Fórum Adventista
Gostaria de reagir a esta mensagem? Crie uma conta em poucos cliques ou inicie sessão para continuar.
Últimos assuntos
» Decreto dominical a caminho
"Geração tecnológica" exige cuidado redobrado  EmptyDom Fev 19, 2017 7:48 pm por Augusto

» Acordem adventistas...
"Geração tecnológica" exige cuidado redobrado  EmptyTer Fev 07, 2017 8:37 pm por Augusto

» O que Vestir Para Ir à Igreja?
"Geração tecnológica" exige cuidado redobrado  EmptyQui Dez 01, 2016 7:46 pm por Augusto

» Ir para o céu?
"Geração tecnológica" exige cuidado redobrado  EmptyQui Nov 17, 2016 7:40 pm por Augusto

» Chat do Forum
"Geração tecnológica" exige cuidado redobrado  EmptySáb Ago 27, 2016 10:51 pm por Edgardst

» TV Novo Tempo...
"Geração tecnológica" exige cuidado redobrado  EmptyQua Ago 24, 2016 8:40 pm por Augusto

» Lutas de MMA são usadas como estratégia por Igreja Evangélica para atrair mais fiéis
"Geração tecnológica" exige cuidado redobrado  EmptyDom Ago 21, 2016 10:12 am por Augusto

» Lew Wallace, autor do célebre livro «Ben-Hur», converteu-se quando o escrevia
"Geração tecnológica" exige cuidado redobrado  EmptySeg Ago 15, 2016 7:00 pm por Eduardo

» Ex-pastor evangélico é batizado no Pará
"Geração tecnológica" exige cuidado redobrado  EmptyQua Jul 27, 2016 10:00 am por Eduardo

» Citações de Ellen White sobre a Vida em Outros Planetas Não Caídos em Pecado
"Geração tecnológica" exige cuidado redobrado  EmptyTer Jul 26, 2016 9:29 pm por Eduardo

» Viagem ao Sobrenatural - Roger Morneau
"Geração tecnológica" exige cuidado redobrado  EmptyDom Jul 24, 2016 6:52 pm por Eduardo

» As aparições de Jesus após sua morte não poderiam ter sido alucinações?
"Geração tecnológica" exige cuidado redobrado  EmptySáb Jul 23, 2016 4:04 pm por Eduardo

SEU IP
IP

"Geração tecnológica" exige cuidado redobrado

Ir para baixo

13112010

Mensagem 

"Geração tecnológica" exige cuidado redobrado  Empty "Geração tecnológica" exige cuidado redobrado




"Geração tecnológica" exige cuidado redobrado  Arte-2-nat





"Geração tecnológica" exige cuidado redobrado



Poucas coisas exercem, sobre crianças e adolescentes, tanta atração quanto TV, internet e games. Criados em um ambiente repleto de tecnologia, esses jovens passam boa parte do dia (e também da noite) assistindo a filmes, navegando páginas da rede ou buscando derrotar um inimigo virtual para avançar para a próxima fase de seu jogo favorito. A despeito das enriquecedoras descobertas que fazem nesses campos, eles não devem, contudo, ser deixados à própria sorte nessas aventuras, sob pena de sofrerem diversos distúrbios. Essa é uma das conclusões do relatório Health Effects of Media on Children and Adolescents (Efeitos da mídia sobre a saúde de crianças e adolescentes), uma compilação de dezenas de estudos científicos da Academia Americana de Pediatria (AAP) publicada recentemente. [...]

VEJA.com procurou especialistas brasileiros para entender se as questões que atormentam pediatras, pais e professores americanos também se aplicam ao Brasil. A resposta é "sim". A primeira evidência disso são os números. Segundo os dados americanos, crianças e adolescentes dedicam cerca de sete horas diárias aos meios eletrônicos (TV, celular, game, web). A atividade só é superada em número de horas pelo repouso noturno. Por aqui, a situação não é muito diferente: os brasileiros entre 4 e 11 anos passaram mais de cinco horas só diante da TV em 2009, segundo o Ibope Mídia.

Observar, participar e limitar. Essas são recomendações a serem seguidas exaustivamente pelos pais que não querem se deparar com problemas no futuro. "Os pais precisam dosar o conteúdo e principalmente fazer companhia para as crianças", defende Ana Margareth Bassols, chefe do serviço de psiquiatria da infância e adolescência do Hospital de Clínicas de Porto Alegre. Victor Strasburguer, organizador da compilação americana, vai no mesmo sentido: "Uma criança de cinco anos não precisa de celular; aos dez, ela não precisa de celular com câmera. As crianças não precisam de conexão com a internet ou de TV em seus quartos. Acho que os pais precisam fazer mais do que fazem atualmente sobre essa questão", sentencia o pediatra.

Segundo os estudos americanos, uma TV no quarto aumenta em 31% o risco de um jovem desenvolver sobrepeso. "Vivemos uma epidemia de obesidade no mundo. Certamente a propaganda de alimentos ricos em sal, açúcar e gorduras, o tempo que as crianças ficam na frente da TV e os videogames contribuem para essa epidemia", afirma a nefrologista pediátrica Noêmia Perli Goldraich, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Manter computador ou TV no quarto dos filhos impede os pais de controlar o que acontece a portas fechadas. Por exemplo, uma criança que deveria dormir às 22h pode estender o bate-papo on-line por mais duas horas sem que os pais percebam. Substituir as horas de sono para permanecer conectado à web ou para ver filmes também pode trazer impactos para o desenvolvimento, explica Márcia Pradella Hallinan, neurologista e chefe do setor de crianças e adolescentes do Instituto do Sono da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Os pais devem estar vigilante também aos locais virtuais onde as crianças navegam. Controlar é preciso, mas deve-se evitar radicalismos, como a imposição de regras muito duras. "Proibir o uso ou bloquear o acesso é totalmente fora da realidade atual. Eles vão arrumar alguma forma de acessar, seja na casa do amigo ou em uma lan house. O ideal mesmo é supervisionar", prega Renata Waksman, pediatra do Hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo.

Os médicos também devem entrar nessa batalha, defendem em uníssono o relatório americano e os especialistas brasileiros. "Os pais devem pedir esclarecimento aos pediatras e se comportar de acordo com a faixa etária do filho. Trazer questionamentos para a consulta faz com que isso seja mais discutido", diz Ricardo Halpern, presidente do departamento de Saúde Mental da Sociedade Brasileira de Pediatria. Professores também são fundamentais na orientação das crianças. De acordo com o relatório da AAP, porém, as escolas não têm acompanhado o ritmo das inovações tecnológicas no campo da informação e entretenimento. Vânia Lúcia Quintão, da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília, acredita que é preciso desenvolver o senso crítico nos pequenos. "É importante que a escola faça uma ponte entre o que as crianças assistem e o que elas entendem. Para isso, é necessário que o professor conheça a cultura infantil, ou seja, o que as crianças consomem."

(Veja)
Eduardo
Eduardo

Mensagens : 5997
Idade : 54
Inscrição : 08/05/2010

Ir para o topo Ir para baixo

Compartilhar este artigo em: reddit
- Tópicos semelhantes

 
Permissões neste sub-fórum
Não podes responder a tópicos