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Lew Wallace, autor do célebre livro «Ben-Hur», converteu-se quando o escrevia

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Lew Wallace, autor do célebre livro «Ben-Hur», converteu-se quando o escrevia

Mensagem por Eduardo em Seg Ago 15, 2016 7:00 pm

Lew Wallace, autor do célebre livro «Ben-Hur», converteu-se quando o escrevia





    Alguém escreveu: «tinha acabado de ler o «Ben-Hur» e o livro ainda estava na mesa à minha frente quando o General Lewis Wallace, o autor, chegou. Apontei para o livro e disse-lhe que a leitura tinha sido para mim uma grande bênção; e disse mais, «Sei que o vou ler ainda bastantes vezes».

    O autor manifestou-se satisfeito com o meu entusiasmo, pelo que me atrevi a dizer-lhe: «gostava de saber como foi que veio a escrever este romance».

    Após uns momentos, respondeu, «Terei muito prazer em lhe contar». Procurou posição mais confortável na poltrona e com simplicidade e franqueza contou-me o seguinte:


    «Todos sabiam que eu era agnóstico, que repudiava o Cristianismo. Robert G. Ingersoll (célebre ateu) era um dos meus amigos mais íntimos. Naquela altura, tinha eu acabado o meu período de governador do Estado do Arizona, e na companhia de Ingersoll regressava de lá.

    Ao aproximarmo-nos de St. Louis, estando sentados no comboio de conversa em assuntos triviais, notámos ambos como naquela cidade havia tantas torres de igrejas. «Não é de estranhar», observou Ingersoll, «que haja ainda tanta gente inteligente, ao que parece, que continua a acreditar nas asneiras que são apregoadas nas igrejas a que pertencem essas torres? Quando virá o tempo de serem rejeitados como sendo estultícia os ensinamentos da Bíblia?»

    «Continuámos por algum tempo discutindo o assunto, até que Ingersoll, num impulso, olhou para mim e disse, “Olhe cá, Wallace, você é homem dotado de instrução e pensador. Porque não adquire material para que escreva um livro para provar ao mundo a falsidade do que diz respeito a Jesus Cristo — ou seja, que tal pessoa nunca existiu, e muito menos que tenha sido o autor dos ensinamentos que se encontram no Novo Testamento? Tal livro o tornaria célebre. Seria uma obra-prima e seria o meio de acabar com as asneiras que se apregoam quanto ao chamado Cristo, Salvador do Mundo».

    «Foi uma ideia que muito me impressionou, e continuámos discutindo as possibilidades que tal livro oferecia. Ao despedirmo-nos disse-lhe que trataria de colher o material necessário e esperaria publicar tal livro como a obra-prima da minha vida, o mais deslumbrante sucesso da minha actividade.

    «Segui para Indianápolis, onde tinha o meu lar, e contei à minha esposa este meu propósito. Ela, que era membro da Igreja Metodista, evidenciou, como era natural, desgosto por um tal propósito; porém eu estava resolvido a levá-lo avante, e comecei a procurar material nas bibliotecas na América e em outras partes do mundo. Fiz colecção de tudo quanto encontrei que esclarecia o período no qual Jesus Cristo, segundo constava, devia ter existido. Estas actividades ocuparam-me durante anos. Depois de ter coligido todas as provas possíveis, comecei a escrever o livro. Tinha escrito quase quatro capítulos quando me convenci de ter sido Jesus Cristo personalidade e Mestre tão verídico como Sócrates, Platão, Júlio César e outros homens da antiguidade. Tal convicção tornou-se em certeza; — reconheci que Jesus Cristo existira no mundo, graças a factos relativos ao período em que viveu.

    «Encontrei-me numa situação bem difícil. Começara a escrever um livro no propósito de provar que nunca no mundo existira Jesus Cristo, e agora estava enfrentando provas indiscutíveis de ter Ele sido personagem histórica, tal como Júlio César, Marco António, Virgílio, Dante e uma multidão de homens que haviam existido nos tempos idos. Dirigi a mim mesmo a pergunta, com a máxima sinceridade: «Se Ele foi de facto uma pessoa que teve existência (e não havia disso dúvida alguma), não teria Ele sido também o Filho de Deus e o Salvador do Mundo? A pouco e pouco apoderou-se de mim a convicção de que, visto Jesus Cristo ter de facto sido uma personagem que existira, havia toda a probabilidade de ser Ele quem se dizia ser. Tal convicção desenvolveu-se em mim, de tal modo, que acabou por tornar-se certeza.

    «Em certa noite, que nunca esquecerei, ajoelhei-me para, pela primeira vez na minha vida, orar; e roguei a Deus que Se me revelasse, que perdoasse os meus pecados e me auxiliasse a tornar-me seguidor de Cristo. Quando já se aproximava a madrugada raiou a luz na minha alma. Dirigi-me para o quarto de minha esposa, acordei-a e disse-lhe que tinha aceitado Jesus Cristo como meu Salvador. Era ver o seu semblante quando lhe contei da minha nova fé!

    «Ó Lew, disse ela, tenho em oração rogado que assim fosse, desde que me contaste ser teu propósito escreveres esse livro — roguei que enquanto o estivesses a escrever O encontrasses a Ele».

    Ajoelhámo-nos os dois junto à cama, naquela madrugada, e agradecemos ambos a Deus a Sua misericórdia e o ter-me orientado de modo a me encontrar com Ele. Creio que nem mesmo no céu podia haver mais alegria do que aquela que gozámos naquela manhã quando, depois de tantos anos de casados, nos reunimos em comunhão com Jesus Cristo.

    «Perguntei depois, «O que farei com todo aquele material que juntei a custo de tanto esforço e despesa?» «Ora, disse ela, torna a redigir aqueles primeiros quatro capítulos, e depois manda o livro a provar no mundo que, segundo o resultado das tuas pesquisas e estudos, Jesus Cristo é tudo quanto Se dizia ser. Filho de Deus e Salvador do Mundo».

Fonte: http://www.iqc.pt/index2.php?option=com_content&do_pdf=1&id=3109


"Conforme aquele caminho que chamam SEITA, assim sirvo ao Deus de nossos pais, crendo tudo quanto está escrito na LEI e nos PROFETAS" (Atos 24:14 ) - Paulo, o apostolo dos gentios
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Eduardo

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