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Flagelo bacteriano in situ: Darwin não explica a origem e nem a evolução disso!!!

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12122010

Mensagem 

Flagelo bacteriano in situ: Darwin não explica a origem e nem a evolução disso!!!








Flagelo Bacteriano – Teoria de Michael Behe não foi derrubada!

Teoria Evolutiva provada falsa!



Flagelo Bacteriano, pesadelo dos evolucionistas! (Risos)





Pessoas tendenciosas e intelectualmente desonestas saíram espalhando pela WEB que a Teoria da Complexidade Irredutível de Michael Behe tinha sido derrubada.

Mas essa informação é FALSA!

Michael Behe, coerente com o método cientifico refutou todas as criticas, como podem ler aqui:

http://www.iscid.org/papers/Behe_ReplyToCritics_121201.pdf

- Charles Darwin - "Se se pudesse demonstrar a existência de algum órgão complexo que não pudesse de maneira alguma ser formado através de modificações ligeiras, sucessivas e numerosas, minha teoria ruiria inteiramente por terra" (Darwin, C. R., Origem das Espécies, p.161).

- Richard Dawkins - “...nós animais somos as máquinas mais complicadas e perfeitamente planejadas do universo conhecido” (DAWKINS, RICHARD - Prefacio do Livro “O Gene Egoísta”, Belo Horizonte/São Paulo: Itatiaia e Editora da Universidade de São Paulo, 1989, p. 18).


O flagelo bacteriano é um pesadelo para os Neons-Darwinistas, pois eles simplesmente não conseguem explicar esse mecanismo usando a Teoria da Evolução.

Assim então, podemos dizer com todas as letras que a Teoria Evolutiva está provada falsa!

Mas que fique bem claro aqui uma coisa, o flagelo bacteriano não é a única prova que os Proponentes do Design Inteligente tem para provar suas teses, ele é apenas um de milhares!

Mas o flagelo em particular é o mais conhecido por ser citado no livro de Michael Behe intitulado "
Caixa Preta de Darwin: o Desafio da Bioquímica à Teoria da Evolução
" a venda no Brasil (Clique Aqui! Para ver sobre esse livro e comprá-lo).



Um aparelho super complexo de tamanho microscópico


Descrição do livro:

“A teoria da evolução de Darwin é em geral aceita pelos cientistas. Contudo, desde que Watson e Crick abriram o campo da bioquímica, a ciência vem vivendo um clima de frustração, tentando conciliar as descobertas espantosas deste campo moderno com uma teoria do século XX que não pode explicá-las. Com a publicação de A caixa preta de Darwin, é tempo de os cientistas se permitirem examinar novas e extraordinárias possibilidades, e de ficarmos de sobreaviso com o que vão descobrir”

- Não caiam na falácia intelectualmente desonesta dos Darwinistas, a Teoria da complexidade Irredutível dos Sistemas biológicos ainda continua de pé firme e forte.

O flagelo está longe de ser explicado pelos mecanismos darwinianos, a Teoria da Evolução simplesmente é incapaz de explicar como esse mecanismo veio a surgir do nada sem a interferência de alguma inteligência racional.



Bacterias e seus flagelos, prova contra as pretenções Darwinistas

Michael Behe é um visionário, um cientista honesto e lúcido e já está merendo o premio Nobel desde o lançamento de seu brilhante livro.

A história ainda vai reconhecê-lo como gênio equivalente a Einstein.

Descobertas mais recentes tem demonstrado que o flagelo bacteriano é ainda mais complexo do que antes imaginado é o que diz Tom Magnuson em matéria na Revista cientifica Nature:

http://www.nature.com/msb/journal/v3/n1/pdf/msb4100166.pdf


A Nature incluiu um novo estudo sobre sistemas flagelares, com uma abordagem pela perspectiva das redes de proteínas.

A primeira coisa que o artigo demonstra (mais uma vez) é que há proteínas centrais que são absolutamente necessárias para a mobilidade do flagelo. Mas diz também algo completamente surpreendente:



Lado esquerdo foto real de um flagelo, no direito um esboço da complexidade do sistema, mas já a provas, o flagelo é ainda mais complexo

“De fato, permanece pouco claro se todos os componentes de proteína do aparelho flagelar foram identificados.”

O artigo diz também que os genes de mobilidade previstos usando seqüências do genoma necessitam ser verificados contra um cenário funcional (isto é “relevância biológica”).

Estes cientistas deram-se ao trabalho de descobrir quais os genes necessários para a mobilidade flagelar (através de massivas análises).
Encontraram diversas proteínas de mobilidade novas que parecem ser especificas a certas espécies.



Complexidade inexplicavel para a Teoria Evolutiva

Michael Behe desafiou enfaticamente:

"Sobre a tal reivindicação de falseabilidade, um cientista pode em um laboratório, colocar uma espécie bacteriana faltando um flagelo sob alguma pressão seletiva (para mobilidade), alimenta-o por dez mil gerações, se o flagelo, ou qualquer material complexo for produzido, minhas reivindicações evidentemente seriam desmentidas."

E ele continua:

"....se Coyne demonstrasse que o flagelo (que exige aproximadamente quarenta partes de gene) podiam ser produzidos por seleção natural, eu seria bastante tolo em afirmar que o sistema de coagulação do sangue (que consiste em aproximadamente vinte proteínas) exigisse um Design inteligente".

Respostas de Michael Behe contra as criticas sobre sua tese:

http://www.iscid.org/papers/Behe_ReplyToCritics_121201.pdf



Não há duvidas, a Teoria da Evolução foi refutada de cima a baixo, horizontal e verticalmente!

Trecho do novo livro de Michael Behe intitulado “The Edge of Evolution”:

- A chave para determinar os poderes reais da evolução Darwinista, encontra-se nos micróbios que se reproduzem rapidamente.

Alguns, tais como a malária, o HIV, e o E. coli, reproduzem-se tão rapidamente que dentro de algumas décadas, ou no máximo alguns milênios, eles geram tantas mutações como geraria um animal maior, de reprodução lenta, em milhões de anos.

Observando até aonde estas criaturas evoluíram nos últimos tempos, nós podemos estimar os limites criativos das mutações aleatórias -



Está provado! Darwin estava errado! Complexidade dos micro organismos é inexplicavel pela fraca teoria da evolução

Matéria de comemoração dos 10 anos de lançamento do livro "A caixa preta de Darwin":

[url=http://pos-darwinista.blogspot.com/2007/04/o-novo-livro-de-michael-behe- sobre-o.html]http://pos-darwinista.blogspot.com/2007/04/o-novo-livro-de-michael-behe- sobre-o.html[/url]

Lá diz:

"O ponto principal é que os dados disponíveis na última década das pesquisas de micróbios que ocorrem na natureza em número verdadeiramente astronômicos, tais como o parasita da malária e o HIV, demonstram que o conceito de mutação aleatória é incoerente, e os processos darwinianos são capazes apenas de mudanças triviais de sistemas preexistentes".

Mutação e Seleção Natural: Fatores Evolutivos?

Matéria no:

http://www.impacto.org.br/t02001.htm



Teoria da evolução não explica, complexidade supera todas as possibilidades previstas

Trecho importante:

[Mutação e seleção natural são fatores que podem gerar diversidade em populações naturais, levando provavelmente, aliadas a outros fatores, à formação de novas raças e espécies, ou seja, mudança genética limitada. Mutação e seleção natural podem modificar informações, mas elas não podem criar novas informações. Portanto, estes fatores nunca poderiam levar a um aumento de complexidade, indispensável para a teoria da evolução. E não existe nenhum mecanismo genético plausível que possa levar a este aumento de complexidade]

A Teoria da Evolução é pura insanidade, ela já está provada falsa há mais de 40 anos, desde o tempo de Stephen Jay Gould.



Darwinistas estão desesperados, eles não tem como explicar tamanha complexidade pela teoria da evolução

Stephen Jay Gould:

- "A ausência de evidencias fósseis dos estágios intermediários entre as principais transições em delineação orgânica tem sido um problema persistente e inoportuno para os cálculos gradualistas de evolução". (Is a New and General Theory, Vol.6 n:1,pg. 127, 1950)

Stephen Jay Gould:

- “a síntese neodarwinista foi considerada efetivamente morta apesar de sua persistência como ortodoxia nos livros-texto de Biologia”. (GOULD, Steve J., “Is a New Theory of Evolution Emerging?”, in Paleobiology 6:119-130, 1980.)

Stephen Jay Gould e Niles Eldredge:

- “A extrema raridade de formas transicionais no registro fóssil persiste como o “negócio secreto” da paleontologia.

As árvores genealógicas que adornam nossos livros-texto têm dados somente nas extremidades e nódulos de seus galhos; o resto é inferência, por mais que seja razoável, não é a evidência dos fósseis... Eu não quero de nenhuma maneira impugnar a validade potencial do gradualismo. Eu somente quero destacar que isso nunca foi 'visto' nas rochas”

No entanto, Darwin aferrou-se tanto ao gradualismo, que comprometeu toda a sua teoria (...)" ([i]Jay Gould, op.cit. p. 163).

Darwin não teria publicado nada, caso soubesse da complexidade dos micro organismos
Stephen Jay Gould:

- "O registro fóssil não oferecia qualquer apoio à mudança gradual: faunas inteiras tinham sido erradicadas durante intervalos de tempo extremamente curtos. As novas espécies apareceram no registro fóssil quase sempre de maneira abrupta, sem elos intermediários aos antepassados nas rochas mais velhas da mesma região" ([i]Jay Gould, O polegar do panda, p. 161
.).




Neon Darwinsitas não sabem o que fazer, etão sem chão e sem teto! (Risos)






Stephen Jay Gould:




- “Estudos que tiveram início no começo dos anos 50 e continuaram a um passo acelerado, hoje revelam um registro fóssil pré-cambriano significativo, mas o problema da explosão do pré-cambriano não cedeu, uma vez que nosso maior esforço falhou em identificar qualquer criatura que possa servir como um ancestral imediato plausível para as faunas cambrianas”. ([i]“A short way to big ends”, revista Natural History, vol. 95, janeiro de 1986, pp.18-28
)

Stephen Jay Gould:

- “Que restou de nossa escada, se há três linha-genes coexistentes de Hominídeos (A. Africanus, o robusto Australopicineos, e o H. Habilis), nenhum deles derivando claramente do outro? Mais ainda, nenhum dos três desenvolvendo nenhuma força evolucionária durante sua existência na terra: nenhum deles se tornando mais cerebral ou mais ereto à medida que se aproximavam dos dias atuais." (S. Jay Gould apud D.T. Gish,op. cit. p. 171).



Darwnistas estão sendo massacrados, sua religião foi para o esgoto.







Nils Elredge e Stephen Jay Gould:






- “Não é de espantar, que os paleontólogos tenham ignorado a evolução por tanto tempo. Aparentemente ela jamais ocorre...






A coleta cuidadosa de material na face de penhascos mostra oscilações em ziguezague, pequenas, e uma acumulação muito rara de leves mudanças -- no decorrer de milhões de anos, a uma taxa lenta demais para explicar toda a mudança prodigiosa que ocorreu na história *evolutiva.






Quando vemos o aparecimento de novidades evolutivas, isso ocorre em geral com um estrondo e, não raro, sem nenhuma prova sólida de que os fósseis não evoluíram também em outros lugares!






A evolução não pode estar ocorrendo sempre em outros lugares... Ainda assim, foi dessa maneira que o registro fóssil pareceu a muitos desesperados paleontólogos que queriam aprender alguma coisa sobre a evolução“. (Michael Behe - Caixa preta de Darwin op. cit., p.36).










Darwin deve estar se revirando no caixão! (Risos)


Henry Solomon Lipson:



- “De fato, a evolução se tornou uma religião científica; quase todos os cientistas a aceitaram e muitos estão preparados para 'torcer' suas observações de modo que a ela se ajustem”.(Physics Bulletin, vol 31, 1980)





Colin Patterson (Paleontólogo do Museu Britânico de História Natural em Londres):





- “A despeito do que se tem afirmado do ponto de vista teórico, não se demonstrou experimentalmente, até hoje, que organismos evoluem para formas bioquimicamente mais complexas. As evidências são mais consistentes com o padrão de degradação para formas bioquimicamente menos complexas” (trecho de entrevista concedida para BBC, em 4 de março de 1982)





Exemplos é o que não falta, teoria evolutiva derrubada! (Risos)





Fim de Darwin!





Assuntos relacionados:






Pagina índice, todos os artigos que tratam sobre a queda da Teoria da Evolução:

http://seteantigoshepta.blogspot.com/2009/08/pagina-de-indice-todos-os-artigos-que.html







Fontes:



http://www.sedin.org/ID/monte_improbable.html

http://www.uncommondescent.com/evolution/all-flagellar-genes-derive-from-a-single-gene/

http://www.arn.org/blogs/index.php/3/2007/09/28/bacteria_flagellum_even_more_complex_tha

http://www.youtube.com/user/IllustraMedia

http://www.nsf.gov/publications/pub_summ.jsp?ods_key=nsf07556

http://designinteligente.blogspot.com/2008/06/o-flagelo-bacteriano-pode-estar.html

http://www.arn.org/

http://www.arn.org/blogs/index.php/literature/2007/04/19/sequence_similarities_in_the_bacterial_f

http://pandasthumb.org/archives/2007/04/update-on-pnas.html

http://www.pnas.org/content/104/17/7116.abstract

http://www.projetoockham.org/cgi-bin/yabb/YaBB.cgi?board=pseudo;action=display;num=1218572833;start=90

http://www.scb.org.br/
[/i][/b]



Visualizando o flagelo bacteriano in situ: Darwin não explica a origem e nem a evolução disso!!!

Domingo, Dezembro 12, 2010

Current Biology
Volume 16, Issue 21, 7 November 2006, Pages R928-R930

Bacterial Flagellum: Visualizing the Complete Machine In Situ

David DeRosier

aDepartment of Life Sciences, MS029 Brandeis University, 415 South Street, Waltham, Massachusetts 02454-9110, USA

Available online 6 November 2006.




Electron tomography of frozen-hydrated bacteria, combined with single particle averaging, has produced stunning images of the intact bacterial flagellum, revealing features of the rotor, stator and export apparatus.

Article Outline

References


Thanks to the new work of Murphy et al. [1], we now have a view of the bacterial flagellum in situ and quick-frozen in time as if a flash bulb had stopped its action. The flagellum, with its complexity of structure and multiplicity of function, is a machine that boggles the mind. While musing on possible phrases that might catch the reader's attention, I was reminded of the memorable 1926 slogan for the Hoover vacuum cleaner: “It beats as it sweeps as it cleans.” The flagellum self-assembles as it propels as it responds; that is, the flagellum not only pushes the cell along, it also responds to intracellular signals and it assembles itself. It seems as amazing as the old Hoover did in its heyday. But, I thought, the bacterial flagellum does not really ‘beat’; the eukaryotic flagellum, an entirely different machine, does that. Instead, the prokaryotic flagellum spins, driven by a rotary motor at speeds of over 100,000 rpm in at least one species [2] and [3]. The torque generated by the motor is converted to thrust by the corkscrew-shaped filament or propeller (for a review see [4]).




Of the 40 genes needed to code for a flagellum, at least 24 produce proteins found in the final structure. In Salmonella typhimurium, the flagellar mass is 109 Daltons, 99% of which is outside the plasma membrane. The necessary flagellar export apparatus is built into the very structure of the flagellum. The export apparatus recognizes, chaperones, unfolds and exports flagellar proteins, which travel along a narrow, 2 nm channel inside the flagellum. Some of the remaining genes encode for proteins that carry out the export, regulate flagellar gene expression, or function during assembly. Only 5 of the 24 structural proteins — FliG, FliM, FliN, MotA and MotB — are implicated in generating torque. The first three of these are cytoplasmic proteins thought to form the rotor, while the last two are transmembrane proteins that are thought to form the stator. In S. typhimurium, MotA and MotB conduct protons, the energy source for the motor. The mechanism of the motor remains unknown.
Structural studies have been carried out piecemeal on parts of the flagellum. We have atomic models for the entire filament [5], domains of the hook subunit [6], and domains of FliM, [7] FliG, [8] and FliN [9]. We have molecular resolution structures for the hook [10], the rotor [11], and the cap 12 K. Yonekura, S. Maki, D.G. Morgan, D.J. DeRosier, F. Vonderviszt, K. Imada and K. Namba, The bacterial flagellar cap as the rotary promoter of flagellin self-assembly, Science 290 (2000), pp. 2148–2152. View Record in Scopus | Cited By in Scopus (78)[12]. The composite structure shown in Figure 1 reveals the stunning complexity of the flagellum, but the extracted flagella used to determine this structure lacked the stator and, for all we know, parts of the export apparatus; there are hints of a large ‘export’ complex extending into the cytoplasm from the center of the rotor [13]. The stator has only been seen in freeze-fracture images [14]. What was missing but is now revealed to us is the three-dimensional structure of the intact flagellum in situ.

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Professores, pesquisadores e alunos de universidades públicas e privadas com acesso ao site CAPES/Periódicos podem ler gratuitamente este artigo da Current Biology e de mais 22.440 publicações científicas.

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NOTA CAUSTICANTE DESTE BLOGGER:

A teoria da evolução através da seleção natural de Darwin explica algumas coisas, mas não explica a origem e evolução de um simples [extremamente complexo] flagelo bacteriano, como esperar que esta teoria falida desde 1859 explique a origem e evolução da complexidade e diversidade de vida?


Soren Lovtrup disse um dia que o Darwinismo é um mito, e que nós ainda iríamos perguntar como que esse mito foi aceito pela comunidade científica.

Fui, nem sei por que, pensando que há algo de muito podre na Nomenklatura científica em perpetuar o mito darwiniano para explicar a origem e evolução das espécies como verdade científica...

Scientia qua scientia ou ideologia materialista que posa como se fosse ciência???

"Freio" faz o flagelo bacteriano parar


Segunda-feira, Outubro 25, 2010


’Clutch’ Stops Flagella


BLOOMINGTON, Inc., June 23, 2008 -- The flagellum -- a rotating, tail-like structure that makes a bacterium swim, is powered by a molecular engine at its base. But what makes it stop?


Answer: It uses its clutch.


A tiny but powerful engine that propels the bacterium Bacillus subtilis through liquids is disengaged from the corkscrew-like flagellum by a protein clutch, Indiana University Bloomington and Harvard University scientists have learned. Scientists have long known what drives the flagellum to spin, but what causes the flagellum to stop spinning -- temporarily or permanently -- was unknown.




A bacterium releases a protein (red) that disengages the clutch on its flagellum. (Image: Zina Deretsky, National Science Foundation. Courtesy Indiana University)

The action of the protein they discovered, EpsE, is very similar to that of a car clutch. In cars, the clutch controls whether a car's engine is connected to the parts that spin its wheels. With the engine and gears disengaged from each other, the car may continue to move, but only because of its prior momentum; the wheels are no longer powered.


The discovery may give nanotechnologists ideas about how to regulate tiny engines of their own creation. The flagellum is one of nature's smallest and most powerful motors -- ones like those produced by B. subtilis can rotate more than 200 times per second, driven by 1400 piconewton-nms of torque. That's a lot of horsepower for a machine only a few nms wide.


"We think it's pretty cool that evolving bacteria and human engineers arrived at a similar solution to the same problem," said Indiana University Bloomington biologist Daniel Kearns, who led the project. "How do you temporarily stop a motor once it gets going?"
...


Read more here/Leia mais aqui: Photonics

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Science 20 June 2008:
Vol. 320. no. 5883, pp. 1636 - 1638
DOI: 10.1126/science.1157877


A Molecular Clutch Disables Flagella in the Bacillus subtilis Biofilm


Kris M. Blair,1 Linda Turner,2 Jared T. Winkelman,1 Howard C. Berg,2,3 Daniel B. Kearns1*




Biofilms are multicellular aggregates of sessile bacteria encased by an extracellular matrix and are important medically as a source of drug-resistant microbes. In Bacillus subtilis, we found that an operon required for biofilm matrix biosynthesis also encoded an inhibitor of motility, EpsE. EpsE arrested flagellar rotation in a manner similar to that of a clutch, by disengaging motor force-generating elements in cells embedded in the biofilm matrix. The clutch is a simple, rapid, and potentially reversible form of motility control.


1 Department of Biology, Indiana University, Bloomington, IN 47405, USA.
2 Rowland Institute at Harvard, Cambridge, MA 02142, USA.
3 Department of Molecular and Cellular Biology, Harvard University, Cambridge, MA 02138, USA.


* To whom correspondence should be addressed. E-mail: dbkearns@indiana.edu


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Interesting articles/Artigos interessantes:


1. The rotary motor of bacterial flagella


Annual Review of Biochemistry
Vol. 72: 19-54 (Volume publication date July 2003)
Howard C. Berg
Department of Molecular and Cellular Biology, Harvard University, 16 Divinity Avenue, Cambridge, Massachusetts 02138; e-mail: hberg@biosun.harvard.edu


FREE PDF GRÁTIS





2. Resurrection of the flagellar rotary motor near zero load


Junhua Yuan and Howard C. Berg


PDF gratuito deste artigo aqui.






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Professores, pesquisadores e alunos de universidades públicas e privadas com acesso ao site CAPES/Periódicos podem ler gratuitamente este artigo da Science e de mais 22.440 publicações científicas.


Os sistemas T3SS e o flagelo bacteriano: insights em sua função de semelhanças estruturais


Sábado, Julho 10, 2010


Type III secretion systems and bacterial flagella: Insights into their function from structural similarities

Ariel Blocker*,†, Kaoru Komoriya*, and Shin-Ichi Aizawa‡

-Author Affiliations

*Sir W. Dunn School of Pathology, University of Oxford, Oxford OX1 3RE, United Kingdom; and ‡Department of Biosciences, Teikyo University, Utsunomiya 320-8551, Japan

Abstract

Type III secretion systems and bacterial flagella are broadly compared at the level of their genetic structure, morphology, regulation, and function, integrating structural information, to provide an overview of how they might function at a molecular level.

Footnotes

↵ † To whom correspondence should be addressed. E-mail:ariel.blocker@path.ox.ac.uk.
Copyright © 2003, The National Academy of Sciences


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PDF gratuito deste artigo aqui.


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NOTA DESTE BLOGGER:


Os sistemas tipo III de secreção têm sido usados contra a tese de complexidade irredutível de Michael Behe conforme exposta no livro A caixa preta de Darwin (Rio de Janeiro, Zahar, 1997), mas eis aqui duas frases da Fig. 1 que me chamou a atenção:

Figure 1
Diagrams of known positions of major flagellar components (A) and established and hypothetical TTSS functional homologs (B). Functions of proteins conserved in both systems are marked by similar position, shading, and coloring whether they share sequence homologies or not. Those TTSS components for which no sequence homology or experimental evidence exists to establish their relation to the similarly positioned and colored flagellar components in A are shown transparently in B.
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homólogos TTSS funcionais HIPOTÉTICOS (B)... Estes componentes de TTSS para os quais NENHUMA SEQUÊNCIA DE HOMOLOGIA OU EVIDÊNCIA EXPERIMENTAL existem...
Gente, a Nomenklatura científica e a Galera dos meninos e meninas de Darwin vêm usado este argumento do Sistema T3SS para falsificar a complexidade irredutível de Behe quando não passa de uma mera hipótese e que não existem sequência de homologia ou evidência experimental. Você não verá nenhuma menção disso nos blogs da Galera dos meninos e meninas de Darwin: eles são seguidores cegos e irracionais, que nem pensam na possibilidade científica de a teoria da evolução através da seleção natural estar errada.
Fui, nem sei por que, pensando que o flagelo bacteriano continua sendo o calcanhar epistêmico de Aquiles de Darwin no contexto de justificação teórica: a teoria da evolução através da seleção natural ao longo das eras não consegue explicar a origem de um 'simples' flagelo bacteriano.
Se não explica isso, como explicar a diversidade e complexidade das coisas vivas??? Nem a pau, Juvenal!!!

Olha o flagelo bacteriano aí de novo, gente: freio molecular controla a velocidade de natação


Domingo, Março 21, 2010


Molecular Brake for the Bacterial Flagellar Nano-Motor

ScienceDaily (Mar. 19, 2010) — Biozentrum researchers have now discovered that Escherichia coli bacteria harness a sophisticated chemosensory and signal transduction machinery that allows them to accurately control motor rotation, thereby adjusting their swimming velocity in response to changing environments. The research results that were published online in Cell on March 18, 2010, may foster the development of novel strategies to fight persistent infections.



Trajectories of swimming E.Coli bacteria. (Credit: Image courtesy of University of Biozentrum Basel)

Bacteria can swim through liquids at speeds up to 30 times their body length per second. It has been known for a long time that different bacterial species swim at different speeds, but it was not known if this is a species specific trait and if bacteria can actively adjust their velocity.

The research team from Switzerland and Germany, led by Alex Böhm and Urs Jenal from the Biozentrum has now discovered that E. coli, and probably many other bacteria can actively regulate their swimming velocity.

...


Read more here/Leia mais aqui: Science Daily


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Cell


Second Messenger-Mediated Adjustment of Bacterial Swimming Velocity

Alex Boehm1, , , Matthias Kaiser1, Hui Li2, Christian Spangler3, Christoph Alexander Kasper1, Martin Ackermann4, 5, Volkhard Kaever3, Victor Sourjik2, Volker Roth6 and Urs Jenal1

1 Biozentrum, University of Basel, CH-4056 Basel, Switzerland

2 Zentrum für Molekulare Biologie der Universität Heidelberg, DKFZ-ZMBH Alliance, D-69120 Heidelberg, Germany

3 Institute of Pharmacology, Hannover Medical School, 30625 Hannover, Germany

4 Department of Environmental Sciences, ETH Zurich, CH-8092 Zürich, Switzerland

5 Department of Environmental Microbiology, EAWAG, CH-8092 Zürich, Switzerland

6 Department of Computer Science, University of Basel, CH-4056 Basel, Switzerland


Received 3 November 2009;
revised 9 December 2009;
accepted 8 January 2010.
Published online: March 18, 2010.
Available online 18 March 2010.

Summary

Bacteria swim by means of rotating flagella that are powered by ion influx through membrane-spanning motor complexes. Escherichia coli and related species harness a chemosensory and signal transduction machinery that governs the direction of flagellar rotation and allows them to navigate in chemical gradients. Here, we show that Escherichia coli can also fine-tune its swimming speed with the help of a molecular brake (YcgR) that, upon binding of the nucleotide second messenger cyclic di-GMP, interacts with the motor protein MotA to curb flagellar motor output. Swimming velocity is controlled by the synergistic action of at least five signaling proteins that adjust the cellular concentration of cyclic di-GMP. Activation of this network and the resulting deceleration coincide with nutrient depletion and might represent an adaptation to starvation. These experiments demonstrate that bacteria can modulate flagellar motor output and thus swimming velocity in response to environmental cues.
Graphical Abstract






Highlights

► Concentration of second messenger cyclic di-GMP sets bacterial swimming velocity ► Upon cyclic di-GMP binding, YcgR interacts with the flagellar motor protein MotA ► YcgR binding to MotA acts to curb motor output in a brake-like fashion ► Pathway activation and resulting deceleration coincide with nutrient depletion

Author Keywords: CELLBIO; SIGNALING; MICROBIO






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Professores, pesquisadores e alunos de universidades públicas e privadas com acesso ao site CAPES/Periódicos podem ler gratuitamente este artigo da Cell e de mais 22.440 publicações científicas.


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NOTA DESTE BLOGGER:


Fui, nem sei por que, pensando que quanto mais os cientistas pesquisam o flagelo bacteriano, o mascote da teoria do Design Inteligente, eles em vez de falsificarem a nossa hipótese, mais ela é corroborada no contexto de justificação teórica - o flagelo bacteriano não pode ser explicado por processos gradualistas darwinianos ao longo de longas eras: é resultado de Design Inteligente!









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Mensagem em Qua Dez 22, 2010 2:44 pm por Eduardo

Pessoas tendenciosas e intelectualmente desonestas saíram espalhando pela WEB que a Teoria da Complexidade Irredutível de Michael Behe tinha sido derrubada.




Mas essa informação é FALSA!



Michael Behe, coerente com o método cientifico refutou todas as criticas, como podem ler aqui:














- Charles Darwin - "Se se pudesse demonstrar a existência de algum órgão complexo que não pudesse de maneira alguma ser formado através de modificações ligeiras, sucessivas e numerosas, minha teoria ruiria inteiramente por terra" (Darwin, C. R., Origem das Espécies, p.161).



- Richard Dawkins - “...nós animais somos as máquinas mais complicadas e perfeitamente planejadas do universo conhecido” (DAWKINS, RICHARD - Prefacio do Livro “O Gene Egoísta”, Belo Horizonte/São Paulo: Itatiaia e Editora da Universidade de São Paulo, 1989, p. 18).


Parte (1):







Parte (2):








Apenas uma montagem de peças aleatórias?


O flagelo bacteriano é um pesadelo para os Neons-Darwinistas, pois eles simplesmente não conseguem explicar esse mecanismo usando a Teoria da Evolução. Assim então, podemos dizer com todas as letras que a Teoria Evolutiva está provada falsa! Mas que fique bem claro aqui uma coisa, o flagelo bacteriano não é a única prova que os Proponentes do Design Inteligente tem para provar suas teses, ele é apenas um de milhares!



Mas o flagelo em particular é o mais conhecido por ser citado no livro de Michael Behe intitulado "Caixa Preta de Darwin: o Desafio da Bioquímica à Teoria da Evolução" a venda no Brasil (Clique Aqui! Para ver sobre esse livro e comprá-lo).





Um aparelho super complexo de tamanho microscópico.Descrição do livro:

“A teoria da evolução de Darwin é em geral aceita pelos cientistas. Contudo, desde que Watson e Crick abriram o campo da bioquímica, a ciência vem vivendo um clima de frustração, tentando conciliar as descobertas espantosas deste campo moderno com uma teoria do século XX que não pode explicá-las. Com a publicação de A caixa preta de Darwin, é tempo de os cientistas se permitirem examinar novas e extraordinárias possibilidades, e de ficarmos de sobreaviso com o que vão descobrir”



- Não caiam na falácia intelectualmente desonesta dos Darwinistas, a Teoria da complexidade Irredutível dos Sistemas biológicos ainda continua de pé firme e forte.



O flagelo está longe de ser explicado pelos mecanismos darwinianos, a Teoria da Evolução simplesmente é incapaz de explicar como esse mecanismo veio a surgir do nada sem a interferência de alguma inteligência racional.



Bacterias e seus flagelos, prova contra as pretenções Darwinistas.

Michael Behe é um visionário, um cientista honesto e lúcido e já está merendo o premio Nobel desde o lançamento de seu brilhante livro.A história ainda vai reconhecê-lo como gênio equivalente a Einstein. Descobertas mais recentes tem demonstrado que o flagelo bacteriano é ainda mais complexo do que antes imaginado é o que diz Tom Magnuson em matéria na Revista cientifica Nature:



A Nature incluiu um novo estudo sobre sistemas flagelares, com uma abordagem pela perspectiva das redes de proteínas.



A primeira coisa que o artigo demonstra (mais uma vez) é que há proteínas centrais que são absolutamente necessárias para a mobilidade do flagelo. Mas diz também algo completamente surpreendente:





Lado esquerdo foto real de um flagelo, no direito um esboço da complexidade do sistema, mas já a provas, o flagelo é ainda mais complexo.

“De fato, permanece pouco claro se todos os componentes de proteína do aparelho flagelar foram identificados.”



O artigo diz também que os genes de mobilidade previstos usando seqüências do genoma necessitam ser verificados contra um cenário funcional (isto é “relevância biológica”). Estes cientistas deram-se ao trabalho de descobrir quais os genes necessários para a mobilidade flagelar (através de massivas análises). Encontraram diversas proteínas de mobilidade novas que parecem ser especificas a certas espécies.





Complexidade inexplicavel para a Teoria Evolutiva.

Michael Behe desafiou enfaticamente:



"Sobre a tal reivindicação de falseabilidade, um cientista pode em um laboratório, colocar uma espécie bacteriana faltando um flagelo sob alguma pressão seletiva (para mobilidade), alimenta-o por dez mil gerações, se o flagelo, ou qualquer material complexo for produzido, minhas reivindicações evidentemente seriam desmentidas."



E ele continua:



"....se Coyne demonstrasse que o flagelo (que exige aproximadamente quarenta partes de gene) podiam ser produzidos por seleção natural, eu seria bastante tolo em afirmar que o sistema de coagulação do sangue (que consiste em aproximadamente vinte proteínas) exigisse um Design inteligente".


Respostas de Michael Behe contra as criticas sobre sua tese:




http://www.iscid.org/papers/Behe_ReplyToCritics_121201.pdf



Não há duvidas, a Teoria da Evolução foi refutada de cima a baixo, horizontal e verticalmente!




Trecho do novo livro de Michael Behe intitulado “The Edge of Evolution”:



- A chave para determinar os poderes reais da evolução Darwinista, encontra-se nos micróbios que se reproduzem rapidamente. Alguns, tais como a malária, o HIV, e o E. coli, reproduzem-se tão rapidamente que dentro de algumas décadas, ou no máximo alguns milênios, eles geram tantas mutações como geraria um animal maior, de reprodução lenta, em milhões de anos. Observando até aonde estas criaturas evoluíram nos últimos tempos, nós podemos estimar os limites criativos das mutações aleatórias.





Está provado! Darwin estava errado! Complexidade dos micro organismos é inexplicavel pela fraca teoria da evolução.




Matéria de comemoração dos 10 anos de lançamento do livro "A caixa preta de Darwin":

http://pos-darwinista.blogspot.com/2007/04/o-novo-livro-de-michael-behe- sobre-o.html



Lá diz:



"O ponto principal é que os dados disponíveis na última década das pesquisas de micróbios que ocorrem na natureza em número verdadeiramente astronômicos, tais como o parasita da malária e o HIV, demonstram que o conceito de mutação aleatória é incoerente, e os processos darwinianos são capazes apenas de mudanças triviais de sistemas preexistentes".



Mutação e Seleção Natural: Fatores Evolutivos?



Matéria no:

http://www.impacto.org.br/t02001.htm





Teoria da evolução não explica, complexidade supera todas as possibilidades previstas.






Trecho importante:



[Mutação e seleção natural são fatores que podem gerar diversidade em populações naturais, levando provavelmente, aliadas a outros fatores, à formação de novas raças e espécies, ou seja, mudança genética limitada. Mutação e seleção natural podem modificar informações, mas elas não podem criar novas informações. Portanto, estes fatores nunca poderiam levar a um aumento de complexidade, indispensável para a teoria da evolução. E não existe nenhum mecanismo genético plausível que possa levar a este aumento de complexidade]



A Teoria da Evolução é pura insanidade, ela já está provada falsa há mais de 40 anos, desde o tempo de Stephen Jay Gould.











Stephen Jay Gould:



- "A ausência de evidencias fósseis dos estágios intermediários entre as principais transições em delineação orgânica tem sido um problema persistente e inoportuno para os cálculos gradualistas de evolução". (Is a New and General Theory, Vol.6 n:1,pg. 127, 1950)



- “a síntese neodarwinista foi considerada efetivamente morta apesar de sua persistência como ortodoxia nos livros-texto de Biologia”. (GOULD, Steve J., “Is a New Theory of Evolution Emerging?”, in Paleobiology 6:119-130, 1980.)



Stephen Jay Gould e Niles Eldredge:



- “A extrema raridade de formas transicionais no registro fóssil persiste como o “negócio secreto” da paleontologia.




As árvores genealógicas que adornam nossos livros-texto têm dados somente nas extremidades e nódulos de seus galhos; o resto é inferência, por mais que seja razoável, não é a evidência dos fósseis... Eu não quero de nenhuma maneira impugnar a validade potencial do gradualismo. Eu somente quero destacar que isso nunca foi 'visto' nas rochas”

No entanto, Darwin aferrou-se tanto ao gradualismo, que comprometeu toda a sua teoria (...)" ([i]Jay Gould, op.cit. p. 163).
[/i]


Darwin não teria publicado nada caso soubesse da complexidade dos micro organismos.





Stephen Jay Gould:



- "O registro fóssil não oferecia qualquer apoio à mudança gradual: faunas inteiras tinham sido erradicadas durante intervalos de tempo extremamente curtos. As novas espécies apareceram no registro fóssil quase sempre de maneira abrupta, sem elos intermediários aos antepassados nas rochas mais velhas da mesma região" (Jay Gould, O polegar do panda, p. 161.).





Stephen Jay Gould:

- “Estudos que tiveram início no começo dos anos 50 e continuaram a um passo acelerado, hoje revelam um registro fóssil pré-cambriano significativo, mas o problema da explosão do pré-cambriano não cedeu, uma vez que nosso maior esforço falhou em identificar qualquer criatura que possa servir como um ancestral imediato plausível para as faunas cambrianas”. (“A short way to big ends”, revista Natural History, vol. 95, janeiro de 1986, pp.18-28)





- “Que restou de nossa escada, se há três linha-genes coexistentes de Hominídeos (A. Africanus, o robusto Australopicineos, e o H. Habilis), nenhum deles derivando claramente do outro? Mais ainda, nenhum dos três desenvolvendo nenhuma força evolucionária durante sua existência na terra: nenhum deles se tornando mais cerebral ou mais ereto à medida que se aproximavam dos dias atuais." (S. Jay Gould apud D.T. Gish,op. cit. p. 171).











Nils Elredge e Stephen Jay Gould:



- “Não é de espantar, que os paleontólogos tenham ignorado a evolução por tanto tempo. Aparentemente ela jamais ocorre... A coleta cuidadosa de material na face de penhascos mostra oscilações em ziguezague, pequenas, e uma acumulação muito rara de leves mudanças -- no decorrer de milhões de anos, a uma taxa lenta demais para explicar toda a mudança prodigiosa que ocorreu na história *evolutiva. Quando vemos o aparecimento de novidades evolutivas, isso ocorre em geral com um estrondo e, não raro, sem nenhuma prova sólida de que os fósseis não evoluíram também em outros lugares! A evolução não pode estar ocorrendo sempre em outros lugares... Ainda assim, foi dessa maneira que o registro fóssil pareceu a muitos desesperados paleontólogos que queriam aprender alguma coisa sobre a evolução“. (Michael Behe - Caixa preta de Darwin op. cit., p.36).


Henry Solomon Lipson:

- “De fato, a evolução se tornou uma religião científica; quase todos os cientistas a aceitaram e muitos estão preparados para 'torcer' suas observações de modo que a ela se ajustem”.(Physics Bulletin, vol 31, 1980)



Colin Patterson (Paleontólogo do Museu Britânico de História Natural em Londres):



- “A despeito do que se tem afirmado do ponto de vista teórico, não se demonstrou experimentalmente, até hoje, que organismos evoluem para formas bioquimicamente mais complexas. As evidências são mais consistentes com o padrão de degradação para formas bioquimicamente menos complexas” (trecho de entrevista concedida para BBC, em 4 de março de 1982)










Fim de Darwin!


Assuntos relacionados: http://www.seteantigos.blogspot.com

Pagina índice, todos os artigos que tratam sobre a queda da Teoria da Evolução:

http://seteantigoshepta.blogspot.com/2009/08/pagina-de-indice-todos-os-artigos-que.html

Fontes:



http://www.sedin.org/ID/monte_improbable.html

http://www.uncommondescent.com/evolution/all-flagellar-genes-derive-from-a-single-gene/

http://www.arn.org/blogs/index.php/3/2007/09/28/bacteria_flagellum_even_more_complex_tha

http://www.youtube.com/user/IllustraMedia

http://www.nsf.gov/publications/pub_summ.jsp?ods_key=nsf07556

http://designinteligente.blogspot.com/2008/06/o-flagelo-bacteriano-pode-estar.html

http://www.arn.org/

http://www.arn.org/blogs/index.php/literature/2007/04/19/sequence_similarities_in_the_bacterial_f

http://pandasthumb.org/archives/2007/04/update-on-pnas.html

http://www.pnas.org/content/104/17/7116.abstract

http://www.projetoockham.org/cgi-bin/yabb/YaBB.cgi?board=pseudo;action=display;num=1218572833;start=90

http://www.scb.org.br/
Em Cristo Jesus,
Pr. Artur Eduardo

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