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Teoria da Origem Superior das Espécies

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06032009

Mensagem 

Teoria da Origem Superior das Espécies




A partir das décadas de oitenta e noventa, uma série de descobertas de fatos novos começou a abalar as estruturas do evolucionismo. Para substituir o evolucionismo que dominou o panorama científico nos últimos cento e quarenta anos, estamos propondo a Teoria da Origem Superior das Espécies. Superior, porque de certo modo é o oposto da Teoria Inferior das Espécies proposta por Darwin (as espécies atuais provindo de espécies ancestrais inferiores). Superior, também, porque toma como base um grupo de fósseis não só inexplicáveis pela teoria evolucionista, como desafiadores, e por si só estimulantes para uma nova proposta – os fósseis gigantes. Lá estão eles, os ancestrais da maioria das nossas espécies atuais, gigantescos, com o dobro do tamanho das espécies congêneres atuais, completos, majestosos, magníficos!
Nossa linha de argumentação será a defesa da ciência. A defesa do método científico, que exige a observação acurada como passo número um, seguida de honestidade intelectual. Apresentaremos, então, de modo compacto, a Teoria da Origem Superior das Espécies, procurando comparar as duas proposições, à medida que formos apresentando o temário. Noticias preliminares:

http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI3638546-EI238,00-Monstro+marinho+gigante+era+vezes+mais+forte+que+Trex.html
http://www.scb.org.br/htdocs/periodicos/licoes/RCA-Origem.html
http://eoqha.net/criacionismo/115-os-gigantes-estao-chegando-roberto-azevedo/
http://www.scb.org.br/fc/FC61_05.htm
http://www.canalkids.com.br/central/arquivo/cie_fosseis.htm
http://www.biomania.com.br/bio/conteudo.asp?cod=1746
http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI1097024-EI238,00.html
http://criacionista.blogspot.com/2008/05/fssil-de-rptil-marinho-o-maior-j.html
http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/01/080116_roedoruruguai.shtml
http://criacionista.blogspot.com/2008/05/encontrada-garra-fssil-de-escorpio.html
http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2008/02/19/descoberto_fossil_de_sapo_gigante_que_viveu_com_dinossauros_na_africa-425719944.asp
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u467222.shtml
http://criacionista.blogspot.com/2008/11/urubu-pr-histrico-gigante-habitou-minas.html

Recentes:

http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u499175.shtml
http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2007/04/23/295469666.asp
http://paleontografia.blogspot.com/2008/11/urubu-fssil-gigante-descoberto-em-minas.html
http://g1.globo.com/jornalhoje/0,,MUL988368-16022,00-CIENTISTAS+DESCOBREM+FOSSIL+DE+COBRA+GIGANTE.html
http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2009/02/27/achado-no-peru-fossil-de-ave-gigante-de-10-milhoes-de-anos-754618238.asp
http://www.hephesto.com/agrega/?p=3629
http://veja.abril.com.br/noticia/variedade/encontrado-fossil-ave-gigante-dentes-424271.shtml
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u373735.shtml
http://colunistas.ig.com.br/area51/2007/04/28/cientistas-descobrem-fossil-gigante-de-floresta/
http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI3603848-EI238,00.html
http://noticias.pt.msn.com/article.aspx?cp-documentID=13740077
http://www.estadao.com.br/vidae/not_vid25364,0.htm
http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2007/04/23/cientistas_encontram_floresta_fossil_gigante_em_mina_nos_eua_761647.html

Introdução geral
Parte 01
http://www.revistacriacionista.com.br/fc/FC61_05.htm
Parte 02
http://www.sermoes.com.br/cria15.htm
1 – As espécies ancestrais são em geral superiores às equivalentes atuais, surgiram completas, complexas e prontas
Em seu livro "A Origem das Espécies", Darwin escreveu:
"As formas recentes são superiores às formas extintas, e de fato o são, pois surgiram posteriormente, sendo, portanto, mais aperfeiçoadas." (1)
Aqui o evolucionismo se perde totalmente, pois é incapaz de explicar como um olho se desenvolveu aos pedaços, aos tropeções.
Como a abelha aprendeu a fazer favos matemáticamente perfeitos? Já observamos que a mais antiga abelha encontrada em âmbar de New Jersey (que teria 80 milhões de anos), era "avançada, e pouco difere das abelhas que vivem hoje". (2)
É também um mistério para a evolução o tamanho dos vegetais e animais fósseis. Como vimos, ao comparamos as espécies fósseis com as equivalentes atuais, ao contrário do que imaginava Darwin, os espécimes fósseis são maiores, mais desenvolvidos e superiores às atuais. Diante disto, Isaac Asimov pergunta: a vida estaria se degenerando? Resposta correta: está se degenerando!
Corroborando a Teoria da Origem Superior das Espécies, recentemente foi descoberto o maior fóssil completo de mamífero. Ele foi encontrado por uma equipe de paleontólogos franceses, no Paquistão, a 700 quilômetros ao sul da capital, numa região desértica junto às montanhas Dra Bugti, na província de Baluquistão, e foi batizado de "baluchiterium". É semelhante a um enorme cavalo, com 7 metros de comprimento, 5 metros de altura, pesando entre 15 a 20 toneladas. (3, 4)
Portanto, para sermos coerentes com a realidade observada, temos que corrigir Darwin: O ancestral de cada espécie não é inferior, é superior!
2 – O Autor e mantenedor da vida é Deus, Criador sábio, Arquiteto e Planejador de cada ser vivo
Apesar de indiretas, as evidências do planejamento estão visíveis e disponíveis para todos. E, além de tudo, nosso Criador é um artista.
Era com assombro que o criacionista Albert Einstein observava uma "inteligência de tal superioridade, que todos os pensamentos e ações humanas não passam de um reflexo inteiramente insignificante". (5)
Evolucionismo
No entanto, Darwin substitui o inteligente e superior Deus, pela seleção natural, um "princípio" altamente incompetente que levou 4 bilhões de anos, na base da tentativa e erro, para criar vagarosamente as espécies atuais... Darwin atribuíu também à seleção natural as seguintes possibilidades:


  1. "Urleia"
    "Não vejo problema em aceitar que determinada raça de ursos, tenha se tornado, em virtude da seleção natural, ... uma criatura comparada às baleias "
    E assim teremos uma criatura darwiniana que chamaremos de "urleia". É um urso negro que, abrindo bem a boca na água, "se transformará numa baleia." (7) A anedota foi tão jocosa , que os amigos de Darwin o aconselharam a retirar este exemplo das edições posteriores, pois colocaria em dúvida sua capacidade de observação e sua sanidade mental...
    Por semelhança, teríamos o "lecego":
  2. "Lecego"
    Conforme a imaginação de Darwin, seria um lêmur voador que se transformou em morcego:
    "Não vejo qualquer dificuldade insuperável em acreditar na possibilidade de que a seleção natural continua desenvolvendo essa membrana (do lêmur voador) até transformá-la num verdadeiro membro alado, à semelhança do que deve ter ocorrido com o morcego." (8)
    O fóssil de morcêgo surgiu antes que o do lêmur, voando magnificamente e com todo equipamento de eco-localização... (Ver item 1.9 na referência 22).
  3. "Beximão"
    "Não tenho dúvida quanto ao fato, de que todos os vertebrados dotados de pulmão descendam... de algum ancestral primitivo sobre o qual nada sabemos ... dotado de uma bexiga natatória." (9)

  4. "Rabo da girafa"
Darwin tinha grande dificuldade em compreender a origem da cauda da girafa. (10)
Estes são exemplos da magnífica ciência proposta por Darwin ... Onde está a observação cuidadosa? Onde está o método científico? Com a maior facilidade inventa as mais hilariantes e anticientíficas explicações!
Para grande surpresa dos evolucionistas, além do "princípio" da seleção natural – "um princípio" – Darwin precisa valer-se de um "ente", um poder quase sobrenatural para tomar o lugar de Deus, que opera através da variabilidade natural.(11) É um "poderoso agente", que "trabalha", "cada hora que passa", "esquadrinhando minuciosa-mente".
"É da fome e da morte que advém o mais elevado objetivo que somos capazes de conceber: a produção de animais superiores.(12)
Assim, Darwin não só inventou o seu "inferno particular" da luta alucinante pela vida, cujo motor é a fome e a morte, mas contratou para dirigí-lo um "poderoso agente". Depois culpou a Deus por isto!
Brincadeira...?
Darwin tinha uma técnica singular:
Primeiro – Atribui à seleção natural poderes extraordinários.
Segundo – Faz a brincadeira da "urleia", do "lecego", e do "beximão", que jamais ocorreram, observações errôneas por completo. Não observa, não vê, não demonstra absolutamente nada.
Terceiro – Neste ponto um cientista teria que rejeitar a teoria. E o que Darwin faz? Sem os fatos, teima na sua teoria!
Quarto – Passo triunfal dos erros de Darwin – a teoria está certa, não importando a comprovação dos fatos!
3. As espécies surgiram em meio ambiente adequado, adultas, completas, superiores, foram planejadas previamente, com desígnio e finalidade. No decorrer do tempo se degeneraram, involuíram. O meio ambiente foi preparado para receber a vida.
Novamente, como evidências, os fósseis analisados, espécie a espécie, mostram que elas são completas, superiores e "perfeitas".
Os primeiros fósseis não são primitivos unicelulares ... "mas formas complexas multicelulares" (15). Há órgãos e sistemas que podem ter sido degenerados.
O processo de modificação da variabilidade proposto pela Teoria da Origem Superior das Espécies, na realidade é muito mais acelerado do que a proposta evolucionista. Esta declaração pode causar surpresa, mas, dentro do conceito criacionista, o potencial de variabilidade dentro das "espécies-tronco" é muito amplo, e até radical.
Evolucionismo
O meio ambiente primordial não foi planejado, era inadequado para receber os seres vivos, caótico e pior que o atual.
As espécies, patrimônio genético, órgãos, funções, sistemas e instintos foram surgindo de modo incompleto, desordenado, aos pedaços, através de um acaso cego, sem plano, desígnio ou finalidade! No decorrer do tempo, melhoraram e evoluíram.
Os evolucionistas atacaram um Criador inteligente, e no seu lugar inventaram uma crendice fantasiosa, que lentíssimamente, aos tropeções, caoticamente, foi originando as espécies. Uma dose de "fé" e "presunção" incomensurável ...
1. Angiospermas
Quanto ao "mistério abominável" do surgimento das angiospermas (vegetais com flores, mais complexos), não se diz nada. Surgiram em bloco, simultaneamente e já especializadas, mais exuberantes que as atuais. Um tormento!
2. Abiogênese
Pior ainda é a questão da abiogênese. Os evolucionistas teimam, sem evidência científica alguma, que a vida proveio da não-vida, de simples elementos químicos.
Em 1972 enviamos nosso protesto à revista Ciência e Cultura. (16) As folclóricas explicações são conjecturas, improbabilidades, impossibilidades, nenhum evento as demonstrou ... Apesar disto, e insultuosamente, estão em qualquer livro de evolução, contradizendo Pasteur, que demonstrou claramente, e elegantemente, que a vida provém de vida, o que, aliás, desde 1864 é rejeitado pelos evolucionistas.
Hoje, 135 anos depois, a farsa continua. Desde quando isto é ciência? O método científico exige observação acurada, demonstração inequívoca, baseada em fatos comprovados. Para alguns evolucionistas, a abiogênese é apenas uma suposição. O que seria então abiogênese?
3. Os órgãos vestigiais
E o que dizer dos órgãos vestigiais?
Os "cientistas" evolucionistas depois de um século conseguiram identificar uma centena de órgãos vestigiais. Desde as amígdalas, apêndice, tireóide, timo, glândula pituitária, glândula pineal, todos eram considerados órgãos vestigiais. Seriam vestígios de órgãos completos existentes nos ancestrais.
A cegueira permaneceu até a década de 60, e ainda hoje aparece em certos livros evolucionistas! Não há órgãos vestigiais, há apenas ignorância completa a respeito de suas funções ...
Anatomia do calote da geração espontânea – abiogênese
Primeiro – inventa-se o mito da geração espontânea molecular.
Depois, durante 135 anos se realizam milhares de pesquisas, tentando provar que a vida surgiu da não-vida.
Não encontrando NENHUMA evidência, a teoria deveria ser rejeitada, se fossem cientistas. Passam então a aceitar um absurdo.
Terceira fase – rejeição automática deste "pseudo-cientista crente" chamado Luís Pasteur!
Quarta fase – É a triunfal declaração de que a teoria da geração espontânea molecular é uma verdade estabelecida, e a abiogênese apenas uma suposição!
Não satisfeitos, declaram: "a teoria da geração espontânea foi experimentalmente refutada por Pasteur, mas de alguma forma teria que ter acontecido uma vez" (17) E passam a insultar o cientista que raciocina da causa para o efeito!
4. Conceito de espécie - As espécies são troncos básicos que contêm o patrimônio genético completo e singular, com ampla possibilidade de variabilidade, que produzem descendentes semelhantes a si
Por isto é possível caracterizar e classificar tanto as espécies fósseis como as atuais.
Sugerimos a seguinte tentativa experimental de definição de espécie: Duas variedades pertencem à mesma espécie se:


  1. Podem se cruzar entre si, e produzir descendentes.
  2. Os descendentes podem se cruzar entre si.
  3. As duas variedades iniciais podem se cruzar com estes descendentes (resultantes do cruzamento anterior) e produzir descendentes.
Há uma "Floresta Viva" de espécies.
Evolucionismo
Para Darwin, não há espécie, mas "forma" ou "ser organizado", os quais estão todos ligados geneticamente entre si. As características dos ancestrais são diferentes das atuais. A conseqüência é a introdução da confusão na sistemática. Há uma "árvore genealógica" da vida.
Não há evidências para esta teoria, pois os fósseis equivalentes às espécies atuais são semelhantes entre si, e é possível classificá-los.
Variedades são confundidas com espécies. Por exemplo, para o trigo os evolucionistas apresentam 14 "espécies", sendo pelo menos 12 do gênero Triticum e 2 do gênero Aegilops.
No caso do algodão, haveria no mínimo 14 espécies. E o cão? Darwin imaginava que seriam 2 espécies, sem contar o lobo.
Portanto instalou-se a confusão na taxonomia (ciência que estuda a classificação dos seres vivos) vegetal e animal, a partir de Darwin.
Partindo da nossa sugestão de espécie, teríamos não 30 espécies de trigo algodão e cão, mas apenas 3 troncos e 30 variedades. Se considerarmos a "especiação" como uma "nova" espécie", a qual derivou de uma "espécie tronco", mesmo que seja por isolamento geográfico ou reprodutivo, ela continuará como descendente desta espécie original.
Aliás, é sintomática a "multiplicação inflacionária" de espécies nos últimos anos. Falavam em 1,5 milhões de espécies atuais, número que se aproxima agora de 5 milhões. Há evolucionistas falando agora em 30 a 50 milhões de espécies!
O título do Livro de Darwin deveria ser "A NÃO Origem das NÃO Espécies"... ou "A Origem da Confusão."
Corrigindo Darwin – não é forma,
ou ser organizado; é espécie.
5. As espécies fósseis surgiram de modo repentino, súbito
Evidências – Os fósseis comprovam não somente o surgimento repentino, mas surgimento com todas suas características funcionais. Conforme Mc Alester, "verifica-se um rápido e drástico aparecimento dos primeiros animais". (21) Para o evolucionismo, o processo foi lentíssimo, demorado, o que não tem comprovação nos fatos.
Darwin diz que "parecia ter surgido de maneira abrupta", para depois dizer que a aparência era falsa.(22)
Os fatos desmentem a idéia de processos demorados e lentos, e isto é fatal à teoria de Darwin. A partir do momento em que os geólogos perceberam a falha do uniformismo, o conceito foi mudado para o "neocatastrofismo". Vários biólogos renomados perceberam a falha e houve um ajuste nos conceitos evolucionistas. Stephen Jay Gould é possivelmente aquele que percebeu mais rapidamente a situação, e foi então iniciada uma reavaliação na teoria evolucionista.
6. O patrimônio genético das espécies perpetua e mantém as características da espécie
A lei geral é da MANUTENÇÃO e perpetuação das características na espécie e nas populações. As mudanças são exceção. E são em geral deletérias e prejudiciais, não levam à perfeição.
Tudo isto são evidências fortíssimas, observáveis por qualquer cientista, e corroboram Pasteur e Mendel.
Pasteur – Vida provém da MESMA vida
que lhe deu origem

Mendel – As características hereditárias são transmitidas DE ACORDO, CONFORME,
as características ancestrais.
Estes dois cientistas são criacionistas, mas são rejeitados pela evolução. Nos dois casos, corroboram e apontam a MANUTENÇÃO das características da espécie e dos ancestrais, e não sua mudança.

A abiogenese é uma farsa, nunca foi demonstrada e é anticientífica.
A postura de Darwin quanto a Pasteur (que em 1864 apresentou os seus trabalhos), e Mendel (dois anos depois), é imperdoável.
Por isto, Mc Alester com razão afirmou: "Infelizmente a obra de Mendel foi ignorada, não somente por Darwin, como por parte dos cientistas da época." (23)
Se Darwin teve acesso aos dois trabalhos, e com possibilidade assim ocorreu, novamente surge o questionamento: era tão sábio que não entendeu, ou realmente percebeu, mas para evitar o desprestígio que causaria à sua obra, ignorou a ambos? Darwin pode assim ter contribuído para retardar o surgimento da genética moderna por 40 anos!
Insistir que a reprodução e o patrimônio genético surgiram casualmente, aleatoriamente, cegamente, sem nenhuma correlação inter- específica, e em mudança permanente, é ignorar os fatos!
7. As espécies surgiram com o potencial de se multiplicarem
8. O material genético fóssil é semelhante às espécies equivalentes atuais, e é possível encontrar fósseis vivos
Relógio Biológico

Anos
% DNA
Anos
%
DNA
562
50%
2.810
3,12%
1.224
25%
3.372
1,56%
1.686
12,5%
3.934
0,78%
2.248
6,25%
4.496
0,39%
2.430
5%*
5.048
0,19%
*Idade da múmia egípcia
Fonte: Brown, Robert H. Pan Fresco. Fosiles Antiguos
Ciencia de los Origenes (jan-ago 1995) nº 40-41, p. 7. Geoscience Research Institute, EUA, 1995
Atualmente está sendo possível a análise de DNA fóssil, o que seria impossível se imaginarmos estas enormes idades atribuídas aos fósseis. Foi possível recuperar, também, DNA de magnólia fóssil que teria 20 milhões de anos, sendo o material praticamente idêntico à espécie atual. Nada de evolução! (27)
Completando estas informações, está aumentando o número de "fósseis vivos", o que por si já coloca em dúvida o conceito Darwiniano. Existe na Alemanha um Museu de Fósseis Vivos, o Lebendig Vorwelt, criado e mantido pelo Dr. Joachim Scheven.
PREVISÕES DA
TEORIA DA ORIGEM SUPERIOR DAS ESPÉCIES:


  1. Cada vez mais haverá a comprovação de que, através da análise do material genético fóssil, será estabelecida a semelhança entre o patrimônio genético das espécies fósseis e o das equivalentes atuais.
b. Cada vez mais será possível analisar material genético fóssil que guardará similaridade com o equivalente ser vivo atual e diminuirá drasticamente a idade de milhões de anos atribuída pela evolução.
c. Será possível encontrar ossos e dentes de fósseis que não foram mineralizados. Se analisarmos o Carbono 14 de tais ossos, a idade do fóssil será reduzida, e se o DNA for detectado, não poderá ser superior a milhares de anos.
d. No futuro, novos fósseis vivos de diferentes espécies poderão ser encontrados, como por exemplo, paleo-fósseis marinhos, e outros, corroborando a Teoria da Origem Superior das Espécies.
9. A variabilidade natural é inata, é ampla a capacidade de variação, mas limitada pelo patrimônio genético dentro de cada
espécie tronco
Darwin começa o seu livro tratando da "Variação do Estado Doméstico", como uma pedra angular no seu afã de demonstrar o surgimento de novas espécies. Segundo imaginava, ocorreria a seguinte seqüência:


Espécie ® diferenças individuais ® variedade incipiente ® variedade característica (fixa) ® espécie incipiente ® nova espécie
Mas Darwin começa mal. Ao tentar encontrar evidências no cruzamento de pombos a favor da sua teoria, tropeça na realidade oposta, obtendo inesperadamente o padrão selvagem das pombas-das-rochas.
Considerou "surpreendente", e deu o nome de "regressão" (de regredir), que é um termo incorreto. É apenas retorno ao padrão selvagem (pombos não domesticados, que se reproduzem sem a interferência do homem).
Também confundiu duas variedades, as quais chamou de espécies distintas, a zebra e o quaga. (28) Este foi outro tropeção de Darwin. Classificadas como duas espécies diferentes, o último quaga morreu em 1883, portanto há 115 anos. Reinold Ran comparou o DNA das duas "espécies", e para seu espanto, eram idênticos! Conclusão: o quaga era da mesma espécie, ou apenas uma variedade de zebra. Se isto é verdade, então seria possível, a partir da zebra selvagem, criar novamente a variedade quaga. (28) Assim, do mesmo modo que ocorreu a variação dirigida dos pombos, retornando ao padrão selvagem, agora, uma variação natural, casual, também fez retornar ao padrão selvagem (zebra)! É uma "zebra" completa na seleção natural como responsável pela produção de novas espécies!
Corroborando este fato, retornemos ao morcego. Se examinarmos os fósseis, descobrimos que, desde os mais antigos, as asas eram completas. Nada de "lecego"!
Glenn L. Jepsen, da Princenton University, encontrou em Wyoming, EUA, um morcego fóssil que teria 60 milhões de anos, praticamente idêntico aos existentes hoje, com todo o moderno equipamento de auto-localização, e isto ANTES que a classe dos mamíferos surgisse segundo as idéias evolucionistas)... (29) Jepson demorou trinta e três anos para publicar o achado, com medo das retaliações das patrulhas evolucionistas ...
Completando a discussão, não vamos nem
falar da "lei" do uso e desuso proposta por Darwin, pois é totalmente falsa, e rejeitada completamente. É um conceito anticientífico, sustentado pelo autor da Origem das Espécies.

Corrigindo Darwin
Não é uma "árvore da vida"; é uma "floresta da vida"
Não é regressão; é retorno ao padrão selvagem.
Não é nova espécie; é variedade.
A "lei" do uso e desuso é falsa e totalmente anticientífica.

"ENCOLHI O REBANHO"
São comuns os relatos de experiências genéticas visando a aumentar ou diminuir o tamanho de animais ou plantas. Curiosamente, sempre nessas experiências não se alega que são assim criadas "novas espécies". De fato, pela seleção artificial, pesquisadores têm efetuado manipulações genéticas utilizando sempre material genético previamente disponível, sem "criar" algo mais que venha a constituir uma "nova espécie".
É bastante conhecido o caso das plantas-miniaturas que jardineiros japoneses têm conseguido para decorar ambientes, e também de vegetais-gigantes, como rabanetes e repolhos, estes obtidos com a utilização da giberelina, hormônio vegetal isolado por botânicos também no Japão.
Há algum tempo atrás, a imprensa noticiou experiências conduzidas no Brasil com vistas à redução do tamanho de animais domésticos, feitas pelo fazendeiro Dario Fagundes Filho, juntamente com o veterinário Raul Nolasque, em Uberlândia. A revista ISTOÉ, de 7 de maio de 1997 destacou este fato, em artigo com o título em epígrafe. Dele transcrevemos alguns trechos ilustrativos, a seguir:
"Iniciamos os trabalhos fazendo cruzamentos entre vacas de porte pequeno e que tinham um grande potencial leiteiro", conta o pecuarista. Primeiro, misturaram espécies de um gado antigo do cerrado mineiro que já apresentava tamanho reduzido. Depois, recorreram a uma raça indiana, a Buganor, com incrível capacidade leiteira. O resultado foi excepcional. Os animaizinhos consomem em ração somente 30% do necessário a uma vaca normal (que mede 1,50 m) e produzem oito litros de leite por dia, contra os 2,5 litros da média nacional. ... Com o conhecimento adquirido, Fagundes partiu para os pôneis. Aproveitou trabalhos preliminares de criadores argentinos e americanos e concebeu um minipônei de 70 cm. Depois, foi a vez de um jumento. Sua equipe adquiriu uma raça antiga do sertão baiano conhecida como cabeça-de-martelo. Cruzaram os menores espécimes e criaram o jumentinho. "Aí, pegamos o jumentinho e misturamos com o minipônei. Surgiu o miniburro, de 50 cm, que é usado para tração", conta o inventor. Para completar a minifazenda, faltavam os porcos, as cabras e as galinhas. Após muita procura, Fagundes conseguiu um porquinho caipira de Goiás e cruzou com um animal pequeno da própria fazenda. Nasceu o porco-udi, de 15 cm. As cabras e as galinhas obedeceram ao mesmo processo de redução."

Fagundes e suas miniaturas são mostrados na figura abaixo.
As experiências de Fagundes reforçam a suposição do tópico 3 do artigo do Prof. Roberto C. Azevedo, de que, partindo de espécies básicas com maior complexidade, padrão genético pleno, potencial vital e tamanho maior que as espécies atuais, elas poderiam perder parte dos mesmos num período de tempo de milhares de anos, de forma que este processo acelerado e desgastante é uma evidência indireta de que o patrimônio genético era mais complexo, pleno e amplo para suportar o processo.
Pelagornis: o pássaro gigante com a maior envergadura



Segundo cientistas, um pássaro enorme alcançou o recorde mundial de envergadura. Essa ave, que voava pelos céus chilenos 50 ou 100 milhões de anos atrás [segundo a cronologia evolucionista], tinha uma envergadura de pelo menos 5,18 metros. A medida se baseia em ossos da asa em bom estado de conservação (70% completos) dessa espécie recém-nomeada Pelagornis chilensis. O animal pesava cerca de 29 quilos e pertencia a um grupo conhecido como “pelagornithids”, aves caracterizadas por bicos finos e longos com muitos espinhos, projeções parecidas com dentes. Essa nova espécie foi uma ave marinha do norte do Chile, mas fósseis de outros pássaros ósseo-dentados foram encontrados em outros continentes. É provável que todas essas espécies tenham sido enormes.

Os pesquisadores acreditam que as aves voavam à procura de alimentos, como peixes e lulas. Uma vez que a presa fosse detectada, as aves cruzavam a superfície do mar com suas mandíbulas inferiores imersas na água, para pegar a presa escorregadia de forma segura com seus bicos.

Os ossos da ave tinham paredes extremamente finas, como as dos ossos de pterossauro. Provavelmente isso deu leveza a seus corpos, contribuindo para sua capacidade de crescer para um tamanho tão grande.

Os pássaros ósseo-dentados foram um grupo muito bem-sucedido, que viveu a maior parte no período Cenozóico ao longo de um período de tempo de 50 a 60 milhões de anos [idem]. Todos foram extintos cerca de dois milhões de anos atrás [idem], no momento em que o Istmo do Panamá entre o Norte e América do Sul fechou.

Hoje, os pesquisadores acreditam que os 5,18 metros estão perto da envergadura máxima que um pássaro pode atingir voando. Estimativas anteriores de envergaduras do pelagornithids acreditavam que o valor era 6,1 metros, mas esses dados eram baseados em fósseis mais fragmentados.

Os cientistas afirmam que o motivo para tamanha envergadura é a evolução. Isso evitaria concorrência com outras aves. As aves com um tamanho tão grande podem, naturalmente, navegar através de grandes distâncias e caçar presas mais facilmente no oceano aberto.

No entanto, também existe uma série de inconvenientes de ser tão grande. Os filhotes teriam que ser criados por um longo período de tempo, tornando-os mais suscetíveis a predadores. Além disso, as penas de aves são muito pesadas, e pássaros tão grandes podem ter se tornado muito pesados. [...]

(Hypescience)

Nota: Fatos: a ave é gigante para os padrões atuais e era perfeitamente desenhada para o voo, com ossos leves e penas (que são componentes bastante complexos). O resto é especulação. Note que os “cientistas afirmam que o motivo para tamanha envergadura é a evolução”. Se se tratasse de uma ave minúscula, a resposta seria a mesma. Se fosse uma ave média, idem. Lembre-se de que a evolução explica tudo! Na verdade, as várias descobertas de animais e plantas gigantes hoje extintos corrobora o relato bíblico segundo o qual havia seres gigantes antes do dilúvio.[MB]
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Teoria da Origem Superior das Espécies :: Comentários

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Mensagem em Seg Jul 13, 2009 11:20 pm por Carlstadt

Megalodon



Carcharodon megalodon (também denominado megalodonte ou tubarão-branco-gigante) foi uma espécie de tubarão gigante. As estimativas mais sensatas do tamanho desta criatura oscilam entre os 12 e os 15m.



Como uma locomotiva com a boca cheia de facas de açougueiro". É dessa maneira que Matt Hooper, um especialista em tubarões, descreve o Carcharodon megalodon ao chefe de polícia em "Tubarão", o romance de Peter Benchley. Ele estava se referindo ao imenso corpo de 15 metros e 50 toneladas, e aos longos dentes de 15 a 20 centímetros ostentados pelo megalodonte, um ancestral extinto do tubarão e talvez o mais espantoso predador a percorrer os mares do planeta.

Fóssil de escorpião marinho gigante Jaekelopterus rhenaniae: 2.5 metros de comprimento, 390 milhões de anos


Giant claw points to monster sea scorpion
00:01 21 November 2007 by Roxanne Khamsi


The fossilised remains of a giant claw that once belonged to a sea scorpion roughly 2.5 metres long have been found in Germany.


Researchers say the monstrous creature is the largest arthropod ever known - over 30 centimetres bigger than the previous largest specimen of the same species.


Simon Braddy at the University of Bristol, UK, and colleagues examined the 46-centimetre-long claw, found in a quarry in western Germany, and believe it belonged to a sea scorpion species called Jaekelopterus rhenaniae that roamed the ocean floors some 390 million years ago.









The claw belonged to a specimen of Jaekelopterus rhenaniae roughly 2.5 metres long according to estimates (Image: Braddy et al. Biology Letters)


Some palaeontologists believe that J. rhenaniae used its claws to reach out and grab passing animals, such as fish, to eat. "They were the top predators at the time," says Paul Selden at the University of Kansas in Lawrence, Kansas, US.


Sturdy claws


The claws of these creatures remain long after the rest of their body has disintegrated. "The body segments are quite flimsy," Braddy explains, but "the claws are sturdy, so they preserve better in the fossil record." As a result, his team had to extrapolate the size of the sea scorpion that once owned the massive claw.


Experts typically extrapolate the size of sea scorpions based on measurements of the claw and body size of the few specimens that have survived intact. But Braddy suspects that this simple method might lead to an overestimate of body size.


According to such calculations, the claw his group found would have belonged to a sea scorpion measuring 2.6 metres long. Braddy prefers a more conservative estimate of just under 2.5 metres.
...


Read more here/Leia mais aqui: New Scientist


+++++


Giant claw reveals the largest ever arthropod


Simon J Braddy1,*, Markus Poschmann2 and O. Erik Tetlie3


-Author Affiliations


1Department of Earth Sciences, University of Bristol Wills Memorial Building, Queen's Road, Bristol BS8 1RJ, UK
2Generaldirektion Kulturelles Erbe, Direktion Archäologie/ErdgeschichteGroße Langgasse 29, 55116 Mainz, Germany
3Department of Geology and Geophysics, Yale University PO Box 208109, New Haven, CT 06520-8109, USA
*Author for correspondence (s.j.braddy@bristol.ac.uk)


Abstract


The fossil record has yielded various gigantic arthropods, in contrast to their diminutive proportions today. The recent discovery of a 46 cm long claw (chelicera) of the pterygotid eurypterid (‘sea scorpion’) Jaekelopterus rhenaniae, from the Early Devonian Willwerath Lagerstätte of Germany, reveals that this form attained a body length of approximately 2.5 m—almost half a metre longer than previous estimates of the group, and the largest arthropod ever to have evolved. Gigantism in Late Palaeozoic arthropods is generally attributed to elevated atmospheric oxygen levels, but while this may be applicable to Carboniferous terrestrial taxa, gigantism among aquatic taxa is much more widespread and may be attributed to other extrinsic factors, including environmental resources, predation and competition. A phylogenetic analysis of the pterygotid clade reveals that Jaekelopterus is sister-taxon to the genus Acutiramus, and is among the most derived members of the pterygotids, in contrast to earlier suggestions.


Arthropoda, Eurypterida, gigantism, Palaeozoic, Germany


Footnotes


Received September 28, 2007.
Accepted October 29, 2007.
© 2007 The Royal Society


+++++


FREE PDF GRATIS

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Mensagem em Qui Jul 23, 2009 8:34 am por Carlstadt

Encontrado fóssil de cobra gigante

Foi encontrada numa uma mina da Colômbia o fóssil que poderá ser da maior cobra do mundo.

http://noticias.pt.msn.com/article.aspx?cp-documentID=13740077

Urso gigante habitava Argentina, revela fóssil




Há 700 mil anos [segundo a cronologia evolucionista], um urso que pode ter passado de 1,5 tonelada atacava os herbívoros de La Plata, na Argentina, com a mesma voracidade que os humanos gaúchos hoje dedicam ao churrasco. Trata-se, de longe, do maior urso que já viveu, e do maior carnívoro do planeta durante o Pleistoceno (a Era do Gelo), afirma um dos responsáveis por descrever o fóssil, Leopoldo Soibelzon, do Museu de La Plata. “É outra ordem de magnitude [perto dos demais ursos]”, diz Soibelzon. Há registros de ursos-polares com até uma tonelada no começo do século 20. Hoje, eles e os ursos-pardos, os dois maiores bichos do tipo, não passam de 700 kg. Ele apresentou os dados no 7º Simpósio Brasileiro de Paleontologia de Vertebrados, organizado pela Unirio (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro). Os fósseis - dois “braços”, ambos com ossos articulados - amargaram décadas de gaveta antes de ser analisados.

“Foram achados durante a construção de um hospital em La Plata, 40 anos atrás. Quando você os vê pela primeira vez, fica achando que são de um mastodonte, de tão grandes”, diz Soibelzon. “Sempre quis trazer a público, mas a vida vai levando, o momento nunca chega.”

A oportunidade veio quando o argentino e uma aluna iniciaram um estudo da massa (o popular peso) dos ossos fósseis. Visitando museus, e com ajuda de um colega americano, Blaine Schubert, da Universidade Estadual do Leste do Tennessee, Soibelzon se deu conta de que nenhum outro urso chegava perto do monstrão.

Trata-se, aliás, de um gigante entre gigantes: sua espécie, Arctotherium angustidens, já era conhecida pelo tamanho, mas nunca se imaginou que um indivíduo pudesse ficar tão grande.

A explicação para o porte desmesurado do bicho provavelmente tem a ver com o fato de que os ursos são invasores recentes na América do Sul, vindos do norte depois que a América Central se formou e uniu os dois subcontinentes americanos. “Logo aparece em cena um urso gigantesco num continente, naquela época, quase vazio de carnívoros”, explica Soibelzon. “Tinham um mundo, um supermercado de carne para comer.”

Quando outros carnívoros, como os felinos, foram se estabelecendo na América do Sul, os ursos evoluíram para se tornar menores e mais herbívoros. A única espécie ainda viva na região é o urso-andino (Tremarctos ornatus), com apenas 150 kg.

Um estudo sobre o exemplar gigante do Arctotherium angustidens sairá na revista Journal of Paleontology.

(Folha de S. Paulo, 23/7/2010)

Nota: Segundo a matéria, “nunca se imaginou que um indivíduo pudesse ficar tão grande”. Na verdade, o que muitos cientistas não imaginam (ou não admitem) é que os animais do passado (especialmente antediluvianos) possam ter sido criados bem maiores que os atuais, assim como os seres humanos igualmente perderam em capacidade mental e física, o que inclui a estatura. Em anos mais ou menos recentes, têm sido descobertos muitos fósseis que revelam fauna e flora de grande porte no passado. Isso está de acordo com o modelo criacionista.[MB]



Rato de 6 quilos é descoberto



27/7/2010



Agência FAPESP – O peso está mais para o de um cão pequeno ou de um gato com sobrepeso. Seis quilos é realmente inusitado para um rato. Segundo os pesquisadores responsáveis pela descoberta, trata-se do maior rato de que se tem notícia.


Ken Aplin, do Commonwealth Scientific and Industrial Research Organisation, na Austrália, e Kris Helgen, do Smithsonian Institution, nos Estados Unidos, escavaram ossos de 13 roedores, 11 dos quais até então desconhecidos para a ciência, em um sítio arqueológico no Timor-Leste.


“O leste da Indonésia é um hot spot da evolução de roedores e exige maior atenção de esforços de conservação. Roedores respondem por cerca de 40% da diversidade de mamíferos no mundo e são elementos-chave dos ecossistemas, importantes para processos como manutenção dos solos e dispersão de sementes. Manter a biodiversidade entre ratos é tão importante como proteger aves ou baleias”, disse Aplin.







Ossos de roedor encontrados no Timor-Leste pertenceram ao maior rato de que se tem notícia, que viveu há menos de 2 mil anos (divulgação)


Análises feitas pelos pesquisadores indicaram que o rato de 6 quilos – do gênero Coryphomys – viveu até cerca de 1,5 mil anos atrás, no mesmo período que a maioria dos outros roedores descobertos.


Apenas uma das espécies dos ossos encontrados na escavação sobrevive até os dias de hoje. Os maiores ratos vivos na atualidade chegam a 2 quilos e vivem em florestas nas Filipinas e na Nova Guiné.


“A ilha do Timor é habitada há mais de 40 mil anos e as pessoas caçaram e se alimentaram de roedores durante esse período, mas as extinções não ocorreram até recentemente”, disse Aplin. O estudo foi publicado na edição de julho do Bulletin of the American Museum of Natural History.


“Achamos que as pessoas viveram sustentavelmente no Timor até cerca de 1 mil a 2 mil anos atrás. Isso indica que extinções não são inevitáveis quando pessoas chegam a uma ilha qualquer. A abertura de grandes áreas de floresta para a agricultura provavelmente causou as extinções e isso apenas foi possível após a invenção de ferramentas de metal”, disse.


Em cada uma das ilhas do leste da Indonésia, segundo o estudo, evoluiu um conjunto único de ratos. Aplin também encontrou seis novas espécies de ratos em uma caverna na ilha de Flores.


A ilha do Timor (que reúne Timor-Leste e Timor-Oeste) tem poucos mamíferos nativos, com morcegos e roedores fazendo a maioria das espécies. Boa parte do país atualmente é árida, em contraste com as florestas tropicais do passado.



The skull of a black rat (right) compared with a fairly complete skull of one of Timor's other extinct giant rats (left). The giant rat shown here isn't the biggest of the extinct rats, which was around 25 per cent bigger again. The black rat (Rattus rattus) is one of the world's most common rat species. It is also known as the house, roof or ship rat and is found throughout Africa, Asia, Australia, Europe and the Americas. A typical adult weighs about 150 grams. The skull of the black rat shown here is 35 mm long. (Credit: Ken Aplin, CSIRO)
Via Science Daily


Mas os cientistas acham que, ainda assim, há espaço para novas descobertas. “Embora menos de 15% da cobertura de floresta original do Timor permaneça, partes da ilha ainda contam com florestas densas. Quem sabe o que pode haver ali?”, disse Aplin.


O artigo Quaternary Murid Rodents of Timor Part I: New Material of Coryphomys buehleri Schaub, 1937, and Description of a Second Species of the Genus (doi: 10.1206/692.1), de Ken Aplin e Kris Helgen, pode ser lido em www.bioone.org/doi/full/10.1206/692.1


+++++


Professores, pesquisadores e alunos de universidades públicas e privadas com acesso ao site CAPES/Periódicos podem ler gratuitamente este artigo do Bulletin of the American Museum of Natural History e de mais 22.440 publicações científicas.


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Vote neste blog para o prêmio TOPBLOG 2010.

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Mensagem em Dom Nov 01, 2009 8:57 pm por Carlstadt

Descoberto réptil gigante do "Jurássico"

A mistura entre observação e a interpretação prossegue e por vezes podemos deixar de estar a tentos a tais manobras.
Com entre 10 e 16 metros de comprimento, e um crânio de 2,4 metros, os vestígios fósseis deste réptil [observação], de há 150 milhões de anos [interpretação], encontrados por um coleccionador particular britânico, estão a encantar os cientistas.

Acho que este achado encanta não só os cientistas mas todos aqueles que gostam de aprender coisas novas. O problema deste tipo de descobertas é a constante mistura de boas observações com mitologias darwinistas.

Richard Forrest, paleontologista e especialista em plesiossauros (grupo a que pertence o pliossauro), faz parte do grupo que está a estudar este gigante jurássico. E disse à BBC:

"Sabia que vinha aí uma coisa grande. Mas isto é de fazer cair o queixo. É simplesmente enorme". Job 40:15-24:

"Contempla agora o Beemoth, que eu fiz contigo, que come a erva como o boi. Eis que a sua força está nos seus lombos, e o seu poder nos músculos do seu ventre. Quando quer, move a sua cauda como cedro; os nervos da suas coxas estão entretecidos. Os seus ossos são como tubos de bronze; a sua ossada é como barras de ferro. Ele é obra-prima dos caminhos de Deus; o que o fez o proveu da sua espada. Em verdade os montes lhe produzem pasto, onde todos os animais do campo folgam. Deita-se debaixo das árvores sombrias, no esconderijo dos canaviais e da lama. As árvores sombrias o cobrem com sua sombra; os salgueiros do ribeiro o cercam. Eis que um rio transborda, e ele não se apressa, confiando que o Jordão possa entrar na sua boca. Podê-lo-iam, porventura, caçar à vista de seus olhos, ou com laços lhe furar o nariz?"

Com um pescoço pequeno, uma cabeça parecida com a do crocodilo e mandíbulas poderosas, "os pliossauros conseguiam tragar um homem de uma dentada só. Por agora os paleontologistas só têm a cabeça. Mas dizem que este pliossauro poderia ter pesado 12 toneladas.

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Mensagem em Dom Nov 01, 2009 9:05 pm por Carlstadt

ORIGEM SUPERIOR

Muito aborígenes australianos pré-históricos conseguiriam vencer facilmente o atual campeão de velocidade do mundo atualmente, o jamaicano Usain Bolt. Muitos homens da etnia Tutsi, em Ruanda, conseguiriam superar o atual recorde de salto em altura, de 2,45 metros, durante seus rituais de iniciação. Qualquer mulher neandertal conseguiria vencer o fisiculturista e ator Arnold Schwarzenegger em uma queda de braço. Além disso, romanos da antiguidade completavam aproximadamente uma maratona e meia diariamente, carregando mais do que metade do seu peso corporal.

Precisa de mais algo para convencer que os homens modernos são fracotes? Essas e outras afirmações impressionantes são analisadas pelo antropólogo australiano Peter McAllister, que acredita que o homem moderno é muito inferior a seus predecessores.

A força do passado

A sua conclusão sobre a velocidade dos aborígenes australianos de 20 mil anos atrás [sic] é baseada em um grupo de pegadas de seis homens perseguindo uma presa, fossilizadas e perfeitamente preservadas até hoje. A análise das pegadas de um dos homens, chamado de T8, mostra que, em uma superfície enlameada, ele chegava a atingir 59,2 quilômetros por hora. Usain Bolt, por sua vez, atingiu a velocidade máxima de 67 quilômetros por hora nas olimpíadas de Pequim, em 2008.

“Presumimos que, ao perseguir um animal, eles correm ao máximo da sua velocidade”, afirma McAllister. “Mas se eles conseguiam esta velocidade em um terreno macio, suspeito que haja uma chance que eles superariam Bolt facilmente, levando em conta as vantagens que ele tem”, completa o antropólogo. Além da velocidade impressionante de T8, o especialista também chama a atenção para o fato de que os outros aborígenes desta época também deviam chegar a velocidades semelhantes. “Essas fossilizações são muito raras”, afirma McAllister. “Quais são as chances de que o corredor mais veloz da Austrália tivesse a sua pegada fossilizada naquele momento?”, questiona. Quanto aos pulos, o pesquisador afirma que fotografias tiradas por um antropólogo alemão no início do século mostram jovens pulando em alturas de até 2,52 metros. De acordo com McAllister, a tarefa era realizada pelos jovens tutsis como um ritual de iniciação, para mostrar o progresso à idade adulta. “Eles desenvolviam habilidades fenomenais para os pulos, e pulavam para provar a sua capacidade”, diz.

Outra curiosidade é que uma mulher neandertal comum tinha 10% mais massa muscular que um homem europeu moderno. Treinada ao máximo, elas poderiam chegar a 90% da massa de Arnold Schwarzenegger na década de 70, quando ele atingiu o seu máximo fisicamente.

O porquê do declínio físico

De acordo com McAllister, a inatividade física adquirida desde a revolução industrial causou essa grande diminuição da força e capacidade física. “O corpo humano responde muito ao stress”, explica o pesquisador. “Perdemos 40% da massa dos maiores ossos do corpo porque temos menos massa muscular sobre eles atualmente”, afirma.

“Simplesmente não somos expostos aos mesmos desafios que as pessoas do passado, por isso nossos corpos não se desenvolvem”, diz o antropólogo, que completa: “Mesmo com o nível de treinamento que atletas de elite têm atualmente, não chegamos nem perto do que havia antes”.

(Hypescience)

NOTA: Realmente parece que o homem "pré-histórico" não tinha muito de pré-histórico, eles até eram superiores, e nos somos o resultado da evolução deles? Não sobrevive o mais apto, ou mais forte? A seleção natural não seleciona apenas o que garante o aperfeiçoamento do organismo? Há algo de errado com a teoria da evolução!!! Leia também o livro do professor Roberto César de Azevedo, A Origem Superior das Espécies.

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Mensagem em Qui Fev 11, 2010 10:19 pm por Carlstadt

Extinções em massa: fósseis 'gigantes' estão revolucionando o pensamento atual


Mass Extinctions: 'Giant' Fossils Are Revolutionizing Current Thinking

ScienceDaily (Feb. 11, 2010) — Large-sized gastropods (1) (up to 7 cm) dating from only 1 million years after the greatest mass extinction of all time, the Permian-Triassic extinction (2), have been discovered by an international team including a French researcher from the Laboratoire Biogéosciences (CNRS/Université de Bourgogne), working with German, American and Swiss colleagues. These specimens call into question the existence of a "Lilliput effect," the reduction in the size of organisms inhabiting postcrisis biota, normally spanning several million years.




Large-sized gastropods found in marine sediments in Utah dating from only ~1 million years after the P-T mass extinction. The scale bar represents 1 cm. (Credit: Copyright A. Brayard/J. Thomas)


The team's results, published in the February 2010 issue of the journalGeology, have drastically changed paleontologists' current thinking regarding evolutionary dynamics and the way the biosphere functions in the aftermath of a mass extinction event.

The history of life on Earth has been punctuated by numerous mass extinctions, brief periods during which biodiversity is considerably reduced, followed by phases of re-conquest of the biosphere, corresponding to the diversification of those species that survived. Over the last 540 million years, around twenty mass extinctions, of greater or lesser intensity, have succeeded one another. The most devastating of these, the Permian-Triassic (P-T) mass extinction, which decimated more than 90% of the marine species existing at the time, occurred 252.6 million years ago with a violence that is still unequaled today.

In the aftermath of such events, environmental conditions are severely disrupted: the oceans become less oxygenated, water becomes poisonous, there is increased competition, collapse of food chains, etc. Until now, it has generally been accepted that certain marine organisms, such as gastropods or bivalves, were affected by a drastic reduction in size in response to major disruptions of this nature, both during and after the event. It took several million years for such organisms to return to sizes comparable to those that existed prior to the crisis. This is what scientists call the "Lilliput effect," in reference to the travels of Gulliver (3) who was shipwrecked on the island of the same name, inhabited by very small Lilliputians.
...


Read more here/Leia mais aqui: Science Daily


+++++


Gastropod evidence against the Early Triassic Lilliput effect

Arnaud Brayard1,*, Alexander Nützel2, Daniel A. Stephen3, Kevin G. Bylund4, Jim Jenks5 and
Hugo Bucher6,7

-Author Affiliations
1UMR 5561 CNRS Biogéosciences, Université de Bourgogne, 21000 Dijon, France

2Bayerische Staatssammlung für Paläontologie und Geologie, Ludwig-Maximilians-University Munich, Department für Geo- und Umweltwissenschaften, Sektion für Paläontologie, 80333 München, Germany

3Department of Earth Science, Utah Valley University, Orem, Utah 84058, USA

4140 South 700 East, Spanish Fork, Utah 84660, USA

51134 Johnson Ridge Lane, West Jordan, Utah 84084, USA

6Paläontologisches Institut und Museum, Universität Zürich, 8006 Zürich, Switzerland

7Department of Earth Sciences, ETH Zürich, Switzerland

*E-mail: arnaud.brayard@u-bourgogne.fr.

Abstract

Size reduction in the aftermath of the Permian-Triassic mass extinction event has repeatedly been described for various marine organisms, including gastropods (the Lilliput effect). A Smithian gastropod assemblage from Utah, USA, reveals numerous large-sized specimens of different genera as high as 70 mm, the largest ever reported from the Early Triassic. Other gastropods reported from Serbia and Italy are also as large as 35 mm. Size frequency distributions of the studied assemblages indicate that they were not unusually small when compared with later Mesozoic and modern faunas. The occurrence of large-sized gastropods less than 2 Ma after the Permian-Triassic mass extinction refutes the Lilliput hypothesis in this clade, at least for the last ∼75% of the Early Triassic.

Received 22 July 2009.
Revision received 7 September 2009.
Accepted 10 September 2009.
© 2010 Geological Society of America


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Requer assinatura. Lamentavelmente o site CAPES/Periódicos não dispõe de assinatura da Geology, uma importante publicação científica.

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Mensagem em Qui Fev 11, 2010 10:24 pm por Carlstadt


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