando os dinossauros foram extintos, há 65 milhões de anos, isso abriu espaço para os mamíferos existirem.
Portanto, uma "extinção em massa" preparou o caminho para os dinossauros, mas outra extinção em massa dos dinossauros (os outros animais aparentemente continuaram a sua vida como se nada tivesse ocorrido) preparou o caminho para os mamíferos.


Estas "extinções em massa" são uma boa fonte de novidade evolutiva.
A criatura da pegada foi nomeada de Prorotodactylus. As pegadas são pequenas, medem poucos centímetros, o que sugere que os primeiros animais do tipo dinossauro eram do tamanho de gatos domésticos. Eles teriam pesado um ou dois quilos, e andavam em quatro pernas. Eram animais muito raros.
Os pesquisadores afirmaram que é possível dizer que a linhagem de dinossauros se originou como consequência desta extinção, o que é uma ideia completamente nova e uma reinterpretação muito radical da história primitiva dos dinossauros.
Mas há um porém no estudo. Embora as pegadas sejam características de criaturas como dinossauros, elas não fornecem uma prova absoluta, que seria, por exemplo, um esqueleto fossilizado. Segundo os cientistas as pegadas são um pouco abertas à interpretações diferentes, já o esqueleto seria uma prova conclusiva.
Ou seja, esqueçam tudo o que leram em cima porque pode estar tudo errado.
Os especialistas consideram a descoberta muito importante, mas por enquanto, ainda falta um pouco de evidência para sustentar a teoria. [BBC]
Ou seja, faltam evidências para confirmar o que o texto alega. Não seria mais nobre esperar pelas evidências e depois fazer este tipo de anúncios?




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